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PESQUISA LIGA PSORÍASE À RISCO AUMENTADO DE DOENÇAS CARDÍACAS.

terça-feira, 5 de novembro de 2013 0 comentários
Ação da Sociedade Brasileira de Dermatologia no Parque do Carmo, zona leste de São Paulo, tira dúvidas da população sobre psoríase
Ação da Sociedade Brasileira de Dermatologia no
Parque do Carmo,
zona leste de São Paulo, tira dúvidas
da população sobre psoríase.

Pacientes com psoríase podem estar em maior risco de insuficiência cardíaca e devem passar por exames permanentes para doenças do coração.

A afirmação é de estudo apresentado durante reunião da Sociedade Europeia de Cardiologia, realizada em Amsterdam, na Holanda.

O levantamento, que analisou informações sobre a população adulta na Dinamarca, mostrou que pessoas com psoríase são mais propensas a desenvolver insuficiência cardíaca e que o risco de insuficiência cardíaca aumenta à medida que a psoríase se torna mais grave.

"Nossos resultados sublinham a importância de uma avaliação regular e tratamento de fatores de risco cardiovascular em pacientes com psoríase", disse o autor do estudo Usman Khalid. "A inflamação crônica (uma condição comum à insuficiência cardíaca e à psoríase) pode ser o elo entre as duas doenças."

A psoríase afeta 125 milhões de pessoas em todo o mundo. É um distúrbio que faz com que, ao longo da vida, manchas vermelhas escamosas se espalhem sobre a a pele.

"A psoríase deve ser considerada uma doença inflamatória sistêmica que afeta todo o corpo, ao invés de uma lesão de pele isolada", explicou Khalid. "Os médicos devem considerar rastreio precoce e tratamento dos fatores de risco cardiovascular em pacientes com psoríase ( assim com o já o fazem com a obesidade, tabagismo e sedentarismo) a fim de reduzir o risco a longo prazo de doença cardiovascular e morte."

Educar pacientes com psoríase sobre a associação entre a sua condição de pele e doenças cardíacas é fundamental para incentivá-los a adotar comportamentos saudáveis para o coração, Khalid acrescentou.

O pesquisador alerta que "embora a pesquisa tenham encontrado uma associação entre psoríase e aumento do risco de insuficiência cardíaca, ainda não prova necessariamente uma relação de causa-e-efeito.
 
Fonte: I Saúde, Pesquisa liga psoríase à risco aumentado de doenças cardíacas. "Os resultados reforçam a importância de uma avaliação regular de fatores de risco cardiovascular em pacientes com psoríase". Acesso em 05/11/2013.

ALERTA PARA DOENÇA RENAL NO DIA MUNDIAL DO RIM.

quinta-feira, 14 de março de 2013 0 comentários
Estátua do Homem Nu ganhará camiseta
da campanha do Dia Mundial do Rim.
Pessoas com pressão alta, diabetes e obesidade fazem parte dos chamados grupos de risco para problemas renais. Casos da doença na família, idade superior a 50 anos e uso de remédio sem orientação médica também ampliam as chances de o problema ser diagnosticado. O alerta foi feito pela Sociedade Brasileira de Nefrologia no Dia Mundial do Rim, lembrado nesta quinta-feira (14).
 
Dados do órgão indicam que cerca de 10 milhões de brasileiros sofrem com algum tipo de disfunção renal. A taxa de prevalência é 50 casos para cada 100 mil habitantes. Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da sociedade, Daniel Rinaldi, destacou que sem um diagnóstico preciso, a maioria dos pacientes morre sem sequer ter acesso à diálise (principal tratamento para a doença em estágio avançado).
 
" Nossa intenção é alertar esses grupos de risco para que possam perguntar ao médico como está a função dos seus rins. Temos dois exames extremamente simples e baratos para diagnosticar precocemente a doença renal a creatinina no sangue e o exame de urina para detectar perda de sangue e albumina [um tipo de proteína]" , explicou.
 
Rinaldi lembrou que o diagnóstico precoce pode conter o avanço da doença renal crônica. Dessa forma, pacientes que sofrem de diabetes, por exemplo, não precisam se submeter à diálise, mas controlar a alimentação, enquanto pessoas com pressão alta devem reduzir a ingestão de sal e ingerir bastante líquido
 
" Esses exames têm que fazer parte do check up. Todo mundo conhece seu colesterol e sua glicemia, mas quase ninguém sabe como está a sua creatinina" , disse. A estimativa da sociedade é que mais de 35 milhões de brasileiros sejam hipertensos e que 8 milhões sejam diabéticos.
 
Os números mostram ainda que em torno de 100 mil brasileiros fazem diálise no país atualmente. A taxa de internação hospitalar para esse tipo de serviço é 4,6% ao mês. Mais de 70% dos pacientes que iniciam o tratamento descobrem a doença quando os rins já estão gravemente comprometidos. A taxa de mortalidade entre eles aumentou 38% na última década.
 
Fonte: I Saúde, Pressão alta, diabetes e obesidade podem ser sinais de alerta para doença renal. Segundo sociedade médica, casos da doença na família e uso de remédio sem orientação médica aumentam chances de problema. Acesso em 14/03/2013.

DIFICULDADES NO EMAGRECIMENTO?

domingo, 5 de agosto de 2012 0 comentários
A reclamação "eu faço dieta, mas não emagreço" é comum. Na maior parte das vezes, o que falta é dedicação ao processo de reeducação alimentar que leva à perda de peso. "A grande dificuldade que as pessoas têm para emagrecer é aceitar as mudanças alimentares e comportamentais necessárias. É impossível emagrecer comendo as mesmas coisas", afirma a endocrinologista e vice-presidente da Associação Brasileira paro o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), Leila Maria Batista Araújo. Mas nem sempre esse é o caso. Algumas doenças podem, sim, afetar a capacidade de emagrecimento.

O endocrinologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) João Cesar Castro Soares explica que a pessoa deve ficar atenta se costumava ter o peso estável e começou a engordar de uma hora para outra, de forma rápida e sem ter mudado a alimentação. Algumas doenças que podem estar ligadas a isso são hipotireoidismo, síndrome de cushing e síndrome de ovário policístico.

Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, o hipotireoidismo é uma disfunção na tireoide (glândula que regula importantes órgãos do corpo) que ocorre mais em mulheres, principalmente naquelas acima dos 30 anos. Mas qualquer pessoa, independente de gênero ou idade, até mesmo recém-nascida, pode ter a doença.

Alguns sintomas são depressão, desaceleração dos batimentos cardíacos, intestino preso, menstruação irregular, falhas de memória, cansaço excessivo, dores musculares, pele seca, queda de cabelo, ganho de peso e aumento do colesterol ruim (LDL). A síndrome de cushing acontece quando há um intenso e prolongado excesso de cortisona no organismo.

"Tumores podem produzir esse excesso", acrescenta Soares. Entre os sinais da patologia estão aumento de peso, com gordura concentrada no rosto, tronco e pescoço, escurecimento da pele em dobras e cicatrizes, aparecimento de estrias roxas, fraqueza muscular, depressão, problemas de memória e hipertensão arterial.

"Já a síndrome de ovário policístico é quando há produção excessiva de insulina", explica o endocrinologista da Unifesp. A mulher que apresenta ovários policísticos produz uma quantidade maior de hormônios masculinos, os andrógenos, fator que pode afetar a fertilidade feminina.

Alguns indícios de que a mulher possa ter o problema são alterações menstruais (menstruação a cada dois ou três meses e, frequentemente, apenas dois ou três episódios por ano), aumento de pelos no rosto, nos seios e no abdômen, além de obesidade.

A obesidade também pode estar ligada a fatores emocionais. Um estudo realizado por pesquisadores de diversas universidades holandesas concluiu que obesidade e depressão são doenças interligadas.

A pesquisa, que analisou 15 trabalhos envolvendo 58.745 pessoas, mostrou que a obesidade aumenta o risco de depressão e, por outro lado, este pode ser o primeiro passo para o distúrbio.

Fonte: Minha Vida, Conheça as doenças que podem impedir a perda de peso. Saiba por que algumas pessoas não conseguem emagrecer fazendo dietas. Acesso em 05/08/2012.

DOENÇAS CARDIOVASCULARES: NÃO SEJA MAIS UMA VÍTIMA. PREVINA!

quarta-feira, 20 de junho de 2012 0 comentários
Desencadeadas primariamente por fatores ligados ao estilo de vida, tais como o fumo, a dieta e o sedentarismo, as doenças cardiovasculares – do coração e dos vasos sanguíneos – são a causa nº 1 de mortes no mundo inteiro, e estão se tornando cada vez mais predominantes em países em desenvolvimento.
Casos no mundo: Número desconhecido – estima-se 17,5 milhões de mortes em 2005
Principais causas: Fumo, falta de exercício, má alimentação,
diabetes
Distribuição: No mundo inteiro, com maior predominância na Rússia, no leste da Europa, na Ásia Central e na Índia

As doenças cardiovasculares (DCV) incluem doenças dos vasos sanguíneos que suprem o coração, o cérebro ou os membros; hipertensão; danos no músculo e nas válvulas do coração e coágulos. Depósitos de gordura ou coágulos de sangue bloqueiam as artérias que chegam ao coração e ao cérebro, causando infartos do miocárdio (popularmente chamados de 'ataque do coração') e derrames.

Em termos mundiais, as DCVs são a causa número 1 de mortes, respondendo por 17,5 milhões de fatalidades em 2005, o equivalente a 30% de todos os óbitos. Desse total, 7,6 milhões foram devido a ataques do coração, e 5,7 milhões a derrames. Dessas fatalidades, 80% ocorreram em países de renda baixa ou média, com prevalência especialmente acentuada na Rússia, no leste da Europa e na Ásia Central.

As doenças cardiovasculares são
doenças crônicas que se desenvolvem ao longo da vida, muitas vezes não sendo detectadas até que ocorra um infarto ou derrame devastador. Elas são mais predominantes entre idosos, portanto o ônus de doença global originado por essas condições cresce junto com as populações em vias de envelhecer e com o aumento da longevidade. Estima-se que, em 2015, 20 milhões de pessoas morrerão de DCV todo ano.

As principais causas de DCV são ambientais: fumo, inatividade física e dietas ricas em gordura e pobres em frutas, legumes e verduras. Esses fatores levam ao aumento da pressão arterial, da glicemia e do colesterol, bem como ao
sobrepeso e à obesidade. Outros fatores de risco incluem também febre reumática, que conduz a danos cardíacos, diabetes e predisposição genética.

As causas subjacentes por trás de muitas DCVs são a urbanização, a longevidade crescente e os estilos de vida mais sedentários. Pobreza e altos níveis de estresse também são fatores essenciais, e foi demonstrado que grupos socioeconômicos mais baixos têm risco maior. A expectativa é de que mais de 80% do aumento futuro na mortalidade por DCV ocorrerá em países em desenvolvimento.

Esses grupos podem não ter acesso a medidas de prevenção, detecção e tratamento disponíveis para pessoas mais afluentes, tais como medicamentos para administrar a hipertensão e estatinas para baixar o colesterol. Algumas drogas eficazes são acessíveis: a aspirina, por exemplo, pode ajudar a evitar que o sangue forme coágulos e, assim, reduzir o risco de um ataque cardíaco ou derrame.

