Google Analytics Alternative
Mostrando postagens com marcador Coração Saudável. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Coração Saudável. Mostrar todas as postagens

10 ALIMENTOS QUE PROTEGEM O CORAÇÃO.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016 0 comentários
A alimentação saudável, mais a prática de atividades físicas, atua no sistema cardiovascular e beneficia não só o coração, mas o corpo por inteiro. “A saúde do coração e do aparelho circulatório depende de uma dieta saudável e balanceada, contendo uma grande variedade de alimentos”, salienta a nutróloga e médica ortomolecular Tamara Mazaracki.


Os alimentos quando bem escolhidos são a solução. Confira alguns que são uma boa opção para o coração:
Foto shutterstock.com

1 – Abacate: a fruta é rica em gorduras do bem (ômegas 3 e 9) que atuam contra o colesterol ruim(LDL), além de ser rico em antioxidantes, como a vitamina C e a vitamina E. Além disso, outro composto muito benéfico à saúde encontrado no abacate é o ácido fólico (vitamina B9), que tem entre suas funções a de proteger o sistema cardiovascular.

2 – Alho: por conta de uma substância chamada alicina, ele atua como anti-inflamatório e antioxidante, agindo contra os efeitos negativos dos radicais livres. “O consumo de alho pode ajudar a combater doenças cardiovasculares, diminuindo o colesterol total, o LDL e os triglicerídeos no sangue”, completa a nutricionista Greice Caroline Baggio.

3 – Azeite: “o azeite de oliva contém vitamina E, possui propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, é em sua maior parte constituído de gorduras monoinsaturadas que reduzem o colesterol ruim”, complementa Greice. Além disso, contribui para o bom funcionamento do intestino e atua na melhora da imunidade. Porém, evite o excesso.
Foto shutterstock.com

4 – Banana: alguns estudos sugerem que o potássio presente na fruta, além de contribuir para a saúde muscular, pode ajudar a regular a pressão arterial, fator indispensável para a saúde do coração e de todo o sistema cardiovascular.
Foto iStock.com / getty images

5 – Beterraba: “rica em antocianina, ela possui ação antioxidante e estimulante da imunidade, é excelente para o sistema circulatório, evita problemas cardíacos e inibe a formação de coágulos”, aponta Tamara.

6 – Brócolis: uma fonte vegetal rica em cálcio, ele também contém vitaminas do complexo B e vitamina C. O brócolis possui substâncias antioxidantes e é rico em fibras, atuando na redução da hipertensão e combatendo a prisão de ventre.

7 – Chá verde: uma dieta rica em chá verde ajuda a realizar uma verdadeira faxina no organismo. “O consumo de 4 xícaras ao dia está associado à prevenção de alguns tipos de câncer, melhora do sistema imunológico, aumento dos níveis de células de defesa e redução dos riscos de doenças cardiovasculares”, exemplifica Greice.

8 – Chocolate amargo: esta versão possui menor quantidade de gorduras e calorias, ideal para ser consumida moderadamente. “O chocolate amargo, com 70% de cacau, é rico em antioxidantes, que combatem os efeitos dos radicais livres, prevenindo doenças cardiovasculares”, finaliza a nutricionista.

9 – Espinafre: rico em ácido fólico, magnésio, cálcio e ferro, o espinafre pode ser considerado um superalimento. “Importante fonte de ácido fólico, quando adicionado a alimentos ricos em vitamina C, ou particularmente, ao suco de laranja, aumenta o valor desta vitamina. Ele protege contra doenças cardíacas e controla a hipertensão”, sugere Greice.

10 – Uva: a fruta é uma grande aliada do sistema circulatório, pois atua contra a inflamação dos vasos sanguíneos, facilitando a passagem do sangue. “O consumo da uva está ligado também ao aumento do bom colesterol, que é capaz de absorver cristais de colesterol que são depositados nas artérias”, conta a nutricionista Elaine Silva Pereira.

Fonte: Alto Astral. 

ATENÇÃO PARA O AUMENTO DE CASOS DE AVC EM PACIENTES JOVENS.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016 0 comentários
A organização britânica Stroke Association classifica como preocupante o aumento na incidência de acidente vascular cerebral em pacientes com idades entre 40 e 54 anos. Conforme a entidade, 6.221 pacientes que sofreram AVC deram entrada em hospitais do Reino Unido em 2014, um aumento de 1.961 casos em relação a 2000. Entre as mulheres, o crescimento foi de 1.075 casos. Os números não incluem vítimas fatais.

Especialistas advertem que hábitos de vida pouco saudáveis, como obesidade e sedentarismo, são os principais culpados pelo salto. AVCs são causados por hemorragias ou coágulos que obstruem artérias no cérebro e podem provocar danos irreversíveis à saúde do paciente.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), todos os anos morrem, em média, 6,2 milhões de pessoas vítimas de AVC ao redor do mundo. Outras 5 milhões ficam com sequelas irreversíveis.

Casos de derrames em pessoas mais jovens têm um grande impacto na vida familiar e financeira das pessoas e de suas famílias, já que estão em idade ativa. De acordo com a Stroke Association, o tempo necessário para a recuperação do paciente afeta também empregadores e serviços públicos de saúde.

