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COMO A INFLAMAÇÃO AFETA A SAÚDE DO CORAÇÃO?

domingo, 5 de março de 2017 0 comentários
A inflamação é a forma como o seu corpo responde a um problema. Se lutando contra uma infecção ou câncer, ou curando-se de uma fratura óssea, seu corpo precisa fornecer células imunes e potentes para o local prejudicado através de sua corrente sanguínea, a fim de lutar e corrigir o problema.

Portanto, a inflamação é realmente projetada para ser um processo agudo que entra e sai de cena rapidamente. Quanto mais tempo as células imunológicas e de reparo permanecem em um local, maior a chance de que elas causem danos às células e aos tecidos saudáveis.

Explicando de maneira simples, uma inflamação crônica é uma inflamação aguda que não se resolveu adequadamente. O resultado é dano e doença. É por isso que a apontamos como denominador comum de todos os distúrbios relacionados à idade.

Todos os tecidos e órgãos são muito suscetíveis a danos inflamatórios. Mas isso é especialmente verdadeiro para o seu coração e vasos sanguíneos.

A inflamação crônica pode danificar as células musculares do coração, as válvulas cardíacas e o revestimento interno das artérias chamado de endotélio. Isso pode resultar na progressão do acúmulo de placa, pressão arterial elevada, batimentos cardíacos irregulares e até insuficiência cardíaca congestiva.

A inflamação crônica pode ser detectada através de exames de sangue, e um dos testes mais comuns – proteína C-reativa – aponta um fator de risco para doença cardíaca. Dois estudos publicados no New England Journal of Medicine validam o papel que a proteína C-reativa desempenha no aumento do risco de doença cardiovascular.

Os resultados mostram que as pessoas que atingiram os níveis mais baixos de proteína C-reativa tinham significativamente reduzidas as taxas de ataque cardíaco. Os estudos também mostraram que somente a redução dos níveis de proteína C-reativa (CRP) já reduz o risco de ataque cardíaco e retarda a progressão da aterosclerose. Por esta razão, os pesquisadores recomendam testar CRP e baixar seu nível, se necessário.

O que você come influencia a inflamação crônica.
Uma das melhores maneiras de controlar a inflamação é observar o que você come. Alguns alimentos como a proteína animal pode realmente aumentar a inflamação. Por quê? Porque contêm um composto químico chamado ácido araquidônico.

O ácido araquidônico é o precursor de proteínas sinalizadoras inflamatórias, como leucotrienos e citocinas. Quando estes sinais são liberados em sua corrente sanguínea, a inflamação aumenta e o dano do tecido pode ocorrer. Além disso, comer muita gordura saturada, açúcares simples e xaropes pode aumentar a proteína C-reativa, sendo que verduras, frutas e grãos integrais a regula para baixo.

Um estudo mostrou uma diminuição de 39% nos níveis de CRP após apenas oito semanas de uma dieta pobre em gordura saturada e rica em fibras. Os participantes do estudo também tiveram reduções em seu LDL, colesterol total, peso corporal e rigidez arterial.

Quais são os melhores nutrientes anti-inflamatórios?
Mesmo se alimentando saudavelmente, considere complementar com extrato de Boswellia – oriundo de uma árvore medicinal do Oriente Médio que produz uma seiva amarga contendo um composto chamado AKBA.

Este composto pode inibir uma enzima inflamatória poderosa chamada 5-LOX. Isto é importante porque esta enzima está implicada em cerca de 1 milhão de mortes nos Estados Unidos, desde doenças como Alzheimer, doenças cardíacas e acidente vascular cerebral.

Se você decidir complementar sua alimentação com um extrato de Boswellia, não se esqueça de escolher um que contenha altos teores de AKBA ativo. Os ácidos graxos ômega-3 EPA e DHA são outra escolha sábia. Você provavelmente já ouviu falar que o ômega-3 diminui a inflamação. Mas o que pode ser interessante saber é que quando você o combina com extrato de oliva, os efeitos produzidos são melhores.

