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FRUTAS E VEGETAIS CONTRA O CÂNCER;

quinta-feira, 29 de setembro de 2011 0 comentários
Couve-de-bruxelas, repolho, couve-flor e brócolis foram
associados a uma diminuição na incidência de câncer colorretal
Frutas e vegetais reduzem o risco de câncer colorretal
O consumo de frutas e vegetais pode ser importante para evitar alguns tipos de câncer colorretal. É o que sugere um estudo publicado na edição de outubro do Journal of the American Dietetic Association. Couve-de-bruxelas, repolho, couve-flor e brócolis foram associados a uma diminuição na incidência de tumores no cólon proximal e distal. Vegetais amarelos e maçã foram relacionados a um risco menor de câncer no cólon distal.

Câncer colorretal
Abrange tumores que acometem o segmento do intestino grosso (o cólon) e o reto.
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Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), é um tipo de câncer tratável e - na maioria dos casos - curável, se detectado precocemente e quando ainda não se espalhou para outros órgãos.

De acordo com as estimativas mais recentes do Instituto, foram 28.110 novos casos em 2010, sendo 13.310 homens e 14.800 mulheres.

Hábitos como uma dieta rica em vegetais e pobre em gordura e prática regular de atividade física regular previnem o câncer colorretal.

"Frutas e vegetais têm sido examinados extensivamente em pesquisas nutricionais relacionadas ao câncer colorretal, mas seus efeitos preventivos têm sido objeto de debate, provavelmente por causa das subdivisões no intestino", acredita o coordenador da pesquisa, professor Lin Fritschi, chefe do departamento de Epidemiologia no Instituto de Pesquisa Médica do Oeste da Austrália, que junto com a Universidade de Deakin investigou a ligação entre frutas, vegetais e três tipos de câncer em diferentes partes do intestino: cólon proximal, distal e câncer de reto. “As confusões sobre a relação entre dieta e o risco de câncer ocorrem devido ao fato de que estudos anteriores não levaram o câncer colorretal em conta”, diz Fritschi.

Hábitos como uma dieta rica em
 vegetais e pobre em gordura
e prática regular de atividade física
regular previnem o câncer colorretal.
Para o estudo, os pesquisadores investigaram a ligação entre dieta e câncer do intestino. A pesquisa incluiu 918 participantes com casos confirmados de câncer colorretal e 1021 participantes do grupo de controle sem histórico do tumor. Os voluntários responderam a questionários clínicos e nutricionais, além de dados socioeconômicos.

“Do ponto de vista de saúde pública, é mais fácil traduzir uma análise baseada em recomendação dietética do que usar a ingestão de um único nutriente”, concluíram os autores.







Fonte: VEJA, Frutas e vegetais reduzem o risco de câncer colorretaL.


NUTRIÇÃO AOS OSSOS.

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A manterem-se as atuais tendências na evolução da saúde, 50% das pessoas sofrerá de osteoporose em 2020. Esta doença para alem das suas raízes em desequilíbrios hormonais é fundamentalmente uma doença ambiental e nutricional. Ossos fracos contribuem para um aumento na massa gorda, diminuição na sensibilidade à insulina, inflamação e aumento de doença cardiovascular entre outras. Embora todos os adultos tenham a percepção da importância do cálcio, a maioria desconhece o papel vital do magnésio, da vitamina D3, do Boro, do Potássio e da vitamina K. Desta forma não obtemos boa parte dos nutrientes indispensáveis a uma boa saúde óssea.

Até há pouco tempo sabíamos que o esqueleto tinha três funções importantes: suporte estrutural para os músculos e para os órgãos internos; reservatório de minerais importantes; e produção de células do sangue na medula óssea. Sabemos agora que há uma quarta função: os osteoblastos, células produtoras de osso produzem uma hormona – osteocalcina – que estimula a secreção de insulina pelo pâncreas e que regula a leptina. Esta, produzida pelas células de gordura (adipócitos), regula a quantidade de gordura corporal e o apetite, para alem de quando aumentada proporcionar o terreno para doença cardiovascular, AVC, hipertensão, e resistência à insulina. Como indicação de uma boa saúde óssea temos o grau de aterosclerose, pois o cálcio decorrente quer da osteoporose quer da alimentação pode-se depositar nas artérias na falta de uma boa nutrição. Quais os nutrientes imprescindíveis a uma boa mineralização óssea, e que impedem a deposição de cálcio nas nossas artérias? São:

•Cálcio

•Magnésio

•Vitamina D3, aumenta a absorção intestinal de cálcio e a mineralização óssea. Dificulta a deposição de cálcio nas artérias

•Vitamina K2, reduz o nº de células destruidoras de osso (osteoclastos), promove uma boa matriz para a calcificação óssea, diminui a leptina, e impede a deposição de cálcio nas artérias

•Potássio, essencial à saúde celular, fica diminuído sob acção dos diuréticos, anti-convulsivantes e alguns beta-bloqueantes. Ajuda a diminuir a acidez do organismo havendo assim menor propensão para dissolver osso.

