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SATISFEITO SEM COMER DEMAIS.

terça-feira, 11 de novembro de 2014 0 comentários
Não se sentir saciado depois ou entre as refeições pode resultar em excessos na alimentação.

Felizmente, vários estudos mostram que comer certos nutrientes e alimentos pode ajudar a reduzir o apetite e manter uma sensação de estar sem fome que dura mais tempo.

Estes estudos foram revisados e sistematizados pela equipe da Dra. Linda Milo Ohr, do Instituto de Tecnologistas de Alimentos (EUA), em um artigo publicado na revista Food Technology.

1. Proteínas
Adicionar uma proteína ao café da manhã todos os dias pode contribuir para melhorar a saciedade e a qualidade da alimentação (Leidy, 2013). Outro estudo mostrou que o consumo diário de um lanche da tarde com alto teor de proteína de soja melhora o controle do apetite, a saciedade e reduz os lanches noturnos não saudáveis entre os adolescentes (Leidy, 2014). Soro de leite, soja, ervilha e ovos, todos contribuem para uma sensação de saciedade.

2. Grãos inteiros e fibras
Substituir o pão integral por pão de trigo refinado diminui a fome, eleva o nível de saciedade e dá menos vontade de comer (Forsberg, 2014). A aveia aumenta os níveis de hormônios ligados ao controle de apetite até quatro horas depois de uma refeição, ao contrário dos alimentos à base de arroz (Beck, 2009).

3. Ovos
Os ovos são uma das proteínas mais densas na categoria não-carne. Já foi demonstrado que a ingestão de um ovo no café da manhã ajuda a reduzir a fome entre as refeições (Vander Wal, 2005).

4. Amêndoas e castanhas
As gorduras saudáveis presentes nas amêndoas diminuem a fome e melhoram a dieta e a ingestão de vitamina E (Almond Board of California, 2013). Pessoas que ingerem uma porção (42 gramas) de amêndoas torradas levemente salgadas todos os dias relatam maior saciedade sem aumento do peso corporal (Tan e Mattes, 2013).

5. Leguminosas
O grupo dos grãos da família das leguminosas inclui ervilhas, feijão, lentilhas e grão-de-bico. Eles são muito ricos em proteínas e pobres em gordura, e comprovadamente contribuem para uma sensação de plenitude após a refeição (Li, 2014).

6. Extrato de açafrão
O extrato de açafrão tem um efeito benéfico sobre o apetite, o humor e comportamentos relacionados com comer lanches fora de hora (Gout, 2010). Isto ajuda a reduzir os excessos alimentares ligados ao hábito ou ao estresse.

7. Óleo de pinhão coreano
Este tipo de azeite tem altos níveis de gorduras naturais saudáveis, que liberam o hormônio da saciedade, a colecistocinina (Einerhand, 2006).

O mais comum azeite de oliva também aumenta a sensação de saciedade(Schieberle, 2013).

INTEGRAIS PARA SACIAR.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014 0 comentários
Quando se quer emagrecer é preciso ter força de vontade e disciplina para seguir exatamente o cardápio recomendado, e na maioria das vezes a fome é um dos principais obstáculos.

Entretanto é necessário não desistir, pois com o passar do tempo o organismo vai se acostumando com o que é mais saudável e com quantidades menores, assim vai ficando mais fácil comer da forma correta.

Enquanto isso não acontece, saiba que existem alguns alimentos que podem te ajudar a se sentir mais satisfeita.

Basta incluir cereais integrais na sua dieta!

Que tal começar pelo café da manhã? Incluir aveia, farelo de trigo ou mesmo o tradicional pãozinho integral vai te ajudar a segurar firme até a próxima refeição, além disso, o café da manhã é a base para um dia saudável. Quem fica sem realizar essa refeição acaba compensando durante o dia. Acrescentar os cereais no iogurte ou nas frutas também é uma ótima pedida.

Na hora do almoço você pode optar pelo arroz integral, e se for acompanhado de feijão, melhor ainda! Além do valor nutricional de ambos, a ingestão do arroz com feijão proporciona uma saciedade de longa duração. E se você está pensando: será que consigo emagrecer mesmo comendo tudo isso? Sim! O segredo está na quantidade.

Para o jantar uma massinha integral com legumes pode ser uma excelente opção. Ela possui fibras, que dão mais saciedade, além de diminuir a velocidade de digestão do carboidrato, o que faz com que a fome demore mais para aparecer. No caso das massas refinadas, sem fibras, o carboidrato presente nelas se transforma em açúcar muito rápido no sangue, e dessa forma mais rapidamente você sentirá fome.

