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BEM-ESTAR E DISPOSIÇÃO!

terça-feira, 3 de maio de 2011 0 comentários
A publicação reúne 40 dietas elaboradas por profissionais, se seu objetivo é opções sensatas visando não só a perda de peso, como também a prevenção de doenças, a edição que conta com minha contribuição, páginas 52 e 53, vai lhe ajudar!

No planejamento e elaboração de dietas, o que chamo de prescrições para saúde plena, alguns itens devem ser levados em conta:

• A chave para a saúde e emagrecimento, é que as mudanças sejam realizadas de forma gradativa, adequando quantidades e após qualidade.
• A saúde adequada por meio da alimentação se baseia na variedade, no balanceamento e na moderação.
• A dieta deve ser analisada e encarada como um todo e não apenas na contagem de calorias ou como alimentos isolados.
• A escolha adequada de alimentos deve ser incentivada, levando em consideração patologias quando existentes, preferênciais/aversões alimentares, disponibilidade de compra/preparo de alimentos...
• A prescrição dietética deve conter as recomendações adequadas de calorias e nutrientes para atender as necessidades nutricionais individuais de cada pessoa, com recomendações gerais de alimentação e prescrição dietética.
• A atividade física regular é essencial para a boa saúde.

40 Dietas Poderosas, ano 1, nº 1, Ed. Saúde Alto Astral. 2011.
Por Greice Caroline Baggio.

BENEFÍCIOS À SAÚDE NO CONSUMO DE ABACATES.

domingo, 1 de maio de 2011 0 comentários
Gorduras? Mas isso parece ter compensado, quando olhamos
para as outras ações do abacate,
como diminuição dos fatores inflamatórios,
redução do nível de oxidantes e
regulação fo nível de colesterol total.
Além de significativo teor de gordura, o abacate contém vitamina K, potássio, fibras, folato, vitamina B6 , vitamina C e cobre. Cerca de 75% de suas calorias são provenientes de gorduras (principalmente gordura monoinsaturada), e contém potássio em torno de 60% mais do que bananas.

Quais são os benefícios de saúde do abacate? O abacate apresenta vários benefícios à saúde. Aqui, os 5 principais:

1. Promove a saúde cardiovascular: Um estudo publicado no American Journal of Nutrition sugere que pessoas que comem dietas ricas em ácido fólico têm uma menor incidência de doenças cardíacas. O abacate contém uma quantidade significativa de vitamina B6 e ácido fólico, que ajudam na regulação dos níveis de homocisteína (aumento do nível de homocisteína está associada com um risco aumentado de doença cardíaca), sustentando a saúde cardiovascular. Além de folato, abacate também contém vitamina E, glutationa e gordura monoinsaturada, que ajuda na promoção da saúde do coração.

O abacate é rico em seu conteúdo de gordura, mas é na maior parte da gordura monoinsaturada, que contribui com o maior percentual de suas calorias. Mas isso parece ter compensado, quando olhamos para as outras ações do abacate, como diminuição dos fatores inflamatórios, redução do nível de oxidantes e regulação do nível de colesterol total. Todas estas ações são de apoio ao funcionamento do sistema cardiovascular. A saúde do coração também aumenta devido à presença de ácidos graxos, como o ácido oléico e alfa-linolênico.

2. Fornece benefícios Antiinflamatórios: O abacate tem recebido atenção especial de pesquisa devido aos seus benefícios antiinflamatórios no tratamento de condições como artrite reumatóide e artrose. Abacate contém múltiplos fatores que contribuem para a sua ação antiinflamatória. Os fitoesteróis, antioxidantes que são carotenóides (luteína, neoxantina, zeaxantina, alfa e beta caroteno), outros antioxidantes, como flavonóides e vitaminas C e E, minerais como selênio, manganês e zinco, ômega 3... nutrientes vitais que exibem propriedades antiinflamatórias.

3. Regula o nível de açúcar no sangue: O abacate é uma fruta com pouco carboidrato, com apenas 19% de suas calorias provenientes de carboidratos. Abacate estpa entre os alimentos com baixo índice glicêmico. Isto, em combinação com o seu alto teor de fibras, ajudam a manter um nível estável de açúcar no sangue.

