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GRÃOS INTEGRAIS AJUDAM NA MANUTENÇÃO DA BOA SAÚDE.

terça-feira, 23 de agosto de 2016 0 comentários
Os grãos integrais devem fazer parte de qualquer cardápio equilibrado e saudável. Esses alimentos oferecem importantes nutrientes para o bom funcionamento do organismo, garantindo mais saúde para o seu corpo.

Os cereais são considerados integrais quando estão completos. Ou seja, são mantidos o farelo, o endosperma e o gérmen. A seguir, confira os benefícios desses ingredientes.

Você pode utilizar os grãos para preparar pães e bolos. Foto: iStock, Getty Images

Os benefícios dos grãos integrais
Arroz, quinoa, chia, amaranto, linhaça, aveia, farelo de trigo. Esses e outros grãos estão cada vez mais em pauta, quando o assunto é alimentação saudável. É que cada um deles adiciona uma carga extra de nutrientes na saúde do seu organismo.

Ricos em fibras, propriedades antioxidantes, fitonutrientes, vitaminas e minerais, os grãos integrais ajudam a proteger o sistema imunológico, fortalecendo as defesas do organismo. Além disso, contribuem para o bom funcionamento do sistema digestivo e, ainda, colaboram para o emagrecimento.

Eles prolongam a saciedade, ou seja, reduzem a fome e evitam que você coma alimentos pouco saudáveis fora de hora. Por não haver alteração na estrutura dos ingredientes, a integridade também é mantida. Sendo assim, os grãos integrais acabam sendo mais nutritivos que os tipos refinados.

Outros benefícios são o controle dos níveis de colesterol e de produção de glicose. Por isso, essas opções se tornam essenciais para a prevenção de doenças cardiovasculares e diabetes.

Como incluir grãos integrais na alimentação
Depois de ficar por dentro dos benefícios dos grãos integrais, confira dicas simples para você não deixá-los de fora da sua alimentação diária. Mude seus hábitos e desfrute de mais saúde sem esforço!

Vitaminas
É possível adicionar mais sabor e nutrientes à sua vitamina colocando uma colher de sopa de algum grão. Vale apostar em aveia, linhaça, chia ou outros. É só adicionar à receita original e aproveitar os benefícios.

Frutas
Comer frutas é muito importante na manutenção do organismo. Coloque um pouco de grãos sobre os alimentos escolhidos e aproveite!

Pães e bolos
Deixe as suas receitas mais nutritivas utilizando grãos integrais na hora de fazer bolos e pães. Substitua a farinha de trigo refinada pela integral. Centeio, aveia e cevada também são opções saudáveis e saborosas.

Iogurte
Outra maneira de consumir os ingredientes é adicionando uma ou duas colheres ao seu iogurte matinal. O sabor é o mesmo e você aproveita para desfrutar dos nutrientes adicionais.

Alimentos integrais
Para deixar o seu cardápio da semana turbinado, procure substituir o arroz branco pelo tipo integral, que também é muito saboroso. Outra dica para quem não abre mão do tradicional é adicionar duas colheres de sopa de farelo de trigo durante o cozimento.

ALIMENTOS QUE AJUDAM A MANTER A SAÚDE DOS OLHOS.

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Não há nada melhor para a saúde do que inserir na sua rotina uma alimentação rica em elementos naturais. Cada alimento traz consigo diversos benefícios para o corpo, desde que usados com regularidade. E você sabia que há, inclusive, aqueles que ajudam até mesmo na saúde dos olhos?

Alimentos indicados para saúde ocular
Saiba quais alimentos têm o poder de evitar o aparecimento doenças oculares e cuide da sua saúde:
Peixes
(Foto: Istock)

Peixes como salmão, atum, anchovas, cavala e truta são alimentos ricos em ômega-3 e ômega-6 e, por isso, são fortes aliados na prevenção da Síndrome do Olho Seco, doença comum em crianças. Além disso, esses peixes ainda são ricos em minerais e vitaminas A, B6, B12, C, D e E.

