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ALIVIE OS SINTOMAS DA TPM.

quarta-feira, 19 de abril de 2017 0 comentários
Mudanças simples na rotina, como atividade física regular e a ingestão de alimentos ricos em ômega-3 e 6, são eficientes no combate aos indesejáveis sintomas físicos e psicológicos que antecedem a menstruação.

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e do Centro de Pesquisa em Saúde Reprodutiva de Campinas (CEMICAMP) realizaram enquetes epidemiológicas com 860 mulheres brasileiras entre 18 e 35 anos. Os resultados revelaram que 75% a 80% das mulheres já tiveram a famosa TPM (Tensão Pré-Menstrual), 60% afirmam que os sintomas atrapalham suas atividades diárias e domésticas e 65% falaram que prejudicam o seu desempenho profissional.

Durante o tempo de vida fértil do organismo feminino, ou seja, período em que a mulher menstrua – em geral com duração da adolescência à maturidade –, muitas mulheres sofrem com os efeitos da tensão pré-menstrual, que possui esta denominação por acontecer entre o pico ovulatório até a menstruação (fase pré-menstrual), durando de 10 a 15 dias. Passada esta fase, com o surgir da menstruação, os sintomas tendem a desaparecer.

Os principais sinais físicos são: dor nas mamas, dor de cabeça, cansaço, dor nas costas, dor lombar e nos membros inferiores. É esperada uma alteração de peso em até dois quilos por diminuição da diurese (produção de urina pelo rim) e retenção de líquido. A volta ao peso acontece após a menstruação. Os sintomas psicológicos mais comuns são: instabilidade emocional, irritabilidade ou sensibilidade excessiva. Pela predominância da progesterona, como acontece na gestação, a mulher fica mais sensível na TPM.

As causas da TPM não são definidas, mas diversas teorias têm sido propostas. A atual mais aceita diz que há uma tendência a relacioná-la com alterações hormonais como a da progesterona, que atua no cérebro alterando os neurotransmissores e interferindo no sistema nervoso central.

ÁCIDOS GRAXOS: AJUDA BEM-VINDA
A Medicina ortomolecular apresenta alternativas de tratamento através de suplementação de ácidos graxos ômega-3 e 6, vitamina B6 e magnésio, entre outros que auxiliam nos sintomas da TPM.

O óleo de prímula ou borragem ajuda a amenizar dor e edema nas mamas. Trata-se de um ácido graxo poliinsaturado – é a forma mais comum do ácido graxo essencial ômega-6 – rico em ácido linolênico (LA) e ácido gamalinolênico (GLA), além de vitamina E, muito usado no tratamento da tensão pré-menstrual, doenças cardiovasculares e processos inflamatórios. estudos científicos mostram que este ômega-6 em especial tem uma ação anti-inflamatória, melhorando em muito os sintomas da TPM. Para otimizar este efeito anti-inflamatório, recomenda-se o uso de ômega-3 na primeira fase do ciclo e de Ômega-6 (principalmente o ácido gamalinolênico GLA) na segunda fase do ciclo menstrual.

EXERCÍCIO FÍSICO: GRANDE ALIADO
Observou-se que mulheres com bons hábitos, praticando exercícios regularmente, sem grandes períodos de interrupção, e mantendo uma alimentação balanceada demonstram melhores ganhos em qualidade de vida e diminuição da TPM. Além disso, mulheres que praticam exercícios têm fluxo menstrual menos intenso que as sedentárias e menos risco de ter cólicas.

Num estudo realizado pela University of British Columbia, no Canadá, oito mulheres foram submetidas a corridas de aproximadamente 20 km semanais, gerando o aumento da taxa metabólica e favorecendo a circulação sanguínea.

Consequentemente, houve uma otimização do transporte de oxigênio e nutrientes essenciais, melhorando assim todas as funções vitais. Depois de seis meses, todas relataram menores episódios de dores nas mamas e irritabilidade.

Os exercícios indicados para a fase da TPM e durante o ciclo menstrual são os aeróbicos. Invista em atividades como: corrida, caminhada, bicicleta, natação, que demonstram ser mais eficientes do que os anaeróbicos, como musculação.

Além de liberarem endorfina, reduzem o cortisol, hormônio relacionado ao estresse, culpado aumentar a retenção de líquidos na TPM. A liberação de hormônios gerada pela atividade física, principalmente a endorfina – hormônio ligado à sensação de prazer – proporciona bem-estar, estabilizando os níveis de glicose.

Além de corridas ou caminhadas, outra opção de exercícios aeróbicos é a cama elástica, que melhora a circulação, aumentando a pressão e, consequentemente, causando a liberação de líquidos retidos. Mas para diminuir os sintomas da TPM é necessário que a mulher respeite as limitações impostas ao corpo nesta fase.

A dica é não praticar exercícios de longo período nem com excesso de carga.

MULHERES QUE PRATICAM EXERCÍCIOS FÍSICOS REGULARMENTE TÊM FLUXO MENSTRUAL MENOS INTENSO QUE O DAS SEDENTÁRIAS E MENOR RISCO DE CÓLICAS.

COMO CONTROLAR O DESEJO DE DOCES NA TPM
Uma queixa frequente das mulheres que ficam irritadas ou deprimidas é o intenso desejo de doces para tentar se acalmar, sendo o chocolate o doce preferido para isso. Descobriu-se que esta alteração se deve a uma redução temporária do neurotransmissor serotonina neste período, e que o desejo de doce é uma tentativa de aumentar a produção natural deste neurotransmissor. Para controlar o peso e a compulsão, observou-se que o uso do aminoácido L-Triptofano ou seu metabólico principal, o 5-Hidroxitriptofano, pode ser muito útil e reduzir estes sintomas, substituindo com segurança o uso de antidepressivos elevadores de serotonina. O uso de alimentos ricos e L-triptofano também pode ajudar (laticíneos, carnes magras, peixes, banana, amendoim e nozes, tâmaras…).

EVITE COMER DURANTE A TPM
- Açúcar, doces, geleia, mel (no máximo uma vez por semana);
- Sal e condimentos;
- Embutidos (salsicha, presunto etc.) e alimentos ricos em sódio, como molho inglês e caldos de carne, que promovem a retenção de líquido;
- Alimentos industrializados e enlatados;
- Café;
- Chocolate;
- Refrigerantes;
- Bebidas alcoólicas e tudo que contenha cafeína, pois aumenta a irritabilidade;
- Alimentos ricos em gorduras saturadas, que prejudicam a circulação.