4. Fornece benefícios Anti-Câncer: Algumas pesquisas e estudos preliminares sugerem que o abacate pode ser um alimento anti-câncer, devido à sua mistura inusitada de propriedades antiinflamatórias e antioxidantes.[...]

5. Apoia a absorção de nutrientes: O consumo do abacate está associado com aumento da absorção de nutrientes. Em um estudo onde indivíduos consumiram salada, observou-se que a absorção de carotenóides foi cinco vezes maior nos indivíduos cuja saladas continham abacate, em comparação com aqueles que não consumiram abacates em suas saladas.

Fonte: Parte do texto traduzido em life mojo, Top 5 Health Benefits of Avocado, 13/04/2011.
Por Greice Caroline Baggio.

CAFÉ NÃO AUMENTA A PRESSÃO ARTERIAL, SEGUNDO ESTUDO

quinta-feira, 28 de abril de 2011 0 comentários

Quem bebe mais do que três xícaras não terá mais problemas cardíacos
Consumir mais do que uma xícara de café por dia não aumenta a pressão arterial, segundo estudo americano publicado no The American Journal of Clinical Nutrition. Ao contrário do que diziam pesquisas anteriores, a descoberta sugere agora que as pessoas podem beber café à vontade, sem medo de problemas como hipertensão, ataque cardíaco e redução da expectativa de vida.

Para chegar aos resultados, os cientistas analisaram seis estudos realizados anteriormente, com um total de mais de 170.000 pessoas. Em cada estudo, os participantes tinham que responder quantas xícaras de café eram consumidas por dia. Os voluntários foram acompanhados durante 33 anos. “Descobrimos que aqueles que consomem habitualmente mais de três xícaras por dia não tiveram um aumento na incidência de hipertensão quando comparados com aqueles que consumiam menos de uma xícara por dia”, diz Liwei Chen, autora do estudo e professora da Louisiana State University.

Somente um em cada cinco participantes desenvolveu hipertensão durante o estudo. Porém, o diagnóstico da doença não foi diferente entre aqueles que bebiam muito ou pouco café. “Não acredito que o café seja um risco para o aumento da pressão arterial”, afirma Lawrence Krakoff, que já estudou o tema no Centro Médico Mount Sinai, em Nova York. “Isso pode ocorrer, porém, se as pessoas estiverem bebendo mais de 12 xícaras por dia e não tiverem uma boa noite de sono”, acrescenta.

Chen disse que a relação entre o consumo de café e o aumento da pressão arterial é complicada, já que não funciona da mesma forma para todas as pessoas. “Cada pessoa com seu histórico genético pode reagir de uma forma. Ou seja, para alguns pode ser uma bebida segura, mas para outros não”, diz.

Fonte: Veja, Café não aumenta a pressão arterial, 22/04/2011.

PREVINA A QUEDA DE CABELOS COM NUTRIENTES.

quarta-feira, 27 de abril de 2011 1 comentários
Os nutrientes são necessários para estimular o crescimento do cabelo,
especialmente aqueles que fazem parte do próprio cabelo.
As pessoas perdem cerca de cem fios por dia. Porque cabelo é feito de muitos nutrientes, os nutrientes precisam ser repostos no organismo em ordem para o cabelo crescer. Cabelo contém proteínas, água, gordura e carboidratos. Alimentos para evitar a perda de cabelo podem ser encontrados na aveia, melaço, fígado e cereais integrais. Porque é composto de água, é importante manter-se hidratado para estimular o seu crescimento. A perda de cabelo aumenta com a idade, mas a nutrição adequada pode ajudar a prevenir a perda de cabelo, queda de cabelo e calvície. 

Silício
Silício deixa os cabelos brilhantes e previne a queda de cabelo...

Proteína
Porque é um componente do cabelo, a deficiência de proteína pode causar perda de cabelo.  Isto é especialmente verdadeiro para os vegetarianos ou aqueles com uma dieta reduzida em proteína...

Inositol
Inositol é uma das vitaminas do complexo B e é encontrada em alimentos como fígado. Inositol é considerado um dos principais nutrientes para estimular o crescimento do cabelo e prevenir a calvície.

Ervas para ajudar a crescer o cabelo
Alecrim, tomilho e lavanda ajuda a crescer o cabelo e impedir a diluição do cabelo e calvície. Os óleos essenciais podem ser massageados no cabelo após a lavagem. Chá feito a partir dessas ervas também pode ajudar a crescer o cabelo, mas de forma mais indireta.