Outros alimentos como: iogurte, sucos naturais, barra de cereais, banana, maçã, que podem ser consumidos entre as refeições, também provocam saciedade e vão te ajudar a seguir firme com a dieta, sem contar que tendo uma alimentação como essa, rica em fibras, o seu intestino vai funcionar melhor.

Só não se esqueça de beber bastante água, sempre!

CONHEÇA OS BENEFÍCIOS DA FARINHA DE COCO.

terça-feira, 19 de novembro de 2013 0 comentários
Coco é uma fruta tópica de países tropicais, e ele pode ter diversos derivados: coco ralado, água e o famoso óleo de coco. Mas outro produto seu que tem se tornado queridinho de quem quer emagrecer: a farinha de coco! Esse alimento é produzido a partir da polpa da fruta, ou seja, a parte branca e gordurosa. Mas parte da gordura é retirada antes do processo de desidratação, o que faz com que ela tenha um percentual menor desse macronutriente. Tem se atribuído a esse alimento propriedades como aumentar a saciedade, melhorar o intestino ou mesmo combater o diabetes. Mas será que é tudo verdade? Conheça, a seguir, tudo sobre esse alimento funcional que não contém glúten.


Principais nutrientes da farinha de coco
A principal característica desse alimento é que ele mistura fibras com gorduras. Mas antes que você torça o nariz para as últimas, saiba que por mais que a maior parte da

gordura do coco seja saturada, ou seja, não tão amiga da nossa saúde, grande percentual dela é composta pelas triglicérides de cadeia média (TCM), que são metabolizadas direto no fígado, se tornando energia mais rapidamente e de não se acumulando depois no tecido adiposo.

Não existe ainda uma tabela nutricional oficial da farinha de coco, logo sua composição de nutrientes pode variar conforme o fabricante do produto. Mas podemos observar essa proporção das gorduras no fruto: em 100 gramas de coco encontramos 30 g de gordura de saturadas, sendo que 15,37 g delas são o ácido láurico, um dos tipos de TCM.

Outra vantagem nutricional da farinha, que a faz ganhar do óleo de coco, por exemplo, é sua quantidade de fibras. Estima-se que podemos encontrar 2,5 gramas delas a cada colher de sopa da farinha (10 g). Isso equivale a 10% do que precisamos consumir ao dia.

Outra vantagem nutricional da farinha, que a faz ganhar do óleo de coco, por exemplo, é sua quantidade de
fibras. Estima-se que podemos encontrar 2,5 gramas delas a cada colher de sopa da farinha (10 g). Isso equivale a 10% do que precisamos consumir ao dia.
A farinha é feita com a parte branca do coco, mas parte de suas gorduras são retiradas antes

Além de tudo, ela não contém glúten, sendo bem indicada para celíacos, substituindo a farinha de trigo em algumas preparações.


Benefícios da farinha de coco
Ajuda a emagrecer:
 A farinha de coco é rica em fibras, substâncias que têm algumas repercussões no corpo que nos ajudam a perder peso. Quando essas substâncias entram em contato com a água no sistema digestivo, se tornam um gel volumoso. Ele aumenta a distensão do estômago e promove maior saciedade e nos impede de exagerar nas refeições.

Além disso, esse gel envolve o bolo alimentar, o que torna a liberação da glicose mais lenta na corrente sanguínea, reduzindo a vontade por carboidratos por algum tempo. Com menos glicose sendo liberada de uma vez, o pâncreas produz menos insulina, hormônio responsável por colocar esse açúcar para dentro das células e que também estimula que a gordura seja depositada no tecido adiposo, diminuindo nosso acúmulo de "massa gorda".

Os triglicérides de cadeia média, um dos tipos de gordura saturada, também ajudam no emagrecimento, já que são metabolizados diretamente no fígado e se não forem usados, também não se acumulam como gordura no nosso corpo. Por fim, alguns estudiosos atribuem ao ácido láurico, um desses ácidos graxos saturados, a função de acelerar o metabolismo das células, o que aumenta o consumo de calorias e com isso ajuda na perda de peso.

