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O AÇAÍ CABE EM DIETAS DE EMAGRECIMENTO?

quarta-feira, 19 de julho de 2017 0 comentários
O açaí cabe em dietas de emagrecimento?
Sim! A fruta é um importante alimento amazônico com propriedades antioxidantes (Barbosa et al., 2016) e antiiflamatórias, que contribuem para um melhor metabolismo celular. Tais substâncias também são capazes de prevenir o envelhecimento precoce e o câncer, além de fortalecer o sistema imune.

Mas vá com cautela. A polpa com 100g fornece aproximadamente 247 calorias. O açaí é rico em gorduras e se consumido com frutas, granola, mel, xarope de guaraná (e outras extravagâncias como leite condensado e suplementos proteicos) pode fornecer até 1.000 kcal em uma tijela média.

Mesmo assim, por ser uma fruta gordurosa, aumenta a saciedade, o que pode reduzir a compulsão alimentar e contribuir para a perda de peso. Você pode bater a polpa com morangos ou banana, de preferência bem maduros, já que o ideal é não adoçar (ou usar apenas estévia). Evite adicionar açúcar, mel ou xarope de guaraná para ter ainda os benefícios das antocianinas em termos de redução da glicemia, dos níveis de colesterol (Udani et al., 2011).

Açaí reduz acúmulo de proteína beta-amilóide no cérebro
O açaízeiro é uma árvore da região amazônica. Seu fruto (o açaí) é rico em antioxidantes (antocianinas e vitamina C), os quais são muito bem absorvidos assim que chegam ao intestino. Estudos em camundongos, mostram que o tais compostos, disponibilizados como extrato de açaí, podem contribuir para a prevenção de danos oxidativos e muitas doenças, inclusive o Alzheimer já que ajuda a reduzir o acúmulo de proteína beta-amilóide no cérebro. Contudo, a quantidade de antocianinas extraídas do açaí usadas nos estudos envolvendo o cérebro equivale a mais de 1.000 copos de açaí... É por isto que a indústria de nutracêuticos busca extrair os compostos ativos dos vegetais concentrando-os em cápsulas ou outros veículos.

Isto não quer dizer que o açaí não tenha benefício nenhum, mas sozinho não fará milagres. Além disso uma dieta ruim com açaí não surtirá os efeitos positivos esperados. Nem uma dieta ruim com cápsulas de açaí ou de seus compostos ativos.

Dietas inflamatórias (pobres em vegetais, ricas em açúcares, laticínios e carnes - principalmente processadas), inatividade física, estresse e diabetes tipo 2 são fatores de risco importantes para o desenvolvimento do Alzheimer. A modificação destes fatores de risco é mais importante do que uma estratégia isolada. Quanto à alimentação, uma dieta variada e baseada em vegetal ainda é a melhor forma de prevenir doenças, inclusive as neurodegenerativas.

AÇAÍ MELHORA A FUNÇÃO VASCULAR E REDUZ ESTRESSE OXIDATIVO EM HOMENS SAUDÁVEIS COM SOBREPESO.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017 0 comentários
O açaí (Euterpe oleracea) é um pequeno fruto cultivado na América do Sul, conhecido por sua alta concentração de flavonoides – um tipo de polifenol. Nos últimos anos, o fruto se tornou famoso no mercado global de saúde e muitas vezes se encontra disponível como suplemento em pó ou como um constituinte menor em alimentos como bebidas ou iogurtes de frutas.

Os polifenóis, compostos bioativos encontrados em plantas, têm sido amplamente estudados por sua capacidade de reduzir a atividade de radicais livres in vitro. Eles foram mostrados para potencialmente melhorar a função vascular, reduzir a pressão arterial, melhorar a sensibilidade à insulina, diminuir a concentração do colesterol LDL e modular a resposta inflamatória.

