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ENTENDA A IMPORTÂNCIA DO PODER DA MENTE PARA EMAGRECER.

terça-feira, 26 de setembro de 2017 0 comentários
Você está feliz com seu corpo? Você se considera acima do peso? Se a resposta para a segunda pergunta foi “sim”, saiba que você provavelmente faz parte dos 60% dos brasileiros que estão acima do peso. Vale lembrar que o problema da obesidade vai muito além da estética, pois este é um fator de risco para doenças como hipertensão, diabetes e câncer.

Dietas, restrições alimentares, atividades físicas, tratamentos estéticos, cirurgias plásticas, diversas modalidades de treinos… talvez você já tenha tentado algumas ou todas essas alternativas para conseguir emagrecer. Pode ser até que tenha dado certo, mas o mais provável é que você — assim como a maioria das pessoas — esteja se esquecendo de um fator essencial: a sua mente e o poder que ela tem sobre o processo de emagrecimento.

Os especialistas têm, cada vez mais, relacionado a obesidade à maneira como as pessoas pensam, e não apenas às comidas ingeridas e à quantidade de exercícios físicos realizada. Isso porque existe uma comunicação entre mente e corpo, e quem controla o comportamento humano é a nossa mente.
Como emagrecer usando o poder da mente

Confira alguns exercícios de Inteligência Emocional que podem lhe ajudar no processo de emagrecimento:
Relação com a comida

Faça, para si mesmo, os seguintes questionamentos:

– Quando criança, como era a relação da sua família com a comida? Como eram os hábitos? Havia excesso, restrição, controle, presença de alimentos saudáveis?

– Existia uma rotina com regras e horários para se alimentar?

– Você passou alguma necessidade alimentar?

– Quando sua família se reunia à mesa, eram momentos de alegria e união ou de brigas e discussões?

– O que seus pais ou cuidadores ensinaram e falaram sobre comida? Lembre-se de frases como “só pode brincar depois de comer tudo” ou “você está gordo”;

– Seus pais ou cuidadores davam comida sempre que você chorava ou estava irritado?

Identifique de que forma esses comportamentos e aprendizados se repetiram na sua vida. E, para cada uma das possibilidades acima, responda: é útil pensar assim e repetir esse comportamento? Qual seria a forma ideal?

Se você passou fome quando criança, por exemplo, pode ser que esteja comendo em excesso com medo de passar pela mesma dor novamente. Ou se as refeições na sua família eram cheias de brigas e discussões que chateavam você, pode ser que você precise se alimentar toda vez que algo lhe chateia, pois relacionou esse comportamento ao sentimento.

Gatilhos emocionais
Com qual idade você começou a engordar? Consegue associar algum gatilho (fato ou trauma) que levaram você a ganhar peso? Quais as frases você ouvia sobre sua aparência e acabou acreditando como verdade absoluta? (exemplo: “você é gordo”, “vai engordar se continuar comendo assim”, “ninguém vai ficar com você”).

Agora se questione: Essas frases são verdades? De que forma posso dar um novo significado a tudo isso com a maturidade que tenho hoje?

Identifique armadilhas
Faça uma lista das coisas que podem ter contribuído para seu processo de engorda, como: ingerir muita bebida alcoólica, comer muito fast-food, sair todos os dias para comer em restaurantes, não conhecer a qualidade dos alimentos que estava ingerindo, parar de fazer atividade física. Ter consciência do que fez você engordar é o primeiro passo para evitar cair de novo na mesma armadilha.

Identifique, ainda, quais emoções disparam sua vontade de comer (como raiva, ansiedade, tédio ou pressão) e como você pode aliviar esses sentimentos sem ser com comida. Experimente respirar fundo quando a ansiedade bater e ligar para alguém querido quando vier a tristeza, por exemplo. Encontrar alternativas práticas para acalmar seus sentimentos é um grande passo para trazer consciência.

Onde você quer chegar e qual caminho seguirá?
É muito mais fácil se comprometer com seus desafios e alcançar o resultado esperado tendo consciência do seu histórico alimentar, da sua relação com a comida, seus gatilhos e armadilhas. Portanto, coloque no papel o peso que você deseja alcançar, em quanto tempo quer chegar lá e quais estratégias usará.

Seja detalhista e inclua providências como adotar uma rotina de atividades, começar a preparar sua própria comida, não comprar alimentos disfuncionais no supermercado, evitar doces, eliminar frituras e todas as estratégias necessárias para chegar ao seu peso desejado.

Crie sua realidade
Pense em como você irá se sentir e se enxergar após atingir sua meta de peso. Antes de dormir e ao acordar, comprometa-se a gastar um minuto visualizando você mesmo dessa forma. Criar emoções positivas ajuda a gerar certeza e confiança na sua habilidade de alcançar o sucesso.

Fonte: Sbie.

VOCÊ SE BOICOTA?

quinta-feira, 18 de maio de 2017 1 comentários
Se você tentar responder essa pergunta de verdade, vai já me dar algumas informações a respeito daquilo que você faz de “errado” dentro do seu mindset, ou seja, dentro do seu funcionamento mental relacionado ao emagrecimento – no geral, vai me dizer alguns comportamentos que você acredita que não se encaixa para o objetivo que você se propõe.

E pode ser que isso não seja nenhuma novidade para você, pois pode ser que já esteja há tempos tendo que lidar com esses comportamentos que insistem em te tirar “dos trilhos”. Mas o que talvez você não saiba é que, sustentando estes comportamentos existem sentimentos, emoções e até uma imagem mental (como se fosse uma fotografia na sua mente). Por trás de um comportamento de autoboicote existe, praticamente, outro universo!

Este outro universo pode estar ligado ou não às crenças que você tem em relação à si mesma – que provavelmente está te prendendo também neste ciclo vicioso. Ou seja: entender seus mecanismos de boicote pode ser crucial para que você saia definitivamente deste ciclo negativo. O processo de coaching emocional permite uma investigação nos campos da relação entre emoções e comida – e o primeiro passo para que a gente mude, de fato, é reconhecer aquilo que acontece com a gente.

