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ALIMENTOS EM LATAS E PLÁSTICOS PODEM ALTERAR HORMÔNIOS E O METABOLISMO.

sábado, 23 de janeiro de 2016 0 comentários
Bebidas e alimentos enlatados têm substâncias que são desreguladoras hormonais (Foto: Getty Images)

Os desreguladores hormonais, também conhecidos como disruptores endócrinos, são substâncias químicas que estão presentes no meio ambiente e possuem propriedades suscetíveis a desequilibrar o sistema endócrino de um organismo humano. Diversos disruptores endócrinos são conhecidos. A maioria é produzida pela indústria, fazendo com que o ser humano entre em contato diário com eles, por meio da contaminação de produtos, alimentos, da poluição do ar ou até da água.


Primeiro precisamos entender como os disruptores endócrinos atuam: 
- Podem mimetizar hormônios naturais do organismo como o estrogênio (hormônio predominante na mulher), androgênios (hormônios predominantes nos homens) e, possivelmente, hormônios tireoidianos. 

- Podem antagonizar hormônios ligando-se com receptores celulares, bloqueando a ligação de hormônios em seus receptores. Assim, a sinalização hormonal passa a não ser eficiente, podendo ocorrer falhas de metabolização e/ou falhas de resposta hormonal. 

O uso em larga escala dos disruptores endócrinos é uma preocupação para os órgãos públicos de saúde, principalmente após a proibição do químico Bisfenol A (BPA) em mamadeiras nos EUA devido a pesquisas apontando que a exposição ao BPA poderia alterar as funções cerebrais e o comportamento de recém-nascidos e do feto ainda no útero. Devido à importância do tema, a SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) lançou a campanha “Diga não ao Bisfenol A, a vida não tem plano B“ contra o uso do BPA. 

De fato, o BPA, encontrado em plásticos e resinas pode possuir potencial para alterar o sistema endócrino, modificando o sistema hormonal do organismo, gerando prejuízos irreversíveis ao indivíduo, entre eles: 

- Obesidade: O estudo de Trasande et al publicado na JAMA em 2012 (fator de impacto: 35.0) mostra uma quantidade de BPA maior na urina de crianças obesas.

- Hipogonadismo: O estudo de Abdel-Maksoud et al publicado em 2015 no Journal da Endocrine Society sugere que o BPA possa interferir no processo de produção hormonal testicular de adultos devido à diminuição da expressão do LH e FSH. 

- Câncer: O estudo de Faulk et al publicado em 2015 sugere que o BPA possa favorecer a hipermetilação do DNA e estaria relacionado ao aparecimento de doenças como o câncer, por exemplo. Ainda, outro estudo in-vitro de Calderon-Gierszal et al publicado também em 2015 no Plos One mostra que células tronco prostáticas humanas são suscetíveis e se modificam com a exposição ao BPA.

BPA tem potencial para alterar sistema endócrino,
podendo causar obesidade (Foto: Getty Images)
Diversas pesquisas são voltadas para o BPA, mas ele não é o único. Conheça outras substâncias conhecidas:

- Ftalatos: Encontrados em embalagens de plástico, brinquedos, equipamentos médicos e PVC. O Estudo de Meeker JD et al de 2014 mostra que a exposição ao ftalato pode diminuir em até 29% o desenvolvimento sexual de meninos e diminuir os níveis de testosterona em homens e mulheres entre 40 a 60 anos de idade. Também está associado com a obesidade: estudo recente de Buckley JP et al de 2016 mostra aumento do IMC (índice de massa corporal) de meninos expostos aos Ftalatos. 

- Perfluoroquímicos (PFCs): Encontrados em plásticos resistentes ao calor, superfícies antiaderentes de panelas e na indústria têxtil. O estudo de Kannan et al de 2002 mostra que os PFCs podem estar relacionados com o hipotireoidismo, doenças do sistema imune, hipogonadismo e o câncer. 