Um estudo publicado recentemente no American Journal of Clinical Nutrition examinou o efeito do consumo de um smoothie de açaí na função vascular, estresse oxidativo, pressão arterial, frequência cardíaca e glicose.

Nesta intervenção dietética aguda, randomizada, controlada, duplo-cega e cruzada, o purê de açaí foi misturado com uma banana, como é tipicamente preparado no Brasil, e foi ingerido depois de um café da manhã rico em gordura. Os autores procuraram avaliar o efeito atenuante do fruto rico em flavonoides sobre o impacto vascular negativo causado pela refeição carregada de gordura.

Vinte e três voluntários masculinos britânicos com excesso de peso receberam um café da manhã rico em gordura, seguido por um smoothie de açaí contendo 694mg de polifenóis, ou um smoothie de controle com teor de micronutrientes semelhante, mas contendo menos de 10mg de polifenóis. Os voluntários eram saudáveis com idade entre 30 e 65 e com um índice de massa corporal entre 25 e 30. As avaliações foram realizadas às 2, 4 e 6 horas após a refeição.

O desfecho primário foi a avaliação da função endotelial da artéria braquial pela dilatação mediada pelo fluxo (DMF). A DMF é uma medida da função vascular e um marcador bem estabelecido de risco de doença cardiovascular. Outros marcadores de doença avaliados – indicativos de risco de doença cardiovascular – incluíam estresse oxidativo, pressão sanguínea, frequência cardíaca e resposta à glicose.

Os pesquisadores descobriram que os homens que consumiram o smoothie de açaí experimentaram um aumento na DMF de 1,4% na segunda hora e 0,8% na sexta hora. Os voluntários que consumiram o smoothie de controle tiveram um aumento na DMF de 0,4% e uma diminuição de -0,3% nos respectivos tempos de avaliação. Os resultados também indicaram uma redução significativa no estresse oxidativo após o consumo de açaí em relação ao grupo controle. Não houve alterações significativas na pressão arterial, frequência cardíaca ou resposta à glicose no grupo polifenol ou no grupo controle. No entanto, o pico de insulina duas horas após o início da intervenção foi mais elevado para os homens que consumiram a refeição rica em açaí em relação ao grupo de controle.

Intervenções que reduzam o ônus das doenças cardiovasculares são desejáveis, particularmente na determinação de programas de saúde pública. Estudos anteriores indicaram que uma dieta rica em frutas e vegetais pode proteger contra as doenças cardiovasculares. No entanto, permanece a necessidade de identificar determinados alimentos vegetais que oferecem um forte efeito protetor e de compreender os mecanismos envolvidos na forma como eles impedem a doença.

Pesquisas anteriores demonstraram que o consumo de mirtilos ricos em polifenóis melhorou os fatores de risco associados à síndrome metabólica, diabetes e doenças cardiovasculares, e também pode ter um efeito benéfico sobre a dilatação mediada pelo fluxo. Outros estudos demonstraram que alimentos ricos em polifenóis, como cacau, chá verde e uvas, também podem melhorar a DMF.

Este estudo foi a primeira intervenção dietética controlada em seres humanos que demonstrou os benefícios do consumo de açaí sobre o risco de doença cardiovascular com uma avaliação bem validada.

Os autores sugerem que a pesquisa futura deve examinar os efeitos do consumo do fruto em longo prazo em vez de uma intervenção dietética de curto prazo, e deve avaliar seus benefícios em outros grupos diferentes de homens saudáveis com excesso de peso.


Traduzido por Essential Nutrition.

AÇAÍ ENGORDA?

terça-feira, 6 de dezembro de 2016 0 comentários

Açaí engorda ou emagrece? Essa é das perguntas mais feitas em sites de busca na internet, e também uma das mais difíceis de responder. A composição nutricional do produto final depende da qualidade da polpa da fruta e do xarope de guaraná, além da quantidade usada de um e de outro. Mas, em linhas gerais, é possível delinear as informações nutricionais de açaí médio.