Muitas das pessoas que me procuram, relatam que são fracas porque não conseguem resistir a um pedaço de doce. Mas, qual é a representatividade deste doce na sua vida? O que ele significa pra você? Não são raras as vezes que descobrimos, juntas, que o doce é a única fonte de prazer que lhe sobrou na vida. E um prazer ainda bem “meia boca” pois vem repleto de culpa junto – culpa e a sustentação de um peso que poderia ser dispensado!

Bom, se este for o seu caso – o que só é possível observar e dizer com certeza quando você passa por essa investigação proposta pelo Coaching Emocional – é preciso avaliarmos o que está faltando e o que você está precisando preencher em sua vida para que você sinta mais satisfação e, com isso, maior bem estar psicológico. Essa é a forma mais segura e duradoura de ter uma boa dieta, por exemplo. Essa é a maneira mais verdadeira de lidar com o alimento e seus prazeres. E deixar de ser controlada pelos desejos sem fim, passando finalmente à controlá-los – de uma forma indireta, sem muitos sacrifícios, já que você reavalia a sua relação emocional com o alimento.

E não vale dizer que “tudo na sua vida está uma b*%$#&“. Talvez seja a sua maneira de ver as coisas, talvez sua vida precise de pequenas mudanças de atitude que vão impactar positivamente as outras áreas, enfim. Esta forma de ver sua vida já pode ser um boicote que justifica todo o resto…

Este trabalho não envolve criar uma repulsa por comida ou pelas coisas que você tanto gosta de comer. Envolve, sim, uma relação sadia com o alimento. Não uma relação de aprisionamento e descontrole, mas de liberdade e leveza. Se demora pra alcançar este estágio? Bom, depende da predisposição de cada uma para “colocar as coisas no lugar” e permitir-se essa transformação. Algumas funcionam mais rápido, outras mais devagar, e ainda há aquelas que desistem no meio do caminho.

Mudar é sempre mais difícil do que qualquer outra opção, mas eu te pergunto: até quando você vaimanter isso? Até quando vai se contentar em procurar este pouco de conforto nesta situação que está tão desconfortável e te machucando? Mudar requer abrir mão de uma série de coisas que achamos importante agora, mas depois que temos nossos ganhos pós-mudanças, vemos que o que conseguimos conquistar é muito maior do que aquilo que nos segurava lá atrás. E é nessa hora que você diz: por que não comecei antes?

FOME EMOCIONAL: RECONHEÇA PARA EVITAR EXCESSOS.

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A dificuldade em identificar, reconhecer e descrever estados emocionais, um nível baixo de consciência acerca das variações internas do nosso corpo, a dificuldade em correlacionar sentimentos com sensações físicas, uma alimentação irregular, são fatores de risco que nos tornam mais suscetíveis a iniciar uma alimentação do estilo emocional. Por isso é preciso prestar atenção.

A comida é para a maioria de nós uma fonte de prazer e energia e, é natural e saudável que gostemos de comer. Não é o simples ato de procurar um chocolate ou comer uma comida mais calórica que configura um problema.

O principal problema advém da frequência deste tipo de episódios, da intensidade da culpa que pode surgir e do grau de consciência relativamente ao que está a acontecer. Por exemplo, acontece por vezes ficar ansioso e procurar um bolo para substituir a peça de fruta que consome todas as tardes? Ou vai tomar um café e ao ver a vitrina dos bolos e salgados pensa: apetecia-me qualquer coisinha!

Tem consciência de que isso lhe acontece? Consegue parar de o fazer por sua livre vontade?

Comer somente quando sente fome (a física e não a emocional) não é fácil mas é uma prática que ajuda a evitar excessos.

Um artigo publicado no International Journal of Obesity que explora o poder da escala de fome ajuda a perceber o quanto estamos vulneráveis à fome emocional. Existem inúmeras medidas disponíveis para avaliar quando comemos demasiado em resposta a estímulos sociais, ambientais, emocionais e alimentares. Contudo, nenhuma dessas medidas foca realmente os aspetos do apetite, além do consumo alimentar.
Sofre de fome emocional? Faça o teste e verifique

O Poder da Escala de Fome (PFS) foi desenvolvido para avaliar o impacto psicológico de viver em ambientes de abundância alimentar, incidindo sobretudo na sensação de ser controlado pela comida. Esta escala avalia a capacidade de resposta aos alimentos em três níveis: quando o alimento está disponível, mas não está fisicamente presente; quando o alimento está presente, mas ainda não foi provado; quando o alimento foi provado pela primeira vez, mas não foi consumido.

É uma escala de fácil utilização. É composta por 15 itens, descrevendo possíveis situações com as quais todos estamos expostos no dia-a-dia.

Experimente preenchê-la usando como opções de resposta. Dê um clique na tabela para visualizar corretamente o questionário.


Agora some as respostas e divida o total por 15. Analise a pontuação obtida da seguinte forma:
  1. De 1,0 a 2,3: é improvável que esteja preocupado com os alimentos ou que perca o controlo sobre o seu comportamento alimentar
  2. De 2,4 a 3,6: está um pouco preocupado com a comida, mas não está suscetível a ter um problema a menos que esteja muito acima do peso recomendado
  3. De 3,7 a 5,0: está frequentemente preocupado com os alimentos e em risco de perder o controlo sobre a sua alimentação. Isto é especialmente problemático se também estiver significativamente acima do peso recomendado

Reconhecer os sinais de fome ajuda a distinguir quando se deve comer e quando se deve parar de comer, aprende-se a confiar no organismo, no que ele precisa e quando precisa.

É bastante importante identificar a emoção que está a sentir, em vez de a alimentar com comida.

Para superar a vontade enorme de comer, pode fazer uma lista de coisas rápidas e fáceis de que gosta – além de comer, depois é coloca-las em prática. Vejamos alguns exemplos: praticar exercício físico, caminhar a ouvir música, estar com pessoas de quem gosta. Pense em mais algumas! Quando começar a vontade de comer, mas que já sabe não é fome, use a sua lista. E fuja da tentação!