A DCV também pode ser tratada com marca-passos, próteses valvulares e patches para fechar buracos no coração, enquanto a cirurgia cardiovascular avançou rapidamente, com cirurgias de bypass, transplantes de coração e até tratamentos estabelecidos para corações artificiais.

Esses tratamentos, no entanto, são caros, e a DCV onera tremendamente os
sistemas de serviços de saúde e previdência social das populações em vias de envelhecer. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que, de 2006 até 2015, a China perderá 558 bilhões de dólares devido à combinação entre doenças do coração, derrame e diabetes.

Graças aos serviços de saúde aperfeiçoados, juntamente com a redução no consumo de cigarros entre adultos e níveis mais baixos de pressão arterial e colesterol, as taxas de mortalidade caíram na América do Norte e em muitos países da Europa ocidental. Para diminuir o risco de DCV, as pessoas deveriam praticar exercícios regularmente, evitar comidas ricas em gordura, sal e açúcar, comer muitas fibras, frutas, legumes e verduras e não fumar.

Políticas governamentais – controle sobre o fumo, taxação para reduzir a ingestão de alimentos com alto teor de gorduras, açúcar e sal, construção de ciclovias e vias de pedestres para estimular a atividade física e fornecimento de merenda escolar saudável – são medidas promovidas pela OMS como meios efetivos para os países combaterem a epidemia em ascensão de doenças cardiovasculares.

Fonte:
Sustentabilidade Allianz, Doença cardiovascular: o coração da questão. Acesso em 20/06/2012.

POLUIÇÃO DO AR AUMENTA O RISCO DE DOENÇAS CARDÍACAS CRÔNICAS.

quinta-feira, 7 de junho de 2012 0 comentários

Pesquisadores da Tel Aviv University, em Israel, descobriram que pessoas que vivem em áreas com alto índice de poluição são 40% mais propensas a ataques cardíacos recorrentes em longo prazo.
Assim como os cigarros, a poluição em si provoca o sistema inflamatório. Os resultados sugerem que a exposição em longo prazo de um sistema inflamatório irritado cronicamente a esses poluentes causa progressão da esclerose atrial que se manifesta em eventos cardíacos.

Para o trabalho, a equipe seguiu 1.120 pacientes com menos de 65 anos que foram internados em decorrência de infarto do miocárdio em Israel entre 1992 e 1993. Os pacientes foram acompanhados até 2011. A qualidade do ar foi medida em 21 estações de monitoramento nas áreas onde os pacientes viviam.

Após o ajuste para outros fatores como status socioeconômico e gravidade da doença, os pesquisadores identificaram uma associação clara entre a poluição e resultados clínicos negativos, incluindo mortalidade e eventos vasculares recorrentes, tais como ataque cardíaco, AVC e insuficiência cardíaca.

Em comparação com pacientes que viviam em áreas com os menores níveis de poluição registrados, aqueles que moravam em ambientes mais poluídos eram 43% mais propensos a ter um segundo ataque cardíaco ou sofrer insuficiência cardíaca congestiva e 46% mais prováveis de sofrer um derrame.

O estudo também descobriu que pacientes expostos à poluição do ar tinham 35% mais chance de morrer no período de quase 20 após o seu primeiro ataque cardíaco do que aqueles que foram expostos a níveis mais baixos de poluentes.

Segundo os pesquisadores, o verdadeiro impacto da poluição do ar pode ser ainda mais forte do que este estudo mostra. "Nosso método de avaliar a exposição tem limitações. Como estamos usando dados de estações de monitoramento, é uma estimativa grosseira de exposição. Estimamos que a poluição do ar poderia ter o dobro do impacto negativo com uma medição mais precisa", afirma o autor da pesquisa Yariv Gerber.

Fonte:
I Saúde, Poluição do ar aumenta risco de doenças cardíacas crônicas em 40%. Pesquisa revela que exposição em longo prazo a poluentes altera sistema inflamatório e leva a recorrência de eventos cardíacos. Acesso em 07/06/2012.

NARCOLEPSIA.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 0 comentários
A pessoa com narcolepsia pode apresentar vários episódios
de sono irresistível durante o dia. Se tiver a oportunidade
de tirar um cochilo quando isso acontecer, provavelmente
acordará mais disposta, porque
esses cochilos costumam ser reparadores.

Narcolepsia é um distúrbio do sono caracterizado por sonolência excessiva durante o dia, mesmo quando a pessoa dormiu bem à noite. Os ataques de sono podem ocorrer a qualquer momento e em situações inusitadas: em pé dentro de um ônibus, durante a consulta médica, dirigindo o automóvel, ou operando máquinas, por exemplo.

O sono normal começa com o desligamento do controle muscular. Nessa fase, é um sono de ondas lentas. Cerca de hora e meia depois, a pessoa entra na fase do sono REM, na qual a atividade do cérebro é intensa e os olhos se movimentam. Os portadores de narcolepsia saltam a etapa do sono de ondas lentas e entram direto, subitamente, na de sono REM.

Causas
Fatores genéticos estão envolvidos na narcolepsia, que é causada por alteração no equilíbrio existente entre algumas substâncias químicas (neurotransmissores) do cérebro, responsáveis pelo aparecimento do sono REM em horas inadequadas.

Em geral, o distúrbio está associado a um alelo ligado ao complexo maior de histocompatibilidade, ou seja, a uma proteína relacionada com a sonolência excessiva durante o dia. Em cães, o gene responsável pela narcolepsia já foi isolado.

Pancreatite é uma inflamação do pâncreas, que pode ser aguda ou crônica. O consumo de álcool está diretamente associado à maioria dos casos da doença.