- Benzofenona: Substância encontrada no protetor solar (Gonzalez et al). O estudo de Suzuki et al publicado em 2005 no Toxicology and Applied Pharmacology sugere que as benzofenonas possuem capacidade de alterar a atividade estrogênica in vitro de células mamárias. Os riscos para a saúde da Benzofenona ainda não são esclarecidos, sendo necessários maiores estudos. 

- Octilfenol: Substancia utilizada pela indústria têxtil, plásticos, acrílico, usado como emulsificante agrícola, produção do papel e reciclagem. Estudo de Sweeney et al publicado no Journal da Endocrine Society em 2013 mostra que a exposição de fetos ao Octilfenol inibiu a secreção de FSH levando a diminuição do tamanho testicular. 

- Fitoestrógenos: Substancias naturais presentes em plantas que possuem atividade hormonal, como a genisteína, encontrada em produtos derivados da soja. São elas: Genisteína, Daidzeína, Naringenina e a Apigenina. Essas substancias possuem atividade estrogênica, e diversas pesquisas tentam avaliar os possíveis riscos de menarca precoce e de câncer de mama com o consumo exagerado dessas substâncias. No entanto, como mostram os estudos de Swann et al de 2013 e de Chakraborty et al 2012, ainda são necessários maiores estudos para avaliar o real impacto dessas substâncias na saúde do homem. 

Como ficar longe dos desreguladores endócrinos?
- Evitar alimentos ou bebidas industrializadas com embalagens plásticas;
- Evitar alimentos ou bebidas enlatadas;
- Evitar consumir bebidas em garrafas plásticas e copos plásticos;
- Não aquecer sacos, recipientes ou embalagens plásticas no microondas;
- Não consumir bebidas e alimentos quentes em embalagens plásticas;
- Lavar muito bem alimentos com água antes do consumo;
- Evitar panelas com superfície antiaderente
- Não consumir derivados da soja em excesso, especialmente, homens.
- Não utilizar papel filme PVC para guardar alimentos;
- Prefira alimentos naturais e orgânicos.

Referências Bibliográficas:
1 – L. Trasande; T. Attina; J. Blustein et al. Association Between Urinary Bisphenol A Concentration and Obesity Prevalence in Children and Adolescents. JAMA. 2012;308(11):1113-1121. doi:10.1001/2012.jama.11461
2 – F. Abdel-Maksoud, R. Leasor, K. Butzen et al. Prenatal Exposures of Male Rats to the Environmental Chemicals Bisphenol A and Di(2-Ethylhexyl) Phthalate Impact the Sexual Differentiation Process. Endocrine Society Journal 2015 Vol 156. doi: 10.1210/en.2015-1077
3 – C. Faulk, H. Kim, R. Jones et al. Bisphenol A-associated alterations in genome-wide DNA methylation and gene expression patterns reveal sequence-dependent and non-monotonic effects in human fetal liver. Environmental Epigenetics, 2015, 1–11. doi: 10.1093/eep/dvv006
4 – E. Calderon-Gierszal, G. Prins. Directed Differentiation of Human Embryonic Stem Cells into Prostate Organoids In Vitro and its Perturbation by Low-Dose Bisphenol A Exposure. Plos One 2015 doi: 10.1371/journal.pone.0133238
5 - Meeker JD, Ferguson KK. Urinary phthalate metabolites are associated with decreased serum testosterone in men, women, and children from NHANES 2011-2012. J Clin Endocrinol Metab. 2014 Nov;99(11):4346-52
6 - Buckley JP , Engel SM , Braun JM et al. Prenatal phthalate exposures and body mass index among 4 to 7 year old children: A pooled analysis. Epidemiology (Cambridge, Mass.) 2016.
7 - Estrogenic activity of US drinking waters: A relative exposure comparison. American Water Works Association. November 2010 Volume 102 Number 12
8 - Casajuana, N. & Lacorte, S., 2004. New Methodology for the Determina- tion of Phthalate Esters, Bisphenol A, Bisphenol A Diglycidyl Ether, and Nonylphenol in Commercial Whole Milk Samples. Jour. Agri- cultural & Food Chem., 52:12:3702.
9 - Maragou, N.C.; Lampi, E.N.; Thomaidis, N.S.; & Koupparis, M.A., 2006. Determination of Bisphenol a in Milk by Solid-Phase Extraction and Liquid Chromatography–Mass Spectrometry. Jour. Chromatogra- phy A, 1129:2:165.
10 – R. Zamoiski, Elizabeth K. Cahoon, D. et al. Self-reported sunscreen use and urinary benzophenone-3 concentrations in the United States: NHANES 2003–2006 and 2009–2012. Environmental Research Volume 142, October 2015, Pages 563–567.
11 – H. Gonzalez; A. Farbrot; O. Larko et al. Percutaneous absorption of the sunscreen benzophenone-3 after repeated wholebody applications, with and without ultraviolet irradiation. British Journal of Dermatology, v. 154, p. 337-340, 2006.
12 – T. Suzukia, S. Kitamuraa, R. Khota et al. Estrogenic and antiandrogenic activities of 17 benzophenone derivatives used as UV stabilizers and sunscreens. Toxicology and Applied Pharmacology. Volume 203, Issue 1, 15 February 2005, Pages 9–17.
13 - T. Sweeney, L. Nicol, J. F. Roche et al. Maternal Exposure to Octylphenol Suppresses Ovine Fetal Follicle-Stimulating Hormone Secretion, Testis Size, and Sertoli Cell Number. Endocrine Society Journal 2013. doi: 10.1210/ endo.141.7.7552
14 - Swann R., Perkins K., Velentzis L. et al. The DietCompLyf study: a prospective cohort study of breast cancer survival and phytoestrogen consumption. Maturitas. 2013 Jul;75(3):232-40. doi: 10.1016/j.maturitas.2013.03.018.
15 - Chakraborty T.; Alicea E; Chakraborty S. et al. Relationships between urinary biomarkers of phytoestrogens, phthalates, phenols, and pubertal stages in girls. Adolesc Health Med Ther. 2012 Jan 6;3:17-26. doi: 10.2147/AHMT.S15947. eCollection 2012.