E não se esqueça da curcumina, proveniente do açafrão indiano. Ela realmente inibe uma proteína inflamatória ainda mais poderosa chamada de fator nuclear-kappa B (NF-kappaB). NF-kappaB age como um interruptor para ativar os genes que produzem as respostas inflamatórias do corpo que podem acabar prejudicando seu sistema cardiovascular.

Lembre-se que a inflamação crônica é o denominador comum de todos os transtornos relacionados à idade. E isso é especialmente verdadeiro para o seu sistema cardiovascular.

Então, como você pode manter a inflamação sob controle? A resposta é simples:
Reduza os produtos de origem animal. Coma mais folhas verdes, frutas escuras e grãos. E considere a suplementação com nutrientes como o extrato de Boswellia, ômega-3 e curcumina.

Traduzido por Essential Nutrition.. Referências científicas no artigo original: Life extension.

5 ALIMENTOS ANTI-INFLAMATÓRIOS.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016 0 comentários
Algumas doenças inflamatórias, como colite, artrite, tendinite e até labirintite, podem ser decorrentes da má alimentação. Por isso, é importante manter refeições balanceadas e saudáveis, com alimentos que contêm propriedades anti-inflamatórias – assim, essas infecções podem ser combatidas. Pode apostar: quando você melhora sua alimentação, todo o organismo sente os efeitos! Que tal conhecer 5 alimentos anti-inflamatórios e apostar neles?
Foto Shutterstock.com

Mamão
Muito conhecido por favorecer o bom funcionamento do intestino, ele também atua na redução da inflamação. “Isso porque contém papaína – além das vitaminas C e E”, pontua a nutricionista Andrea Marim.

Abacate
A fruta, que é utilizada em pratos doces e salgados, abriga diversos compostos que combatem a inflamação. “Gordura insaturadas, como ácidos graxos, ômega 3, carotenoides e fitoesteróis”, cita Andrea. Além disso, é rico em fibras, por isso ajuda no controle do colesterol no sangue.

Mirtilo
Assim como as outras frutas vermelhas, é lembrado por agir em prol da saúde cardíaca. “As propriedades anti-inflamatórias parecem num composto chamado antocianina”, indica Andrea.

Azeite extravirgem
Pode ser consumido in natura, ou seja, colocado na comida após estar pronta. É um importante aliado da saúde do coração e possui propriedades anti-inflamatórias – devido à presença de ômega 3.

Alho
“A alicina age como um potente antioxidante, protegendo contra doenças inflamatórias e cardiovasculares”, afirma a nutricionista Greice Caroline Baggio. Esse componente também atua no fortalecimento do sistema imunológico e auxilia no combate aos vírus e bactérias.

Fonte: Alto Astral.

10 ALIMENTOS ANTIINFLAMATÓRIOS.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015 0 comentários
Top 10 Alimentos Anti-inflamatórios.
É amante de montanhismo e escaladas? Do ciclismo e das corridas? Com certeza você adora praticar esportes e não pensa em parar! Mas o desgaste e a possibilidade de lesões sempre existe para quem pratica regularmente qualquer tipo de atividade física. Para muitos atletas, a inflamação crônica é comum e pode ser prejudicial para o desempenho esportivo ou no pior dos casos, pode até impedir a prática de qualquer tipo de atividade!

O que é uma inflamação?
A inflamação é a resposta imunológica do corpo aos estímulos nocivos (patógenos, irritações, micróbios, células danificadas, lesões, etc.) Em outras palavras é a reação do organismo às lesões ou infecções.

A inflamação crônica ocorre quando as irritações permanecem por períodos prolongados. As inflamações podem durar semanas, meses ou no pior dos casos, até mesmo toda uma vida. Mas também pode ser sutil, escondida no intestino, onde você não verá qualquer evidência de inflamação, e você poderá sentir os efeitos ao longo do tempo. Alguns tipos de inflamações crônicas podem levar a doenças cardíacas, câncer, diabetes, artrite ou até Alzheimer.