A cataplexia, isto é, a perda súbita e reversível da força muscular durante a vigília, é o único sintoma exclusivo da narcolepsia. Os outros são: sonolência diurna excessiva, anormalidades do sono REM, paralisia muscular e alucinações hipnagógicas.

Diagnóstico
A polissonografia e o teste de latências múltiplas são dois exames de laboratório importantes que ajudam a estabelecer o diagnóstico da narcolepsia, que é diferencial, porque considera as características de outros distúrbios do sono, como a apneia e a insônia, por exemplo.

Tratamento
A pessoa com narcolepsia pode apresentar vários episódios de sono irresistível durante o dia. Se tiver a oportunidade de tirar um cochilo quando isso acontecer, provavelmente acordará mais disposta, porque esses cochilos costumam ser reparadores.

Os tratamentos da sonolência excessiva e da cataplexia são diferentes, mas os remédios indicados para um caso podem melhorar também o outro.

Uma substância nova chamada motofanil, além da vantagem de não provocar efeitos colaterais importantes sobre o sistema cardiovascular, tem-se mostrado eficaz para deixar a pessoa mais alerta. Já os antidepressivos agem melhor sobre a cataplexia. Às vezes, a solução terapêutica é combinar doses menores das duas classes de medicamentos (estimulantes e antidepressivos).

Recomendações
* Procure organizar sua agenda para tirar um breve cochilo, que é sempre reparador, nas crises súbitas de sono que ocorrem nos casos de narcolepsia;
* Esteja atento: a fraqueza muscular (cataplexia) pode ser desencadeada, quando a pessoa leva um susto ou acha graça em alguma coisa e dá risada;
* Lembre-se de que tratar a narcolepsia é importante para afastar o rótulo de preguiçoso e dorminhoco que incomoda tanto os portadores do distúrbio;
* Saiba que a narcolepsia não é uma doença grave, mas pode pôr em risco a vida das pessoas que dirigem carros ou operam máquinas;
* Evite ingerir bebidas alcoólicas ou outras substâncias que induzem o sono, pois só ajudam a piorar o quadro.

Fonte: Drauzio Varella, Narcolepsia. Acesso em 25/01/2012.

HIPERCOLESTEROLEMIA FAMILIAR. ESCLAREÇA.

sábado, 26 de novembro de 2011 0 comentários
Clique e amplie. Fonte da imagem: CFN
O excesso de colesterol circulante no sangue (hipercolesterolemia) é um importante fator de risco para a aterosclerose, ou seja, a formação de placas de gordura na parede das artérias (placas de ateroma).A aterosclerose a principal causa do infarto do miocárdio (ataque cardíaco) e acidentes vascular cerebral (derrame cerebral), as principais causas de morte no Brasil.

A hipercolesterolemia familiar (HF) é uma doença genética que em sua forma mais comum (heterozigótica) afeta uma em cada 500 pessoas (em média) sendo que nas famílias afetadas, devido à sua forma de transmissão, esta compromete uma em cada duas pessoas.Em nosso país devemos ter mais de 250 mil casos, sendo que a maioria desconhece ser portador do defeito genético de da HF.

Se não tratados adequadamente, os portadores de HF do sexo masculino têm, até os 50 anos de idade, 50% de chance de sofrer um infarto do miocárdio ou morrer em decorrência de doença cardíaca.Isso ocorre devido à exposição às altas concentrações de colesterol desde o nascimento.

Felizmente existem tratamentos eficazes disponíveis atualmente, inclusive na rede pública, que podem modificar a história natural desta doença. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado da HF reduzem o risco de morte em portadores da doença.

Quais os sintomas mais comuns de portadores de HF?
-Familiares com histórico de infarto do miocárdio prematuro.
-Níveis elevados de LDL-c, chamado de "colesterol ruim", maior que 190mg/dL.
-Pai e mãe (ou 1 deles) com LDL-c aumentado.
-Xantomas (lesões provocadas por depósitos de colesterol).
-Depósitos amarelados de colesterol nas pálpebras (xantelasmas).
-Nas famílias afetadas, em geral, uma em cada duas pessoal tem colesterol alto.
-Dor no peito (angina) associada a doença arterial coronariana (obstruções das artérias do coração por placas de ateroma).

Fonte: Portal do Coração, Hipercolesterolemia familiar é causa de ataque cardíaco precoce. Publicada por  Dr. Tufi Dippe Jr. Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Acesso em 26/11/2010.
Imagem em CFN.

GRÁFICO: PRESSÃO ARTERIAL.

sábado, 12 de novembro de 2011 0 comentários
No gráfico, níveis de pressões diastólica e sistólica, bem como as mudanças no estilo de vida para manejo da pressão à níveis adequados.

DISLIPIDEMIA. ESCLAREÇA.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011 0 comentários
A dislipidemia é caracterizada pela presença de níveis elevados de lipídios (gorduras) no sangue. Colesterol e triglicérides estão incluídos nessas gorduras, que são importantes para que o corpo funcione. No entanto, quando em excesso, colocam as pessoas em alto risco de infarto e derrame.

Confira, abaixo, as 10 coisas que você precisa saber sobre dislipidemia:
1. Nos dias atuais – onde predominam o sedentarismo; alimentação rica e abundante em gordura e açúcar livre; a obesidade; o estresse; e o tabagismo – os estudos têm mostrado que as placas de gordura nas artérias (circulação) começam muito cedo. A estimativa é a de que, aos 20 anos, cerca de 20% das pessoas estarão afetadas de alguma forma. Assim, os eventos finais deste processo, infarto e derrame, são as maiores causas de mortalidade.