Referências: Beck, M. (2010). Eating to Live or Living to Eat? Health Journal. Obtido de http://www.wsj.com/articles/SB10001424052748704288204575363072381955744, a 19 de março de 2015; Cappelleri, J. C., Bushmakin, A. G., Gerber, R. A., Leidy, N. K., Sexton, C. C., Karlson, J., & Lowe, M. R. (2009). Evaluating the Power of Food Scale in obese subjects and a general sample of individuals: development and measurement properties. International Journal of Obesity, 33, pp. 913-922; Lowe, M. L., Butryn, M. L., Didie, E. R., Annunziato, R. A., Thomas, J. G., Crerand,C. E., . . . Halford, J. (2009). The Power of Food Scale: a new measure of the psychological influence of the food environment. Appetite, 53, pp. 114-118; Lowe, M. R., & Butryn, M. L. (2007); Eating for pleasure or just wanting to eat? Reconsidering sensory hedonic responses as a driver of obesity. Appetite, 47, pp. 10-17; Zheng, H., & Berthoud, H. R. (2007). Eating for pleasure or calories. Current Opinion in Pharmacology, 7, pp. 607-612.

CONHECER, ENTENDER, USAR: A ESCALA DA FOME.

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Saber distinguir quando tem fome, a fisiológica, da outra, a emocional, pode ser muito útil para o dia-a-dia.

A fome fisiológica é definida como sendo gradual, paciente, recetiva a diversos alimentos e termina quando são supridas as necessidades do organismo.

Pode identificar, se a sua fome é, de facto, fisiológica recorrendo a uma escala da fome.

Há vários tipos de escalas para medir a fome, mas a maioria é como esta que apresentamos e que foi desenvolvida pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). É composta por 10 níveis, onde 0 corresponde a “sem nada no estômago” e 10 indica que está “demasiado cheio, como um balão”.

Experimente preenchê-la quando pensar em comer. A sua utilização, pode ajudá-lo a fazer uma escolha mais consciente do que vai comer e da quantidade que irá ingerir.

Para isso basta situar nesta escala a fome que sente.
  1. Faminto: provavelmente com dor de cabeça. Não se consegue concentrar e começa a sentir-se tonto. Pode ter problemas de coordenação. Está sem energia e necessita de se deitar. Isto pode ocorrer durante uma dieta muito restritiva.
  2. Não tolera nada. Sente-se irritado, mal-humorado, com muita fome e com pouca energia. Pode até sentir náuseas. Está esfomeado.
  3. O desejo de comer é forte. Sente um vazio no estômago e a sua coordenação começa a diminuir.
  4. Começa a pensar em comida. O seu organismo dá sinal de querer comer. Está com alguma fome.
  5. O seu corpo tem energia suficiente, tanto ao nível físico e psicológico e começa a sentir-se satisfeito.
  6. Sente-se satisfeito e confortável.
  7. Passou o ponto da satisfação, no entanto ainda consegue arranjar espaço para comer um pouco mais. O seu corpo diz “não” e a mente diz “sim” para mais algumas garfadas.
  8. Já se sente cheio. Talvez fosse melhor não comer mais, mas está tão saboroso. Comer, para si, é a coisa mais importante e a sua vida centra-se na comida?
  9. Está realmente desconfortável. Sente-se pesado, cansado e inchado. Já não socializa, prefere estar sozinho ou ir deitar-se. Será que perdeu a oportunidade de confraternizar para se centrar na comida?
  10. Excessivamente cheio. Sente-se fisicamente desconfortável, não tem vontade de se mexer e sente que não volta a olhar mais, para comida.
Analise o seu grau da seguinte forma:
  • De 1 a 2: sente um enorme desejo de comer e é capaz de comer tudo o que encontrar
  • Entre 3 e 6: há um maior prazer no ato de comer e é possível fazê-lo até se sentir confortável
  • Igual ou superior a 6: está na altura de parar de comer. A partir deste grau já não está a comer porque tem fome fisiológica, mas sim por uma razão emocional.

Portanto, coma quando estiver entre 3 e 6.

Utilizar, algumas vezes, esta escala pode melhorar a sua relação com a comida e ficar atento aos sinais que o corpo emite, permitindo que se torne mais fácil ter controlo sobre a sua alimentação.

AUTOIMAGEM CORPORAL E FELICIDADE.

segunda-feira, 16 de maio de 2016 0 comentários
Autoimagem corporal está fortemente ligada à felicidade

Autoimagem corporal
Para descobrir a relação entre a percepção que as pessoas têm de seus corpos e seu nível de felicidade, ou satisfação geral com a vida, pesquisadores entrevistaram mais de 12.000 adultos nos EUA.


As perguntas foram focadas na personalidade, nas crenças acerca dos relacionamentos românticos, na autoestima, nas características pessoais e no tempo que cada pessoa gasta vendo televisão, um indicador indireto do quanto as pessoas cuidam do próprio bem-estar físico.

"Nosso estudo mostra que a sensação que homens e mulheres têm acerca do seu peso e da sua aparência desempenha um papel importante na satisfação que eles demonstram com suas vidas em geral", disse David Frederick, professor de psicologia na Universidade Chapman e principal autor do estudo.

Autoimagem e relacionamentos
As pessoas insatisfeitas com o seu peso relataram uma satisfação substancialmente menor com suas vidas sexuais, além de uma baixa autoestima geral.

Os resultados também mostraram que as orientações das pessoas em relação aos seus relacionamentos - conhecidas como "estilos de apego" - estão associadas com a forma como elas se sentem acerca dos seus corpos.

Pessoas com um estilo de apego "ansioso" estão frequentemente preocupadas com seus relacionamentos românticos e têm medo de que seus parceiros irão deixá-las.As mulheres com estilos de apego "ansioso" e "medroso" se mostraram mais insatisfeitas com sua aparência e peso.