Se engorda ou emagrece depende das suas escolhas:

EuAtleta AÇAÍ Engorda_1 (Foto: Eu Atleta | Arte | foto: Getty Image)
EuAtleta AÇAÍ Engorda 2 ESTE (Foto: Eu Atleta | Arte Info)




EuAtleta AÇAÍ Engorda_3 (Foto: Eu Atleta | Arte | foto: Getty Image)
EuAtleta AÇAÍ Engorda_4 (Foto: Eu Atleta | Arte | fotos: arquivo pessoal)

Fonte: Eu atleta.

AÇAÍ ORGÂNICO: FONTE DE ENERGIA QUE COMBATE O ENVELHECIMENTO.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015 0 comentários
O Pará abriga a maior reserva natural de açaí, respondendo por 95% da produção nacional.
Você já ouviu falar no “fruto que chora”? Em língua tupi, essa é a tradução, por extenso, de açaí, que pode ser explicada pela grande quantidade de líquido que é extraída de seu interior. Espécie tipicamente silvestre, o açaizeiro – a árvore que produz o açaí -, é um tipo de palmeira nativa da Amazônia, encontrada em diversos estados brasileiros, como o Amapá e o Mato Grosso, e também em outros países, como a Venezuela e o Equador. No entanto, é o Pará que abriga a maior parte da reserva natural do fruto, respondendo por 95% de sua produção nacional.

Para o consumidor, o açaí revela-se um excelente complemento alimentar, com propriedades antioxidantes, graças à presença de substâncias como carotenóides, antocianinas, compostos fenólicos, beta caroteno e licopeno, que ajudam a combater os radicais livres – responsáveis pelos processos degenerativos do organismo, entre eles, o envelhecimento. Sua polpa contém cálcio, ferro, fósforo, fibras, potássio, proteínas, vitaminas B1, B2, C e gordura vegetal semelhante ao óleo de oliva.

Produção orgânica
O fruto produzido de forma orgânica é um aliado, em potencial, da saúde, e requer cuidados especiais. “O açaí orgânico apresenta grandes diferenças antes mesmo da colheita. Tudo começa a partir da aplicação de técnicas de manejo agroflorestal em áreas certificadas, passando por cuidados importantes durante a colheita, as chamadas Boas Práticas de Campo, seguindo para o acondicionamento adequado no transporte até a indústria. Cada etapa requer acompanhamentos e registros” – explica Leonilda Fagundes, diretora da Bio EcoBrazil – empresa que acumula experiência de quase dez anos na cadeia produtiva do açaí no estado do Pará.

Leonilda informa que o processamento do açaí orgânico deve ocorrer em menos de 24 horas após a colheita. “Um dos principais fatores determinantes na conservação dos benefícios antioxidantes é a rapidez para o processamento. Do contrário, perde-se as propriedades do fruto. Quanto mais fresco ele for processado, há mais chances de preservar seus fatores nutricionais. Além disso, o sistema de processamento do açaí orgânico consegue acompanhar com mais segurança os pontos contaminantes ao longo da cadeia produtiva”.

“Todos esses procedimentos”, ressalta Leonilda, “asseguram que o açaí a ser consumido esteja integro não só em relação à segurança alimentar, mas também no tocante à responsabilidade humana que envolve o grupo de produtores extrativistas e o consumidor final”.

A nível industrial, a diretora lembra que a indústria processadora da matéria prima orgânica deve ser auditada por instituições certificadoras, e credenciadas em âmbito internacional. Além disso, é bom frisar que, desde o início de 2011, o Ministério da Agricultura passou a exigir a utilização do Selo Orgânico Brasileiro, garantindo ao consumidor que o produto passou por auditoria.