ALIMENTOS LIBERADOS
- Água. Consuma bastante para evitar a retenção de líquido;
- Água de coco e chás de frutas, sem açúcar;
- Frutas, verduras, cereais integrais, algas, leguminosas (feijão, grão-de-bico, soja, ervilha, lentilha, vagem), que são ricos em fibras;
- Carboidratos complexos (pães integrais, arroz integral, gérmen de trigo);
- Derivados da soja, como tofu e o leite de soja;
- Atum, salmão, sardinha, arenque, semente de linhaça, óleo de canola ou em forma de suplementação alimentar. São ricos em ômega 3, melhoram a circulação, evitando os inchaços. O consumo pode ser diário;
- Leite sem lactose, leite fermentado e derivados (iogurte natural, queijo branco,coalhada) no mínimo três vezes por dia. São ricos em cálcio, melhoram o funcionamento do intestino, reduzindo a sensação de inchaço;
- Vegetais verde-escuros, que também são ricos em cálcio e diminuem as cólicas, aumentando a disposição para enfrentar a rotina diária;
- Alimentos ricos em magnésio, como figo, aveia, beterraba, alcachofra, quiabo, abacate, banana. Durante a menstruação e em especial nos dias que a precedem;
- Rodelas de batata (no almoço ou jantar);
- Azeite de oliva;
- Castanha-do-Pará, castanha de caju, nozes, amêndoas, macadâmia, avelã e pistache.

ALIMENTAÇÃO ADEQUADA NA SÍNDROME DOS OVÁRIOS POLICÍSTICOS.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017 0 comentários
A Síndrome do Ovário Policístico, também conhecida pela sigla SOP, é um distúrbio endócrino que provoca a alteração dos níveis hormonais, levando à formação de cistos nos ovários fazendo-os aumentar de tamanho. Atinge cerca de 7 a 20% das mulheres, sendo a alteração hormonal mais comum durante a idade fértil.

É uma doença caracterizada por menstruação irregular, menor freqüência de ovulação e dificuldade para engravidar. O distúrbio ainda favorece o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e obesidade. Quando há excesso de hormônios masculinos, os sinais observados são: crescimento anormal de pelos (baixo ventre, seios, queixo e buço), aumento da oleosidade da pele e aparecimento de espinhas e cravos, queda de cabelos, aumento do peso, manchas na pele, principalmente nas axilas e atrás do pescoço.

Sua causa ainda não está totalmente esclarecida, mas parece que a interação de fatores genéticos e ambientais provocam o aparecimento dos sintomas clássicos. uma origem genética e estudos indicam uma possível ligação entre a doença e a resistência à ação da insulina.

O diagnóstico costuma ser feito pelo ginecologista após avaliação clínica, bioquímica e de imagem. Em geral, são solicitadas dosagens de hormônios como FSH, LH, estradiol, TSH, S-DHE, testosterona total, 17-OH progesterona (entre o 2º e 3º dias do ciclo menstrual), curva de insulina associada à curva de glicemia e ultrassom pélvico.

O tratamento depende do caso e pode envolver o uso de anticoncepcionais, implantes que protegem os ovários contra a formação dos microcistos e mudanças no estilo de vida para redução da insulina, do estresse oxidativo e da inflamação corporal.

Outra causa para o desenvolvimento da doença é o grande geração de agentes de glicação avançada (AGEs). Tais agentes constituem uma grande variedade de moléculas formadas a partir de interações aminocarbonilo, de natureza não enzimática, entre açúcares redutores ou lipídeos oxidados e proteínas, aminofosfolipídeos ou ácidos nucléicos (Barbosa et al., 2009). Uma dieta rica em frango grelhado é comumente adotada em regimes de emagrecimento. Contudo, alimentos de origem animal submetidos a altas temperaturas são grandes fontes de AGEs (Uribarri et al., 2015), aumentando o rico de inflamação, resistência à insulina, SOP e obesidade (Diamantini-Kandarakis et al., 2007). Por isto, evite frituras e não abuse de grelhados, churrascos e outras carnes preparadas em altas temperaturas. Prefira cozinhar em água ou no vapor. Aumente ainda o consumo de vegetais variados, coloridos e frescos, nozes, sementes e castanhas ricos em antioxidantes e substâncias antiinflamatórias (Scheijen et al., 2016; Uribarri & He, 2015).

Uma dieta com pouco AGE e a restrição de carnes a uma vez por semana e queijos a duas vezes por semana reduziu a inflamação em apenas 2 meses (Tantalaki et al., 2014). Vale a pena comer de forma mais saudável! Arroz branco, pão branco, doces e outros carboidratos de alto índice glicêmico devem ser substituídos por carboidratos de baixo índice glicêmico e gorduras boas, como as monoinsaturadas, do azeite, e as do tipo ômega-3, da linhaça e peixes de água fria (Muscogiuri & Palomba, 2015; Perelmen et al., 2016). Outro gerador importante de AGEs é o cigarro (Cerami et al., 1997). Se você fuma busque um tratamento para parar deixar de vez este hábito que traz tanto prejuízo à saúde. Por fim, ache um tempo em sua agenda para a atividade física. Assim, o tratamento fica mais rápido e eficiente (Sweatt et al., 2015).

5 ATIVOS NATURAIS PARA MELHORAR A FUNÇÃO SEXUAL.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017 0 comentários
Embora efetivos, os medicamentos sintéticos utiliza­dos para tratar da Disfunção Eretil podem apresentar efeitos cola­terais tais como dores de cabeça, tonturas, rubores, visão turva, sensibilidade à luz e palpitações. Esses medicamentos são capazes de restaurar a função erétil temporariamente, mas não atuam como um tratamento em longo prazo da disfunção endotelial crônica que tem como causa subjacente as doen­ças cardíacas, doença arterial periférica, diabetes e disfunção erétil. Substâncias extraídas de plantas vêm sendo cada vez mais estudadas com objetivo de uso no restabelecimento da função sexual.

MACA PERUANA
Nativa da região dos Andes, no Peru, a raiz da Maca peruana – fonte de aminoácidos, iodo, ferro e magné­sio – apresenta propriedades que estimulam o desejo sexual. Na medicina tradicional peruana, ela é conhe­cida por aumentar a vitalidade, promover a libido, aumentar a fertilidade e o desempenho sexual em homens e mulheres. Ensaios clínicos obtiveram como resultados um aumento no volume de sêmen, maior contagem e mobilidade de espermatozoides viáveis e aumento do desejo sexual sem alterar os níveis de testosterona.

TRIBULUS TERRESTRIS
A protodioscina (saponina esteroidal) é um agente fitoquímico derivado da planta Tribulus terrestris L, que foi clinicamente comprovado para melhorar o desejo sexual e melhorar a ereção através da conversão de protodioscina para DHEA (De-Hydro-Epi-Androste­rone). O mecanismo básico do extrato de tribulus é aumentar o hormônio luteinizante (LH) que manda instruções aos testículos para produzirem testoste­rona.

ICARIIN
Um composto botânico usado na medicina chinesa tradicional que pode desativar a enzima normal­mente responsável por diminuir a resposta sexual masculina, assim promovendo uma atividade prolon­gada.