Reduz riscos de diabetes:
Essa absorção mais lenta da glicose também traz outras vantagens: quando temos açúcar demais no sangue, precisamos de cada vez mais insulina para metabolizar esse nutriente. O problema é que, com o tempo, alguns órgãos e tecidos começam a requisitar ainda mais desse hormônio para colocar a mesma quantidade de glicose nas células, gerando um quadro conhecido como resistência à insulina. Essa é uma condição chamada de pré-diabetes, já que se ela não for solucionada, pode evoluir para o diabetes tipo 2 em si.

Para quem já tem a doença essa redução também é importante, pois faz parte do tratamento ter os níveis de glicose mais equilibrados, o que ajuda na contenção das diversas repercussões do diabetes, como o pé diabético e hipertensão.

Auxilia a digestão:
As fibras são muito importantes para um bom funcionamento intestinal. Primeiro porque elas forma uma camada de gel em torno do bolo alimentar que facilita sua circulação pelo sistema digestivo, desde que se ingira a quantidade correta de água. Além disso, elas são fermentadas pelas bactérias intestinais (microbiota intestinal), o que leva à formação dos chamados ácidos graxos de cadeia curta (AGCC). Esses ácidos ajudam na melhora da constipação, já que são capazes de aumentar o volume fecal e reduzir o tempo de trânsito intestinal.

Turbina a imunidade:
Colocar as bactérias do bem do intestino para trabalharem ajuda a aumentar sua quantidade, com isso, elas protegem a saúde não só desse órgão, como do corpo inteiro. Isso porque elas e os ácidos graxos de cadeia curta estão intimamente ligados ao sistema imunológico ao impedir que as bactérias ruins da microbiota caiam na corrente sanguínea. Além disso, no intestino se encontram 60% das imunoglobinas do nosso corpo.

Reduz o colesterol? Como o coco é uma fonte de gorduras saturadas, e metade delas não são triglicérides de cadeia média, há o risco do consumo excessivo desse alimento e seus derivados aumentarem o
colesterol LDL, que quando circula em grandes quantidades no nosso corpo, pode depositar gordura nas paredes das artérias (condição chamada de aterosclerose).

Porém, alguns outros componentes da farinha de coco podem ajudar na redução desse colesterol também. É o caso das fibras, que tornam a absorção desse nutriente mais lenta. Além disso, a sua fermentação pelas bactérias do estômago forma os ácidos graxos de cadeia curta, que por sua vez inibem a ação de uma enzima (a HMG-Coa redutase) que está diretamente ligada com a produção do colesterol.

Um estudo publicado na revista Innovative Food Science and Emerging Technologies em 2006 mostrou benefícios da farinha de coco na diminuição do colesterol, além de sua influência na saúde intestinal e índice glicêmico. Mesmo assim, não há ainda uma diretriz que indique seu consumo para quem tem taxas de colesterol altas.


Quantidade recomendada de farinha de coco
Não há uma quantidade recomendada fixa para a farinha de coco, mas para conseguir os benefícios sem abusar das calorias, experimente consumir entre uma e duas colheres de sopa ao dia, o que equivale a até 20 gramas.

Como consumir farinha de coco
A farinha de coco pode ser consumida diretamente com iogurtes, frutas, batida com um suco ou fazer parte de uma granola saudável. Ela também pode enriquecer receitas de pães e bolos.

Ela é muito usada pelos celíacos para substituir a farinha de trigo em algumas preparações, geralmente misturada a outras farinhas. E se engana que pensa que seu sabor adocicado a impede de participar de massas salgadas. Na verdade, ela acaba por substituir também a pitada de açúcar que colocamos nessas receitas. Para bolos, o ideal é misturar com a farinha de arroz, para ter a melhor consistência da massa.

Contraindicações
Não há contraindicações ao uso da farinha de coco, mas o ideal é consumi-la com o aval de um especialista, para que a quantidade de gorduras saturadas que ela possui seja adequada à sua dieta.

Riscos do consumo excessivo
Por ser um alimento rico em fibra, o consumo excessivo pode gerar desconfortos como gases e problemas abdominais. Além disso, é preciso ter um bom consumo de água, ou pode haver um favorecimento da constipação. Por fim, o coco é um alimento gorduroso, e o consumo sem medidas da farinha pode levar ao aumento de peso.

Onde encontrar
A farinha de coco pode ser encontrada em alguns hipermercados, mas principalmente em lojas de produto naturais, físicas ou na internet.

Como fazer a farinha de coco
Dá para fazer a farinha também em casa, apesar de não ficar com a mesma consistência da industrializada. Para tanto, coloque uma xícara de polpa de coco em uma forma e leve ao forno média a 200 ºC por cinco minutos. Ela vai se tornar uma farinha, então misture e a deixe assar mais cinco minutos. Por fim, deixe esfriar por mais dez minutos e pode consumir. Prefira armazenar em local arejado e sem entrada de luz e umidade.