Já a diretora técnica da BioSafe Segurança de Alimentos, Cynthia Annes Rubião, vai mais além quanto às boas práticas de fabricação: “Os procedimentos que visam a garantir a segurança dos alimentos reduzem ao máximo todos os tipos de contaminação microbiológica, química e física. O açaí é um fruto que está particularmente suscetível a conter uma concentração perigosa de microorganismos, principalmente bactérias, já que é constituído por altos teores de proteínas e gorduras. Sendo assim, a higiene durante a produção e o processamento térmico são excelentes medidas para se prevenir a veiculação de possíveis doenças”.

Consumo
Pesquisa recente realizada pela Universidade Federal do Pará revelou que uma tigela de açaí supre o total diário de fibras necessárias a um adulto, ajudando inclusive na regularização das funções intestinais.

No entanto, o critério para uma possível substituição da refeição requer muito cuidado. É o que informa a nutricionista Adriana Bassoul, do Sítio do Moinho. “Uma refeição deve ser composta por alimentos que proporcionem equilíbrio. O açaí é calórico e nutritivo, mas é importante lembrar que cada indivíduo tem necessidades nutricionais diferentes e que devem ser respeitadas”.

Outro fator determinante na escolha do produto é o conteúdo. “É importante prestar atenção nos ingredientes dos açaís comercializados. Muitas vezes são misturados com outros ingredientes, e isso faz com que suas características originais fiquem diluídas ou diferenciadas” – alerta Adriana.

Leonilda Fagundes, da Bio EcoBrazil, segue a mesma linha de pensamento. “Os nutrientes presentes no açaí são muitos, mas é necessário prudência com as receitas que acrescentam xaropes e outras substâncias, ou seja, um turbilhão de calorias vazias que não terão outra função no organismo a não ser engordar”. Segundo a empresária, “os benefícios são maiores quando o fruto é consumido puro, na forma de polpa. Quanto mais aditivos contiver a composição, menor será o efeito do alimento em si”.

Por ser considerado calórico (100 gramas possui cerca de 247 calorias), o açaí – que também pode ser encontrado em algumas marcas de barras de cereais orgânicas – deve ser consumido, segundo especialistas, em associação à prática de exercícios físicos. Neste caso, torna-se uma excelente fonte de energia, isto é, uma “caloria do bem”.

AÇAÍ: PODER ANTIOXIDANTE A FAVOR DA SAÚDE.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 0 comentários
Conhecido por suas propriedades energéticas, o açaí tem se mostrado um importante aliado da saúde graças ao seu alto teor de flavonoides do tipo antocianinas, substâncias presentes nos alimentos de cor roxa e que funcionam como poderoso antioxidante, garantindo melhor circulação sanguínea e protegendo o organismo contra doenças. A fruta também é fonte de energia e rica em fibras, pouco consumidas no padrão alimentar atual no Brasil e que contribuem para o emagrecimento, pois conferem sensação de saciedade, auxiliam na função do intestino e evitam a obstipação intestinal. Além disso, agem no controle da glicemia, de triglicérides e de colesterol sanguíneo. 

Nas regiões sul e sudeste, principalmente, o consumo da fruta costuma ser associado com guaraná ou granola, que possuem açúcar, o que transforma o fruto em um alimento energético. “Para ter ideia, meio litro de açaí substitui uma refeição, então, quando se almoça ou janta e, em seguida, se ingere açaí como suco ou sobremesa, o indivíduo pode considerar que fez a refeição duas vezes”, observa o cardiologista Eduardo Augusto Costa, professor associado e coordenador da disciplina de Cardiologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará (UFPA).

O potencial antioxidante do açaí é comprovado em inúmeros estudos e também vem sendo associado a um menor risco de doenças cardiovasculares. Segundo a nutricionista Renata Cintra, professora do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (IBB-UNESP), campus Botucatu, a presença de antioxidantes e fibras na alimentação são fatores que, realmente, reduzem o risco dessas doenças, pois diminuem o colesterol, agem contra a oxidação dos lipídeos e o risco de formação de placas de aterosclerose, principal causa de morte no mundo. 