Importância da aparência para homens e mulheres
Para as mulheres, a satisfação com a aparência foi o terceiro indicador mais forte de satisfação com a vida em geral, atrás apenas da satisfação com a situação financeira e da satisfação com o parceiro romântico.

Para os homens, a satisfação com a própria aparência foi o segundo mais forte indicador de satisfação com a vida, atrás apenas da satisfação com a situação financeira.

"Poucos homens (24%) e mulheres (20%) se sentem muito ou extremamente satisfeitos com o seu peso," disse Frederick. "Estes resultados são consistentes com a ênfase colocada na importância de ser magra para as mulheres e de parecer atlético ou esbelto para os homens. Parece, portanto, que ainda temos um longo caminho a percorrer antes de atingir a meta de [as pessoas se] sentirem realmente felizes com seus corpos."


"Ame o seu corpo" para perder peso.

Auto-imagem corporal
A obesidade aumenta o risco de diabetes e doenças cardíacas e pode reduzir significativamente a expectativa de vida de uma pessoa.

Por isso, não deveria ser surpresa que as pessoas que gostam mais de si mesmas deveriam lutar com maior determinação contra essa condição.

Pesquisadores das universidades Técnica de Lisboa e Bangor fundamentaram essa constatação, em um estudo que mostra que melhorar a autoimagem pode aumentar a eficácia dos programas de emagrecimento com base em dietas e exercícios.

Plano de intervenção comportamental
Os pesquisadores reuniram mulheres com sobrepeso e obesidade em um programa de perda de peso com um ano de duração.

Metade das mulheres recebeu informações sobre saúde em geral, sobre a boa nutrição, gerenciamento do estresse, e a importância de cuidar de si mesmas.

A outra metade participou de 30 sessões semanais em grupo (o plano de intervenção comportamental), onde foram discutidas questões como exercícios físicos, o comer emocional, melhoria da autoimagem corporal, e como reconhecer e superar barreiras pessoais à perda de peso e lapsos da dieta, o chamado efeito sanfona.

Conscientização
As mulheres do plano de intervenção comportamental melhoraram a imagem que tinham do próprio corpo e reduziram suas preocupações com as dimensões e a forma corporal.

Ao contrário do que possa parecer, contudo, mesmo se sentido muito melhores consigo mesmas, elas não se resignaram com seu peso.

Em comparação com o grupo controle, elas foram mais capazes de auto-regular sua alimentação e perderam muito mais peso - em média 7% do seu peso inicial, em comparação com menos de 2% para o grupo controle.

Problemas de imagem corporal
"Problemas de imagem corporal são muito comuns entre as pessoas com sobrepeso e obesidade, muitas vezes levando a padrões mais rígidos de alimentação, que são obstáculos para perder peso," dizem os pesquisadores.

"Nossos resultados mostraram uma forte correlação entre melhorias na imagem corporal, especialmente na redução da ansiedade sobre as opiniões de outras pessoas, e mudanças positivas no comportamento alimentar.

"Com isto, acreditamos que aprender a se relacionar com o próprio corpo de forma mais saudável é um aspecto importante para a manutenção da perda de peso e [isto é algo que] deve ser abordado em todos os programa de controle de peso."

COMO TRATAR A COMPULSÃO ALIMENTAR?

quinta-feira, 12 de maio de 2016 0 comentários
EuAtleta - mulher comendo (Foto: Getty Images)Compulsão alimentar é problema de saúde pública (Foto: Getty Images)
Diversos estudos tentam decifrar como ocorre o fenômeno da compulsão alimentar.

Ela é muito comum, principalmente, entre as mulheres que afirmam ter uma “dependência alimentar” ou serem “viciadas” em certos alimentos. Atualmente, há muita controvérsia na comunidade científica sobre quais são os mecanismos relacionados com a dependência alimentar e como ela poderia contribuir para o sobrepeso e para a obesidade. Em contraste, o vício em comida é amplamente discutido na mídia e o apoio público para sua existência parece ser muito forte. De fato, o estudo de Lee e colaboradores de 2013 mostra que mais de 85% das australianas e americanas acreditam que certos alimentos têm potencial viciante, e 72% acreditam que o vício em comida é responsável por alguns casos de obesidade. Mais impressionante é o estudo de Meadwos & Higgs, de 2013, que mostra que 52% das mulheres inglesas classificam-se como viciadas em alimentos. E como será que é no Brasil?

A compulsão alimentar é um problema de saúde pública e, pior, é subdiagnosticada pelos 
médicos. O estudo Kessler e colaboradores publicado em 2013 pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH) mostra que a compulsão alimentar representa um problema de saúde pública, pelo menos, igual a bulimia nervosa. Eles ainda ressaltam a importância clínica de questionar os pacientes sobre problemas alimentares, mesmo quando esses não estão incluídos entre as queixas apresentadas ao médico em consultas. 

Segundo o médico Higor Caldato, psiquiatra com formação em transtornos alimentares pela UFRJ, um episódio de compulsão alimentar acontece quando uma pessoa ingere uma quantidade de comida muito maior do que a maioria das pessoas comeriam em um mesmo intervalo de tempo, e acontece com uma sensação de descontrole, sem conseguir evitar comer ou para de comer. Além disso, segundo o psiquiatra a pessoa pode comer muito mais rapidamente que o habitual, sentir-se desconfortavelmente cheia, ingerir alimentos sem sentir de fato fome. 

O psiquiatra ainda esclarece que: “frequentemente estes episódios são seguidos por sofrimento, depressão ou culpa. As pessoas que apresentam transtorno de compulsão alimentar geralmente sentem vergonha de seus problemas alimentares e tentam ocultar os sintomas”. Assim, a doença acaba ocorrendo em segredo ou o mais discretamente possível, atrasando muitas vezes, a busca pelo adequado tratamento. Sem o devido tratamento, os pacientes continuam a sofrer calados.