Os números no Brasil
Conforme o Ministério da Saúde, o Brasil registra uma queda no número de óbitos por doenças cerebrovasculares (que incluem derrames) na faixa entre 40 e 54 anos. Entre 2010 e 2013, houve uma redução de 6%, de 10.430 (4.952 mulheres e 5.478 homens) para 9.812 (4.637 mulheres, 5.173 homens e 2 casos com definição de sexo indeterminada). Em relação ao número de casos, no entanto, foram registradas 26.882 internações no SUS para o tratamento de AVCs apenas em 2014.

Sintomas
- Fraqueza repentina no rosto, pernas e braços
- Confusão mental
- Dificuldade para falar
- Problema repentino de visão em um ou nos dois olhos
- Dificuldade de caminhar, tontura ou falta de equilíbrio e coordenação
- Formigamento em um lado do corpo
- Dor de cabeça forte e repentina

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS PROBLEMAS CIRCULATÓRIOS?

terça-feira, 19 de janeiro de 2016 0 comentários
"...a hipertensão arterial sistêmica está muito relacionada com sedentarismo, obesidade, estresse, uso de sal em excesso e idade."
Entre as principais doenças que são causadas por problemas circulatórios estão a hipertensão arterial; aterosclerose; aneurisma; acidente vascular cerebral (AVC) e varizes. De todas essas, a hipertensão arterial sistêmica está muito relacionada com sedentarismo, obesidade, estresse, uso de sal em excesso e idade. Para preveni-la, o ideal é ter uma vida saudável, evitar os excessos na alimentação, fazer exercício físico e relaxar.

A aterosclerose, endurecimento dos vasos arteriais, está relacionada com a idade e fatores como a hipertensão arterial, obesidade, aumento das gorduras no sangue (colesterol e triglicérides) e tabagismo, que são os seus principais vilões. Portanto, mais uma vez, vida saudável para preveni-la.

O aneurisma, caracterizado pela dilatação das artérias, é muito perigoso para a vida, pois, quando rompe, pode ser fatal, seja no cérebro, no tórax ou no abdômen. Está relacionado, principalmente, com a aterosclerose, a hipertensão arterial, o tabagismo e a idade. Para preveni-los, vida saudável, controle da pressão arterial, perda de peso, fugir do fumo e prática de exercício físico.

O AVC, acidente vascular cerebral, tem relação forte com a hipertensão arterial, tabagismo, obesidade e sedentarismo. Mais uma vez, vida saudável, evitar o fumo, controle da hipertensão arterial e prática de exercício físico são fundamentais para preveni-lo.

As varizes dos membros inferiores, dilatação das veias, são mais frequentes nas mulheres devido ao próprio hormônio feminino, ao uso de anticoncepcionais hormonais e a gravidez. Têm relação também com o hábito de ficar muito tempo em pé ou sentada, obesidade, sedentarismo e hereditariedade. O homem também tem varizes, relacionadas com alguns dos fatores anteriores. Provocam dores, inchaço e peso nos membros, além do desconforto estético em ambos os sexos. Para tratá-las, geralmente a cirurgia e a escleroterapia (aplicação nas varizes) são as melhores opções, procedimentos que são realizados pelo médico angiologista/cirurgião vascular.

Para facilitar a circulação de sangue nas veias, deve-se evitar ficar em pé ou sentado, por períodos prolongados, não engordar, fazer exercícios, usar de meias elásticas e fazer acompanhamento com o angiologista.

O aparecimento de dores, inchaço e varizes nos membros, dor que dificulta caminhar ou correr, podem indicar problemas de circulação que necessitam acompanhamento do angiologista. 

A circulação linfática também faz parte da circulação como um todo e é formada por pequenos vasos que vão se juntando e formando canais maiores chamados ductos linfáticos e gânglios linfáticos. Drena um líquido formado no nosso corpo em decorrência do metabolismo, chamado linfa, e que, através dessa circulação linfática, retorna ao ciclo cardíaco para ser diluído de volta no sangue. 

Os principais problemas da circulação linfática são a dificuldade de drenagem, por obstrução ou deficiência congênita desses vasos, levando à inchação de determinado órgão ou segmento do corpo, conhecido como edema linfático que, em situação grave, é conhecido com elefantíase. Podem acontecer dilatações de alguns desses canalículos ou gânglios, conhecidos como linfocele. Em decorrência dessa dificuldade de drenagem linfática, a pele fica predisposta à infecção do segmento comprometido, conhecida como erisipela ou linfangite.

Algumas dicas de prevenção são o exercício físico, evitar excesso de gorduras, não fumar, controlar as possíveis doenças crônicas como diabetes e hipertensão arterial e, dentro do possível, evitar stress. 

Fonte: I Saúde.

EMOÇÕES POSITIVAS BENEFICIAM A SAÚDE DO CORAÇÃO.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015 0 comentários
Cabeça Feliz, coração feliz
Pessoas com doenças cardíacas podem se beneficiar da manutenção de emoções positivas.

Para chegar a essa conclusão, pesquisadores acompanharam mais de 1.000 pacientes com doenças coronárias ao longo de cinco anos.