Cenouras e alimentos alaranjados
(Foto: Istock)

A cenoura possui fama de ser boa para os olhos e não é sem razão. O alimento é um antioxidante natural e fonte indireta para se obter a vitamina A, responsável por trazer benefícios para a retina e outras partes do olho. Além da cenoura, outros alimentos de cor laranja, como a abóbora, também são indicados para o bom funcionamento dos olhos.

Ovos
(Foto: Istock)

Os ovos são ricos em luteína e zeaxantina e a gema contém zinco, responsável por reduzir as chances de degeneração ocular relacionada à idade. Assim, o alimento pode conter danos oxidativos e evitar a possível perda gradual da visão.

Folhas verdes
(Foto: Istock)

Uma salada de folhas verdes, como couve, alface e espinafre, traz benefícios para todo o corpo e os olhos, claro, não ficam de fora disso. As folhas protegem os olhos das ações do sol, da degeneração macular e da catarata, por conterem luteína e zeaxantina. E tem mais! Esses antioxidantes contribuem ainda para reduzir possíveis desconfortos em relação ao brilho e podem aumentar o alcance visual.

Frutas vermelhas
(Foto: Istock)

As frutas vermelhas são ricas em vitamina C, que ajudam na prevenção de diversas doenças oculares. Esses alimentos ainda possuem antioxidantes que evitam a progresso de doenças como o glaucoma.

Alho
(Foto: Istock)

O alho controla o colesterol ruim, que é um dos responsáveis pela degeneração macular. A doença é uma das causadoras da cegueira na velhice e por isso é tão importante ser prevenida. Além disso, o alho tem outros benefícios como: melhora a circulação do sangue, é rico em substâncias oxidantes e ajuda a controlar a pressão.

É importante ressaltar que esses alimentos são benéficos não só para os olhos, como também para a saúde como um todo. No entanto, antes de mudar a dieta radicalmente, é importante inserir aos poucos os novos alimentos para uma melhor adaptação. Além disso, sempre que possível, é recomendável ir a um médico ou nutricionista para criar uma dieta de acordo com suas principais necessidades e estilo de vida, respeitando ainda as suas preferências alimentares.

Por fim, é indispensável ir ao oftalmologista regularmente para fazer exames de visão e assim garantir a saúde dos seus olhos. A frequência com que deverá se consultar poderá ser indicada pelo seu médico, de acordo com sua idade, histórico familiar e alterações identificadas. Fique atento!

PLANEJE PARA MANTER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NO DIA A DIA.

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Refeições rápidas entre uma reunião e outra, snacks calóricos em meio aos estudos, parada rápida para comer em um fast food. Essa é a rotina alimentar de muitos que sofrem com a falta de tempo. Mas não precisa - e nem deve - ser assim. Alimentar-se bem pode parecer um desafio para quem tem a vida agitada, mas com organização e força de vontade é possível mudar maus hábitos e vícios. Aprenda como planejar uma alimentação saudável no dia a dia e dê agora mesmo o start para uma vida melhor.

Uma alimentação saudável exige de cinco a seis refeições por dia. Foto: iStock Getty Images

Como planejar uma alimentação saudável no dia a dia
A primeira dica para quem tem pouco tempo é planejar as refeições da semana com antecedência. Uma sugestão é aproveitar o sábado ou domingo para comprar e pensar no que será consumido de segunda a sexta-feira.

Para que o nosso organismo queime calorias adequadamente, precisamos nos alimentar de forma fracionada - ou seja, de cinco a seis vezes ao dia, de acordo com a nutricionista Simone Martens. E é claro: todas essas refeições precisam ser saudáveis equilibradas em nutrientes, afirma.

Café da manhã
No café da manhã, é fundamental combinar pães integrais ou cereais, leite (desnatado ou semidesnatado) ou derivados como queijos, iogurtes e uma porção de frutas, alerta Simone. “Essa combinação sacia e fornece energia suficiente para um bom gasto calórico.”. No intervalo até o almoço, a especialista sugere pensar em opções saudáveis e práticas, como frutas secas.