COMO A CIÊNCIA EXPLICA A COMPULSÃO ALIMENTAR?
A compulsão alimentar é uma condição multifatorial estando envolvida com fatores socioculturais, psicológicos e, até, familiares. No entanto, atualmente existem explicações biológicas e estudos recentes mostram que, para algumas pessoas, os mesmos centros de recompensa e prazer do cérebro que são acionados por drogas que causam dependência, como cocaína e heroína por exemplo, são também ativadas por alimentos, especialmente aqueles altamente palatáveis como o açúcar e o sal. 

Como as drogas que causam dependência, os alimentos altamente palatáveis parecem 
desencadear a liberação de substâncias químicas, em especial a dopamina, no cérebro. Uma vez que as pessoas experimentam o prazer de comer certos alimentos ocorre o aumento da transmissão de dopamina e serotonina na via de recompensa no cérebro, assim elas rapidamente sentem a necessidade de comer novamente para sentir o mesmo prazer.

É o que evidencia o estudo de Wang e colaboradores onde a disponibilidade do receptor de dopamina (D2) está diminuída em indivíduos obesos. A dopamina modula circuitos de motivação e recompensa e, portanto, a deficiência de dopamina em indivíduos obesos pode perpetuar a compulsão alimentar como um meio para compensar a diminuição da ativação desses circuitos. 

QUAIS O SINAIS DA COMPULSÃO ALIMENTAR?
Veja se algumas dessas perguntas se aplicam a você? 

- Você come mais do que o previsto quando começa a comer certos alimentos? 
- Você come certos alimentos mesmo quando não está mais com fome?
- Você come algum alimento em excesso a ponto de sentir-se mal? 
- Você se preocupa em não comer certos tipos de alimentos? 
- Quando certos alimentos não estão disponíveis você sai de casa para obtê-los?
- Você evita situações profissionais ou sociais onde certos alimentos estão disponíveis por 
causa do medo de comer demais?
- Você tem problemas no seu trabalho ou escola por causa de comida?
- Comer alguns alimentos provocam problemas como depressão, ansiedade ou culpa?
- Você precisa comer mais e mais alimentos para reduzir as emoções negativas ou aumentar o prazer?
- Comer a mesma quantidade de alimentos não reduz as emoções negativas ou aumenta o 
prazer da maneira que costumava?

COMO TRATAR A COMPULSÃO ALIMENTAR?
O acompanhamento médico é indispensável para o diagnóstico e o tratamento da compulsão alimentar. Como normalmente esses indivíduos estão com sobrepeso ou são obesos o tratamento multidisciplinar é fundamental. Uma equipe formada por um psiquiatra, psicólogo, endocrinologista e o nutricionista pode trazer um resultado muito mais favorável para o paciente a longo prazo. 

O tratamento passa por medidas farmacológicas específicas com o objetivo de reduzir os 
episódios de compulsão alimentar e o peso corporal (quando associado a sobrepeso ou  obesidade). E medidas não farmacológicas como o acompanhamento nutricional para a melhora do comportamento alimentar inadequado e de psicoterapias, principalmente o cognitivo comportamental, que tem mostrado resultados significativos no tratamento da compulsão alimentar. Por isso, tenha equilíbrio nas suas escolhas e cuide-se sempre, nunca negligencie os sinais do seu organismo.

Referências:
1 – Wang G. et al. Brain dopamine and obesity. The Lancet Vol. 357, No. 9253, p354–357, 3 February 2001.
2 - Hardman CA. "Food addiction is real". The effects of exposure to this message on self-diagnosed food addiction and eating behaviour. Appetite. 2015 Aug;91:179-84.
3 - Lee, N. M., Lucke, J., Hall, W. D., Meurk, C., Boyle, F. M., & Carter, A. Public views on food addiction and obesity. Implications for policy and treatment. PLoS ONE, 8(9), e74836. 2013
4 - Meadows, A., & Higgs, S. I think, therefore I am? Characteristics of a non-clinical population of self-perceived food addicts. Appetite, 71, 482. 2013
5 - Hoyt, C. L., Burnette, J. L., & Auster-Gussman, L. (2014). “Obesity is a disease”. Examining the self-regulatory impact of this public-health message. Psychological Science, 25(4), 997–1002.
6 – Kessler C. et al. The prevalence and correlates of binge eating disorder in the WHO World Mental Health Surveys. Biol Psychiatry. 2013 May 1; 73(9): 904–914.

Fonte: Eu Atleta.

PLANEJE, UTILIZE DE FORMA SENSATA O SEU TEMPO A FIM DE EVITAR A COMPULSÃO ALIMENTAR.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012 0 comentários
Comer e fazer compras são atividades que dão prazer, mas algumas pessoas ficam “viciadas” por essas atitudes e isso pode ser um sinal de compulsão. Pessoas com comportamento compulsivo realizam essas atividades sem planejamento, com urgência e necessidade, e acabam se culpando e se arrependendo depois.
 
Por isso, a disciplina é fundamental no tratamento dessa patologia. Ocupar os períodos ociosos da agenda com atividades saudáveis evita com que esses tempos vazios sejam aproveitados com comportamentos impulsivos. Além disso, encontrar novos prazeres é uma alternativa para substituir as atividades que estimulam a compulsão.
Cozinhar, ir ao cinema, ouvir novas músicas, começar a freqüentar a academia, estudar ou até mesmo criar um animal de estimação são algumas das opções para evitar a depressão. Ou seja, quando você retira ou diminui da sua vida um ato que te dá prazer, você precisa de algo para ocupar e substituir esse ato.
 
 
 
Como a impulsividade faz a pessoa perder o controle em determinado momento, ter um amigo para conversar também pode ajudar a evitar que isso aconteça.
É importante, então, escolher alguém que não julgue e não dê bronca, mas que ajude a refletir sobre o problema e até interfira com atitudes simples, como diminuir o limite do cartão de crédito ou acompanhar nas idas aos supermercados, por exemplo. Caso esse amigo não possa acompanhar nos locais de "tentações", é preciso então evitá-los para não despertar vontades e impulsos.
 