L-ARGININA + PINUS PINASTER
A combinação do aminoácido L-arginina e do extrato de Pinus pinaster vem sendo muito estudada com resultados positivos no desempenho sexual. Estudo publicado no Journal of Sex & Marital Therapy indi­cou o expressivo número de até 92,5% dos homens estudados que atingiram uma ereção normal após 90 dias de utilização da combinação dessas substân­cias. Outros estudos mostraram, além do alto índice de homens que experimentaram uma ereção normal, melhora na quantidade e qualidade do esperma, aumento dos sonhos e fantasias sexuais, ereções matinais mais frequentes, maior interesse sexual e melhor desempenho. Pinus pinaster é um pode­roso antioxidante que ativa a enzima responsável pela síntese de óxido nítrico (NO) – substância responsá­vel pelo relaxamento da musculatura do pênis, vaso­dilatação e aumento do fluxo sanguíneo que resulta na ereção, além de manter a saúde vascular geral. L-arginina é um aminoácido que atua como precursor do NO no endotélio vascular. Uma vez que o NO é produzido a partir do aminoácido L-arginina através da enzima óxido nítrico sintetase (NOS), a associa­ção de L-arginina e Pinus pinaster é uma alternativa eficiente, conforme apontam estudos científicos.

PANAX GINSENG
Ginseng é uma planta muito popular que vêm sendo utilizada como um afrodisíaco natural desde a antiga China, com efeitos na disfunção erétil. Extratos padronizados da raiz de Panax ginseng contêm altas concentrações dos componentes ativos da planta, chamados de ginsenosides, que promovem efeitos benéficos cardioprotetores, antifadiga, imunoesti­muladores, antioxidantes e hepatoprotetores, além de favorecerem a síntese de NO. Estudos clínicos mostram que o uso de Panax ginseng melhora a função erétil, aumenta a satisfação sexual e os níveis do hormônio masculino testosterona em homens que apresentam DE, assim como aumenta a rigidez peniana e a libido.

A disfunção erétil, além de comprometer as rela­ções íntimas, pode também ser um prenúncio de condições não favoráveis à saúde, tais como as doenças cardiovasculares. Muitas vezes - por displicência, constrangimento ou desco­nhecimento - a saúde do homem não recebe a devida atenção quando comparada à saúde das mulheres, e, na maioria dos casos, apesar da disponibilidade de tratamentos, grande parte dos homens com indícios de disfunção erétil não procura espontaneamente um médico.

Descobertas da ciência sobre certos nutrientes relacionados à melhora do desempenho erétil, mas também com atuação na prevenção da disfunção endotelial – causada pelo estresse oxidativo e níveis diminuídos de NO –, são um grande avanço no manejo das disfunções sexuais.

Somado a isso, a prática de exercícios físicos regulares e fortalecimento da região pélvica, uma consulta médica (para, por exemplo, averi­guação do nível de colesterol, hormônios ou glicose sanguínea), boa alimentação, sono, um bom manejo do estresse e/ou acompanha­mento psicológico apresentam-se como um conjunto de medidas integrativas com perspec­tivas favoráveis para um tratamento efetivo – e não somente momentâneo –, condição que dá boas-vindas à saúde vascular e uma vida sexual ativa e prazerosa

PROGRAMA DE EMAGRECIMENTO PARA CADA FASE DO CICLO HORMONAL.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017 0 comentários
O peso das mulheres é influenciado pelo ciclo menstrual. As variações hormonais de cada fase geram alterações no consumo, armazenamento e queima de energia. O objetivo é preparar o corpo da mulher, a cada mês, para uma possível gravidez.

Assim, os hormônios acabam influenciando o comportamento alimentar e também o resultado dos esforços para a perda de peso. Pensando nisso, pesquisadores vem tentando compreender se as mulheres beneficiariam-se de dietas e esquemas de exercícios diferenciados para cada fase do ciclo menstrual. Este ciclo varia de mulher para mulher mas pode ser dividido em fase folicular precoce (dias 1-5), fase folicular tardia (dias 6-11), ovulação (dias 12 a 16) e fase lútea (dias 17-28). 

Estudos têm demonstrado que, na fase lútea do ciclo menstrual, as ingestões energéticas e os gastos energéticos das mulheres são aumentados, e as mulheres podem sentir mais vontade de consumir alimentos ricos em carboidratos e gorduras, do que durante a fase folicular. Por outro lado, o corpo parece utilizar menos carboidratos nesta fase e mais gordura, durante atividades físicas prolongadas ou em exercícios com intensidades sub-máximas. Pensando nisso, Geiker e colaboradores (2016) realizaram um estudo em que examinaram o impacto de uma dieta e de exercícios adaptados ao ciclo menstrual.

Durante a pesquisa 60 mulheres obesas ou com excesso de peso e idades entre 18 e 40 anos foram divididas em dois grupos. Todas receberam dieta de 1.600 Kcal por 6 meses, sendo que o primeiro grupo teve o cardápio adaptado às fases do ciclo menstrual. O teor de gordura na dieta foi aumentado na fase lútea (de 20 para 30%) para acomodar os desejos frequentemente relatados nesta fase. A quantidade de proteína também foi aumentada durante o período menstrual e na fase lútea (de 20 para 30%).

Por exemplo, foi adicionado chocolate amargo entre os dias 24 e 28 aumentando-se, nestes dias, o consumo calórico para 1.800 kcal. O programa de exercícios do grupo 1 também foi adaptado ao ciclo menstrual. Na fase folicular as mulheres faziam atividades como caminhada, ioga ou alongamento. Durante o período menstrual faziam treinamento de circuito e treinamento com pesos 2 dias por semana e treino intervalado 2 a 3 vezes na semana. Na fase lútea manteve-se o treinamento com pesos alternado-o com treinamento cardiovascular.

O grupo controle seguiu dieta balanceada de 1.600 kcal baseado no sistema educativo nutricional dinamarquês. O grupo controle foi aconselhado a seguir a recomendação dinamarquesa de se exercitar 30 minutos ao dia e realizar alguma atividade de alta intensidade por 20 minutos pelo menos 2 vezes por semana.

Trinta e uma mulheres (19 mulheres no grupo intervenção e 12 mulheres no grupo controle) completaram o estudo. Em ambos os grupos foi constatada perda de peso durante os 6 meses do estudo, sem diferenças significativas entre os mesmos. Contudo, a adesão no grupo 1, que recebeu a dieta modificada foi maior. Uma das possíveis explicações é que dietas com mais proteínas e gorduras promovem maior saciedade e reduzem a compulsão alimentar.

Este foi o primeiro estudo deste tipo de que se tem notícia, por isto o protocolo precisa ser repetido com mulheres em outros contextos e países. De qualquer forma, parecem existir evidências de que mais atenção deve ser dada à temática já que dietas e programas de exercícios diferenciados podem ajudar as mulheres a manterem-se saudáveis durante todo o mês e em todas as fases da vida.


CÁLCIO E A SAÚDE DA MULHER.

segunda-feira, 18 de julho de 2016 0 comentários
O cálcio é um mineral essencial para a vida e muito importante para nós por ser o responsável pela formação dos ossos e dentes e participar de várias reações no corpo, ligadas à transmissão nervosa e regulação de batimentos cardíacos, contração muscular e coagulação sanguínea, desempenhando um papel fundamental na regulação do metabolismo.

Está presente no leite e seus derivados, nos peixes como a sardinha, atum e o salmão (principalmente quando consumidos com as espinhas), mariscos, tofu (queijo de soja), leguminosas (lentilha, ervilha, soja, etc.), semente de gergelim, nozes e vegetais verde escuros como a couve, brócolis, espinafre, quiabo, agrião, repolho, folhas de nabo e mostarda. No entanto, para que o cálcio penetre no sistema circulatório, precisa da ajuda da vitamina D.