Os pacientes que relataram estados psicológicos mais positivos mostraram-se mais propensos a ser fisicamente ativos, dormir melhor, não esquecer de tomar seus medicamentos para o coração e serem menos propensos a fumar - tudo em comparação com os pacientes com níveis mais baixos de emoções positivas.

"É bem conhecido o fato de que as emoções negativas e a depressão têm efeitos nocivos para a saúde, mas é menos clara a forma como as emoções positivas podem ter efeitos protetores da saúde," disse a professora Nancy Sin, da Universidade Estadual da Pensilvânia (EUA).

"Nós descobrimos que as emoções positivas estão associadas com uma variedade de hábitos de saúde a longo prazo, que são importantes para reduzir o risco de problemas cardíacos futuros e morte," completou.

Emoções positivas e saúde
Há uma série de razões pelas quais as emoções positivas estão ligadas a bons hábitos de saúde, sugerem os pesquisadores.

As pessoas com maior bem-estar podem ser mais motivadas e persistentes em se engajar em comportamentos saudáveis. Elas podem ter mais confiança nas suas capacidades para manter rotinas saudáveis, como fazer exercícios físicos e reservar o tempo adequado para o sono.

As emoções positivas podem também permitir que as pessoas ajustem melhor as suas metas de saúde e lidem proativamente com o estresse e com fracassos.

E estas são informações que podem ser utilizadas pelos cuidadores e profissionais de saúde: "Esforços para manter ou aumentar as emoções positivas podem ser promissores para a promoção de melhores comportamentos de saúde," disseram os pesquisadores.

5 MOTIVOS PARA CONSUMIR BOAS GORDURAS.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014 0 comentários
1. Proteger o coração
Já está mais do que provado que o ômega 3 é uma das melhores armas contra doenças cardiovasculares. Uma pesquisa feita pela Universidade de Harvard, aponta que comer alimentos que contenham esse tipo de gordura reduz o risco de ataque cardíaco entre 20% e 40%. “O ômega 3 auxilia na diminuição do colesterol total e ajuda na coagulação sanguínea”, explica Viviane Laudelino Vieira, nutricionista do Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza, da Faculdade de Medicina da USP. 

Com os níveis de colesterol em dia, o coração funciona a todo vapor e os riscos de desenvolvimento de doenças diminuem. “O ômega 6 também ajuda na diminuição do colesterol total, mas, se consumido excessivamente, pode reduzir também o bom (HDL)”, completa.

Segundo o cardiologista Daniel Magnoni, do HCor, as gorduras monoinsaturadas agem na diminuição do LDL e aumento do HDL. “Além de consumir alimentos com essas gorduras, precisamos também reduzir o peso e os níveis de açúcar no sangue, controlar o consumo de sal, causador de hipertensão, e praticar atividades físicas. Assim, prevenimos doenças cardiovasculares e diabetes”, sugere. “As gorduras monoinsaturadas impedem a formação das placas nas artérias coronárias. Elas também ajudam a remover o colesterol, que forma essa placas e as leva de volta ao fígado. Se estiverem na circulação, podem se romper ou impedir o fluxo sanguíneo, levando ao infarto, acidente vascular cerebral e trombose”, completa Viviane.

2. Garantir juventude
Não estamos falando em acabar de vez com as rugas e nem de eleger alguma gordura como substituta do Botox®. Aqui, quem permanece jovem é a saúde. O ômega 6 pode atuar como rejuvenescedor do organismo, pois tem propriedades antioxidantes que combatem a ação dos radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento das artérias. “A castanha-do-pará é um bom exemplo de alimento rico em ômega 6 que contêm propriedades antioxidantes. Para aproveitar seus benefícios, o ideal é consumir uma unidade por dia”, sugere Fadlo Fraige Filho, endocrinologista do Hospital Beneficência Portuguesa e professor titular da disciplina de Endocrinologia, da Faculdade de Medicina do ABC.

As gorduras monoinsaturadas presentes no azeite de oliva, abacate e amendoim também têm esse poder se combinados com ovinho, outro alimento antioxidante. “Temos que cuidar bem de nossas artérias, porque são elas que mostram nossa idade real. Uma pessoa de 40 anos pode ter idade arterial de 65 anos se mantém uma alimentação rica em gorduras ruins — como as saturadas e as trans — e colesterol. Esses hábitos são grandes causadores de entupimento das artérias. Como muitas vezes a pessoa não sabe que está com o problema, ele pode só ser detectado em um ataque cardíaco, por exemplo”, explica o endocrinologista

3. Ter mais energia
Quem nunca ouviu aquela famosa frase que diz: “O corpo é como um carro, sem combustível não funciona”. É a mais pura verdade. No caso, o combustível são as gorduras — de preferências as boas, é claro. “Elas fornecem muito mais energia em porções menores de alimentos. Por isso, nã odevem ser cortadas da alimentação. Precisamos desse ‘combustível’ para realizar as tarefas do dia-a-dia”, afirma Fraige Filho.