Almoço completo em nutrientes
No almoço, o prato deve conter várias classes de alimentos. Segundo Simone, é essencial ter: uma fonte de carboidratos (como arroz, batata e mandioca), uma fonte magra de proteínas (como filé de frango, peixe, carne vermelha magra e omelete), uma opção de leguminosas (como feijões, lentilha e grão de bico) e dois a três tipos de vegetais crus. Deve-se inserir, ainda, uma porção de legumes refogados.

Lanche da tarde
No meio da tarde é importante realizar um lanche para que o metabolismo permaneça gastando energia em ritmo adequado e acelerado, explica a nutricionista. A dica é pensar numa fruta que seja prática de comer e carregar, como maçã, pêra e banana. Ela sugere acompanhar com uma porção de oleaginosas in natura (castanhas, amêndoas, pistache, nozes) ou uma porção pequena (40g) de biscoitos integrais sem recheio.

Jantar com sobras do almoço
“No jantar, como muitas vezes se chega cansado ou tarde em casa, podendo faltar disposição para encarar o fogão, uma boa pedida são sanduíches preparados com pão integral, queijo branco, ou frango que restou do almoço”, afirma Simone. Outra opção é comer ovo na chapa com dois a três tipos de vegetais e um fio de azeite de oliva sobre o recheio.

6 BENEFÍCIOS DO AGRIÃO PARA A SAÚDE.

sábado, 20 de agosto de 2016 0 comentários








Você já teve um membro da família que sempre parecia ofuscar todos os outros? Assim é o agrião. Não existe tal coisa como um "alimento perfeito", mas o agrião pode ser considerado um superalimento devido ao seu alto valor nutricional.

Baseado no índice de densidade de nutrientes agregados (sigla em inglês, ANDI), uma classificação de valor nutricional por caloria, o agrião tem uma pontuação nutricional excelente. Basicamente, isto significa quanto de nutrição que um alimento pode conter, sem que afete a sua cintura. O agrião recebeu a pontuação 100, estando a frente de alimentos como couve (49) e couve-flor (25).

Aqui estão os cinco principais benefícios do agrião para a saúde:

1. Potencial de combate ao câncer
Excelente fonte de impulsionadores do sistema imunológico, vitaminas A e C, e contendo altos níveis de antioxidantes, o agrião pode diminuir a inflamação e evitar que as células cancerosas se espalhem. Contém isotiocianatos, compostos que ajudam o corpo a desintoxicar-se de produtos químicos que causam câncer.

Um estudo de 60 fumantes e não-fumantes descobriu que a adição de 1 1/2 xícaras de agrião cru em suas dietas, por dois meses, reduziu o dano ao DNA e aumentou os níveis de antioxidantes no sangue, reduzindo potencialmente o risco de câncer. Em vários estudos, foi apontado que o consumo regular de vegetais crucíferos como o agrião está ligado a um menor risco de cânceres da bexiga, pulmão, próstata e mama. O agrião também pode ajudar a prevenir danos às células saudáveis durante o tratamento do câncer.

2. Saúde Óssea
Excelente fonte de vitamina K e cálcio, nutrientes necessários para ossos fortes.

3. Saúde do Coração
O agrião pode ajudar a prevenir doenças do coração, diminuindo os níveis de triglicerídeos. É também rico em nitratos, compostos que podem reduzir a pressão arterial.

4. Prevenção e Gestão de Diabetes
Rico em um antioxidante chamado ácido alfa-lipóico (ALA), que pode ajudar a melhorar a sensibilidade das células à insulina e reduzir os níveis de açúcar no sangue, como também ajudar a diminuir a neuropatia ou dano do nervo (uma complicação comum do diabetes).

5. Saúde dos Olhos
O agrião é rico em luteína e zeaxantina, fitoquímicos que impedem a catarata e degeneração macular.

Como comprar:
Procure agrião com folhas verdes escuras (não começando a amarelar). Mantenha-o na geladeira com as hastes em um copo de água e coberto para durar mais tempo.