Além de contribuir para a manutenção da estrutura óssea, o cálcio pode modular a tendência a ganho de peso presente em mulheres pós-menopausa, regular níveis de estrogênio no organismo feminino diretamente ligadas a variações hormonais (TPM.), importante para o bom funcionamento do organismo da gestante e papel de peso na produção de leite materno.

Dos 30 até os 45 anos, a mulher perde em torno de 1% a 3% de osso ao ano. Por volta dos 45, 50 anos, essa perda aumenta para em torno de 5% a 7%. Tem-se observado um deficiente consumo deste mineral pelas mulheres, o que tem ocasionado algumas preocupações dentre profissionais da área da saúde. Pesquisas constatam que o consumo diário é quase três vezes menor do que o recomendado.

Cálcio e osteoporose 
A osteoporose é a diminuição da massa óssea, na qual, a rigidez do osso não pode ser mantida deixando os ossos porosos e sujeito a fraturas com esforços mínimos, sendo que as mulheres são as principais vítimas desse problema, especialmente, mulheres pós-menopausa e idosas. Na menopausa os ovários deixam de produzir estrógeno, o hormônio feminino importante para a produção de cálcio, assim, todas as mulheres tem perda de massa óssea em decorrência da queda dos níveis de estrógeno. Mulheres que deixaram de menstruar por um longo tempo, por razões diferentes de gravidez, podem ter os ossos debilitados, devido a deficiência de estrógeno durante aquele período.

Há mulheres que estão mais sujeitas a desenvolver osteoporose, por exemplo, as que já tem casos na família, as que fumam, magras em excesso, que ingerem muito álcool e pouco cálcio. A perda óssea ainda pode ser acelerada pela ingestão de anticonvulsivantes, anticoagulantes e esteróides. Baixo peso também é considerado um fator de risco para a osteoporose. Isso acontece porque mulheres com excesso de peso conseguem absorver melhor o cálcio no intestino. Além disso, por carregarem mais peso sobre o esqueleto e terem maior massa muscular.

Cálcio e obesidade 
A baixa ingestão de cálcio interfere no nível deste mineral no interior dos adipócitos, favorecendo as vias metabólicas envolvidas no acúmulo de ácidos graxos destas células. Uma dieta rica em cálcio aumenta a lipólise e inibe a lipogenese, o que, em termos práticos, se traduz por uma perda de peso; em contrapartida, a falta de cálcio no organismo promove a adiposidade e aumenta as probabilidades de se ser obeso. O excesso de peso mostra-se cada vez menos presente à medida que a ingestão de cálcio está mais próxima dos patamares recomendados. As proteínas do leite constituem um conjunto de substâncias bioativas que podem atuar em conjunto com o mineral no metabolismo das gorduras.

Cálcio na TPM e câncer 
Uma dieta rica em cálcio e vitamina D pode contribuir para diminuição da Tensão Pré-Menstrual. Estudos revelam que mulheres que não relatavam agressividade e irritação antes de ficarem menstruadas adotavam um cardápio diário rico em cálcio e vitamina D, e ainda, incluir grande quantidade de laticínios ricos em cálcio na dieta pode diminuir o risco de câncer de ovário. A ingestão mais elevada de cálcio e de lactose - principal forma de açúcar contido nos laticínios - também pareceu reduzir o risco de tumor de ovário. A lactose pode aumentar a absorção de cálcio e promover o crescimento de bactérias que mantêm o controle de compostos que provocam o câncer. Supõe-se que uma ingestão aumentada de cálcio poderia prevenir as alterações no humor antes e após o período menstrual. Assim, um copo de leite magro extra ou uma xícara de couve por dia parecem ajudar na cura ou prevenção destas alterações de humor.

Cálcio e gravidez
Na gravidez, a suplementação de cálcio representa benefício para as mulheres, principalmente aquelas com alto risco de pressão alta e pré- eclampsia e nas comunidades com baixa ingestão de Cálcio. Para o bebê, esta carência pode prejudicar seu desenvolvimento ósseo, dentário e muscular.

Como e quanto consumir
Esses valores variam conforme a faixa etária, estágio de crescimento, gravidez e menopausa. Não basta ingerir o nutriente, é preciso garantir sua absorção pelo organismo com alimentos coadjuvantes. Excesso de sal, cafeína e proteínas aumentam a eliminação de cálcio na urina. Vegetais verde-escuros, folhosos, incluindo o brócolis, a couve, a mostarda e o espinafre, são boas fontes de cálcio, mas o seu teor não é totalmente absorvido (cerca de 5%). As fibras também podem diminuir a absorção e a retenção de cálcio. Existem alguns nutrientes que competem com o cálcio, como o fósforo que é um mineral utilizado pelos ossos para torná-los duros, devendo ser consumidos em igual quantidade, pois se houver uma absorção maior de fósforo, menor será a de cálcio. O ideal é moderar o consumo destes itens, mas se a pessoa não consegue, ela deve, também, consumir mais cálcio, diariamente. De acordo com as referências internacionais, a ingestão de cálcio para mulheres varia de 1000mg a 1300 mg por dia, o que representaria em media 3 a 4 porções de leite e seus derivados.

Fonte: Sbne.

NUTRIÇÃO ADEQUADA PREVINE DOENÇAS E TRAZ LONGEVIDADE ÀS MULHERES.

terça-feira, 8 de março de 2016 0 comentários
Mulheres têm necessidades biológicas, fisiológicas, metabólicas e nutricionais diferentes dos homens. A nutrição adequada e individualizada pode contribuir para melhorar a qualidade de vida da mulher moderna, que é mais ativa. Através dos alimentos, é possível garantir longevidade, prevenir os sintomas desconfortáveis da TPM, menopausa e inúmeras doenças, como constipação, anemia, câncer de mama, entre outras.

Mulheres: necessidades biológicas, fisiológicas, metabólicas e nutricionais diferentes das masculinas (Foto: Getty Images)

- Cálcio x Osteoporose: 
Mulheres apresentam necessidades distintas de cálcio de acordo com a fase da vida. Há maior necessidade na adolescência e na menopausa. A osteoporose acomete muitas mulheres na menopausa. 

Fontes: leite, queijos, iogurte, semente de abóbora, castanha\ amêndoas, gergelim, aveia, folhosos verdes escuros (espinafre, agrião, couve).

A vitamina D é responsável por fixar o cálcio no osso, por isso também precisamos nos preocupar com a síntese e ingestão de vitamina D. Fontes: exposição à luz solar e menor participação da alimentação: óleo de fígado de bacalhau, peixes, gema de ovo, leite enriquecido.

- Necessidades aumentadas de ferro e prevenção da anemia:
A anemia está correlacionada com irregularidades no ciclo menstrual, deficiência no consumo alimentar, gravidez ou problemas na absorção deste nutriente. A necessidade nutricional de ferro é maior em mulheres em idade fértil (18mg) e grávidas (27mg) do que em homens (8mg) e mulheres na menopausa (8mg).