 
RECIETA DE BOLO DE COCO SEM GLÚTEN

Ingredientes

4 unidade de ovos
1/2 xícara (chá) de açúcar mascavo
2 colheres (sopa) de
óleo de coco
1/2 xícara (chá) de leite de coco light
1 xícara (chá) de
farinha de coco
1 colher (chá) de fermento em pó 

Modo de preparo

Bata as claras em neve e reserve. Em uma tigela, misture as gemas, o açúcar mascavo e o óleo. Acrescente o leite de coco light, aos poucos. Em seguida, a farinha de coco e mexa bem. Delicadamente, agregue as claras e o fermento. Forre um tabuleiro com papel manteiga, coloque a massa e asse em forno pré-aquecido a 180°. Faça o teste do palito para ver se está assado. 
 
Fonte: Minha Vida, Minha Vida, acesso em 19/11/2013.

EXCESSO DE GORDURA CORPORAL AUMENTA O RISCO DE DOENÇA CARDÍACA.

terça-feira, 1 de outubro de 2013 0 comentários
Novas evidências sugerem que adultos com um peso saudável, mas com alta porcentagem de gordura corporal, estão em maior risco de doenças cardiovasculares e morte por qualquer causa. O trabalho foi desenvolvido por pesquisadores da Dartmouth-Hitchcock Medical Center (EUA) e publicado em setembro no American Journal of Cardiology.

Olhando para os dados sobre 1.528 pessoas com um índice de massa corporal normal (
IMC), os autores descobriram que um em cada cinco homens e quase uma em cada três mulheres teve um percentual de gordura corporal acima do que é considerado saudável. Os pesquisadores analisaram dados de pesquisas nacionais de nutrição, olhando especificamente para adultos com peso normal que tinham 70 anos de idade, em média. Níveis de gordura corporal elevados foram definidos como acima de 25% para os homens e acima de 35% entre as mulheres. Um total de 902 dos participantes morreram durante os anos, incluindo 419 casos de doença cardiovascular.

A equipe não encontrou diferenças na forma como as pessoas com altos níveis de gordura corporal, independente do IMC, morreram de qualquer causa. As mulheres do estudo com excesso de gordura corporal tiveram uma chance 57% maior de morrer por causas relacionadas com o coração dentro de 11 anos, comparadas às mulheres com uma boa quantidade de gordura corporal. Os homens com excesso de gordura também enfrentaram um maior risco de morte cardíaca após a marca de 11 anos.

Segundo os autores, esse dados indicam que o IMC, o método mais utilizado para o diagnóstico de obesidade, não é preciso o suficiente para diagnosticar as chances de uma pessoa ter ou não alterações metabólicas associadas - que no geral são decorrentes do excesso de gordura corporal.
 
Reduza a absorção de gordura com ajuda da dieta
Os anos sem prestar a devida atenção com nosso corpo se refletem não só no espelho, mas também em nossa saúde. Os quilos a mais, principalmente na região abdominal, são um fator de risco para diversas doenças, principalmente aquelas que afetam o coração, como hipertensão e infarto. A sorte é que o mesmo caminho que condena pode ser o que salva - nossa alimentação. Fazendo as escolhas certas no prato, você consegue inibir a absorção de gordura pelas células e acelera a queima dos quilos que já estão instalados com ajuda dos exercícios físicos. Veja as escolhas feitas pelos especialistas:
 
Arroz integral
Por não sofrer refinação, o arroz integral está em sua forma mais completa - ou seja, mantém todas as suas características nutricionais originais. "Isso inclui os fitoquímicos orizanol e fitoesterois, ambos antioxidantes que atuam reduzindo a absorção de gordura pelo organismo", explica a nutricionista Marianne Fazzi, da clínica A Equilibrium, em Santos. Além disso, o arroz integral é rico em fibras, nutriente que ajuda na limpeza do intestino e reduz a absorção de gordura e carboidratos. Isso acontece porque as fibras são digeridas mais lentamente, inibindo a produção de insulina. "E quanto maior for o pico de insulina, mais facilmente a gordura será absorvida e irá se acumular no abdômen", afirma a especialista.  