Vitamina E previne a perda de cabelo
Porque a vitamina E estimula a circulação no corpo e ajuda a crescer novos vasos sanguíneos, a vitamina E também ajudar à crescer o cabelo.  A pesquisa mostrou que a aplicação de vitamina E para os folículos pilosos impede a perda de cabelo e calvície...

Fonte: Parte do texto traduzido em Natural news, Prevent Thin Hair and Balding and Grow Hair with Natural Foods, acesso em 27/04/2011. Autor Melanie Grimes.

Os nutrientes são necessários para estimular o crescimento do cabelo, especialmente aqueles que fazem parte do próprio cabelo. O silício é um desses componentes e podem ser adicionados à dieta, exemplos de alimentos que contêm o silício são a aveia, cevada, cebola, alho, frango, é importante para fortalecer o tecido conjuntivo, fortalecendo os ossos. Bem como o magnésio, mineral é essencial na formação de proteínas como a queratina, que constituinte do cabelo, encontrado em alimentos como cereais integrais, leguminosas, oleaginosas como nozes, vegetais verdes escuros.

Inclua também o zinco. O zinco também essencial para a reprodução, crescimento de unhas e cabelos. Entre as principais fontes alimentares estão as ostras, carne bovina, frango, peixes, leite (entretanto, altas quantidades de cálcio dificultam a absorção do zinco), cereais integrais (os fitatos presentes, também reduzem a biodisponibilidade do zinco). Alimentos que podem ajudar a prevenir a perda de cabelo, através do reforço dos folículos pilosos.

A proteína é também necessária ao crescimento do cabelo saudável. A adição de ferro na dieta também estimula o crescimento do cabelo. A deficiência de ferro, ou anemia, podem causar a queda de cabelos. Outro nutriente importante para o crescimento do cabelo é a vitamina E. A vitamina E estimula a circulação e melhora a saúde do coração e dos fios.


Por Greice Caroline Baggio.

RESVERATROL, PREVENÇÃO DE DOENÇAS, LONGEVIDADE.

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O resveratrol, juntamente com a quercetina e epicatequina,
é um dos principais antioxidantes encontrados no vinho tinto.
Clive McCay, um cientista da nutrição a exercer na Universidade de Cornell em Nova York, foi um pioneiro ao provar que havia um elo entre a restrição calórica e a longevidade. Desde então, centenas de estudos provaram a existência desse elo – estudos efetuados não só em ratos, mas também em cães e especialmente em primatas. Mas como seria se pudesse tomar uma cápsula e beneficiasse desse efeito sem restringir a ingestão alimentar? Um nutriente conhecido como resveratrol parece poder cumprir este desejo. O Fator da Longevidade é uma explicação para o seu modo de funcionamento bem como um guia para o melhor suplemento.

Durante tempos de stress, tais como sol em demasia, as plantas podem aumentar a produção de moléculas especializadas chamadas xenofactores. Quando os animais consomem estas plantas, estes fatores interagem com os genes desses animais e dão inicio a um espantoso evento de benefícios para a saúde, permitindo a esses animais um aumento da longevidade que em alguns casos atinge os 50%! Quando os xenofactores são transformados num extrato como o resveratrol, os compostos parecem despoletar uma resposta similar à da restrição calórica mesmo sem cortar na ingestão de alimentos. Os efeitos parecem cobrir todas as teorias sobre o envelhecimento – controlam a inflamação, regulam a sobrevivência celular, reparam as células, e previnem a sua morte. Como antioxidantes, eles aumentam o desempenho do sistema imune e endócrina. Tal como a restrição calórica, o resveratrol active o gene da sirtuina o SIRT1, conhecido como o gene da longevidade.

E quem não quiser tomar as cápsulas? A resposta pode estar nas declarações de uma Francesa que viveu até aos 122 anos de idade e que caminhava e tomava dois copos de vinho tinto diariamente. Mais não é melhor e a toxicidade do álcool ultrapassa os seus benefícios se forem ingeridos mais de 2 copos de vinho. Há alimentos que também contêm resveratrol, as uvas, o chocolate escuro, as maçãs, o chá verde, os pistaches e os amendoins.