Um grito de Socorro do seu Corpo.
A inflamação crônica não necessariamente aparece pelas atividades físicas de um atleta. Pode inclusive significar que seu corpo está dizendo que alguma coisa está errada ou que está faltando algo, podem ser vitaminas, minerais ou antioxidantes. Lembre-se que o estado de nossa saúde total, também depende do que colocamos no nosso corpo. Com alimentos anti-inflamatórios, o corpo vai ficar mais forte, vai se recuperar mais rápido e vai obter melhores resultados em qualquer esporte que pratique.
Por isso, a Fitness Magazine Brasil preparou uma lista com 10 super alimentos anti-inflamatórios que não devem faltar na sua dieta:

1) Sementes de cânhamo.
Estão repletas de omega-3, ácidos graxos essenciais que ajudam a reduzir a inflamação. Como o nosso corpo não produz esses ácidos graxos, a única maneira de obtê-los é através dos alimentos. Eles também podem ser encontrados nas sementes de chia, sementes de linhaça e nozes. Algumas outras fontes naturais de omega-3 são o inhame, rabanete, manjericão e brócolis.

2) Cúrcuma.
Cúrcuma contém vitamina B6, ferro e magnésio. Essas propriedades são ótimas para reduzir a inflamaçaõ, ajudando o crescimento de células vermelhas no sangue e a manter o sistema imunológico saudável. Adicione a cúrcuma à suas comidas!

3) Gengibre!
Contém compostos anti-inflamatórios, chamados gengiróis. Consumir gengibre regularmente pode ajudar a reduzir a dor muscular e inchaço, que são muitos frequentes nas pessoas que praticam esportes. O gengibre é perfeito para se consumir em bebidas (chás, smoothies, sucos) ou nas comidas!

4) Muito Feijão!
O feijão é um alimento cheio de proteínas e carregado de antioxidantes que ajudam a reduzir a inflamação. Muitos atletas obtêm proteínas por meio de carnes, infelizmente algumas carnes podem estar lotadas de hormônios, esteroides e antibióticos. Que tal obter parte das nossas proteínas do delicioso feijão?

5) Que Seja Extra Virgem!
Azeite Extra Virgem contém uma poderosa quantidade de antioxidantes, assim como ácido oleico (poderoso ácido graxo que diminui a inflamação). O azeite extra virgem é muito fácil de adicionar às nossas refeições, nos molhos, saladas ou como você preferir!

6) Sucos, não podem faltar.
O Suco natural é uma maneira muito gostosa de obter uma boa dose de vitaminas, minerais e antioxidantes para nutrir nosso corpo e combater todos os tipos de inflamação. Um suco por dia com certeza vai fazer a diferença!

7) Cerejas!
Cerejas contêm uma boa quantidade de antocianinas e antioxidantes que podem ajudar a reduzir os efeitos dos danos musculares ao longo do tempo. Consuma em sucos, geleia ou comendo diretamente, você decide!

8) Seja Verde.
Folhas verdes como espinafre, couve, alface entre outras têm alta concentração de vitamina E, cálcio e ferro que em nosso corpo têm a função de fazê-lo funcionar em melhores condições! Inclusive ajudando como um poderoso anti-inflamatório. Já tentou fazer um suco ou smoothie totalmente verde? E nas saladas, o verde não pode faltar!

9) Abacaxi.
Abacaxi contém uma enzima anti-inflamatória chamada bromelina. A bromelina ajuda a diminuir a dor o inchaço e hematomas. Além de ser delicioso, pode ser muito refrescante após seu treinamento!

10) Alho! 
Não apenas adiciona sabor, contém um composto de enxofre que pode impulsionar seu sistema imunológico e combater a inflamação. Com certeza ele não faltará na sua cozinha pois é um grande aliado para nossa saúde!

Atletas tenham cuidado!
Muitas pessoas usam bebidas energéticas e suplementos durante seus treinos para obterem melhores resultados, mas tenha cuidado, use com moderação, sempre leia as etiquetas e saiba o que está consumindo. Algumas substâncias podem causar inflamações e fazer com que sua recuperação pós treino seja mais lenta. Comer de forma saudável, beber muita água e um bom descanso são o melhor caminho para reduzir todos os tipos de inflamação!