Segundo o psiquiatra Alexandre Azevedo, saber diferenciar a compulsão da permissão também é importante. Por exemplo, a pessoa que vai ao shopping porque precisa de um sapato e acaba comprando vários pode ser compulsiva. Mas se ela vai já sabendo que vai gastar muito dinheiro, existe um planejamento, coisa que o compulsivo não faz, ou seja, é apenas perda de controle e irresponsabilidade.
 
No caso da comida, o endocrinologista Alfredo Halpern explicou que a compulsão acontece quando a pessoa come por desejo, sem limites e por necessidade. Por isso, uma das dicas é, quando ir ao supermercado, não estar com fome para não acabar comprando alimentos sem necessidade.
Além disso, fazer um diário da sua alimentação no dia a dia ajuda a recordar exatamente o que você comeu. Só o fato de parar para anotar já faz a pessoa pensar e até deixar de comer. Caso isso não aconteça, ela poderá analisar no dia seguinte se o que comeu foi dentro do normal ou exagerado.
 
Fonte: G1, Parte do texto: Descobrir prazeres e ocupar tempo livre ajuda a combater a compulsão. Especialistas explicaram como ocorre a compulsão por comida e compras. No caso da alimentação, anotar o que come e se planejar pode ajudar. Acesso em 19/10/2012.

COMPULSÃO ALIMENTAR E MECANISMOS DA FOME.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012 0 comentários
Comer demais de vez em quando é um problema que a maioria das pessoas enfrenta, principalmente nos finais de semana ou eventos especiais. Mas há aqueles que se descontrolam sempre na frente da comida, mesmo sem fome. Resultado: passam mal ou se sentem culpados.
 
O assalto à geladeira durante a noite também é característica da compulsão alimentar, um problema que atinge até 4% da população geral e 6% dos obesos – podendo alcançar metade dos indivíduos mórbidos, segundo dados da Associação Americana de Psiquiatria.
 
O compulsivo não tem hora para comer: é um "saco sem fundo" e abocanha qualquer coisa o tempo todo, mesmo quando o corpo não precisa de energia.
Como consequência, 75% das pessoas com esse distúrbio químico nos mecanismos da saciedade ganham muito peso, pois consomem mais calorias do que precisam por dia, principalmente na forma de doces e gorduras. Aquelas que não engordam, segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, é porque têm compensação calórica inconsciente ou um metabolismo muito bom.
 
Além disso, muitos indivíduos compulsivos também sofrem de depressão, ansiedade e outros transtornos psíquicos, como explicou o psiquiatra Adriano Segal.
O especialista disse que alguns pacientes chegam a comer alimentos crus ou congelados, não por prazer, mas por descontrole. E, num prazo curto de 2 horas, essa ingestão pode chegar a 15 mil calorias, sendo que um adulto normal precisa em média de 2 mil calorias por dia para viver.
 
De acordo com Halpern e Segal, a compulsão também pode estar associada a um transtorno bipolar e a uma personalidade de excessos, como acontece com compras e drogas, por exemplo. E os episódios de "ataque" são mais frequentes no fim da tarde e à noite, quando a pessoa chega a consumir até 50% das calorias totais daquele dia.
 
 
As mulheres costumam sofrer mais, e aliar esse comportamento a dietas malucas ou remédios para emagrecer sem prescrição médica.
 
Fonte: Imagem e parte do texto em G1, Compulsão alimentar é distúrbio químico nos mecanismos da fome. Comer demais, sem vontade, engolir rápido e sentir culpa são sinais. Três a cada quatro pessoas diagnosticas com o problema são obesas. 01/02/2012. Acesso em 07/09/2012.

HOMENS AUMENTAM O PESO DEPOIS DE SE TORNAREM PAIS.

sábado, 16 de junho de 2012 0 comentários

Pesquisadores britânicos descobriram que os homens engordam, em média, 9,5 kg depois de se tornarem pais. Os resultados sugerem que a falta de tempo para se exercitar e comer bem são responsáveis por esse ganho de peso.

Para o trabalho realizado pela Benenden Healthcare Society, os pesquisadores analisaram 2 mil pais britânicos.

"O estilo de vida moderno é agitado e este estudo mostra claramente o impacto que isso esta tendo sobre a paternidade. Descobrimos que a saúde do pai moderno está sofrendo pressão do lado do trabalho e da vida familiar. Como resultado, eles estão tomando atalhos com suas dietas, o que leva ao aumento de peso, um estilo de vida mais sedentário e, eventualmente, maiores riscos de saúde", afirma o pesquisador Paul Keenan.

O levantamento descobriu que 60% dos pais britânicos estão fora de forma e que isso eleva o risco de doença cardíaca, bem como afeta suas relações familiares. O estudo também descobriu que quatro em cada dez pais não são capazes de se exercitar porque estão exaustos demais. Em média, os dados mostraram que os homens engordaram quase 10 kg após se tornarem pais.

Segundo os pesquisadores, a unidade da família está sofrendo com essas mudanças no estilo de vida. Muitos pais se sentem cansados demais para brincar com seus filhos como uma consequência do excesso de trabalho e dieta ruim.

O estudo também questionou 500 jovens adultos (com idades entre 18 e 30 anos) sobre a saúde do seu pai.

Entre os jovens, 60% dizem que seu pai não está apto ou muito saudável e metade dos adultos jovens classificam o pai como acima do peso.

Um terço dos jovens acha que seu pai é teimoso e se recusa a lidar com questões de saúde, menos quando é pressionado.

"Os homens podem enfrentar uma dura batalha com a sua saúde quando se tornam pais. A pesquisa mostra ainda que seus filhos sabem disso. A doença cardíaca é a maior causa de morte prematura nos homens. Estamos mostrando que se eles quiserem ver seus filhos crescerem, precisam ficar saudável", concluem os pesquisadores.