As gorduras funcionam como reservas de energia do corpo, para quando faltar nutrientes por um tempo prolongado. Isso é importante porque, quando o organismo não as possui em quantidade suficiente, começa a queimar massa muscular. “Quem está de dieta e tem dificuldade de comer alimentos com poucas calorias encontra nesse tipo de gorduras uma boa alternativa para, em uma pequena refeição, garantir a energia de que precisa”, explica a nutricionista Viviane. Imagine, por exemplo, uma posta de 100 g de salmão grelhado ou assado, que possui aproximadamente 292 kcal.

Para consumir essa mesma quantidade energética, seria preciso ingerir um pouco mais de nove unidades de bolacha de água e sal (calculando 32 kcal por unidade). Assim, para substituir esse número do biscoito salgado — muito menos nutritivo - vale a pena investir no peixe.

4. Equilibrar o metabolismo
As gorduras também desempenham vários papéis em nosso metabolismo, equilibrando seu funcionamento. Um exemplo é o colesterol, que precede a vitamina D. Ela é produzida a partir de um dos derivados do colesterol que está presente na pele. Quando essa substância entra em contato com os raios solares, forma a vitamina D, essencial para absorção e utilização de cálcio no corpo. “Até algum tempo atrás, pensava-se que as gorduras agiam em nosso organismo apenas como fornecedoras de energia. Hoje, já se sabe muito sobre o papel regulador do metabolismo que elas possuem”, explica Lilia Zago Ferreira dos Santos, nutricionista e professora da Faculdade de Nutrição da PUC-Campinas.

Ainda segundo a nutricionista, as gorduras ômega 3 são precursoras de substâncias anti-inflamatórias no organismo. A arterioesclerose, por exemplo, é uma doença anti-inflamatória que pode ser prevenida ou controlada pelo consumo adequado e frequente de alimentos ricos em ômega 3”, diz.

5. Aumentar a capacidade cerebral
Quem também sai ganhando no consumo das gorduras do bem é o cérebro. “O ômega 3 inibe a síntese de um tipo de colesterol ruim e auxilia no funcionamento cerebral, colaborando na prevenção de doenças, como o Alzheimer”, explica Viviane. A nutricionista Lilia concorda e completa: “Ômega 3 é importante para o desenvolvimento e funcionamento do sistema neurológico. O cérebro possui grandes quantidades dessa gordura”.

O desempenho cerebral ganha mais fôlego por um simples motivo: esse tipo de gordura é componente fundamental da membrana externa das células cerebrais — é por meio dessa membrana que todos os sinais nervosos fluem. O ômega 3 faz com que o envio de mensagens das células para o cérebro seja mais rápido. Se o corpo não recebe a quantia necessária de gordura, o cérebro demora mais para responder e adota este como seu padrão normal de funcionamento. Aí surgem problemas como falta de memória e dificuldade de concentração. Para garantir que o seu não sofra com esses sintomas, Viviane aconselha a ingestão tanto de alimentos ricos em ômega 3 quanto em ômega 6, “já que eles têm ação conjunta”.

CONHEÇA ALGUNS ALIMENTOS QUE FAZEM BEM AO CORAÇÃO.

terça-feira, 2 de setembro de 2014 1 comentários
Todos os dias, durante nossas refeições, ingerimos os nutrientes que nosso organismo utilizará para se manter em funcionamento. Muitas vezes não estamos atentos à composição dos alimentos, podendo prejudicar o trabalho dos nossos órgãos ao consumir altas quantidades de açúcares, gorduras ou alimentos embutidos e industrializados.

Em contrapartida, alguns alimentos são fontes preciosas de nutrientes altamente benéficos ao coração. O consumo deles pode ajudar a reduzir níveis de colesterol ruim (LDL), aumentar o colesterol bom (HDL), reduzir triglicérides, além de diminuir a pressão arterial.

O abacate, por exemplo, ajuda na redução dos níveis de homocisteína que, quando em excesso, compromete a circulação sanguínea, aumentando o risco da formação de coágulos e entupimento das artérias. A fruta contém ômega 9 (tipo bom de gordura) e diversas vitaminas do complexo B.

Já a aveia, que pode ser consumida na forma de farelo, atua na redução do colesterol, sendo rica em fibras, vitaminas e minerais. A quantidade ideal a ser consumida diariamente é de pelo menos duas colheres (sopa) por dia. A versatilidade do ingrediente permite que ele seja utilizado com leite, vitamina e frutas.

Outra semente altamente benéfica ao coração é a de linhaça, que tem ação semelhante à da aveia, reduzindo o colesterol ruim e aumentando o bom. É fonte de ômega 3, vitamina E e fibras. Em geral, alimentos ricos em fibras reduzem os riscos de desenvolvimento de doenças coronarianas, pois são capazes de reduzir os níveis de colesterol ruim em até 20%, como comprovou uma pesquisa recente realizada na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Além do colesterol, outros fatores prejudicam o funcionamento do coração como: diabetes e pressão arterial elevada (ou hipertensão). Confira na tabela abaixo os nutrientes ideais e também os não indicados para consumo em cada um dos casos:


ALIMENTOS FUNCIONAIS QUE FAZEM BEM AO CORAÇÃO;

terça-feira, 25 de março de 2014 0 comentários
Alimentos funcionais ou nutracêuticos são aqueles que colaboram para melhorar o metabolismo e prevenir problemas de saúde. Algumas ervas e especiarias são capazes de dobrar ou mesmo triplicar o valor medicinal da sua refeição. A nutricionista Roseli Nascimento ajuda a desvendar quais são os ingredientes que dão uma forcinha a mais para o coração.
 