Você tem uma rotina para prevenir ou diminuir a inflamação? Qual é sua comida anti-inflamatória favorita? Adoraríamos saber como você combate as inflamações.

TRATAMENTO NUTRICIONAL NAS DOENÇAS INFLAMATÓRIAS INTESTINAIS.

terça-feira, 15 de julho de 2014 0 comentários
Doenças inflamatórias intestinais, como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa, são enfermidades crônicas que acometem o trato digestório estando relacionadas a aspectos genéticos, imunológicos e ambientais. Dentre os aspectos ambientais, encontram-se os fatores dietéticos e, sugere-se que, dietas com baixo teor de fibras e altos conteúdos de açúcar, gordura animal, gorduras totais, ácidos graxos poliinsaturados ômega-6 e carnes, podem constituir fatores de risco para estas doenças.

A terapia nutricional tem como objetivo o controle dos sintomas, a prevenção e a correção da desnutrição e das diversas deficiências nutricionais e a redução das sequelas em longo prazo, incluindo o déficit de crescimento em crianças e a osteoporose em adultos.

Fase Ativa da Doença
Nesta fase é importante que a alimentação auxilie no controle dos sintomas como diarréia, dor abdominal, distensão e previna ou reverta a perda de peso através do uso de suplementos nutricionais adequados. A dieta deve ser hipercalórica, pelo aumento das necessidades energéticas em decorrência da inflamação (30 a 35 kcal/kg/dia), hiperprotéica (1,5 a 2,0g/kg/dia), hipolipídica (menos de 20% das calorias totais) e normoglicídica com restrição de carboidratos simples e alimentos que causam flatulência. O teor de fibras insolúveis e resíduos (lactose, por exemplo) deve ser restrito e a alimentação deve ser fracionada em seis a oito refeições ao dia, contendo pouco volume. As orientações dietéticas podem ser observadas na tabela 1.

Fase de Remissão da Doença Com a melhora clínica do paciente e o início da fase de remissão, podem ser incluídos os carboidratos simples como a sacarose (em quantidade moderada) e a lactose (progressivamente, caso não exista intolerância), deve-se aumentar gradativamente o conteúdo de fibras totais e insolúveis da dieta, mantendo-se moderado o teor de gordura (especialmente de ácidos graxos poliinsaturados ômega-6). As calorias devem ser adequadas ao estado nutricional do paciente. As orientações dietéticas podem ser observadas na tabela 1.

Fonte: Tratamento nutricional nas doenças inflamatórias intestinais. Revista Hupe

DIETA ANTI-INFLAMATÓRIA NO COMBATE À CELULITE.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013 0 comentários
Inflamação é a resposta do organismo frente a agressões físicas, químicas ou biológicas, quando o sistema de defesa aciona modificações hormonais, metabólicas e celulares. A região inflamada costuma apresentar aumento da vascularização e consequente dor, calor, rubor (vermelhidão) e edema (inchaço), podendo culminar na perda de função do tecido ou órgão, quando a ação passa de localizada e temporária a sistêmica e crônica - condição que pode favorecer da celulite ao câncer, passando pelos conhecidos sintomas respiratórios e pela dificuldade de emagrecer.
 
Fatos, como celulite presente em mulheres magras e ganho de peso insistente, apesar de dietas hipocalóricas, costumam ser vistos como grandes enigmas metabólicos, quando, na verdade, decorrem de processos inflamatórios desencadeados por uma combinação de maus hábitos alimentares, sedentarismo e herança genética.
 
A celulite, na verdade, é uma inflamação crônica, caracterizada por gordura aprisionada nos tecidos, que dificulta a renovação celular. Ainda, a inflamação reduz as atividades funcionais das células dos tecidos dérmico e subcutâneo, comprimindo vasos sanguíneos e linfáticos e causando não apenas a celulite, como também a deposição de gordura em diversas células, a acne, a flacidez e o envelhecimento precoce.
O funcionamento celular e de cada órgão ocorre na sua plenitude apenas quando o organismo está livre de toxinas e substâncias inflamatórias e recebendo todos os nutrientes necessários para suas funções, proporcionando um estado de equilíbrio capaz de controlar a integridade dos tecidos e até o apetite.
 