Em Abril de 2008 o cientista David Sinclair perito em envelhecimento declarou que podemos aspirar a viver até aos 150 anos.

Fonte: Texto de Dr. Luiz Romariz, Resveratrol e Longevidade.

Prevenção raramente é uma opção popular, mas é eficaz. O resveratrol é uma substância química encontrada no vinho tinto, uvas, suco de uvas roxas, amoras... O consumo destes alimentos (mesmo a suplementação em dose segura) mostra-se muito efetivo na aterosclerose, redução do LDL colesterol, aumento do HDL colesterol e prevenção de diversos tipos de câncer. O Resveratrol é capaz de reduzir a coagulação do sangue e processo de inflamação.

Um novo estudo mostrou que doses significativas de resveratrol pode melhorar a circulação sanguínea do cérebro. Outros estudos com resveratrol relatam efeitos, além dos benefícios cardiovasculares, efeitos anticâncer e proteção contra a doença de Alzheimer.

Por Greice Caroline Baggio.

ARTRITE. O PRIMEIRO PASSO É SABER MAIS SOBRE A DOENÇA.

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O processo natural do envelhecimento e a obesidade
contribuem para a artrite, e com base na alta prevalência
de obesidade, os pesquisadores estimam que
os casos de artrite aumentem significativamente nos próximos 20 anos.

Artrite é um termo usado que engloba mais de 100 doenças diferentes. É uma doença caracterizada pela inflamação das articulações, envolvendo os tendões, ligamentos e cartilagens. A doença provoca inchaço das articulações, rigidez e dor que pode variar de leve a incapacitante. As chaves primárias para o tratamento e a prevenção são uma boa dieta, nutrição, desintoxicação e redução do stress.

Mental e fatores físicos ambientais contribuem para a artrite, muitos dos quais não são facilmente detectáveis ​​ou rastreável para real causa da doença em si. Por esta razão que a medicina ocidental é lamentavelmente ineficazes no tratamento real da doença uma vez que eles não vêem a doença a partir de um ponto de vista sistêmico.

Há uma variedade de condições, as três mais comuns sendo reumatóide, gota e artrose. Das três, a osteoartrite é de longe a mais prevalente, acometendo cerca de 20 milhões de americanos e é três vezes mais prevalente em mulheres do que nos homens com idade superior a 45 anos.

A osteoartrite (OA) é uma degradação da cartilagem. A cartilagem é um tecido liso gelatinoso, que ajuda a proteger as extremidades dos ossos em cada junta. Sem esta proteção, as extremidades dos ossos fricciona-se causando à dor severa.[...]

A artrite é causada por um grande número de fatores, incluindo lesões, idade, toxinas e micróbios, alterações hormonais e até mesmo genéticos. Outros fatores causais, incluindo ambientais/alérgeno, e até dentário foram identificados como as duas causas da doença. Fatores hormonais são vistos como a causa em mulheres pós-menopausa, que representam uma grande porcentagem de pessoas atingidas com OA.

Em condições normais de saúde, idade ou cartilagem danificada é substituída pela nova cartilagem criado por condrócitos, que são células especializadas encontradas na cartilagem. Os condrócitos são responsáveis ​​pela produção de cartilagem conhecida como colágeno e proteoglicanos. Tal como acontece com todas as células do corpo, a qualidade das células de substituição é dependente do tipo, qualidade e quantidade de matérias-primas (vitaminas, minerais, aminoácidos e GAG (glicosaminoglicanos) disponíveis para os condrócitos no momento da fabricação. [...]
Devido à presença de matéria-primas de alta qualidade em suas quantidades adequadas são fundamentais para que o corpo adequadamente possa se regenerar, dieta, nutrição e estilo de vida desempenham um papel importante, tanto para prevenir e ajudar a reverter os estragos desta condição dolorosa.

O estresse também pode ser um fator importante no eventual desenvolvimento de artrite. O stress pode atrapalhar significativamente o equilíbrio hormonal e pode interferir com a produção de hormônios progesterona e tireóide levando a um aumento nos problemas da menopausa. A menopausa é um momento em que um grande número de mulheres desenvolvem OA. Embora a OA é geralmente considerada como uma doença relacionada à idade afeta quase todos com idade acima de 60 anos, não há dúvida de que os fatores de estilo de vida são cada vez mais sendo vista como principal causa da doença.