O agrião tem um sabor leve, picante, tornando-se uma excelente alternativa para as pessoas que não gostam do sabor amargo da rúcula ou couve. Excelente em sanduíches, saladas, vitaminas, massas, sopas ou cozidos no vapor com limão.

Considere utilizar o agrião em marinadas: ele é rico em clorofila, que pode ajudar a prevenir a formação de substâncias cancerígenas ao grelhar a carne, peixe e aves a altas temperaturas.

Traduzido por Essential Nutrition.

6 RAZÕES PARA A SUPLEMENTAÇÃO DE ÔMEGA 3 NA GESTAÇÃO.

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Desde o momento da concepção, quando duas células se fundem, o embrião humano embarca numa incrível jornada de desenvolvimento. De uma única célula, o embrião se transformará em trilhões de células organizadas em uma complexa forma que é o corpo humano. Durante sua estadia no útero, a mãe proverá abrigo, comida, água e oxigênio. Justamente nesse período, as escolhas maternas afetarão a vida desse novo ser em curto, médio e longo prazo. Um momento de rápida construção que requer suprimentos adequados, em quantidades ideais.

Nas semanas em que durar o período gestacional e nos primeiros meses de vida do bebê, deve-se evitar qualquer possibilidade de carência, fornecendo nutrientes para um contínuo desenvolvimento do feto e para a saúde da mãe.

Nesse período de tantas mudanças, cada fase requer uma atenção especial dos pais e dos profissionais de saúde, cercando-se de cuidados e informação para otimizar os resultados presentes e futuros, utilizando nutrientes específicos, focados em qualidades estruturais das partes, construindo assim um ambiente rico para o organismo como um todo, e preparando-o para uma vida onde as adversidades se apresentarão de maneira complexa. Faz-se uso da janela de oportunidade que a ciência vem desvendando, através do uso de suplementos, para vantagem e benefício de todos - aqui, em especial, da mãe e do bebê.

Muitos dos nutrientes apresentados, como o ferro, iodo e ácido fólico, são há mais tempo estudados ou popularmente conhecidos, mas existem outros que a ciência vem analisando e evidenciando resultados expressivos. O que a ciência comprovou nas últimas décadas sobre o papel preventivo e maximizador da suplementação, durante (e após) a gestação estará nas próximas linhas desse artigo. O objetivo é relatar que o uso de alguns suplementos pode gerar um resultado final diferente, não só prevenindo doenças, mas também otimizando o funcionamento do organismo da futura criança. É a possibilidade de oferecer mais saúde para o filho, antes mesmo de seu nascimento.

O cérebro humano é composto por quase 60% de gordura. Importante para a formação da membrana externa das células cerebrais, ela permite uma troca rápida e mais eficaz de ‘mensagens’ entre as células nervosas. No momento de maior desenvolvimento da massa estrutural do cérebro do bebê - durante o 2otrimestre e, principalmente, 3o trimestre gestacional, estendendo-se para a lactação - a ingestão de ótimas quantidades de ômega-3 pela mãe pode repercutir positivamente durante muitos anos na vida do seu filho.

Seis incríveis razões para tomar ômega 3 na gravidez:
• Crianças de mães suplementadas com ômega-3 apresentam melhor processamento mental, aprendizado, memória, desenvolvimento psicomotor e coordenação mãos-olhos, bem como prevenção do déficit de atenção.

• Efeito positivo na visão da criança. O DHA é uma das principais gorduras estruturais na retina do olho, sendo responsável por até 60% do total de ácidos graxos poli-insaturados (PUFA).

• Níveis adequados de DHA na dieta parecem ser cruciais para a construção de resiliência neuronal de longo prazo para um ótimo desempenho cerebral e ajudar na batalha contra doenças neurológicas.

• Melhor saúde gestacional e no parto. 

• Melhor crescimento e desenvolvimento dos bebês. 

• Maior adaptação ao estresse durante a gestação e prevenção de depressão perinatal. 