Abundante nas mesas paraenses, o açaí é prato principal de muitas famílias em alguns municípios daquele Estado como, por exemplo, em Igarapé­Miri. Ao consumir o fruto diariamente, essa população não sabia que estava se prevenindo contra a aterosclerose, até que os pesquisadores da UFPA conseguiram demonstrar, por meio de estudo científico, o efeito positivo do alimento. Os cientistas, que desenvolvem uma linha de estudos pioneira no Brasil há 10 anos, queriam saber se o consumo do açaí auxiliava na prevenção de doenças cardíacas. Para isso, acompanharam 346 homens com idade acima dos 35 anos. Destes, 277 consumiram suco de açaí diariamente. 

Após uma bateria de exames, os resultados apontaram que o grupo consumidor do açaí apresentou taxas de HDL-colesterol elevado e de LDL­colesterol normal e, para os que não ingeriram o fruto, o resultado foi o contrário. Segundo o cardiologista Eduardo Augusto Costa, coordenador da pesquisa, os dados demonstram que o primeiro grupo possui menos riscos de sofrer com doenças ateroscleróticas. “Quando há lesões na parede interna das artérias, provocadas por tabagismo, hipertensão, diabetes, obesidade e herança genética, entre outras causas, o LDL penetra na lesão e se oxida. A antocianina do açaí impediria essa oxidação, diminuindo o risco de problemas”, explica. O cardiologista ressalta que a fruta sozinha não previne doenças mas, se estiver associada a alimentação e estilo de vida saudáveis, certamente será benéfica.

Câncer 
O alimento também está sendo considerado eficaz na prevenção ao câncer de mama, depois que um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) percebeu resultados importantes no potencial antioxidante do fruto diante de linhagens de neoplasias mamárias, o tipo mais comum entre as mulheres. O grupo trabalhou com três linhagens celulares de câncer de mama e avaliou os efeitos de um extrato, obtido a partir da semente de açaí, sob alguns aspectos celulares, principalmente de proliferação das células. “No processo de desenvolvimento de câncer, a célula entra em uma proliferação descontrolada e o extrato atua promovendo uma inibição desta situação, com modulação do ciclo celular e aumento do processo de apoptose das células, ou seja, um método de morte programada das células cancerígenas”, explica o professor doutor Anderson Junger Teodoro, do Departamento de Tecnologia de Alimentos – Núcleo de Bioquímica Nutricional da UNIRIO, que atribui possivelmente às antocianinas, grupo de compostos bioativos majoritário do açaí, a responsabilidade por esse efeito. 

Embora os resultados sejam favoráveis e a equipe esteja muito otimista, não é possível afirmar, com certeza, a eficácia do açaí contra a neoplasia mamária. “Como em toda linha de pesquisa, o processo é demorado e passa por uma série de etapas. Começamos com modelos celulares, já trabalhamos com a possibilidade de estender a pesquisa para modelos animais e, mais tarde, vamos partir para experimentos com humanos. Só nesse momento poderemos confirmar sua efetividade”, ressalta o professor. Paralelamente, a equipe tem trabalhado no desenvolvimento de extratos de outras frutas, também ricas em antocianina, para avaliar outras linhagens celulares de câncer.

ALIMENTOS QUE PODEM PREVENIR O ENVELHECIMENTO CUTÂNEO.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013 0 comentários
O envelhecimento da pele ocorre devido a fatores genéticos e a fatores ambientais, sendo que a alimentação é a opção mais facilmente modificável, que pode auxiliar a combater os radicais livres produzidos pelo estresse do nosso dia-a-dia.
 
Dependendo do estilo de vida que temos, produzimos cada vez mais radicais livres e o excesso desta produção danifica as células do nosso corpo, inclusive as células da pele, levando ao envelhecimento.
 