Salsa: A salsa possui flavonóides que agem como antioxidantes naturais. Isso significa que eles são capazes de neutralizar os radicais livres antes que possam causar danos às células. A salsa também é fonte de ácido fólico, uma vitamina que ajuda a reduzir risco de câncer e aterosclerose. A vitamina K, que ajuda a regular a capacidade de coagulação do sangue também está presente na salsa.
 
Alho: O alho traz benefícios extraordinários para a saúde do sistema cardiovascular. Estudos demonstram que o consumo de alho ajuda a regular a pressão arterial. Ele faz isso através de vários mecanismos diferentes, incluindo a estimulação do óxido nítrico nas paredes dos vasos sanguíneos, o que ajuda a relaxá-los. O alho também inibe a formação de placas e reduz os níveis do colesterol considerado ruim e sua fixação na parede das artérias. O ingrediente contém alicina, que parece funcionar como um relaxante das células nervosas que se contraem com a passagem do fluxo de sangue.
 
Manjericão: Rico em flavonoides, como a orientina e a vicenina, o manjericão é uma erva eficaz na prevenção de danos às células. É fonte de vitamina K, ferro, cálcio, vitamina A, manganês, magnésio, vitamina C e potássio. O tempero faz bem para o coração porque ajuda a evitar a formação de placas nas artérias, além de combater os radicais livres. O magnésio, por exemplo, ajuda a relaxar os vasos, o que facilita a circulação sanguínea.
 
Canela: Curiosamente, a canela diminui o açúcar no sangue, atuando em vários níveis diferentes. Ela ajuda a retardar o esvaziamento do estômago, reduzindo o aumento acentuado de glicose no organismo após as refeições, e melhora a eficácia ou sensibilidade à insulina. A canela também aumenta as defesas antioxidantes do corpo, que agem contra os radicais livres.
 
Gengibre: Sua raiz é cheia de propriedades que deixam o organismo longe de enjôos, gases, infecções e inflamações. Além disso, o sabor picante do gengibre fortalece a circulação sanguínea.
 
Cebola: Meia cebola crua ou seu equivalente em polpa é capaz de aumentar o HDL (o colesterol bom) em 30%. Ela previne doenças cardiovascules, é antioxidante, antialérgico, anti-inflamatório, além de dissolver gorduras.
 
Fonte: Minha Vida, Conheça ingredientes funcionais que fazem bem ao coração. Especiarias são capazes de dobrar o valor medicinal da sua refeição. Acesso em 25/03/2014.

CHOCOLATE: ANTIOXIDANTE E PROTETOR DO CORAÇÃO.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014 0 comentários
O chocolate pode proporcionar uma série de benefícios para o organismo. Porém, para que isso aconteça o alimento precisa contar com pelos menos 70% de pó de cacau em sua composição, ou seja, ser um chocolate amargo. Entre os pontos positivos do chocolate amargo destacam-se a diminuição de riscos de doenças cardiovasculares e de câncer. Além disso, o alimento protege o cérebro e pode contribuir para a diminuição do colesterol ruim e da pressão arterial. Todos esses benefícios ocorrem porque o chocolate amargo possui boas quantidades de pó de amêndoa de cacau que é rico em flavonoides.
 
Esta substância é um poderoso antioxidante e proporciona todos esses pontos positivos para a saúde. 
 
O cacau, fruto do qual é feito o chocolate, é originário das regiões tropicais da América do Sul e Central. O fruto era muito prestigiado entre os povos Maias e Astecas e foi levado para a Europa pelos espanhóis. Esses povos pré-colombianos utilizavam o cacau para produzir uma bebida que era grande fonte de energia. 
 
Para elaborar o chocolate é retirada a amêndoa que fica dentro do cacau. Ela é rica em flavonoides, ferro, zinco, entre outras substâncias nutritivas. Após alguns procedimentos, é extraída uma gordura dessa amêndoa, a manteiga de cacau, e o restante dela é moído. Antigamente, bastava pegar esse pó e misturá-lo a aromatizantes para fazer uma bebida, porém o resultado era muito amargo.
 
Então, o açúcar foi adicionado na receita, na época este adoçante ainda não era refinado e a manteiga de cacau, que é rica em gorduras poli-insaturadas, passou a ser retirada e depois recolada na preparação. Assim, o primeiro chocolate era composto basicamente por pó da amêndoa do cacau, manteiga de cacau e açúcar. 
Esta primeira combinação, apesar do açúcar, contém muitos pontos positivos. Isto porque o pó do cacau é rico em epicatequina, um tipo de flavonoide com forte ação antioxidante, e também contam com cromo, ferro, magnésio, fósforo, potássio e cafeína. Além disso, a manteiga de cacau conta com gorduras boas, as poli-insaturadas, que possuem um efeito protetor no organismo. 
Infelizmente, com o passar do tempo, muitos fabricantes de chocolate começaram a substituir a manteiga de cacau, que tem um preço elevado, por gorduras hidrogenadas, adicionaram mais açúcar, incluíram o leite e diminuíram o pó do cacau da receita. Assim, o alimento foi perdendo seus aspectos saudáveis.   
 