Fonte: Eu atleta.

EXTRATOS DE PLANTAS BLOQUEIAM A PROGRESSÃO DA INFLAMAÇÃO NO ORGANISMO.

domingo, 2 de dezembro de 2012 0 comentários
Pesquisadores da Kingston University London, no Reino Unido, descobriram que extratos de plantas como o chá branco, hamamélis e a rosa são capazes de bloquear a progressão da inflamação no organismo.
 
A inflamação tem um papel importante no início e no desenvolvimento de doenças que vão desde o câncer, diabetes e artrite até condições neuro-degenerativas e problemas cardiovasculares e pulmonares, além de influenciar o envelhecimento prematuro e a morte precoce.
"Por milhares de anos as pessoas têm usado remédios naturais para tentar curar doenças e preservar a juventude. Agora, as últimas pesquisas que realizamos sugerem que essas três plantas naturais possuem substâncias que podem levar a novos tratamentos contra a inflamação", afirma a pesquisadora Declan Naughton.
Para o estudo, Naughton e seus colegas testaram 21 extratos de plantas para avaliar a eficiência no combate ao câncer e também na batalha contra o envelhecimento.
 
Dos 21 extratos, três - chá branco, hamamélis e rosa - mostraram um potencial considerável, com o chá branco exibindo os resultados mais marcantes. "Na verdade, parecia que beber um simples copo de chá branco pode muito bem ajudar a reduzir o risco individual de câncer, artrite reumatóide ou mesmo rugas associadas ao envelhecimento", relata Naughton.
Estimulada por resultados laboratoriais, a equipe decidiu testar se poderiam replicar os resultados em células da pele humana, olhando mais de perto a atividade antiinflamatória e antioxidante dos três extratos.
 
Usando células da pele humana como modelo, eles adicionaram três concentrações diferentes de chá branco (folhas secas congeladas em pó), hamamélis (ervas secas) e extrato de rosa (em forma de tintura medicinal) para avaliar o efeito das misturas sobre enzimas supressoras e antioxidantes que desempenham um papel chave na progressão da inflamação, bem como no envelhecimento da pele. Como o maior órgão do corpo, a pele fornece uma barreira contra a radiação UV, produtos químicos, micróbios e contaminantes físicos.
 