Sendo assim, a alimentação é muito importante para combater o envelhecimento, tanto dos nossos órgãos, quanto da nossa pele. Isto ocorre porque a produção de radicais livres é reduzida quando você retira da alimentação substâncias que aumentam a sua produção, como por exemplo aditivos químicos como corantes, conservantes, emulsificantes, acidificantes e muitos outros, excesso de gorduras saturadas e trans ou ainda alimentos com calorias vazias, ou seja, possuem calorias mas não outros nutrientes benéficos. Estas substâncias são encontradas em grande quantidade em produtos industrializados de uma maneira geral e fast foods.
 
Além disso, através de uma alimentação adequada, nossas células irão receber os nutrientes que vão neutralizar a ação negativa dos radicais produzidos por qualquer causa, seja pela poluição, excesso de atividade física, estresse, ou mesmo os danos provocados pelos radicais produzidos normalmente pelo nosso organismo. Desta forma a alimentação efetivamente pode diminuir o risco do desenvolvimento envelhecimento precoce.
 
Além deste benefício, não só a pele ficará mais bonita, assim como haverá um bom funcionamento de todo seu organismo, então, se alimentar bem trará ainda mais disposição e bem-estar e te proporcionará um equilíbrio orgânico em que você se sentirá melhor como um todo, diminuindo o risco inclusive de doenças mais graves como diabetes, doenças cardíacas, câncer, ou mesmo um intestino preso. E este estado vai facilitar uma vida sem estresse e com maior ânimo para práticas esportivas, melhorando ainda mais a saúde e a pele.
 
Este benefício será proporcionado quando estes alimentos benéficos são ingeridos em equilíbrio nas refeições durante o dia. Isto ocorre porque nosso organismo é dinâmico, portanto devemos nutrir nossas células frequentemente, ou seja, é importante colocarmos em prática a ingestão de alimentos a cada 3 horas para prevenir também o envelhecimento precoce.
 
Existem alguns exemplos de alimentos que podem ajudar a nutrir nossas células e diminuir o risco do envelhecimento precoce, lembrando que a melhor opção vai depender de cada indivíduo, portanto, o ideal é procurar o aconselhamento de um nutricionista capacitado. São eles:
- Açaí: Rico em fitoquímicos como as antocianinas e proantocianinas que são importantes antioxidantes. Ingerir de meia a uma porção por dia.
- Aveia: Contém beta-glucanas que diminuem o desenvolvimento da inflamação cutânea, diminuindo o processo inflamatório que eleva o estresse orgânico, produzindo mais radicais livres. Consumir 1 colher de sopa de aveia por dia.
- Chá verde: Riquíssimo em catequinas e polifenóis, melhora a formação de colágeno e inibe o aparecimento de células cancerígenas na pele. Ingerir de 3 a 4 xícaras de chá por dia, de preferência longe das refeições. Evite consumir o chá verde no período noturno pois possui cafeína e pode alterar o sono.
- Gergelim: rico em antioxidantes, diminuindo os danos causados pelos radicais livres na pele. Consumir 1 colher de sopa por dia.
- Soja: Possui isoflavonas que diminuem o processo inflamatório da pele. O extrato de soja também pode aumentar a síntese de colágeno, o que pode retardar o envelhecimento cutâneo. Para garantir todos seus efeitos tem que ingerir 25g de proteína da soja.
- Tomate, goiaba e melancia: ricos em licopeno (confere a coloração vermelha aos alimentos), possui atividade antioxidante e auxilia na prevenção de alguns tipos de câncer. Também diminui o processo inflamatório. Consumir duas porções ao dia, de preferência cozidos ou processados para melhor aproveitamento do licopeno.
 

ALIMENTOS PARA TER MAIS ENERGIA.

terça-feira, 17 de setembro de 2013 0 comentários
Veja quais são os 5 alimentos que proporcionam mais energia para o seu dia e espantam a moleza:

Açaí: Alimento rico em carboidratos, proteínas, fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes, ele acaba com o cansaço. A porção ideal é um copo de suco ou uma tigela pequena ao dia. E não exagere, para evitar os quilos a mais.
 