Atualmente há diversos tipos de chocolate, alguns que ainda mantém as características da produção original e outros que tiveram a receita modificada e por isso já não proporcionam benefícios. Conheça cada tipo de chocolate: 
Chocolate ao leite: Conta com pelo menos 25% de pó de cacau em sua composição, também possui leite, o que faz com que o alimento tenha colesterol e gordura saturada. Além disso, o doce possui muito açúcar e pode ter gorduras hidrogenadas. 
Chocolate meio amargo: Conta com pelo menos 40% de pó de cacau em sua composição. Possui menos leite e açúcar. As quantidade de pó de cacau ainda não são suficientes para proporcionar benefícios consideráveis à saúde. 
Chocolate amargo: Conta com pelo menos 70% de pó de cacau em sua composição. Este alimento não possui leite, e tem menos açúcar e gorduras. Quando consumido em quantidades moderadas, até 30 gramas por dia, pode proporcionar diversos benefícios para a saúde.  
Chocolate branco: Não possui pó de cacau em sua composição. É feito com a manteiga do cacau e o açúcar e, infelizmente, em muitos casos também leva boas quantidades de gorduras hidrogenadas. Trata-se da pior opção para a saúde. 

Nutrientes do chocolate amargo

Os flavonoides, especialmente a epicatequina, são as substâncias mais importantes do chocolate amargo. Elas estão presentes no pó da amêndoa do cacau e são um poderoso antioxidante, ou seja, agem combatendo os radicais livres presentes no organismo. 
 
Estes flavonoides irão diminuir os riscos de doenças cardiovasculares e de câncer, e podem baixar o colesterol ruim, LDL, e a pressão arterial. Eles também contribuem para diminuir as chances de derrames, melhoram a pele e protegem o cérebro. 
Este chocolate conta com cafeína que é um estimulante do sistema nervoso central, melhorando a concentração e energia. Ela também tem um efeito termogênico, contribuindo para a perda de peso. 
 
O alimento também possui boas quantidades de magnésio, importante para o bom funcionamento dos nervos e músculos e que ajuda a evitar a formação de pedra nos rins e vesícula. O ferro está presente no chocolate amargo e é importante para evitar a anemia. O alimento também conta com fibras, substância que contribui para melhorar o transito intestinal. 
 

NutrientesChocolate amargo - 30 gChocolate meio amargo - 30 gChocolate ao leite - 30 gChocolate branco - 30 g
Calorias179 calorias164 calorias160 calorias162 calorias
Proteínas2.34 g1.4 g2.3 g1.76 g
Gorduras totais 12.79 g 9.4 g8.9 g9.6 g
Carboidratos 13.77 g18.3517.8 g17.7 g
Açúcar total 7.2 g14.3 g 15.4 g17.7 g
Fibras 3.3 g2.1 g1 g 0.1 g
Cálcio 22 mg17 mg57 mg60 mg
Ferro 3.57 mg2.4 mg0.7 mg0.07 mg
Magnésio 68 mg44 mg19 mg4 mg
Fósforo 92 mg62 mg62 mg53 mg
Potássio 214 mg168 mg112 mg86 mg
Sódio 6 mg7 mg24 mg27 mg
Zinco 0.99 mg 0.6 mg0.69 mg0.22 mg
Vitamina K 2.2 mcg2.4 mcg1.7 mcg2.7 mcg
Cafeína 24 mg13 mg6 mg0
Gordura saturada 7.3 g5 g5.5 g5.8 g
Gorduras monoinsaturadas 3.8 g2.8 g2.1 g2.7 g
Gorduras poli-insaturadas 0.37 g0.3 g0.4 g 0.3 g
Gorduras trans 0.009 g0.034 g00
Colesterol 1 mg2 mg7 mg6 mg
Fonte: Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. 
 
Confira qual a porcentagem do Valor Diário* de alguns nutrientes que a porção recomendada de chocolate amargo, 30 gramas, carrega: 
  • 33% de gorduras saturadas
  • 26% de magnésio
  • 25,5% de ferro
  • 23,3% de gorduras totais
  • 13,2% de fibras
  • 13,2% fósforo
  • 4,7% de proteínas.
*Valores Diários de referência para adultos com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8.400 kj. Seu valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas. 
 
Observe que apesar de possuir mais calorias, o chocolate amargo tem menos açúcar do que os demais. Quando comparados com o chocolate amargo, a versão meio amarga conta com o dobro de açúcar, 7 gramas a mais, o ao leite possui 8 gramas de açúcar a mais e o branco tem 10 gramas a mais. 
 
Benefícios comprovados do chocolate amargo
Protege o sistema cardiovascular: O flavonoide epicatequina do chocolate amargo, que também é encontrado no chá verde, estimula o aumento do bom colesterol, HDL, e a diminuição do ruim, LDL. O colesterol ruim pode oxidar, entupir o vaso sanguíneo e levar a problemas no coração. Além disso, os flavonoides ajudam a dilatar as artérias, permitindo melhor circulação do sangue.  
 