"Sabemos que quando a inflamação começa - seja ela um simples corte no dedo ou uma artrite - o corpo começa a produzir um composto chamado interleucina 8, que ajuda no processo inflamatório. Começamos analisando se havia uma maneira de desligar esse sinal, bloqueando assim a inflamação", escrevem os pesquisadores.
 
Mesmo que pesquisas anteriores da equipe haviam sugerido que poderia haver alguns resultados promissores, os especialistas ficaram surpresos ao ver o quão bom as várias concentrações dos três extratos foram no combate è inflamação. "As últimas pesquisas reforçam a crença de que as plantas escondem o segredo da nossa beleza interior e exterior", concluem eles.
 
Fonte: I Saúde, Extratos de plantas bloqueiam desenvolvimento da inflamação no organismo. Chá branco, hamamélis e a rosa combatem a condição envolvida em doenças como câncer, diabetes, artrite e no envelhecimento. Acesso em 02/12/2012.

SOBRE BISFENOL A.

sábado, 5 de novembro de 2011 0 comentários
Bisfenol A
A partir do dia 1º de janeiro de 2012, está proibida a venda de mamadeiras ou outros utensílios para lactentes que contenham a substância Bisfenol-A (BPA). A determinação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e baseada em estudos que apontam possíveis riscos decorrentes da exposição ao BPA. Segundo a Agência, fabricantes e importadores terão 90 dias para cumprir a determinação e os produtos fabricados e importados poderão ser vendidos até o final de 2011.

Ainda de acordo com a Anvisa, apesar de não comprovados, a decisão foi baseada em estudos que indicam que a substância pode ser cancerígena, causar problemas hormonais e cardíacos, além do fato de que o sistema de eliminação da substância pelo corpo humano não é muito desenvolvido em crianças de zero a 12 meses.

Em 2010, a SBEM-SP já havia lançado a campanha “Diga não ao bisfenol A, a vida não tem plano B”, com o objetivo que a substância fosse banida de produtos infantis e de embalagens de alimentos, até que haja evidências de que o composto é prejudicial à saúde humana.

Sobre o Bisfenol A
O Bisfenol A (BPA) é um composto utilizado na fabricação de policarbonato, um tipo de resina usada na produção da maioria dos plásticos. O BPA também está presente na resina epóxi, utilizada na fabricação de revestimento interno de latas que acondicionam alimentos para evitar a ferrugem e prevenir a contaminação externa. Segundo os pesquisadores, o componente tem similaridade com o hormônio feminino e da tireoide.

Estudos sugerem que, ao entrar em contato com o organismo humano, principalmente durante a vida intrauterina, a substância pode afetar o sistema endócrino, aumentando ou diminuindo a ação de hormônios naturalmente produzidos pelo corpo humano, trazendo danos à saúde, como infertilidade, modificações do desenvolvimento de órgãos sexuais internos, endometriose e câncer.

Saiba como Evitar a Exposição ao BPA
1 - Use mamadeiras e utensílios de vidro ou BPA free para os bebês.

2 – Jamais esquente no microondas bebidas e alimentos acondicionados no plástico. O bisfenol A é liberado em maiores quantidades quando o plástico é aquecido.

3 – Evite levar ao freezer alimentos e bebidas acondicionadas no plástico. A liberação do composto também é mais intenso quando há um resfriamento do plástico.

4 - Evite o consumo de alimentos e bebidas enlatadas, pois o bisfenol é utilizado como resina epóxi no revestimento interno das latas.

5 - Evite pratos, copos e outros utensílios de plástico. Opte pelo vidro, porcelana e aço inoxidável na hora de armazenar bebidas e alimentos.

6 - Descarte utensílios de plástico lascados ou arranhados. Evite lavá-los com detergentes fortes ou colocá-los na máquina de lavar louças.