2. O risco de aterosclerose coronariana aumenta, significativamente, em pessoas com níveis de colesterol total e LDL acima dos patamares da normalidade. Para colesterol HDL, a relação é inversa: quanto mais elevado seu valor, menor o risco.

3. Níveis de colesterol HDL maiores do que 60 mg/dL caracterizam um fator protetor. Já os níveis de triglicérides maiores do que 150 mg/dL elevam o risco de doença aterosclerótica coronariana.

4. Algumas formas de dislipidemia também podem predispor à pancreatite aguda.

5. Existem as dislipidemias primárias e as secundárias. As primárias são de causa genética.

6. As secundárias podem ser provenientes de outros quadros patológicos, como o diabetes, por exemplo, e também podem ser originadas por medicamentos – diuréticos, betabloqueadores e corticosteróides – tomados devido a problemas como o hipertiroidismo e a insuficiência renal crônica ou ainda em situações como o alcoolismo e uso de altas doses de anabolizantes.

7. O diagnóstico da dislipidemia é feito, laboratorialmente, medindo-se os níveis plasmáticos de colesterol total, LDL, HDL e triglicérides.

8. A obesidade tem influência significativa no metabolismo lipídico e deve ser encarada como importante fator na sua interpretação e tratamento.

9. Pessoas com diabetes tipo 2 têm maior prevalência de alterações do metabolismo dos lipídios. Assim, o tratamento da dislipidemia nesses pacientes pode reduzir a incidência de eventos coronários fatais, entre outras manifetações de morbimortalidade cardiovascular.

10. Uma dieta hipocalórica, pobre em ácidos graxos saturados e colesterol, é fundamental para o tratamento da dislipidemia. A atividade física moderada, realizada durante 30 minutos, pelo menos quatro vezes por semana, auxilia na perda de peso e na redução dos níveis de colesterol e triglicérides. Mesmo assim, ainda pode ser necessária a administração de medicamentos.

Fonte: Endocrino.org.br, 10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Dislipidemia.

HIPER OU HIPOTIREOIDISMO. ESCLAREÇA DÚVIDAS.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011 1 comentários
10 Coisas Que Você Precisa Saber Sobre Hipertireoidismo
O hipertireoidismo é um problema na tireoide (glândula que regula a função de órgãos importantes como o coração, o cérebro, o fígado e os rins), que se caracteriza pela produção excessiva dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina).

Confira, abaixo, as 10 coisas que você precisa saber sobre hipertireoidismo.
1. O desencadeamento do hipertireoidismo pode ocorrer devido ao excesso de iodo na alimentação, ao surgimento de nódulos na glândula, ao funcionamento mais acelerado da tireoide ou à ingestão dos hormônios da tireoide.

2. A incidência de hipertireoidismo é bem mais frequente na mulher do que no homem.

3. O diagnóstico de hipertireoidismo é feito através de exames de sangue, com a dosagem dos hormônios tireoidianos (T3 e T4, que ficam aumentados) e do hormônio que regula a tireoide, o TSH.

4. A causa mais comum de hipertireoidismo é a Doença de Graves, que ocorre quando o sistema imunológico começa a produzir anticorpos que atacam a própria glândula tireoide.

5. Um dos sintomas mais frequentes da Doença de Graves ocorre nos olhos, que ficam parecendo maiores e mais saltados.

6. Há risco do hipertireoidismo afetar a gravidez ou a fertilidade feminina, entre outros males.

7. Nervosismo, ansiedade e irritação, assim como mãos trêmulas e sudoreicas podem ocorrer em pessoas com hipertireoidismo.

8. Pessoas com hipertireoidismo podem sofrer de perda de apetite, intolerância a temperaturas quentes, intestino solto, fraqueza nos músculos, queda de cabelo, perda de cálcio nos ossos, entre outros problemas.

9. Ocorre um aumento do volume da tireoide durante o hipertireoidismo.

10. O tratamento do hipertireoidismo deve ser acompanhado por um endocrinologista e a dosagem hormonal precisa ser checada periodicamente.

10 Coisas que Você Precisa Saber sobre Hipotireoidismo
O hipotireoidismo é uma disfunção na tireoide (glândula que regula importantes órgãos do organismo), que se caracteriza pela queda na produção dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina). É mais comum em mulheres, mas pode acometer qualquer pessoa, independente de gênero ou idade, até mesmo recém-nascidos - o chamado hipotireoidismo congênito. Confira, abaixo, as 10 coisas que você precisa saber sobre hipotireoidismo:

1. Em recém-nascidos, o hipotireoidismo pode ser diagnosticado através da triagem neonatal, pelo "Teste do Pezinho".

2. O Teste do Pezinho deve ser feito, preferencialmente, entre o terceiro e o sétimo dia de vida do bebê. Em caso de resposta positiva ao hipotireoidismo congênito, o tratamento precisa ser iniciado imediatamente, sob rigoroso controle médico, para evitar suas consequências, entre elas o retardo mental. Assim, o bebê poderá ficar curado e ter uma vida normal.

3. Cerca de um a cada 4 mil recém-nascidos possuem hipotireoidismo congênito.

4. Em adultos, na maioria das vezes, o hipotireoidismo é causado por uma inflamação denominada Tireoidite de Hashimoto.

5. O tratamento do hipotireoidismo é feito com o uso diário de levotiroxina, na quantidade prescrita pelo médico. E os comprimidos são em microgramas, variando de 25 a 200, e não em miligramas como a maioria dos medicamentos. Por isso, a levotiroxina não deve ser feita por manipulação, pois a chance de erro é grande.

6. Para reproduzir o funcionamento normal da tireoide, a levotiroxina deve ser tomada todos os dias, em jejum (no mínimo meia hora antes do café da manhã), para que a ingestão de alimentos não diminua a sua absorção pelo intestino.