Soja: Possui leucina, um aminoácido que participa da construção de novas moléculas de proteínas e atua como fonte de energia. Três colheres de sopa do grão cozido ou um copo de suco de soja por dia dá aquela animada!
 
Broto de alfafa: Por possuir muitas enzimas, ajuda o organismo a absorver nutrientes vindos de outros alimentos no organismo. Apresenta, também, vitamina C, cálcio e fósforo. Juntos, esses nutrientes espantam o cansaço físico e mental. A medida indicada é uma xícara de chá por dia.
 
Algas marinhas: Apresentam iodo em sua composição, estimulando a glândula tireoide, que por sua vez, atua em todos os órgãos, fazendo que trabalhem no ritmo certo. Na ausência ou escassez desse mineral, sono e cansaço e a falta de memória surgem. Além da comida japonesa, experimente colocar no suco de laranja. Consuma duas ou três folhas de alga nori ao dia.
 
Grão-de-bico: O tripofano, que aparece em doses generosas no grão-de-bico, é usado pelo corpo na produção de serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar. Substitua o feijão por ele em alguns dias da semana. Quatro colheres são o suficiente.

Fonte:
Revista Viva Saúde, acesso em 17/09/2013.

13 ALIMENTOS PARA MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA.

terça-feira, 10 de setembro de 2013 0 comentários
Alguns alimentos são capazes de trazer diversos benefícios para o organismo, indo muito além da nutrição.
— Esses produtos apresentam em sua composição muitas vitaminas, minerais, fibras e compostos de ação antioxidante e, por isso, são capazes de ajudar na manutenção do peso, na redução do colesterol, do risco de doenças cardiovasculares e de câncer, ou seja, além de nutrirem o organismo, melhoram a qualidade de vida — afirma a nutricionista Thais Souza, da rede Mundo Verde.
 
A especialista cita os principais "superalimentos" e suas funções:
Castanha do Brasil: É uma oleaginosa tipicamente nacional e uma das principais fontes de selênio, sendo que em uma unidade a necessidade diária do mineral já é suprida. Seus antioxidantes retardam o envelhecimento precoce da pele e previnem o aparecimento de doenças degenerativas. Suas gorduras insaturadas atuam na redução do colesterol, triglicerídeos e auxiliam na regularização da pressão arterial. É fonte de cálcio e magnésio, combinação perfeita para uma saúde óssea em dia. Possui em sua composição a vitamina E, que quando em deficiência compromete a função cognitiva, seu consumo adequado auxilia na melhora memória e concentração.
 
Quinua: Planta oriunda da cordilheira dos Andes foi considerada pela FAO (Food and Agriculture Organization) como ideal para consumo humano por seu alto valor nutricional. Contém boa quantidade de fibras e proteínas de ótima qualidade, sendo considerada superior à de cereais como o arroz, o trigo e o milho. A quinua possui quantidade considerável de minerais como zinco, ferro, cálcio, potássio, magnésio e manganês e vitaminas B2 e E. Fonte ainda dos ácidos graxos ômegas 3 e 6. Por ser fonte, também, de fibras e gorduras insaturadas auxilia na regularização dos níveis de colesterol, protegendo a saúde do coração.
 
Maca peruana: É fonte de cálcio e magnésio, minerais essenciais à saúde óssea. Fonte ainda de gorduras, como o ácido palmítico e a vitamina E, relacionados à formação de hormônios sexuais em nosso organismo, auxiliando no aumento da libido. O zinco é um mineral que aumenta os níveis do hormônio testosterona e a produção de sêmen, sua deficiência leva à falha na ovulação e diminuição do desejo sexual, em mulheres, nos homens, pode causar impotência.
 