Fonte: Parte do texto traduzido em Natural news, Overcome arthritis naturally, 27/04/2011.

O processo natural do envelhecimento e a obesidade contribuem para a artrite, e com base na alta prevalência de obesidade, os pesquisadores estimam que os casos de artrite aumentem significativamente nos próximos 20 anos.

Estudos epidemiológicos mostram que dietas ricas em alimentos de origem vegetal apresentam uma menor incidência de doenças crônicas. Uma dieta rica em azeite de oliva, peixes, frutas e hortaliças, tem demonstrado trazer benefícios, enquanto uma dieta com baixo consumo de nutrientes antioxidantes mostra-se prejudicial.

Ainda, estudos têm demonstrado que a suplementação de óleo de peixe, rico em ômega 3, pode ajudar a aliviar as dores causadas por inflamações nas pessoas que sofrem de artrite reumatóide.


Por Greice Caroline Baggio.

DICAS DE OUTONO - MEDICINA AYURVÉDICA.

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Segundo a sabedoria indiana, nós somos parte
da natureza e com ela interagimos a todo momento.
O verão acabou e o calor e a umidade deram lugar a um clima mais frio e, principalmente, seco - o outono. Em nosso país esta estação não é tão marcada quanto o verão, mas tem características peculiares que pedem alguns cuidados. O outono, de acordo com o Ayurveda, é uma estação Vata (predomínio do elemento ar) e pessoas com este tipo de constituição são as que mais devem se cuidar. Mas porque afinal isto é tão importante?

Segundo a sabedoria indiana, nós somos parte da natureza e com ela interagimos a todo momento. Nosso corpo responde de modo individual às variações de temperaturas do ambiente. Por exemplo: podemos ver que num dado local numa mesma hora do dia, algumas pessoas – mais calorentas (tipo Pitta - fogo) – estarão vestindo roupas cavadas, como shorts e camisetas, outras se sentirão melhor com um casaquinho leve e calça comprida – pessoas mais friorentas (tipos Vata - ar e Kapha - água). Isso ocorre porque a constituição natural de cada uma dessas pessoas é diferente, assim “sentem” as condições externas de maneira particular.

As pessoas do tipo Vata são naturalmente mais magras e friorentas; têm tendência a ficar com a pele seca e áspera, o que pode ficar bem evidente no outono e piorar no inverno, estação ainda mais fria e mais seca. A transição entre verão e outono promove mudanças que causam mais impacto em pessoas com esta natureza. Prisão de ventre, insônia, aumento da ansiedade, dor de cabeça e resfriados sucessivos são alguns dos sinais que mostram que aquelas pessoas com natureza mais Vata estão em desequilíbrio. O que fazer então para prevenir ou reequilibrar?

Se você é do tipo Vata, sabe que tem como principais elementos o ar e o éter. Esse predomínio gera em seu corpo características como leveza, frio e secura. Então, o que se tem a fazer é, em primeiro lugar, rever a alimentação, que deve passar a ser mais nutritiva, quente e úmida. Essas qualidades opõem-se às que existem naturalmente em você e que podem, por causa do clima frio e seco, agravar-se e gerar desequilíbrios. Os alimentos devem ser de preferência cozidos, grelhados ou assados, evitando-se sempre que possível os crus. Os sabores doce (frutas, arroz, carnes, leite), salgado (sal e frutos do mar) e ácido (queijos, frutas cítricas) são altamente benéficos e devem ser priorizados. Deve-se diminuir (não eliminar) a ingestão de alimentos com sabor picante (condimentos), amargo (verduras cruas) e adstringente (tofu, feijões, ervilhas, caju, caqui). Cominho, gengibre, canela, sal, cravo, mostarda e pequena quantidade de pimenta são aceitáveis e combatem o frio. O sol também é um excelente aliado: além de fonte de calor, promove alegria – o que é particularmente bom para pessoas de natureza Vata, que tendem à depressão quando em desequilíbrio.

As sementes (amêndoas, nozes, castanhas) podem ser consumidas nos intervalos das refeições; são altamente nutritivas.

Os chás - erva doce, camomila, canela, gengibre - são bem-vindos e poderão ser consumidos ao longo do dia, de preferência mornos, com mel e limão. Deve-se tomar bastante líquido ao longo do dia para combater a secura.