Frutas, verduras e legumes são aliados 
contra 'prisão de ventre', comum em mulheres (Foto: Getty Images)

O ferro é responsável pela formação da hemoglobina, transporte e armazenamento de oxigênio, participa de reações enzimáticas e metabólicas essenciais ao nosso corpo.


Fontes de origem animal (Ferro heme): carne de boi, frango, porco, peru, peixe e gema de ovo. Fontes de origem vegetal (Ferro não heme): folhosos verde escuros, folhas da beterraba, beterraba, quiabo, leguminosas (feijão, lentilha, grão de bico, soja), inhame, aveia, açaí, melado/ melaço.

Associar aos alimentos de origem vegetal a alimentos fontes de vitamina C na mesma refeição para potencializar a absorção: limão, laranja, acerola, morango, manga, fruta do conde, mamão, goiaba, tangerina, caju, abacaxi.

- Constipação:
A constipação ou “prisão de ventre” é uma queixa frequente em mulheres. Esta condição se agrava no período da gestação pela elevação do hormônio progesterona, que torna mais lentos os funcionamentos gástrico e intestinal. A ingestão adequada de fibras, 25 gramas por dia, está relacionada ao menor risco de câncer, doenças intestinais, cardiopatias, níveis de colesterol e obesidade.

Fontes: frutas (mamão, ameixa, tangerina, laranja), verduras, legumes, cereais integrais, leguminosas (feijão, lentilha, grão de bico). Adicionar ao cardápio diariamente fibras como aveia, farinha de linhaça, chia, farelo de trigo. A ingestão de água também é fundamental para manter o funcionamento intestinal: 2,7litros\ dia. 

- Prevenção de Câncer de Mama: 
Estimular a ingestão de fitoestrogênios - presentes na soja, derivados como queijos e leite à base de soja e folhosos verdes escuros - e antioxidantes - substâncias com ação protetora celular contra efeitos dos radicais livres que atuam estimulando o sistema imunológico.

Nozes ajudam a amenizar os sintomas 
da TPM que tanto incomoda as mulheres (Foto: Getty Images)

*Vitamina A/ Betacaroteno: fígado, leite, manteiga, gema de ovo, alfafa, batata doce, vegetais verde escuros (bertalha, couve, brócolis, espinafre) e vegetais e frutas alaranjados (cenoura, mamão, manga e abóbora)

*Vitamina C: limão, acerola, tangerina caju, kiwi, morango, laranja, goiaba, tomate, brócolis, pimentão, repolho roxo, batata
*
Vitamina E: gérmen de trigo, vegetais de folhas verdes escuras, gema de ovo e castanhas. 

* Licopeno: tomate, goiaba, melancia, morango, ameixa e uva.

*Vitamina E: vegetais verde-escuros, oleaginosas (nozes, castanha do Pará, amendoim, pistache), óleos vegetais e no germe de trigo, gema de ovo e fígado.

*Selênio: castanha do pará, nozes, carne vermelha, frango, frutos do mar, peixes, ovos

*Fibras

*Ômega3: peixes como salmão, atum, arenque e sardinha, farinha de linhaça, castanha do Pará, chia.

- Prevenção de Sintomas da TPM:
Estimular a ingestão de:
*Vitamina B6 (Piridoxina): A vitamina B6 atua na formação de serotonina, responsável pela sensação de bem-estar, amenizando os sintomas de alterações de humor. Fontes: gérmen de trigo, nozes, banana, abacate, fígado, ovos, soja, aveia, batata, cenoura. 

*Vitamina E

*Ômega 3 

*Carboidratos: No período pré menstrual há uma elevação da temperatura corporal, aceleração metabólica e maior necessidade de comer carboidratos. Os carboidratos também auxiliam na absorção do triptofano, precursor da serotonina (maior sensação de bem-estar e melhora do humor). Dê preferência a integrais.

*Magnésio: também está envolvido na produção de neurotransmissores, entre eles a serotonina. Fontes: soja, figo, ostras, leite, leguminosas (feijões, grão de bico, ervilha), cereais integrais (aveia), vegetais e folhas verde escuras, cacau.

- Sintomas de Sintomas da Menopausa:
Na menopausa a queda do estrogênio acarreta alguns sintomas como fogacho (calores), secura na pele, insônia, mudança de humor e etc. A soja contém isoflavonas, que ajudam a reduzir os sintomas da menopausa.

Fontes: alimentos a base de soja que podem estar na forma de grãos, farinhas, leite e iogurtes, tofu\ queijo.

Fonte: Eu Atleta.

6 MUDANÇAS QUE PODEM REDUZIR O RISCO DE ATAQUE CARDÍACO EM MULHERES.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016 0 comentários
Conforme pesquisa, assistir menos de sete horas de televisão por semana e não fumar diminuem as chances de uma mulher desenvolver problemas cardíacos.

Mulheres que seguem seis hábitos saudáveis apresentam um risco 92% menor de sofrer um ataque cardíaco. A afirmação é decorrente de um estudo que envolveu mais de 70.000 participantes e foi publicado no Journal of the American College of Cardiology.

A pesquisa relaciona como saudáveis os seguintes hábitos: não fumar, ter um índice de massa corpórea (IMC) normal, praticar atividade física durante pelo menos duas horas e meia por semana, assistir menos de sete horas de televisão por semana, consumir no máximo uma dose de álcool por dia e ter uma alimentação saudável.

Para a análise, foram acompanhadas durante duas décadas mulheres com idade média de 37 anos no início da pesquisa. A cada dois anos, elas respondiam a um questionário sobre seu estilo de vida.

No período de monitoramento, 456 participantes tiveram um ataque cardíaco e 31.691 foram diagnosticadas com pelo menos um fator de risco para doenças cardiovasculares, como diabetes tipo 2 e hipertensão.

Os pesquisadores ressaltam que, embora as taxas de mortalidade para doenças do coração venham diminuindo nas últimas quatro décadas nos Estados Unidos, esse declínio não é observado nas mulheres com idades entre 35 e 44 anos. Para eles, o estilo de vida é o fator determinante.

De acordo com o trabalho, as voluntárias que aderiram aos seis hábitos saudáveis apresentaram uma redução de 92% no risco de sofrer um ataque cardíaco e de 66% nas chances de desenvolver algum fator de risco para doenças do coração.

Os autores asseguram que, se todas as participantes tivessem seguido as práticas recomendadas, três quartos dos ataques cardíacos não teriam acontecido. Além disso, aquelas que já apresentavam um fator de risco e que começaram a seguir pelo menos quatro dos hábitos propostos tiveram uma diminuição significativa no risco de desenvolver doença cardíaca.

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS PROBLEMAS CIRCULATÓRIOS?

terça-feira, 19 de janeiro de 2016 0 comentários
"...a hipertensão arterial sistêmica está muito relacionada com sedentarismo, obesidade, estresse, uso de sal em excesso e idade."
Entre as principais doenças que são causadas por problemas circulatórios estão a hipertensão arterial; aterosclerose; aneurisma; acidente vascular cerebral (AVC) e varizes. De todas essas, a hipertensão arterial sistêmica está muito relacionada com sedentarismo, obesidade, estresse, uso de sal em excesso e idade. Para preveni-la, o ideal é ter uma vida saudável, evitar os excessos na alimentação, fazer exercício físico e relaxar.