Frequentemente, alimentos pouco calóricos apresentam um teor tóxico tão elevado - oriundo de corantes, conservantes, agrotóxicos, fertilizantes, metais pesados, hormônios e medicamentos - que acabam promovendo maior ganho de peso do que alimentos ricos em energia, mas dotados de propriedades funcionais anti-inflamatórias e antioxidantes; nesse sentido, o consumo de gelatina dietética pode realmente engordar mais do que o de abacate.
 
Outros exemplos de alimentos pró-inflamatórios são os embutidos, as carnes gordas, o leite integral, os doces, os refrigerantes, os alimentos refinados, os enlatados e os produtos industrializados em geral. Ademais, esses itens também tendem a acidificar o nosso organismo. Para estar em equilíbrio e reduzir a produção de substâncias inflamatórias, o pH sanguíneo precisa manter a alcalinidade.
 
A abundância desses elementos faz com que a dieta ocidental típica ofereça de vinte a cinquenta vezes mais alimentos pró-inflamatórios do que anti-inflamatórios.
Encontramos exemplos de nutrientes com potencial anti-inflamatório no abacate e no azeite extravirgem de oliva (gordura monoinsaturada), na sardinha, no salmão e nas sementes de linhaça e de chia (ácidos graxos essenciais, os famosos ômegas) e nas frutas, nas hortaliças, nas leguminosas e nos produtos com cereais integrais na composição (carboidratos de baixo índice glicêmico, vitaminas e minerais).
 
Já compostos bioativos com ação anti-inflamatória podem ser encontrados, por exemplo, nas uvas (resveratrol), nas frutas vermelhas (antocianinas), na romã e na amora-preta (ácido elágico), no chá verde (catequinas), na maçã e nas frutas cítricas (quercetina), no tomate, na melancia e na goiaba (licopeno), no gengibre (gingerol), no azeite de oliva (tirosol), nas crucíferas, como brócolos e couve-flor (indol-3-carbinol e sulforafano), na cúrcuma (curcumina), na pimenta-vermelha (capsaicina), no própolis e nas hortaliças (apigenina) e na soja (genisteína).
 
Desse modo, a ingestão de elementos pró-inflamatórios, tão presentes na alimentação moderna, deve ser desencorajada e substituída pelo consumo frequente de alimentos anti-inflamatórios, os quais reinaram na era pré-industrial.
Portanto, no combate à celulite e a quaisquer disfunções de natureza inflamatória recomenda-se, como frequência, consumir uma porção de alimentos anti-inflamatórios a cada três horas, perfazendo, ao longo do dia, uma dieta rica em peixes, frutas, hortaliças, cereais integrais, leguminosas, mel, raízes, sementes, especiarias e ervas aromáticas.
Referências Científicas:
1. BASTOS, D. H. M.; ROGERO, M. M.; ARÊAS, J. A. G. Mecanismos de ação de compostos bioativos dos alimentos no contexto de processos inflamatórios relacionados à obesidade. Arq Bras Endocrinol Metab; 53(5): 646-656, 2009.
2. CABRERAS, C. Dieta anti-inflamatória. Revista Pense Leve, p. 18-24, julho 2012.
3. CAVALHEIRO, T. et al. Combo anticelulite. Revista Boa Forma, p. 100-110, setembro 2012.
4. JACQUES, A. C.; ZAMBIAZI, R. C. Fitoquímicos em amora-preta (Rubus spp). Semina: Ciências Agrárias; 32(1): 245-260, 2011.
5. KOPPENOL, W. H.; BOUNDS, P. L.; DANG, C. V. Otto Warburg’s contributions to current concepts of cancer metabolism. Nature Reviews – Cancer; 11: 325-337, 2011.
 
Fonte: VP Online, acesso em 22/11/2013.