7. Se estiver usando a medicação regularmente, e dessa forma mantendo os níveis de TSH dentro dos valores normais, quem tem hipotireoidismo pode levar uma vida saudável, feliz e completamente normal.

8. Se o hipotireoidismo não for corretamente tratado, pode acarretar redução da performance física e mental do adulto, além de elevar os níveis de colesterol, que aumentam as chances de problemas cardíacos.

9. Depressão, desaceleração dos batimentos cardíacos, intestino preso, menstruação irregular, falhas de memória, cansaço excessivo, dores musculares, pele seca, queda de cabelo, ganho de peso e aumento de colesterol no sangue estão entre os sintomas do hipotieroidismo.

10. Não se deve confundir hipotireoidismo com hipertireoidismo, pois as disfunções são opostas: enquanto no "hipo" existe diminuição da produção de hormônios; no "hiper", há o aumento.


Fonte: Endocrino.org.br.

300 milhões têm disfunção na tireoide.

quinta-feira, 2 de junho de 2011 0 comentários

Quando a tireoide funciona mal, o corpo sofre os sinais, que na metade dos casos não são relacionados pelas pessoas como parte de uma doença. Ganho ou perda de peso, agitação ou sonolência, falta de crescimento ou tremores podem ser sintomas de hipo ou hipertireoidismo – baixo ou extremo funcionamento dessa glândula.

A tireoide tem forma de borboleta, fica localizada no pescoço e é responsável por funções como crescimento e regulação da temperatura corporal. No mundo todo, 300 milhões de pessoas têm algum tipo de problema nessa região.

A principal causa do hipotireoidismo é uma doença autoimune chamada tireoidite de Hashimoto, em que o próprio organismo produz anticorpos que destroem a glândula, diminuindo todo o metabolismo do corpo. Nesse caso, o corpo tenta "parar o indivíduo", já que não há "combustível" para ser gasto.


Já o principal fator que desencadeia o hipertireoidismo é um transtorno autoimune chamado doença de Graves, em que o corpo fabrica anticorpos que estimulam excessivamente a tireoide, acelerando todo o metabolismo. O tabagismo também pode levar a esse quadro.

Fonte: G1, No mundo, 300 milhões têm disfunção na tireoide e metade não sabe, JUNHO, 2011.

CERCA DE 80% DOS CASOS DE VARIZES TÊM ORIGEM FAMILIAR.

quinta-feira, 7 de abril de 2011 0 comentários
A incidência de varizes na população adulta em geral é de cerca de 15% entre as mulheres e de 5% nos homens. Ao todo, 80% dos casos têm origem familiar; os demais estão ligados a maus hábitos de vida. Os adultos com predisposição genética podem apresentar os sinais ainda jovens, por volta dos 25 anos.

Para entender o que ocorre nas varizes, é preciso saber que o caminho de ida do sangue saindo do coração, para entregar nutrientes e oxigênios ao corpo, é feito pelas artérias. O trajeto de volta ocorre pelas veias. Nas pernas, essas veias precisam vencer a gravidade para fazer o sangue voltar ao coração. Por isso, as paredes das veias contêm válvulas, que às vezes não dão conta do recado. Aí o sangue se acumula e vai alargando as paredes, que se tornam grossas a ponto de ficar visíveis na pele.

O problema pode ser agravado em quem passa muito tempo em pé ou de salto alto, e causar queimação, dor ou coceira.

COLESTEROL ELEVADO, PREVINA.

quinta-feira, 31 de março de 2011 0 comentários

Tanto o colesterol quanto os triglicérides – gorduras mais relacionadas à alimentação, que podem se acumular se não aproveitadas pelo corpo – são importantes fontes de armazenamento de energia. O nível ideal de triglicérides é de 150 mg/dl, e a prevenção está intimamente ligada à dieta e à prática de exercícios.

Já, os níveis gerais de colesterol (total) em miligramas por decilitro* são:
- Menos de 200 mg/dl - Desejável: menor risco de doença cardíaca
- Entre 200 e 239 mg/dl - Limiar de alto risco
- Mais de 240 mg/dl - Nível não desejável: alto risco
* Dependem da idade e do histórico do paciente

Fonte: Texto e imagem G1 Bem-estar, Em excesso, colesterol pode causar infarto ou derrame, dizem médicos, 23/03/11. Acesso em 31/03/11.

MITOS SOBRE A DOENÇA CARDIOVASCULAR.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011 0 comentários
No mínimo, o nosso coração merece muito mais atenção.
Imaginem ouvir noticias sobre uma catástrofe que causa milhares de vitimas diariamente – uma em cada 40 segundos. Uma epidemia? Um acidente nuclear? “Apenas” a doença cardiovascular! O maior assassino mundial, a doença cardiovascular causa muito mais mortes do que todas as formas de cancro. É um exterminador implacável que pode atacar todos embora tenha preferência pelos maiores do que 65 anos, mas nenhuma idade, raça ou classe econômica lhe é imune.

Há uma certa falta de consciencialização acerca do que esta doença é na realidade. Enquanto 35% das pessoas diz ter boa saúde, quando inquiridos acerca dos principais fatores de saúde: dieta, atividade física, tensão arterial, colesterol, peso, açúcar sanguíneo e tabagismo – apenas 1% tem consciência sobre todos os fatores conducentes a uma boa saúde. Há vários mitos acerca da doença cardiovascular:

• É uma doença dos idosos. Embora o risco aumente com a idade, as raízes desta patologia podem ser plantadas até na adolescência. O crescimento da placa arterial que venha a dar um enfarte pode demorar anos a desenvolver e crescer. Os que crescem num ambiente de “fast-food” são mais atreitos a esta doença

• Não afeta as crianças. Embora raramente, também pode afetar as crianças. Com a crescente epidemia de obesidade infantil é provável vermos aparecer esta patologia cada vez mais cedo. As paragens cardíacas são responsáveis por um número crescente de óbitos infantis.