7 – Caso utilize embalagens plásticas para acondicionar alimentos ou bebidas, evite aquelas que tenham os símbolos de reciclagem com os números 3 e 7 no seu interior e na parte posterior das embalagem. Eles indicam que a embalagem contem ou pode conter o BPA na sua composição."

Fonte: Endocrino.org. Bisfenol A. Acesso em 05/11/2011.
Bisfenol A ou BPA é um composto químico em boa parte dos produtos, utilizado em embalagens de alimentos e bebidas, A Food and Drug Administration tem procurado investigar seus potenciais efeitos colaterais.

BPA tornou-se conhecido alguns anos atrás, quando milhares de mamadeiras de plástico contendo a substância química foi suspensa. Potencial cancerígeno? Essa é a preocupação, BPA é considerado um poluente, facilmente encontrado na urina humana. Estudos recentes em animais mostram o BPA associado à obesidade, infertilidade, resistência à insulina.

Statistics Canada, agosto de 2010, encontrou dados onde 91% dos canadenses possuiam níveis detectáveis de BPA no organismo. Ainda, em 93% dos americanos com 6 anos ou mais, e 99% de alemães entre 3 a 14 anos de idade.

Por Greice Caroline Baggio.

Bisfenol A

sexta-feira, 3 de setembro de 2010 0 comentários

BPA é um composto químico em boa parte dos produtos,
utilizado em embalagens de alimentos e bebidas.
 Bisfenol A ou BPA é um composto químico em boa parte dos produtos, utilizado em embalagens de alimentos e bebidas, A Food and Drug Administration tem procurado investigar seus potenciais efeitos colaterais.

BPA tornou-se conhecido alguns anos atrás, quando milhares de mamadeiras de plástico contendo a substância química foi suspensa. Potencial cancerígeno? Essa é a preocupação, BPA é considerado um poluente, facilmente encontrado na urina humana. Estudos recentes em animais mostram o BPA associado à obesidade, infertilidade, resistência à insulina.

Statistics Canada, agosto de 2010, encontrou dados onde 91% dos canadenses possuiam níveis detectáveis de BPA no organismo. Ainda, em 93% dos americanos com 6 anos ou mais, e 99% de alemães entre 3 a 14 anos de idade.
O conselho: Use o vidro, aço inoxidável ou recipientes de porcelana, especialmente para alimentos ou líquidos quentes ou mesmo embalgens plástica que são insentas de BPA. A maioria dos produtos enlatados como refrigerante, garrafas plásticas, mamadeiras contêm a substância. Procure consumir boa parcela de alimentos frescos. Menos industrializados, menos embalagens, mais saúde.

Aditivos, bom para você?

quinta-feira, 26 de agosto de 2010 0 comentários

Boa parte das bebidas e alimentos industrializados
que você irá consumir
terá algum aditivo químico.
Boa parte das bebidas e alimentos industrializados que você irá consumir terá algum aditivo químico, eles são adicionados aos alimentos para aumentar a vida de prateleira, a aparência e realçar o sabor.


Os danos e riscos à saúde recebem inúmeras controvérsias, mas sabemos que ele existe, muitos dos aditivos possuem limites de quantidades seguras para serem consumidos. Exemplos de aditivos que são ser cautelosamente estudados e que devem ser evitados/consumidos com moderação incluem:
- Sacarina: está ligada ao câncer em estudos em animais.
- Aspartame: existente uma possível ligação entre o aspartame e as alterações na função cerebral. Sintomas como tonturas, dores de cabeça estão ligadas ao edulcorante.
- Glutamato monossódico: ligadas às dores de cabeça. Contribui a perda de vitaminas e elevação da pressão arterial.
- Nitrito e nitrato: conservantes de carnes, podem formar substâncias químicas que levam ao câncer.
Ainda, conforme publicado no início deste ano no Cancer Prevention Research, uma dieta rica em fosfatos dobra o risco de câncer de pele. O fosfato em excesso contidos nos refrigerantes e em aditivos alimentares levam ao envelhecimento precoce. Os fosfatos são encontrados em embutidos como presunto, salsicha, linguiça, mortadela, refrigerantes...Fique atento ao que você está consumindo.

Por Greice Caroline Baggio.