A aterosclerose, endurecimento dos vasos arteriais, está relacionada com a idade e fatores como a hipertensão arterial, obesidade, aumento das gorduras no sangue (colesterol e triglicérides) e tabagismo, que são os seus principais vilões. Portanto, mais uma vez, vida saudável para preveni-la.

O aneurisma, caracterizado pela dilatação das artérias, é muito perigoso para a vida, pois, quando rompe, pode ser fatal, seja no cérebro, no tórax ou no abdômen. Está relacionado, principalmente, com a aterosclerose, a hipertensão arterial, o tabagismo e a idade. Para preveni-los, vida saudável, controle da pressão arterial, perda de peso, fugir do fumo e prática de exercício físico.

O AVC, acidente vascular cerebral, tem relação forte com a hipertensão arterial, tabagismo, obesidade e sedentarismo. Mais uma vez, vida saudável, evitar o fumo, controle da hipertensão arterial e prática de exercício físico são fundamentais para preveni-lo.

As varizes dos membros inferiores, dilatação das veias, são mais frequentes nas mulheres devido ao próprio hormônio feminino, ao uso de anticoncepcionais hormonais e a gravidez. Têm relação também com o hábito de ficar muito tempo em pé ou sentada, obesidade, sedentarismo e hereditariedade. O homem também tem varizes, relacionadas com alguns dos fatores anteriores. Provocam dores, inchaço e peso nos membros, além do desconforto estético em ambos os sexos. Para tratá-las, geralmente a cirurgia e a escleroterapia (aplicação nas varizes) são as melhores opções, procedimentos que são realizados pelo médico angiologista/cirurgião vascular.

Para facilitar a circulação de sangue nas veias, deve-se evitar ficar em pé ou sentado, por períodos prolongados, não engordar, fazer exercícios, usar de meias elásticas e fazer acompanhamento com o angiologista.

O aparecimento de dores, inchaço e varizes nos membros, dor que dificulta caminhar ou correr, podem indicar problemas de circulação que necessitam acompanhamento do angiologista. 

A circulação linfática também faz parte da circulação como um todo e é formada por pequenos vasos que vão se juntando e formando canais maiores chamados ductos linfáticos e gânglios linfáticos. Drena um líquido formado no nosso corpo em decorrência do metabolismo, chamado linfa, e que, através dessa circulação linfática, retorna ao ciclo cardíaco para ser diluído de volta no sangue. 

Os principais problemas da circulação linfática são a dificuldade de drenagem, por obstrução ou deficiência congênita desses vasos, levando à inchação de determinado órgão ou segmento do corpo, conhecido como edema linfático que, em situação grave, é conhecido com elefantíase. Podem acontecer dilatações de alguns desses canalículos ou gânglios, conhecidos como linfocele. Em decorrência dessa dificuldade de drenagem linfática, a pele fica predisposta à infecção do segmento comprometido, conhecida como erisipela ou linfangite.

Algumas dicas de prevenção são o exercício físico, evitar excesso de gorduras, não fumar, controlar as possíveis doenças crônicas como diabetes e hipertensão arterial e, dentro do possível, evitar stress. 

Fonte: I Saúde.

CONFORME PESQUISAS, CREATINA PODE AJUDAR NO COMBATE A DEPRESSÃO E ANSIEDADE.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015 0 comentários
A creatina é um suplemento nutricional usado em todo o mundo, principalmente associada a programas de exercícios com pesos, objetivos de fortalecimento e ganho de massa muscular. Seu uso ultrapassou a barreira das academias, sendo atualmente considerado um importante coadjuvante em muitos outros propósitos, inclusive com grande indicação para idosos, com o objetivo de desacelerar a perda de massa muscular.

Sintomas de depressão e ansiedade, principalmente em mulheres, podem ser atenuados com creatina (Foto: Getty Images)

Pesquisas recentes têm apontado para uma nova indicação do uso da creatina. Trata-se de sua importância no tratamento da ansiedade e depressão, principalmente em mulheres. Não se trata de uma única evidência científica. Somente em 2015, pelo menos cinco artigos científicos foram publicados citando esse efeito.

Um desses artigos foi publicado na revista "Drug and Alcohol Dependence" neste ano. Ele relata um importante efeito da creatina em atenuar os sintomas de ansiedade e depressão em mulheres submetidas a oito semanas de tratamento com suplementação de 5g diariamente.

A explicação para os efeitos observados está associada à uma elevação dos níveis de fosfocreatina no cérebro (fazendo-o "trabalhar" com mais facilidade), mensurada com técnicas de ressonância magnética. Antes, as pacientes portadoras dos sintomas de ansiedade e depressão apresentavam valores reduzidos de fosfocreatina. Com a suplementação de creatina, isso ficou normalizado e houve melhoria nas condições depressivas.

Vale ressaltar que não se trata de nenhum tratamento medicamentoso, uma vez que a creatina é um nutriente e não uma substância farmacologicamente ativa. Essas evidências fortalecem a importância dos suplementos nutricionais, não somente como coadjuvantes de programas de exercícios, mas também como recursos cada vez mais associados à promoção de saúde e qualidade de vida.

Fonte: Eu atleta.

EQUILIBRE SEUS HORMÔNIOS E PREVINA DOENÇAS.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015 0 comentários
Os nossos hormônios têm início, pico de produção e fim. Desde a puberdade até a menarca, iniciamos a maturação dos ovários e os hormônios são secretados de forma cíclica, preparando as mulheres para a futura concepção. Na vida adulta, o pico de produção coincide com a maturação dos ovários e acredite: as quedas começam a partir dos vinte e cinco anos até chegarmos à menopausa.

E o fato das doenças ginecológicas serem muito mais comuns no período perimenopausa não é coincidência. Durante o pico hormonal, temos a nossa vida ginecológica muito mais saudável! A razão disso tudo é o predomínio do estrogênio sobre a progesterona: quando estamos produzindo a todo vapor, há estrogênio e progesterona em proporções ideais, ou pelo menos deveria haver. Entretanto, a progesterona cai cerca de 75%, enquanto o estradiol cai em média 35%. Assim, durante a predominância estrogênica aumentamos a predisposição aos cânceres, principalmente o de mama e de útero, além de endometriose, síndrome dos ovários policísticos, osteoporose, ansiedade, depressão e tensão pré menstrual.

De 1940 até 2000 houve o aumento de 25% em quadros de miomas, 10% do câncer de mama, 20/30% de endometriose, e uma antecipação absurda da menarca: as meninas menstruavam por volta dos 14 anos e hoje, por volta dos 9.