• Não atinge as pessoas em forma e fortes. Embora estar em boa forma física diminua muito os riscos, é o conjunto da eliminação dos fatores de risco que trás proteção.

• O excesso de colesterol ou a tensão arterial elevada dão sinais de alarme, como dores de cabeça ou no peito. É um dos maiores erros. Nenhuma condição produz sinais de aviso, pelo que esta é uma doença silenciosa. Mais do que a elevação do colesterol total, é a qualidade do “mau” colesterol dependente do aumento dos triglicerideos que aumenta o risco de doença cardiovascular. Um terço dos adultos tem hipertensão arterial e destes, 1/3 não faz ideia disso. Idealmente a tensão arterial deve ser cerca de 120/80.

• Os sintomas de ataque cardíaco são iguais nos homens e nas mulheres. As mulheres têm frequentemente sintomas muito mais leves do que no caso dos homens – dor no peito, sudação e dificuldade em respirar – aparecendo mais frequentemente a dor abdominal ou no queixo, a náusea e a respiração ofegante. Metade das mulheres nem sequer tem a clássica dor no peito. É frequente as mulheres ignorarem os seus sintomas confundindo-os com indigestão ou sintomas de falta de boa forma (o cansaço é um sintoma comum). Isso pode ser fatal. A principal manifestação de um ataque cardíaco na mulher é a morte súbita!

• A doença cardíaca é genética. Se os pais não tiveram nós não teremos. Há os tais fatores supracitados que podemos controlar e que nada têm a ver com os genes. Claro que se os nossos pais tiveram um enfarte ou trombose antes dos 55 e 65 anos, teremos um risco maior.

• O excesso de peso é normal. É um dos maiores fatores de risco, nomeadamente a gordura abdominal nos homens. Esta situação combinada com a diminuição da testosterona é uma bomba-relógio.

• É mais provável uma mulher morrer de cancro da mama do que de enfarte. A maior causa de morte nas mulheres é a doença cardiovascular, especialmente na menopausa quando perdem a proteção hormonal feminina. Mas mulheres jovens a combinação da pílula e do tabagismo é explosiva.

• A diabetes não ameaça o coração, desde que se mantenha o açúcar sob controle. Os diabéticos são mais saudáveis quando a glicemia está em limites mais estreitos do que os anunciados, mas ainda assim a doença causa inflamação nas artérias, lesando-as. Nunca se pode descansar sob uma diabetes controlada.

• Se estiver em risco, o médico prescreve exames para despistar a doença. Mesmo que isso aconteça, raramente tem o valor desejado. Talvez o somatório dos exames disponíveis possa dar um sossego enorme, mas nunca 100%. E são raros os profissionais de saúde capazes de os identificar a todos!

No mínimo, o nosso coração merece muito mais atenção.

FONTE: Texto de Dr. Luís Romariz, fundador do Instituto Médico NewAge no Porto. 

OBESIDADE E ARTRITE.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010 0 comentários

O percentual de pessoas com artrite foram duas
 vezes mais elevada em obesos do que
entre os que tinham peso normal ou estavam abaixo do peso.

O Center for Disease Control and Prevention divulgou que quase 50 milhões de adultos nos Estados Unidos apresentaram diagnóstico de artrite no período de 2007-2009. O processo natural do envelhecimento e a obesidade contribuem para a artrite, e com base na alta prevalência de obesidade nos EUA, os pesquisadores estimam que os casos de artrite aumentem significativamente nos próximos 20 anos.

O termo artrite significa inflamação nas articulações. Osteoartrite, uma doença degenerativa das articulações, é o tipo mais comum de artrite, associada a uma degradação da cartilagem das articulações que ocorrem principalmente nos quadris, joelhos e coluna, como também pode afetar os dedos de pés, mãos... causando dor e rigidez.

O diagnóstico da osteoartrite do joelho é de 60,5% entre os obesos, o dobro do risco para aqueles com peso normal e de baixo peso. Osteoartrose do joelho, também chamada de artrose, resulta de um processo anormal entre a destruição da cartilagem e a sua reparação, e está  associada com a obesidade, onde muitas vezes a progressão da doença acaba acarretando em necessidade de amputações do joelho.
A prevalência da artrite aumenta significativamente com a idade e outros fatores como sobrepeso e obesidade, falta de atividade física, lesões em articulações, ou modalidades específicas do esporte, como saltos e fatores de estilo de vida como o tabagismo. 

Mantenha um peso adequado, bem como o aporte de nutrientes essenciais às articulações saudáveis. Realize alongamentos e exercícios de aquecimento antes de iniciar qualquer exercício físico.

Não brinque com a saúde intestinal.

terça-feira, 21 de setembro de 2010 0 comentários
Leia PROBIÓTICOS PARA FLORA INTESTINAL
http://bit.ly/altOMh

Você já fez uso de antibióticos? Como já sabemos, os antibióticos podem causar alterações nas bactérias que vivem no intestino, aumentando o risco de algumas doenças crônicas, como doença inflamatória intestinal.

Pesquisadores da Universidade de Stanford, na Califórnia, recolheram mais de 50 amostras de fecais de indivíduos durante 10 meses, com o uso do antibiótico ciprofloxacina. Eles descobriram que cada pessoa tinha um único conjunto de flora microbiana, mas a composição da microbiota teve oscilações com a droga.