Farelo de aveia

 Tirando o fato de que o farelo de aveia também é rico em fibras, causando no corpo o mesmo efeito do arroz integral, ele também contém substâncias chamadas betaglucanas - amigas da silhueta. "As betaglucanas estimulam o organismo a absorver menos a gordura proveniente da alimentação, e as fibras aumentam a sensação de saciedade, fazendo a pessoa comer menos e potencializar esse efeito", afirma a nutricionista Marianne.  

Maçã

Segundo a nutricionista Alice Carvalhais, do Instituto Mineiro de Endocrinologia, a maçã é rica em pectina que, ao ser ingerida pelo organismo, forma um gel que retarda a absorção da glicose e dificulta a absorção das gorduras. "Além disso, a pectina é uma fibra que atua nos processos de limpeza e desintoxicação do corpo, ajudando a neutralizar as toxinas do organismo que são precursoras das celulites", afirma.  

Verduras verdes escuras

A clorofila, substância que dá pigmento às folhas e em maior concentração nas escuras, age no organismo limpando as substâncias nocivas e protegendo o fígado contra efeitos dos radicais livres e das bebidas alcoólicas. Fora isso, elas são ricas em fibras que ajudam o intestino a formar o bolo fecal. "O consumo de folhas como rúcula e espinafre também melhora a circulação, ajudando o organismo a funcionar melhor", diz a nutricionista Alice. 

Vitamina B6

Presente em cereais integrais, leguminosas, amendoim, aves, peixes, abacate, tomate e banana, a vitamina B6 interfere muito no metabolismo das gorduras. "Ela ajuda na degradação da homocisteína, uma substância que em excesso na corrente sanguínea favorece a formação de placas de gordura e aumenta o risco de doenças cardiovasculares", alerta a nutricionista Marianne.  

Soja amarela e soja preta

O maior benefício da lecitina, substância presente na soja amarela, é aumentar o metabolismo e o transporte das gorduras, por isso ela é indicada para reduzir a taxa de colesterol. "Ela age como um emulsificante que permite que as gorduras passem pelas artérias sem aderir à parede, prevenindo a formação de depósito de gorduras nos vasos sanguíneos", afirma a nutricionista Marianne. Já a soja preta
contém antocianinas, antioxidantes que atuam direto nos adipócitos (células formadas por gorduras), diminuindo a absorção de glicose e gordura. "As duas sojas também são ricas em outros antioxidantes, que agem contra os radicais livres, prevenindo envelhecimento precoce, câncer, arteriosclerose e outros."

Frutas cítricas

A estrela das frutas cítricas é, sem dúvida, a vitamina C - e é justamente esse antioxidante que atua diminuindo a absorção de gordura pelo nosso organismo. "As frutas cítricas também são ricas em pectina, que potencializam essa ação", explica a nutricionista Marianne.  

Papaia

O mamão do tipo papaia tem a presença de papaína, uma substância que auxilia a digestão de carnes, funcionando como se fosse um "amaciante". "Na verdade, o mamão atua como um desintoxicante natural, contendo fibras laxativas que ajudam o intestino a funcionar e favorecem o emagrecimento", declara Marianne Fazzi.  
 
Fonte: Minha Vida, Excesso de gordura corporal aumenta risco cardiovascular independente do peso. Pesquisa afirma que concentrações acima da média favorecem morte por doença cardíaca. Acesso em 01/10/2013.

ALIMENTOS QUE SACIAM A FOME.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013 0 comentários

Frutas frescas e secas com molho de iogurte

Ingredientes

. 1/2 abacaxi
. 2 goiabas vermelhas
. 4 kiwis
. 1/2 melão
. 30 morangos
. 2 papaias
. 1 xícara (chá) de damasco seco
. 1 xícara (chá) de nozes
. 2/3 de xícara (chá) de amendoim picado
. 1 1/4 de xícara (chá) de uva-passa preta
. 1 1/2 xícara (chá) de iogurte natural
. 1/3 de xícara (chá) de açúcar mascavo
. Gergelim a gosto

Modo de preparo

1. Corte as frutas frescas em lâminas e disponha de forma decorativa em uma travessa grande e rasa ou em taças individuais. Cubra com filme plástico e leve para gelar.

2. Numa tigela, bata o iogurte com o açúcar e reserve. Se quiser, junte as sementes.

3. Corte o damasco em lascas e pique as nozes.

4. Na hora de servir, salpique metade das frutas secas por cima das frutas frescas arrumadas na travessa. Finalize com o restante das frutas secas.