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Monash, em Melbourne, na Austrália, com duas mil pessoas, observou que o consumo de chocolate amargo com pelo menos 70% de cacau ajuda a prevenir infarto e a reduzir riscos de pacientes com problemas cardiovasculares. É importante ressaltar que este benefício só ocorre quando o chocolate é inserido em uma dieta balanceada. 

Controla o colesterol: O flavonoide epicatequina do chocolate amargo ajuda a aumentar o bom colesterol, HDL, e a diminuir o colesterol ruim, LDL.
Reduz a pressão arterial: Os flavonoides presentes no chocolate ajudam a promover a dilatação das artéria, diminuindo a resistência arterial, o que contribui para a melhora da pressão arterial. Uma análise de 20 estudos, pesquisas que reuniram no total mais de 850 participantes, feita pelo Cochrane (grupo internacional avaliador de pesquisas) observou que comer chocolate amargo ajuda a diminuir a pressão arterial.
 
Diminui o risco de câncer: O chocolate amargo possui boas quantidade de flavonoides que são poderosos antioxidantes. O câncer tem relação com a oxidação do DNA, a oxidação excessiva aumenta o risco da doença. Como os flavonoides agem impedindo uma parte dessa oxidação, eles acabam evitando o risco de câncer.
O chocolate amargo protege o coração.
 
Protege a pele: A radiação ultravioleta aumenta as oxidações das células da pele. Como os flavonoides do chocolate amargo possuem forte ação antioxidante, eles irão proteger um pouco a pele contra essa radiação.

Um estudo realizado pela Universidade de Laval em Quebec, no Canadá, feito com 60 mulheres, observou que o consumo de chocolate amargo ajuda a suportar altas doces de radiação solar na pele.  
Proporciona sensação de bem estar: O chocolate é fonte de triptofano, este aminoácido é precursor da serotonina, hormônio responsável pelo prazer. Além disso, o alimento possui neurotransmissores que estão relacionados com o relaxamento e redução da ansiedade. 
 
Protege o cérebro: Por conter os flavonoides que possuem ação antioxidante, o chocolate amargo diminui o excesso de oxidação no cérebro e pode prevenir doenças degenerativas como o Alzheimer.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Toronto no Canadá, mostrou que consumir chocolate amargo ajuda a diminuir os riscos de ter um acidente vascular cerebral (AVC). A pesquisa envolveu diversos estudos em conjunto e um deles foi feito com 45 mil voluntários.  
 
Ação antioxidante: A forte ação antioxidante dos flavonoides presentes no chocolate amargo agem combatendo os radicais livres e assim proporcionam benefícios para todo o organismo. Além de diminuir o risco de câncer e problemas cardiovasculares, eles também evitam o envelhecimento celular. 


Benefício polêmico do chocolate amargo
Ajuda a emagrecer: Uma pesquisa realizada pela Universidade de Chung Hsing em Taiwan observou que os ácidos fenólicos presentes no cacau podem aumentar a produção do hormônio leptina que aumenta a sensação de saciedade.

Além disso, o chocolate conta com a cafeína que tem uma ação termogênica, ou seja, acelera o metabolismo e assim ajuda a queimar calorias. Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, constatou que pessoas saudáveis que praticavam exercícios físicos e comiam chocolate cerca de duas vezes por semana tendiam a ter o índice de massa corpórea menor do que aqueles que se exercitavam e comiam chocolate com menos frequência.

É importante ressaltar que este benefício só pode ocorrer quando o alimento é inserido em uma dieta balanceada. Mesmo assim, alguns especialistas da saúde acreditam que o chocolate amargo não contribui com a
perda de peso porque apesar de conter essas substâncias benéficas, ele também possui altas quantidade de açúcar.
Quantidade recomendada de chocolate amargo

A quantidade recomendada de chocolate amargo é 30 gramas por dia, mais do que isso pode ser problemático já que o alimento é muito calórico.
Como consumir o chocolate amargo

O chocolate amargo pode ser consumido puro, mas também é interessante prepará-lo com frutas, especialmente as vermelhas e roxas. Isto porque elas possuem forte ação antioxidante e em conjunto com o chocolate, podem ajudar a potencializar os benefícios do doce.

Evite consumir o chocolate amargo com o leite ou outras fontes de cálcio, pois o oxalato presente no cacau inibe a absorção do cálcio.
Compare o chocolate com outros alimentos

Quando comparamos o principal elemento que compõe o chocolate amargo, o cacau, com outras frutas que também são utilizadas para elaborar doces saudáveis, o cacau leva algumas vantagens.

Com relação ao coco cru, o cacau possui 420 vezes menos gorduras do que o coco. Além disso, ele conta com os flavonoides que são poderosos antioxidantes e o coco não possui essa substância. Já o cupuaçu conta com uma proteína de maior valor biológico do que a do cacau. Porém, assim como o coco, ele não possui os flavonoides do cacau
 

Nutrientes Cacau cru - 100 gramas Coco cru - 100 gramas Cupuaçu cru - 100 gramas
Calorias 74 calorias 406 calorias 49 calorias
Proteínas 1 g3,7 g1,2 g
Lipídeos 0,1 g42 g 1 g
Carboidratos 19,4 g 10,4 g10,4 g
Fibra alimentar 2,2 g5,4 g3,1 g
Cálcio 12 mg6 mg13 mg
Magnésio 25 mg 51 mg18 mg
Manganês 0,04 mg1 mg0,07 mg
Fósforo 9 mg118 mg21 mg
Ferro 0,3 mg 1,8 mg 0,5 mg
Sódio 1 mg15 mg3 mg
Potássio 72 mg354 mg331 mg
Cobre 0,15 mg 0,45 mg 0,07 mg
Zinco 0,6 mg 0,9 mg 0,3 mg
Vitamina C 13,6 mg 2,5 mg24,5 mg
Fonte: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos - TACO, 2011. 