CONEXÃO MENTE-CORPO.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016 0 comentários
Cientistas dizem ter encontrado conexão entre Mente e Corpo
A descoberta anunciada agora lança uma nova luz sobre como estresse, depressão e outros estados mentais podem alterar funções dos órgãos.[Imagem: Cortesia Charité - Universitätsmedizin Berlin]
Conexão mente-corpo
Neurocientistas da Universidade de Pittsburgh (EUA) fizeram um anúncio histórico: eles afirmam ter encontrado a base neural da conexão mente-corpo, ou seja, como estados e práticas mentais influenciam o estado fisiológico do organismo.

Até hoje, a ciência ocidental - notadamente a Medicina - tem sido tipicamente fisiologista, ou seja, só se trata o corpo, com os fenômenos da mente sendo reduzidos a "fenômenos do cérebro" ou, ainda pior, descartados como "efeitos meramente psicológicos".

A descoberta anunciada agora lança uma nova luz sobre como estresse, depressão e outros estados mentais podem alterar funções dos órgãos, e mostra que existe uma base anatômica real para as doenças psicossomáticas.

A pesquisa também descreve uma base neural concreta que pode ajudar a explicar por que a meditação e certos exercícios como ioga e pilates podem ser tão úteis na modulação das respostas do organismo ao estresse físico, mental e emocional.

"Nossos resultados mostraram ser muito mais complexos e interessantes do que imaginávamos antes de começarmos este estudo," disse o professor Peter Strick, coordenador da equipe.

Reações pensadas
A equipe conseguiu mapear um circuito neural que liga as áreas do córtex cerebral à medula adrenal, à parte interna da glândula suprarrenal, que está localizada acima de cada rim.

E por que é tão importante saber quais áreas corticais influenciam a medula adrenal?

Ocorre que respostas agudas ao estresse incluem uma ampla variedade de mudanças fisiológicas, como o coração mais acelerado, sudorese e pupilas dilatadas. Estas respostas ajudam a preparar o corpo para a ação, tradicionalmente descritas pela ciência na forma de respostas "lutar ou fugir". São as suprarrenais - ou adrenais - que liberam os hormônios em resposta ao estresse.

Na vida moderna, contudo, o mais comum são reações pensadas, já que temos algum controle cognitivo sobre as nossas respostas ao estresse. E tudo isso envolve o córtex cerebral.

"Como temos um córtex, nós temos opções", explica Strick. "Se alguém o insulta, você não tem que furá-lo ou fugir. Você pode ter uma resposta mais diferenciada e ignorar o insulto, ou dar uma resposta espirituosa. Estas opções são parte do que o córtex cerebral fornece."

Ligação entre cognição e movimento
Outro resultado surpreendente foi que as áreas motoras do córtex cerebral, envolvidas no planejamento e execução dos movimentos, fornecem informações substanciais para a medula adrenal. Uma dessas áreas é uma parte do córtex motor primário relacionado com o controle do movimento axial do corpo e da postura.

Este input para a medula adrenal pode explicar por que exercícios corporais são tão úteis na modulação de respostas ao estresse. Práticas calmantes, como pilates, ioga, tai chi e até mesmo dançar em um pequeno espaço, todos exigem adequado alinhamento esquelético, coordenação e flexibilidade.

No geral, os resultados indicam que existem circuitos neurais que conectam o movimento e a cognição e afetam a função da medula suprarrenal e o controle do estresse. Esses circuitos podem mediar os efeitos dos estados internos, como o estresse crônico e a depressão, sobre o funcionamento dos órgãos e, assim, proporcionar um substrato neural concreto para algumas doenças psicossomáticas.

PRECISAMOS DE MAIS QUITANDAS...

quarta-feira, 17 de agosto de 2016 0 comentários

Mais de 57 milhões de brasileiros tem alguma doença crônica não transmissível, que são preveníveis.