Fonte:
I Saúde, Homens engordam, em média, quase 10 kg depois de se tornarem pais. Resultados sugerem que a falta de tempo para se exercitar e a dificuldade em comer bem são responsáveis pelo ganho de peso. Acesso em 16/06/2012.

GANHOU PESO NO TRABALHO ATUAL? FIQUE ATENTO!

quinta-feira, 14 de junho de 2012 0 comentários

Se você anda sentindo que o manequim tem aumentando nos últimos tempos, uma explicação para o fato pode estar no seu trabalho. Ao menos é o que aponta estudo do CareerBuilder, conduzido pela Harris Interactive com 5.700 trabalhadores, que revelou quais são as profissões que mais geram ganho de peso.
De acordo com o levantamento, quem trabalha como agente de viagens ou procurador/ juiz, por exemplo, tem mais chances de engordar. Veja abaixo as dez profissões que mais aumentam o número de manequim.
- Agente de viagens
- Procurador/ juiz
- Assistente social
- Professor
- Artista/ designer/ arquiteto
- Assistente administrativo
- Médico
- Serviços de proteção (polícia, bombeiro)
- Marketing/ relações públicas profissionais

Por que as profissionais ganham peso?
Segundo o estudo, 44% dos profissionais ganharam peso em seu trabalho atual, destes total, 26% engordaram mais de 10 quilos e 14% mais de 20 quilos. Em contrapartida, 16% dos entrevistados afirmaram terem perdido peso no trabalho atual.

Dentre os fatores que mais levam os profissionais a ganharem peso, o sedentarismo, ou seja, ficar sentado na mesa a maior parte do dia, é uma das causas mais apontadas (54%), o hábito de almoçar na própria mesa também é citado por boa parte dos entrevistados (56%) como uma das causas do ganho de peso.

Além destes dois itens, ainda foram mencionados o estresse (37%), o hábito de pular refeições por conta da falta de tempo (19%), as celebrações no local de trabalho (18%) e a pressão para comer doces e afins oferecidos pelos colegas (10%).
Para manter a forma
Para deixar os quilos extras longe do escritório, a vice-presidente de recursos humanos da CareerBuilder, Rosemary Haefner, dá algumas dicas:
- Troque o elevador pelas escadas;
- Sempre que possível, vá até a mesa dos colegas, em vez de enviar um e-mail ou falar por telefone;
- Opte por lanchinhos mais saudáveis e deixe frutas e vegetais na geladeira do escritório;
- Leve sua comida ;
- Troque cafés e sucos por água.

Fonte:
Administradores, De olho na balança: veja as profissões e os hábitos que mais aumentam o manequim. Segundo o estudo, 44% dos profissionais ganharam peso em seu trabalho atual, destes total, 26% engordaram mais de 10 quilos. Acesso em 14/06/2012.

PRIVAÇÃO DO SONO INFLUENCIA ESCOLHAS ALIMENTARES.

segunda-feira, 11 de junho de 2012 0 comentários
Exames de ressonância magnética revelam como a privação de sono prejudica regiões do cérebro humano responsável pelas escolhas alimentares. Estudo conduzido na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, tem potencial para explicar a ligação entre a perda de sono e a obesidade.
Vinte e três adultos saudáveis participaram em duas sessões utilizando ressonância magnética funcional (fMRI), uma após uma noite de sono normal, outra após uma noite de privação do sono. Em ambas as sessões, os participantes classificaram o quanto eles queriam vários itens alimentares mostrado a eles, enquanto eles estavam dentro do scanner.

"Nosso objetivo era ver se regiões específicas do cérebro associadas com o processamento de alimentos foram interrompidas pela privação do sono", diz a autora do estudo Stephanie Greer.

Resultados mostram que a privação do sono prejudica de forma significativa a atividade cerebral no lobo frontal, região responsável por controlar o comportamento e as escolhas complexas, tais como a seleção de alimentos. O estudo sugere que a perda de sono pode impedir o desenvolvimento de funções mais complexas do cérebro - que permite escolhas alimentares adequadas -, levando à utilização de áreas mais ligadas ao desejo básico.

Greer acrescenta que a falha verificada no lobo frontal responsável por otimizar a recolher informações necessárias para decidir sobre os tipos certos de alimentos para comer pode representar um mecanismo do cérebro que explica a ligação entre a perda de sono e a obesidade.

"Estes resultados lançam luz sobre como o cérebro é prejudicado pela privação do sono, levando a escolhas alimentares inadequadas", conclui a pesquisadora.

Privação do sono prejudica a atividade cerebral no lobo frontal, região responsável por controlar escolhas complexas, tais como a seleção de alimentos.

Fonte: I Saúde, Dormir pouco diminui capacidade do cérebro de escolher alimentos saudáveis. Perda de sono prejudica funções mais complexas do cérebro levando à utilização de áreas mais ligadas ao desejo básico. Acesso em 11/06/2012.

DEPENDÊNCIA? COMPULSÃO?

domingo, 27 de março de 2011 0 comentários
A chave para curar o vício por comida poderia
estar no equilíbrio dos neurotransmissores no cérebro.
A maioria das pessoas pensa em termos de dependência, em alcoolismo ou drogas, além do sexo, mas com a questão do aumento da obesidade em todo o mundo, é importante tomar nota que o alimento pode ser igualmente viciante.


Há muito tempo que se determinou que junk food não é saudável, mas não há provas suficientes para sustentar que os maus hábitos alimentares podem afetar seu cérebro. Sim, batatas fritas e chocolates podem alterar o seu cérebro em maneiras que você nunca imaginou.

A incapacidade de resistir a certos alimentos pode levar a sentimentos de falta de controle ou a "escravidão" (dependência) para comer, que é de fato um acréscimo: a escravidão torna-se um hábito.