As pessoas do tipo Vata beneficiam-se enormente da massagem ayurvédica, que utiliza óleos vegetais adequados à cada constituição. Antes de dormir, uma boa massagem nas plantas dos pés fará com que o sono torne-se mais profundo, além de atenuar estados de ansiedade.

Fonte: Medicina Ayurvédica, dicas de outono, acesso em 27/04/2011.

TRILHÕES DE CÉLULAS E TRÊS TIPOS DE FLORA INTESTINAL.

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Grupo intestinal
No futuro, quando você entrar no consultório médico ou no hospital, poderão lhe perguntar não apenas sobre as suas alergias e seu grupo sanguíneo, mas também sobre o seu tipo de intestino.

Cientistas descobriram que os seres humanos têm 3 tipos diferentes do intestino, independentemente do sexo, nacionalidade e idade.

A descoberta, feita por cientistas do Laboratório Europeu de Biologia Molecular (EMBL), na Alemanha, e colaboradores do consórcio internacional MetaHIT, foi publicada na revista Nature.

Marcadores genéticos microbianos
O estudo também revelou a existência de marcadores genéticos microbianos, estes sim, relacionados com características como sexo, idade e índice de massa corporal.
Estes genes bacterianos poderão no futuro ser usados para ajudar a diagnosticar e prevenir doenças como o câncer colo-retal, enquanto a informação sobre o tipo intestinal de uma pessoa poderá ajudar a delinear o melhor tratamento.

Bactérias intestinais
Todos nós temos bactérias em nosso intestino que ajudam a digerir o alimento, quebrar as toxinas e produzir algumas vitaminas e aminoácidos essenciais, além de formar uma barreira contra os invasores.

Mas a composição da comunidade microbiana intestinal - os números relativos de diferentes tipos de bactérias - varia de pessoa para pessoa.

"Nós descobrimos que a combinação dos micróbios no intestino humano não é aleatório," diz Peer Bork, coautor do estudo. "Nossa flora intestinal pode se organizar em três tipos diferentes de comunidade - três ecossistemas diferentes, por assim dizer."

Enterotipos
Bork e seus colegas primeiro analisaram as bactérias do intestino de 39 indivíduos de três diferentes continentes (Europa, Ásia e América) e, posteriormente, estenderam o estudo para um extra de 85 pessoas da Dinamarca e 154 dos Estados Unidos.

Todos estes casos podem ser divididos em três grupos, com base em quais espécies de bactérias ocorrem em números mais elevados em seu intestino: pode-se dizer que cada pessoa tem um de três tipos de intestino, ou enterotipos.

Os cientistas ainda não sabem por que as pessoas têm esses tipos diferentes do intestino, mas especulam que isto poderia estar relacionado com diferenças na forma como o sistema imunológico distingue entre bactérias amigas e nocivas, ou a diferentes formas de liberação de resíduos de hidrogênio a partir das células.

Como os grupos sanguíneos, estes tipos de intestino são independentes de características como idade, sexo, nacionalidade e índice de massa corporal.

Melhores tratamentos
Mas os cientistas descobriram, por exemplo, que o intestino de pessoas mais idosas parece ter mais genes microbianos envolvidos na quebra de carboidratos do que as pessoas mais jovens.

Possivelmente isso ocorre porque, à medida que envelhecemos, ficamos menos eficientes no processamento dos nutrientes - por isso, para sobreviver no intestino humano, as bactérias têm de assumir essa tarefa.
"O fato de que há genes bacterianos associados com características como idade e peso indica que pode haver também marcadores para características como a obesidade ou doenças como o câncer colo-retal," diz Bork, "o que poderia ter implicações para o diagnóstico e o prognóstico [dessas condições]."

Se este for realmente o caso, ao avaliar a probabilidade de que um paciente contraia uma doença em particular, os médicos poderiam procurar pistas não somente no corpo do paciente, mas também nas bactérias que vivem nele.

E, após o diagnóstico, o tratamento poderia ser adaptado para o tipo de intestino do paciente, para garantir os melhores resultados.

Fonte: Diário da saúde, Tipo intestinal: humanos têm três tipos diferentes de intestino, acesso em 27/04/2011.