Na maioria dos casos, a composição rapidamente voltou ao seu estado anterior, mas em alguns, as espécies bacterianas presentes antes do tratamento foram substituídas por outras espécies relacionadas, ou mesmo, foram completamente eliminadas espécies de bactérias comuns, que não retornaram durante o estudo.
O uso de antibióticos devem ser restritos somente à necessidade significativa. A nutrição adequada nutre a microbiota intestinal.

Alzheimer: dia mundial da patologia.

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Leia Bom para o coração
também pode ser bom para o cérebro
http://bit.ly/bKjxuf


Alzheimer é a forma mais comum de demência, doença degenerativa, descrita pela primeira vez em 1906, afeta principalmete idosos.

Estima-se que existam em torno de 800 mil portadores da doença no Brasil. De progressão lenta, a doença em sua fase inicial pode ser ignorada, ficando mais evidante no decorrer do tempo, o que pode ser uma grande agrave.
O sintoma inicial é a perda de memória, com o avanço da doença ficam mais evidente a confusão mental, irritabilidade, agressividade, alterações de humor, falhas na linguagem, perda de memória severa, fraqueza muscular e redução da capacidade motora.
A evolução do Alzheimer para o seu estágio agravante restringe o paciente ao leito, tornando-o incapaz de manter as tarefas diárias e a alimentação sozinho. O estresse ou envelhecimento dificultam o diagnóstico da patologia.
Estudos demonstram que o estilo de vida e dieta torna-se positivo na prevenção da doença.

Câncer do intestino, estudos para o óleo de peixe e aspirina como prevenção.

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EPA e aspirina já são amplamente
utilizados por pessoas que têm doença cardíaca
ou que sofreram um acidente vascular cerebral.

Um estudo deve ser realizado para descobrir se tomar dois comprimidos por dia, contendo óleo de peixe e aspirina, fornecerá prevenção contra o câncer de intestino.

Estudos anteriores demonstraram que encontrado naturalmente no óleo de peixe, o ácido eicosapentaenóico (EPA) e ácido acetilsalicílico, podem fornecer separadamente alguma proteção contra pólipos intestinais. E se tomados juntos? O efeito protetor pode ser ainda maior, é o que os investigadores da Universidade de Leeds pretendem descobrir.

O câncer do intestino está entre as formas mais diagnosticadas de câncer a cada ano.

Relação entre certos alimentos e a enxaqueca.

sexta-feira, 30 de julho de 2010 0 comentários

Quem já ficou a mercê da dor
sabe que muitas coisas podem
desencadear uma enxaqueca
 Se para você é uma queixa comum ter enxaqueca, fique de olho na sua rotina e presta atenção no que você consume, isso pode lhe ajudar!

Muitos pacientes após ingerirem certos alimentos podem sentir dores de cabeça, nestes casos, mudanças nos hábitos alimentares torna-se muito relevante.

Quem já ficou a mercê da dor sabe que muitas coisas podem desencadear uma enxaqueca, entre as causas estão: o strees ou mesmo a ansiedade, desidratação, hipoglicemia, alterações hormonais durante o ciclo menstrual, privação do sono, nicotina... que embora muito mais frequente em mulheres, pode pegar os homens de surpresa!

Embora não tenha uma causa direta, algumas citações sugerem a relação entre certos alimentos e a enxaqueca. Substâncias entre os alimentos podem causar alterações nos vasos sanguíneos, o que pode ser o estupim, e que geralmente vem do excesso de um alimento ou substância específica que nele contém.

Mas que alimentos/substâncias podem contribuir as enxaquecas?
Histamina: na cerveja e no vinho tinto.
Cafeína: chocolate, café e chá. Nitratos e nitritos: conservantes encontrado em carnes processadas, como linguiça, salame, salsicha.
Glutamato monosódico: acentuadores de sabor encontrados em alimentos processados. Tiramina: um dos aminoácidos encontrados no amendoim, nos queijos maturados.

Dores de cabeça frequentes? Analise seu consumo alimentar.
Escreva, conte para mim que alimento lhe desencadeia a dor!!!
Por Greice Caroline Baggio.

AVC entre mulheres jovens.

domingo, 25 de abril de 2010 0 comentários
A publicação realizada pela revista Época (O derrame das mulheres jovens, 23/04/10) serve como um grande alerta às mulheres. Nos últimos cinco anos 32 mil mulheres de 20 a 44 anos foram internadas na rede SUS por causa do AVC, isso sem contar as internações ocorridas na rede privada. Entre os homens na mesma faixa etária as internações foram 28 mil.
Ocorrências devido a exposição cada vez mais acentuada a fatores de risco como hipertensão, colesterol alto, diabetes, obesidade entre ambos os sexos. Entretando, alguns fatores de risco para o AVC se limitam apenas as mulheres:
- Uso de pílula anticocepcional: os hormônios aumentam a capacidade de coagulação sanguínea. Os risco de trombose são aumentados e consequentemente do AVC entre mulheres que fazem o uso da pílula ou faz reposição hormonal.
Ainda, a combinação entre mulheres qe fumam e utilizam a pílula anticoncepcional o risco de AVC está aumentado em oito vezes. A nicotina enrijece as células que irrigam o cérebro, fumar aumenta o risco de formação de coágulos.
- Gordura abdominal: gordura acumulada na cintura eleva os riscos de diabetes, hipertensão e colesterol elevado, fatores de risco para o AVC.
- Enxaqueca: três vezes mais comuns em mulheres, quando associada a dormência e sintomas visuais, a enxaqueca torna-se um fator de risco ao AVC.
- Hipertensão: fator de risco entre homens e mulheres. A redução de sal na alimentação diária reduz de forma significativa o risco de derrames.
Publicação em Revista Época, leia na íntegra.