No dia 07 de abril comemora-se o Dia Mundial da Saúde. Será que nós brasileiros temos motivos para festejar esta data? Existem áreas que estão avançando, é o caso de campanhas de vacinação, como a que erradicou a poliomielite, ou os tratamentos que combatem alguns tipos de câncer, quando descobertos no início. Mas vou falar sobre algo que não está bom, a falta de investimentos na prevenção das doenças crônicas não transmissíveis. O Brasil é um dos exemplos de países cujos serviços públicos de saúde são direcionados apenas para as enfermidades e os esforços da ciência voltados somente para o controle e diagnóstico das doenças crônicas não transmissíveis, que não param de aumentar. 

Os governos de forma geral não fazem a sua parte, não promovem campanhas informativas sobre alimentação consciente, não controlam o que é direcionado para as crianças, não regulamentam, nem fiscalizam as quantidades de açúcar, sódio, aditivos químicos e gorduras nos ultraprocessados, tampouco fazem modificações nas merendas escolares, com raras exceções. Se há negligência da área pública, infelizmente ela também está presente em boa parte das casas do País. Faltam informações de qualidade a respeito da relação entre a comida e as doenças, mas também falta coragem para encarar algumas mudanças de hábitos muito arraigados e motivação para disponibilizar um pouco mais de tempo para cuidar da saúde.

Uma alimentação ruim, com poucas hortaliças, leguminosas e cereais e muitos produtos ultraprocessados aliada ao sedentarismo resulta em dados preocupantes. De acordo com a última pesquisa do IBGE, de 2014, cerca de 40% da população adulta brasileira, o equivalente a mais de 57,4 milhões de pessoas, sofria de pelo menos uma doença crônica não transmissível. As DCNTs são responsáveis por mais de 72% das mortes no Brasil. A hipertensão arterial, o diabetes e o colesterol alto, por exemplo, estão entre as que apresentam maior prevalência no País. A hipertensão já atingia mais de 31 milhões de pessoas, acima de 18 anos, o que corresponde a mais de 20% da população e é um importante fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, a doença atinge hoje 12 milhões de pessoas e, apesar de ter controle, não tem cura e se não for bem tratada por resultar em novos males. O mais importante é que, mesmo tendo influências hereditárias, todas elas são preveníveis.

A nossa saúde resulta da maneira como formamos e mantemos o nosso organismo. Este talvez seja o maior problema que temos enfrentado nas últimas décadas, já que fizemos uma dissociação entre a ela e a nossa alimentação. Praticamente ignoramos as necessidades essenciais de nutrientes para mantermos nosso organismo equilibrado e livre das doenças crônicas, que não deveriam se manifestar se ele funcionasse como deveria, se tivesse suas necessidades atendidas e se não fosse sobrecarregado por substâncias nocivas. O comportamento alimentar de boa parte da população está muito distante da razão biológica. Absorve-se uma grande quantidade de informações sobre os alimentos, sabe-se distinguir os principais grupos de alimentos, se tem acesso a inúmeras opções de refeições, a qualquer hora do dia. Mas parece que toda esta oferta de informações e produtos significou uma involução na nutrição e consequentemente na piora da saúde de milhares de pessoas.

A pesquisa mais recente divulgada pelo IBGE sobre os gastos dos brasileiros com medicamentos é de 2013. Segundo o levantamento, o valor desembolsado pelas famílias com remédios chegou a 78,5 bilhões de reais em 2013 – o que representava 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Parece que tudo foi globalizado, os remédios, a cultura de se tratar apenas os sintomas das doenças, os conceitos alimentares, os produtos alimentícios ultraprocessados e as doenças. Mas vale lembrar que um bom estado geral de saúde não se resume a ausência de doenças, mas também a uma sensação constante de bem estar. Quantas pessoas você conhece que não tomam nenhum tipo de medicação, para dores de cabeça ou de estômago, por exemplo e possuem vitalidade física e mental de fazer inveja? Aposto que poucas. Isto também é efeito de uma mudança de cultura alimentar. 