Combinando o chocolate amargo
Chocolate + outros antioxidantes: Incluir na sua dieta outros alimentos antioxidantes além do chocolate amargo é bom para a saúde. Isto porque o doce é muito calórico e por isso não pode ser a única fonte de antioxidantes, já que não pode ser consumido em grandes quantidades. Inclua frutas, especialmente as vermelhas e roxas, na dieta e chás também são boas opções, o chá verde possui o mesmo flavonoide que o cacau. Dessa forma é possível obter boas quantidades de antioxidantes e menos calorias.

Chocolate + banana: Ambos os alimentos são fontes de triptofano que é precursor da serotonina, hormônio responsável pelo prazer. Assim, essa combinação é certeira para proporcionar a sensação de bem-estar.
Contraindicações

O chocolate amargo não é recomendado para pessoas portadoras de diabetes. Apesar de ele conter flavonoides que devido à ação antioxidante melhoram a sensibilidade à insulina, o alimento também conta com boas quantidades de açúcar. Isto pode elevar os níveis de glicose e desencadear uma crise.

Pessoas com obesidade e alergia ao cacau também devem evitar o chocolate amargo. Quem tem alergia ou intolerância à lactose precisa checar se o alimento realmente não possui esta substância.

Não há uma relação comprovada entre o consumo de chocolate e a acne. Isto irá depender de cada pessoa, alguns indivíduos podem desenvolver acne após o consumo de um alimento mais oleoso, como o chocolate.
Riscos do consumo excessivo

O principal problema do consumo excessivo de chocolate amargo é o ganho de peso. Além disso, as grandes quantidade de açúcar podem também aumentar os níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue e aumentar o risco de diabetes.

O excesso do chocolate ainda pode causar dor de cabeça, pois possui aminas vasoativas que podem provocar a dilatação das veias cerebrais. O excesso de chocolate também pode aumentar a propensão a cálculos renais porque o alimento é rico em oxalato.


Fonte: Minha Vida, acesso em 24/02/2014.

GORDURAS SAUDÁVEIS NA PREVENÇÃO DE DOENÇAS DO CORAÇÃO.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014 0 comentários
RESULTADOS DE UM ESTUDO DE 40 ANOS SOBRE A RELAÇÃO DA DIETA E DO FUMO DEMONSTRARAM O AUMENTO DA TAXA DE MORTALIDADE POR DOENÇA CORONARIANA.

Estudo conduzido em sete países europeus aponta que uma das principais causas de mortalidade por doença do coração pode ser a ingestão de gordura saturada e o fumo

Durante 40 anos foram estudadas as principais causas da mortalidade por doença coronariana, sendo que sete países fizeram parte deste estudo: Holanda, Finlândia, Itália, Grécia, Iugoslávia, Japão e Estados Unidos. Foram investigados mais de 12.000 homens e os fatores de risco em cada um destes países para verificar a real causa das mortes em conseqüência de doenças coronarianas.

Nos sete países, o estudo demonstrou que os não fumantes, que usam álcool moderadamente, praticam exercícios regularmente e se alimentam de uma dieta pobre em gordura saturada podem melhorar a saúde do coração.

O estudo concluiu que o fumo e a ingestão de gordura saturada são provavelmente a principal causa do aparecimento das doenças coronarianas. A amostra da Finlândia, apontou que diminuições de 5% no consumo de gordura saturada e de 16% no número de fumantes de idade média tinham relação direta com a redução de 55% nas taxas mortalidade em conseqüência destas doenças.

A pesquisa deixou claro que não é a quantidade de gordura ingerida que é o problema, mas sim o tipo de gordura. Isto confirma que uma dieta rica em frutas, legumes, verduras, grãos e alimentos ricos em gorduras poliinsaturadas pode contribuir na melhoria da saúde do coração. Outra grande descoberta é que a dieta rica em alimentos com baixos níveis de gordura saturada sozinha não é o suficiente para reduzir o risco de doenças do coração.

Os resultados detalhados destes 40 anos de estudos estão no Livro “Prevetion of CHD: Lifestyle and Risk Factors in Seven Countries Study” do Prof. Daan Krombout (Holanda), Prof. Alessandro Menott (Itália) e Prof. Henry Blackburn (Estados Unidos) lançado em maio, no Simpósio Científico da Holanda, organizado pelo National Institute of Public Health and Environment.
 
Fonte: Nutricao Clínica, Gorduras Saturadas e Polinsaturadas - Onde reside a diferença na prevenção da aterosclerose ? Acesso em 29/01/2014.