As causas? Alterações endógenas que podem elevar desproporcionalmente o estrogênio, como obesidade causada por maus hábitos, doenças ovarianas e hepáticas e ainda dos xenoestrogênios, substâncias químicas que possuem similares estrogênicos com capacidade de “enganar” o organismo e bloquear nossos receptores hormonais, reduzir a síntese e transporte hormonal natural, alterar sua eliminação e impedir que os mesmos exerçam suas funções. A má notícia é que eles estão em quase todos os industrializados e a maioria das mulheres nem imagina:

– Agrotóxicos e fertilizantes;

– Inseticidas;

– Conservantes e corantes;

– Hormônios sintéticos (anticoncepcionais e sintéticos usados para reposição hormonal);

– Panelas de alumínio;

– Enlatados e embalagens plásticas (bisfenol A e fitalatos);

– Cosméticos (shampoos, desodorantes, perfumes, anticépticos orais, cremes dentais, esmaltes, protetores solares e hidratantes).

E para o que não temos como fugir como os poluentes a que estamos expostos involuntariamente, ou ao que não temos substitutos saudáveis, a solução é reduzir os efeitos já absorvidos.

– DESINTOXICAÇÃO INTESTINAL E HEPÁTICA: evite açúcares, carboidratos refinados, consuma fibras – elas carreiam substâncias químicas e melhoram a função intestinal -, consuma probióticos, beba água pura; evite álcool em excesso, alimente-se de alimentos antioxidantes e ricos em micronutrientes como as frutas e os vegetais.

– DRENAGEM LINFÁTICA: manual, pratique atividades físicas regulares, consuma gengibre.

– Faça reposição hormonal no momento certo, com hormônios ISOMOLECULARES, que mimetizem o seu organismo;

– Consuma INDOL-3-CARBINOL, um potente anti-estrogênico presente nas crucíferas (brócolis, couve-flor, couve, repolho…);

– Tenha bons pensamentos, pratique o BEM, faça atividades ao ar livre, faça respiração abdominal e CONTROLE O ESTRESSE

MELATONINA X CÂNCER.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015 1 comentários
Hormônio contra o câncer

Pesquisadoras brasileiras usaram a melatonina para combater células de câncer humano e evitar que elas se espalhem pelo corpo.


A melatonina é um hormônio secretado pela glândula pineal, cuja principal função conhecida é regular o sono, mas já se sabia que ela tem potencial de ação contra células do câncer e que sua ausência causa obesidade e diabetes - na verdade, alguns pesquisadores já chamam a melatonina de uma nova fonte da juventude.

Agora a equipe da professora Débora Zuccari, da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (SP), demonstrou a ação desse neuro-hormônio contra a metástase do câncer de mama, tanto em células cultivadas em laboratório, quanto em modelos animais.

Melatonina contra o câncer
O grupo de animais tratado com melatonina apresentou 40% menos metástase do que o grupo placebo.

"Esses dados reforçam a hipótese, já apontada em estudos anteriores do grupo, de que doses terapêuticas de melatonina - acima do que normalmente é encontrado no organismo humano - poderiam funcionar como adjuvante no tratamento do câncer," reforça Thaiz Ferraz Borin, principal responsável pelos novos experimentos.

Thaiz trabalhou com um tipo agressivo de tumor de mama conhecido como triplo negativo, que não responde nem ao tratamento antiestrogênico, nem à quimioterapia e nem à radioterapia, além de ter maior tendência a formar metástase.

Angiogênese
Segundo a pesquisadora, o objetivo é entender por meio de quais mecanismos a melatonina atua, pois isso pode favorecer novas abordagens terapêuticas contra o câncer.

"Nós temos estudado como a melatonina afeta a angiogênese (formação de novos vasos que vão nutrir o tumor), o microambiente tumoral (que pode favorecer ou dificultar a passagem das células malignas para a circulação), a formação de metástase e a expressão de proteínas e de microRNAs importantes para a progressão da doença," contou Débora.

A pesquisadora acrescenta que já está nos planos do grupo a realização de ensaios clínicos com pacientes portadores de câncer de mama que não respondem a outros tratamentos.


Fonte: Diário da Saúde.

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Apisnutri


O sono constitui-se em um aspecto fundamental da vida do ser humano. Possui função restauradora, de conservação de energia e de proteção. Sua privação pode determinar importante prejuízo em curto ou em longo prazo nas atividades diárias do paciente, causando adversidades sociais, somáticas, psicológicas ou cognitivas (1). 


As queixas relacionadas ao sono são muito prevalentes na prática clínica. A maioria dos pacientes procura atendimento médico por: dificuldade em iniciar ou manter sono, com múltiplos despertares durante a noite; despertar cedo; sono não restaurativo; movimentos/comportamento anormais durante a noite; fadiga ou sonolência diurna; dificuldade de concentração; irritabilidade; ansiedade; depressão; dores musculares (1). 

MAGNÉSIO O magnésio tem um efeito calmante no sistema nervoso, diminuindo a ati vidade simpáti ca, o que melhorará o sono e diminuirá as vezes que você acorda durante a noite.(2) Consequentemente, auxilia na recuperação muscular e na estimulação dos hormônios que são liberados durante o sono. A defi ciência dietéti ca de magnésio é positivamente correlacionada ao aumento da peroxidação lipídica e à diminuição da ati vidade anti oxidante (NIELSEN; LUKASKI, 2006). Pesquisas têm demonstrado que pessoas estressadas do ti po agressivas, ambiciosas, competi ti vas, que vivem sob tensão têm constante défi cit do magnésio muscular. Portanto, uma ingestão adequada de magnésio é essencial para manter as artérias relaxadas, à pressão arterial baixa e os bati mentos cardíacos regulares (RONSEIN, 2004). 

ZINCO O magnésio, zinco e vitamina B6 são cofatores importantes na síntese de serotonina, um percursor da melatonina, um hormônio que regula o ciclo circadiano e importante na iniciação do sono.(3) Num estudo duplo-cego, controlado por placebo e realizado em longo prazo em uma unidade de cuidados em Pavia, Itália, investigadores da Universidade de Pavia (Rondanelli. 2011) verificaram que a combinação de 5 mg de melatonina, 225 mg de magnésio, e 11,25 mg de zinco, misturada com 100 g de polpa de pera, ingerida 1 hora antes de deitar pode ser um tratamento eficaz para a insônia primária em indivíduos idosos(4). Para resumir os resultados, os pacientes que receberam o tratamento durante 8 semanas, dormiram durante mais tempo, de forma mais profunda, tiveram uma maior facilidade em se levantar pela manhã e de uma forma geral, estiveram num estado mais alerta do que aqueles que receberam um placebo (4). 

VITAMINA B6 A principal função metabólica da vitamina B6 é como coenzima. Tem um papel importante no metabolismo das proteínas, hidratos de carbono e lipídeos; as suas principais funções são: a produção de epinefrina, serotonina e outros neurotransmissores; a formação do ácido nicotínico da vitamina; a decomposição do glicogênio e o metabolismo dos amino- ácidos (5). A vitaminas B6 (piridoxina) auxilia na circulação, favorecendo a troca de energia entre as células, bem como atua nos processos metabó- licos que ocorrem enquanto dormimos (6). Sua deficiência pode causar alterações dermatológicas e neurológicas como: dermatite seborréica, fraqueza, insônia, neuropati as periféricas e anemia (Mahan & Stump, 2005). 