Este comportamento é cada vez mais social, assim como a moda e o vocabulário, a alimentação também está inserida nas imposições que a sociedade e o mercado colocam para sermos aceitos. Refeições nutritivas com comida de verdade e bem equilibradas desencorajam a ingestão de produtos alimentícios ultraprocessados de fácil consumo, sabor marcante e muito rentáveis; refeições nutritivas e bem equilibradas oferecem saciedade e boa digestão. Refeições nutritivas e bem equilibradas oferecem saúde, disposição, ausência de doenças e bem estar físico, mental e emocional. Precisamos de menos farmácias e mais quitandas populares. Quando voltarmos a associar a qualidade nutricional da nossa alimentação com a nossa saúde com certeza teremos o que comemorar. 

Fonte: Estadão.

MELHORE SUA AUTOESTIMA.

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Muita gente sabe como melhorar a autoestima é importante. Quando ela está baixa, junto vem aquele comportamento de insegurança e medo. Com isso, a pessoa pode se sentir incapaz e desacreditar em si mesma.

Esses sentimentos afetam a vida social e a profissional, e também trazem consequências para as relações afetivas. Porém, atitudes simples do dia a dia proporcionam bem-estar e já ajudam a aumentar a motivação.

É importante também buscar o autoconhecimento e entender as próprias emoções para, então, saber como melhorar a autoestima e resolver algo que esteja causando desconforto. Veja como isso é possível.
Autoconhecimento é a chave para identificar pontos fortes e fracos. Foto: iStock, Getty Images

A autoestima baixa afeta a vida de várias formas, pois causa dificuldades para enfrentar qualquer tipo de problema. A pessoa cria uma tendência a evitar situações que precisam ser resolvidas, pois se sente incapaz de buscar saídas até para os problemas simples do dia a dia. Com isso, torna-se retraída e deprimida, tendo sua vida prejudicada.

O sentimento constante de incapacidade atrapalha o processo contínuo de aprendizagem que temos na vida. Ele depende, justamente, de nossa capacidade de experimentação.

Para a Psicóloga Rosângela Martins, a autoestima é fundamental para uma relação positiva com a vida. “Aquele que está de bem consigo estabelece uma relação satisfatória com o meio e, consequentemente, tende a obter maior benefício em diferentes âmbitos, seja profissional, afetivo ou interpessoal”, destaca.

Ela ainda explica que, quando uma pessoa está de bem com a vida, o mundo a recebe melhor. E isso só é possível para quem está de bem consigo mesmo. “Uma pessoa com uma boa autoestima é uma pessoa que reconhece suficientemente suas potencialidades e faz bom uso delas. Também reconhece as suas limitações e tenta melhorá-las, ou aprende a respeitar os seus limites”, completa Rosângela.

Esse sentimento se torna, então, uma ferramenta fundamental para viver bem, com motivação, bem-estar, perseverança e até mesmo com saúde e beleza, pois faz a pessoa se cuidar e manter-se saudável. Agora, se você anda desanimado e desmotivado, saiba que é sempre possível melhorar a autoestima.

Saiba como melhorar a autoestima 
Segundo Rosângela, a boa autoestima é construída por diversos fatores. Começa com a herança genética, que traz características próprias que favorecem ou não as relações. Depois, passa pelo meio em que a pessoa vive, pelas relações afetivas e também pela criação e a educação dos pais, que devem equilibrar gratificações e frustrações durante a infância.

Quando algum desses fatores não é desenvolvido de forma adequada, é mais difícil manter a motivação, pois a pessoa pode não ter desenvolvimento ferramentas que a ajudem a enfrentar os desafios e a lidar com os fracassos. “Para melhorar a autoestima, é importante que a pessoa procure desenvolver uma maior intimidade consigo mesma, com suas emoções”, indica a Psicóloga. É preciso fazer uma busca interior, procurando a autocompreensão e as respostas para os anseios próprios, sejam positivos ou negativos.

Conhecendo-se melhor e entendendo a si mesmo, é possível identificar atitudes e hábitos que devam ser corrigidos ou enaltecidos. Desenvolver a autoconfiança e ter para consigo atitudes de compreensão, respeito, encorajamento, paciência e acolhida é o primeiro passo.

Fonte: M de mulher.