A chave para curar o vício por comida poderia estar no equilíbrio dos neurotransmissores no cérebro. Quando estes estão fora de equilíbrio, você pode sentir-se deprimido, ansioso, irritado, etc. Seu cérebro irá começar a mandar sinais ao corpo que ele precisa mais, e você vai desejar alimentos que afetará diretamente os neurotransmissores. Um grande exemplo disso é o açúcar. Quando os níveis de serotonina estão baixos, muitas pessoas anseiam por algo doce.


Existem algumas maneiras saudáveis para reduzir o açúcar. Um apoio é o exercício. O exercício diário pode elevar os níveis de dopamina, aumentar o seu humor e reduzir a ansiedade pelo açúcar. Ficar bem hidratado é uma outra maneira de proteger o cérebro dos desequilíbrios. Ao comer, uma boa opção é comer alimentos naturalmente doces, como frutas, verduras e grãos integrais. Comer regularmente ao longo do dia (3 refeições e um lanche) também vai reduzir os desejos pelos doces.

Aqui está uma lista de alimentos que podem ajudar a manter níveis de dopamina:
■ frango
■ peixes
■ produtos lácteos
■ amêndoas
■ abacates
■ bananas
■ leguminosas
■ produtos de soja
■ abóbora
■ sementes de gergelim
Se você está começando a ficar com a sensação de que você está perdendo o controle sobre o que consome, [...] você pode fornecer ao seu cérebro substâncias de que necessita para restaurar o seu funcionamento normal, muitas vezes sem o uso de medicamentos.

Fonte: Parte do texto traduzido por Dr. Carolyn Coker Ross, MD MPH, autora, oradora e especialista na área de Transtornos Alimentares. Atualmente tem um consultório particular especializado no tratamento de transtornos alimentares, vícios, e obesidade. Seu último livro foi The Binge Eating and Compulsive Overeating Workbook (A compulsão periódica e comer compulsivo), (New Harbinger Pub/ Jul 2009).

A compulsão e demais transtornos alimentares são assuntos complexos, que exigem cautela, estudos nos ajudam à entender o que ocorre no cérebro e organismo como um todo. Aos primeiros sinais de dependência ou compulsão, busque ajuda, autoconhecimento e autocontrole, leia mais sobre o assunto, mantenha alimentos saudáveis por perto. Note que apreciar um que outro alimento e/ou ter preferência, é diferente de ter compulsão ou dependência. Cuide-se!

Combate à fome!

sábado, 16 de outubro de 2010 0 comentários

Acesse http://www.1billionhungry.org/faobrasil/

O desperdício, o consumo em demasia de alimentos de origem animal e produtos industrializados, com menor valorização aos de origem vegetal, a maior oferta de um lado; e a fome e a desnutrição de outro.

Embora o sobrepeso e obesidade têm nos preocupado, a fome, a desnutrição e a insegurança alimentar são fatores que devem ser revistos, especial no Dia Mundial da Alimentação, discutido hoje e promovido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), já que cerca de 1 bilhão de pessoas passam fome em todo o mundo.

A desnutrição e mortalidade infantil é evitável, melhor acesso aos alimentos, otimização nos cuidados com à saúde, inventivo ao aleitamento exclusivo durante os primeiros 6 meses de vida, mantendo-se até os 2 anos, são intervenções necessárias. Com o que você vêm contribuindo para reduzir a fome no mundo?


Compulsão alimentar pode contribuir a longo prazo em aumentar a gordura corporal.

terça-feira, 24 de agosto de 2010 0 comentários

Mesmo o curto período de ingestão excessiva
e falta de exercícios
podem potencialmente alterar a fisiologia de uma pessoa,
o que torna mais difícil de perder e manter o peso posteriormente.
 Pequenos momentos de bula parece ter um efeito a longo prazo sobre o peso corporal.

Indivíduos que consumiram grande quantidade de comida durante 4 semanas e fizeram pouco exercício ganharam em média de 6,4 kg de peso.
Dois anos depois, os sinais de aumento da gordura corporal eram ainda aparentes, conforme o estudo da Universidade de Linkoping. Os pesquisadores estudaram um grupo de 18 adultos com idade média de 26 anos.
Os participantes tiveram sua atividade física limitada a 5.000 passos por dia, considerado como equivalente a uma vida sedentária. Seis meses após aumentar a sua ingestão de alimentos altamente energéticos em 70%, os indivíduos tinham perdido a maior parte do ganho de peso, cerca de 5 kg. No entanto, doze meses depois o peso corporal aumentou em 1,5 kg.

O estudo também constatou um aumento na massa de gordura de 1,4 kg, e após 2 anos e meio, o aumento médio no peso corporal foi 3,1 kg. O estudo sugere que mesmo um curto período de ingestão excessiva e falta de exercícios podem potencialmente alterar a fisiologia de uma pessoa, o que torna mais difícil de perder e manter o peso posteriormente.
Consumir grande densidade calórica em curto período e descontar nos exercícios físicos ou mesmo iniciar uma nova dieta na segunda-feira, sempre me pareceu não ser nada agradável!
O estudo foi publicado na revista Nutrition and Metabolism.

Rotina estressante e equilíbrio nutricional.

quinta-feira, 23 de julho de 2009 0 comentários
Manter uma dieta equilibrada ajuda a melhorar a saúde e manter a qualidade de vida, certo? No entanto, manter uma rotina estressante e a agenda cheia de compromissos, seja no trabalho, nas relações familiares e sociais, além de privação de sono, são as causas mais comuns que levam os pacientes a procurarem tratamento nutricional para a obesidade, pois parte deles relacionam seu ganho de peso ao estresse.
O organismo responde à situações estressantes, aumentando o estado de alerta diante de novas situações, seja por adaptações físicas ou comportamentais. O comportamento alimentar é o que mais se altera nessas horas, as pessoas comem muito mais quando estão expostas a situações que lhes causam desconforto, levando até mesmo a compulsão alimentar, comer para aliviar o estresse está se tornando um comportamento muito comum.
Em casos, onde a compulsão está se tornando uma rotina comum, procure ajuda e lembre-se sempre, nenhum alimento, irá resolver qualquer situação.
Por Greice Caroline Baggio.