Dica: adicione, se desejar, amêndoas picadas ou em lascas.
Fonte: m de mulher
Alimentar-se a cada três horas, uma das regras de ouro do emagrecimento saudável, não só garante o bom funcionamento do metabolismo (essencial para queimar gordurinhas) como ajuda a evitar exageros à mesa. Mas se a sensação de fome aparece nesse intervalo, obrigando-a a beliscar uma bolachinha ali e um doce acolá, é sinal de que está na hora de abastecer o prato com alimentos que causem saciedade sem colocar a dieta em risco. Saiba quem são seus aliados nesse desafio!
Ovo
De acordo com Fernanda Furmankiewicz, nutricionista da academia Cia Athletica, unidade Kansas, na capital paulista, o ovo é uma excelente pedida para enganar a fome, já que apresenta taxas elevadas de proteína, nutriente que demora mais para ser metabolizado pelo organismo.

Quando precisar fazer um lanche rápido no almoço ou jantar, pode consumi-lo com pão integral, combinação ideal para deixá-la satisfeita. “Só não vale incluir carne, outra fonte de proteína”, alerta Ana Paula de Souza, nutricionista da Clínica de Nutrição Santé, de Maringá (PR).


Oleaginosas
Nozes, castanhas e avelãs fazem parte desse grupo, bastante conhecido por carregar boas doses de gorduras mono e poliinsaturadas, consideradas saudáveis para o organismo. “Como elas também são digeridas de forma mais lenta, ajudam a prolongar a sensação de saciedade”, revela Fernanda. Para tirar proveito dessa propriedade, procure consumir cerca de três sementes meia hora antes do almoço.


Frutas
Elas são carregadas de fibras, outro composto que retarda a digestão. “Além disso, as frutas possuem uma enzima que inibe o metabolismo do carboidrato. Por isso, aumentam o tempo da sensação de saciedade”, lembra a profissional paulista.

Segundo Ana Paula, a banana nanica é uma ótima escolha, principalmente para ser consumida no lanche da manhã – por volta das 10 horas –, pois impede abusos no almoço. “Sem contar que ela evita a ansiedade, já que é rica em triptofano, um aminoácido que melhora a produção de serotonina, responsável pela sensação de prazer”, completa a nutricionista.


Vegetais folhosos
“Eles são ricos em fibras e se misturam a outros alimentos dentro do estômago, proporcionando saciedade. Dessa forma, reduzem a fome até a próxima refeição”, explica Maribel Melos, nutricionista funcional de Porto Alegre (RS). Bons representantes desse grupo: alface, rúcula, couve, repolho, espinafre e agrião.


Leite desnatado
Isento de gordura e rico em proteína, esse tipo de leite pode ser misturado a sucos e batido com frutas para proporcionar maior satisfação, impedindo ataques à geladeira. Para a nutricionista da clínica Santé, ele é indicado principalmente à noite, algumas horas após o jantar, quando bate muita vontade de beliscar.


Queijo
Assim como o leite e o ovo, o queijo é considerado uma fonte exemplar de proteína. Dessa forma, também funciona como um freio para barrar a fome fora de hora. “Prefira o tipo branco ao amarelo, pois a quantidade de gorduras é menor”, ensina Fernanda, nutricionista da Cia Athletica.

Quem aproveita para dar outra dica é Ana Paula, profissional paranaense: “Se passar três horas após o jantar e ainda estiver acordada, coma uma fatia de queijo branco. Para dar sabor, pode temperá-lo com azeite e orégano”.


Grãos e cereais integrais
Maribel conta que substituir itens refinados pelos integrais é uma boa para ficar saciada por mais tempo. Isso porque eles contêm muitas fibras, que fazem volume no estômago e ainda retardam a liberação de glicose no sangue – quando isso acontece, a fome demora mais a aparecer.

A analista de meio ambiente Érica Camargo, 33 anos, conta que aposta na aveia para segurar a compulsão alimentar: “Sinto que ela prolonga o efeito de satisfação. Por isso, gosto de colocá-la em vitaminas, mingais e salpicada em saladas de frutas”. Outras boas fontes de cereais são o arroz, trigo, centeio, entre outros.

No caso dos grãos, como se não bastasse a presença marcante de fibras, alguns ainda ostentam níveis elevados de proteína, como o feijão, a lentilha e a soja, contribuindo bastante para desacelerar a digestão.
 
Fonte: Saúde Ig, Alimentos que dão saciedade favorecem a dieta. Acesso em 26/09/2013.