Açaí: Por seus antioxidantes, tem a capacidade de combater e neutralizar a ação dos radicais livres, prevenindo contra doenças cardiovasculares e circulatórias, câncer, diabetes e Alzheimer. Algumas pesquisas apontam que o açaí pode colaborar no tratamento contra infecção por Helicobacter pylori, bactéria causadora da gastrite, prevenindo o desenvolvimento do câncer gástrico. Fonte de gorduras insaturadas, ajuda a diminuir os níveis de colesterol ruim e controla a pressão arterial.
 
Cacau: Rico em antioxidantes, seu consumo reduz o risco de doenças do coração, diminui as taxas de colesterol e a pressão arterial. Alguns estudos comprovam que a ingestão de cacau pode melhorar a resistência à insulina em portadores de diabetes tipo 2. O consumo regular de cacau protege contra os danos causados pela poluição e exposição ao sol
 
Goji berries: São frutas vermelhas, parecidas com uvas, originárias do noroeste da China e do Tibete. As bagas goji são uma fonte rica de carotenoides beta-caroteno e zeaxantina, que desempenham um papel fundamental em manter a retina saudável. Têm efeito protetor contra doenças cardiovasculares e inflamatórias. Estimulam o sistema imunológico e tem propriedades protetoras contra diversos tipos de câncer. Ainda devido aos seus efeitos antioxidantes, é considerada uma fruta aliada a longevidade.
 
Cranberry: Fruta pequena, de cor vermelho escuro, nativa do leste da América do Norte. Usada no tratamento de problemas do trato urinário, como: ardência ao urinar, necessidade frequente de ir ao banheiro, dor na parte inferior do abdome. Também tem a propriedade de inibir a colonização bacteriana na superfície dentária, evitando o desenvolvimento de cáries e doenças periodontais.
 
Romã: Os ácidos gálico, elágico e protocatequínico presentes na romã, são antioxidantes que neutralizam os radicais livres que danificam as células, desencadeando o câncer. A fruta também atua na redução do colesterol e no combate ao envelhecimento precoce.
 
Chia, linhaça, óleo de peixe: Ricos em omega 3, seu consumo está associado a proteção contra doenças cardiovasculares e também a melhora de funções cerebrais (memória, concentração e desempenho).
 
Soja: Fonte de proteínas de alto valor biológico, fibras, vitaminas do complexo B, vitamina E e minerais como ferro, cálcio, fósforo e potássio, além de isoflavonas. Pesquisas demonstram que o consumo de soja reduz o risco de doenças do coração diabetes, osteoporose, alguns tipos de câncer como o de mama, colo do útero e próstata e constipação intestinal. A soja também atua na prevenção da tensão pré-menstrual (TPM) e nos sintomas da menopausa.
 
Spirulina havaiana: É uma microalga verde-azulada que é rica em proteínas, vitaminas e minerais. É fonte do ácido gama-linolênico (GLA), que tem demonstrado resultados interessantes no tratamento de artrites, doenças cardiovasculares e obesidade. Promove a sensação de saciedade, reduzindo o apetite.
 
Chlorella: É um tipo de alga verde, que cresce em água doce. Sua coloração verde deve-se à grande quantidade de clorofila que possui, tendo a capacidade de eliminar toxinas e metais pesados do organismo. Seu consumo prolonga a juventude, combate à falta de energia e fadiga crônica, além de fortalecer a imunidade.
 
Geleia real: Seu consumo é sugerido para manter a saúde e melhorar o funcionamento do organismo. Por causa dos antioxidantes, esse tipo de alimento está relacionado ao retardo no envelhecimento, beleza e rejuvenescimento da pele. As vitaminas do complexo B, presentes na geleia real, atuam na formação de neurônios e auxiliam no combate aos sintomas de depressão. Fortalece também o sistema imunológico.
 
Fonte: Zero Hora, Conheça 13 alimentos que podem melhorar a qualidade de vida. Além de fornecer nutrientes, eles ajudam a prevenir doenças. Acesso em 10/09/2013.