VITAMINA B9 Além de ser essencial para o desenvolvimento do sistema nervoso do feto, o folato é fundamental para a função cerebral adequada e desempenha um papel importante na capacidade cognitiva e na saúde mental e emocional. Segundo estudos realizados pelo Institute for Functional Medicine, na Flórida, mais de 40% dos casos de depressão são causados pela falta de folato no organismo Ele age como cofator na produção de serotonina, um neurotransmissor que garante o bom humor e favorece o sono (7). 

Referências: (1) Chokroverty S. Overview of sleep & sleep disorders. Indian J Med Res. 2010;131:126-40. (2) Omiya, K., Akashi, Y., Yoneyama, K., Osada, N., Tanabe, K., Miyake, F. Heart-Rate Response to Sympatheti c Nervous Sti mulati on, Exercise, and Magnesium Concentrati on in Various Sleep conditi ons. Internati onal Journal of Sport Nutriti on and Exercise Metabolism. 2009. 19
(2), 127-135. 
(3) htt p://www.fat-new-world.com/2013/06/zma-carencias-nutricionais-e-sono.html 
(4) Rondanelli M1, Opizzi A, Monteferrario F, Antoniello N, Manni R, Klersy C. The eff ect of melatonin, magnesium, and zinc on primary insomnia in long-term care facility residents in Italy: a double-blind, placebo- -controlled clinical trial. J Am Geriatr Soc. 2011 Jan;59(1):82-90. doi: 10.1111/j.1532-5415.2010.03232.x. 
(5) htt p://www.lersaude.com.br/quais-sao-as-vitaminas-do-complexo-b-porque-sao-essenciais/ (6) htt p://www.investi mentosenoti cias.com.br/noti cias/saude/alimentos-ricos-em-zinco-e-vitamina-b6-e-b12-melhoram-a-qualidade-do-sono 
(7) htt p://www.minhavida.com.br/alimentacao/tudo-sobre/18134-acido-folico-e-aliado-do-cerebro-das-gestantes-e-do-coracao

DIETA E STRESS PROVOCAM QUEDA DE CABELO EM MULHERES.

sábado, 3 de outubro de 2015 0 comentários
Um quinto (20%) das mulheres com mais de 25 anos na Grã Bretanha sofre com a queda de cabelo e a culpa é, sobretudo, das dietas radicais, do aumento do stress e do uso de contraceptivos orais. É o que diz uma pesquisa realizada pelo grupo Philip Kingsley, uma rede britânica especializada no assunto. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

De acordo com o estudo, realizado com duas mil pessoas, a maioria das mulheres que sofre com o problema tem entre 54 e 64 anos. Uma em cada oito (12%) tem menos de 35 anos. A queda de cabelo reflete diretamente no comportamento social: 51% das entrevistadas disseram que evitam tirar fotos, 47% contaram que deixam de ir a eventos e 40% evitam conhecer novas pessoas.

O tricologista (médico especialista em cabelo e couro cabeludo) Philip Kingsley, autor da pesquisa, acredita que a prevalência de perda de cabelo é ainda maior do que normalmente se pensa, porque muitas vezes as mulheres sofrem em silêncio. "Infelizmente, 30% das pessoas que sofrem não fizeram nada para resolver o problema, talvez por sentir vergonha de procurar ajuda.", disse Kingsley ao Daily Mail.

A perda de cabelo também pode ser causada pela genética, deficiência de ferro, doença da tireoide, Síndrome do Ovário Policístico (SOP) e outras alterações hormonais. Mas o especialista ressalta que dietas restritivas, excesso de alimentos processados, stress diário e alguns contraceptivos orais são os fatores que mais desencadeiam o problema.

"O stress crônico pode aumentar os níveis de andrógenos (hormônios masculinos) circulantes no sangue, o que pode levar à calvície", explica Kingsley. "A deficiência de ferritina, ferro armazenado que produz a proteína das células ciliadas, por sua vez, também leva à queda excessiva de cabelo", .

Os contraceptivos orais podem causar queda de cabelo quando contêm progestina, uma versão sintética da progesterona (hormônio feminino), com elevado nível de andrógenos.

O especialista ressalta que a perda de cabelo é um problema complexo, pois a maioria das mulheres só percebe a condição quando já perdeu cerca de 15% do volume do cabelo. O que significa que o problema começou muito antes de ela percebê-lo.

Fonte: Veja.

PESQUISAS SOBRE OS BENEFÍCIOS DO RABANETE.

segunda-feira, 30 de março de 2015 0 comentários
A raiz originária da região do Mar Mediterrâneo, historicamente sempre foi bastante apreciada no Egito, na Grécia e em Roma. Atualmente ela é muito utilizada e valorizada na culinária asiática. Na Europa também tem o seu valor, mas infelizmente no Brasil não é igual. Seu consumo ainda não é dos mais significativos.

Em documentos sobre as hortaliças, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Hortaliças informa que o rabanete é fonte de vitamina C, fósforo e fibras e que, por possuir poucas calorias, é recomendado para pessoas em dietas de emagrecimento.

A nutricionista Mirian Martinez, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, considera o alimento essencial para quem quer prevenir ou tratar a esteatose hepática. “Essa raiz tem uma essência responsável pelo sabor picante, que aumenta a secreção da bile pelo fígado”, afirma.

A enzima diatase é destaque no alimento pelo fato de ajudar na digestão dos amidos. Mas o rabanete traz outros benefícios à saúde, por conter fibras, vitamina C e minerais como potássio e fósforo. Suas substâncias antioxidantes, como a luteína e a zexantina, fazem dele um forte defensor da pele e combatente ao envelhecimento precoce. Então, da próxima vez que for ao mercado ou à feira, olhe com mais atenção para esta raiz.

Modo de usar: o rabanete deve ser consumido com casca e de diferentes maneiras. A melhor delas é crua, para o aproveitamento de todos os seus nutrientes. Sozinho ou acompanhado de outros legumes ou verduras e até frutas, como o kiwi, ele aparece mais em saladas. Quando cozido, seu sabor é menos picante, e integra bem pratos mais elaborados, como risotos, frangos e salpicão. O consumo pode ser diário em diversificados preparos, mas deve marcar presença à mesa pelo menos três ou quatros vezes por semana.

No exército de combate ao câncer de mama
Uma pesquisa realizada conjuntamente pelas universidades Flórida A&M e Texas A&M (EUA), mostrou que novos compostos sintetizados a partir de vegetais, entre eles o rabanete, podem combater o câncer de mama triplo-negativo, um tipo raro e agressivo da doença que é caracterizado por ter os três receptores (estrógeno, progesterona e her2) negativos, dificultando o ataque à doença com medicamentos, por não ter um receptor identificado. Apresentado em 2012 em um congresso farmacêutico nos Estados Unidos, o estudo mostrou que os compostos sintéticos derivados de vegetais que contêm a substância diindolilmetano (DIM) têm ação anticancerígena e são uma esperança na briga contra os tumores triplo-negativos.