•Boro, é um mineral vestigial no nosso organismo, limitando a perda urinária em cálcio e magnésio.

Com vemos, o osso é bem mais do que cálcio ...

Fonte: Texto de Dr. Luis Romariz, 29 de Setembro de 2011. OSSOS E NUTRIÇÃO.

DISCIPLINA NA HORA DAS COMPRAS.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011 0 comentários

DISLIPIDEMIA. ESCLAREÇA.

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A dislipidemia é caracterizada pela presença de níveis elevados de lipídios (gorduras) no sangue. Colesterol e triglicérides estão incluídos nessas gorduras, que são importantes para que o corpo funcione. No entanto, quando em excesso, colocam as pessoas em alto risco de infarto e derrame.

Confira, abaixo, as 10 coisas que você precisa saber sobre dislipidemia:
1. Nos dias atuais – onde predominam o sedentarismo; alimentação rica e abundante em gordura e açúcar livre; a obesidade; o estresse; e o tabagismo – os estudos têm mostrado que as placas de gordura nas artérias (circulação) começam muito cedo. A estimativa é a de que, aos 20 anos, cerca de 20% das pessoas estarão afetadas de alguma forma. Assim, os eventos finais deste processo, infarto e derrame, são as maiores causas de mortalidade.

2. O risco de aterosclerose coronariana aumenta, significativamente, em pessoas com níveis de colesterol total e LDL acima dos patamares da normalidade. Para colesterol HDL, a relação é inversa: quanto mais elevado seu valor, menor o risco.

3. Níveis de colesterol HDL maiores do que 60 mg/dL caracterizam um fator protetor. Já os níveis de triglicérides maiores do que 150 mg/dL elevam o risco de doença aterosclerótica coronariana.

4. Algumas formas de dislipidemia também podem predispor à pancreatite aguda.

5. Existem as dislipidemias primárias e as secundárias. As primárias são de causa genética.

6. As secundárias podem ser provenientes de outros quadros patológicos, como o diabetes, por exemplo, e também podem ser originadas por medicamentos – diuréticos, betabloqueadores e corticosteróides – tomados devido a problemas como o hipertiroidismo e a insuficiência renal crônica ou ainda em situações como o alcoolismo e uso de altas doses de anabolizantes.

7. O diagnóstico da dislipidemia é feito, laboratorialmente, medindo-se os níveis plasmáticos de colesterol total, LDL, HDL e triglicérides.

8. A obesidade tem influência significativa no metabolismo lipídico e deve ser encarada como importante fator na sua interpretação e tratamento.

9. Pessoas com diabetes tipo 2 têm maior prevalência de alterações do metabolismo dos lipídios. Assim, o tratamento da dislipidemia nesses pacientes pode reduzir a incidência de eventos coronários fatais, entre outras manifetações de morbimortalidade cardiovascular.

10. Uma dieta hipocalórica, pobre em ácidos graxos saturados e colesterol, é fundamental para o tratamento da dislipidemia. A atividade física moderada, realizada durante 30 minutos, pelo menos quatro vezes por semana, auxilia na perda de peso e na redução dos níveis de colesterol e triglicérides. Mesmo assim, ainda pode ser necessária a administração de medicamentos.

Fonte: Endocrino.org.br, 10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Dislipidemia.

MAIS FIBRAS!

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Presente em alimentos como feijão, frutas e legumes, as fibras podem ser a chave para a prevenção de diversas doenças crônicas. Isso porque o seu consumo diário ajuda na redução da gordura localizada na parte interna da barriga, geralmente, associada a males como diabetes, pressão alta e problemas cardíacos.

Segundo a pesquisadora Kristen Hairston, professora de medicina da Wake Forest Baptist Medical Center, nos Estados Unidos, a cada 10 gramas de fibras consumidas por uma pessoa em sua dieta diária, a gordura abdominal pode ser reduzida em até 3,7%. “A gordura visceral circunda os órgãos internos e é mais perigosa para saúde do que a gordura encontrada logo abaixo da pele”, diz.

A pesquisa analisou dados de 1.100 voluntários entre homens e mulheres hispânicos e afro-descentes ao longo de cinco anos. Nesse período, foram avaliados os hábitos alimentares, bem como a prática de exercícios e o tabagismo dos participantes. De acordo com Kristen, embora todos tenham encerrado o experimento com pesos iguais, os voluntários que consumiram mais fibras apresentavam um corpo muito mais saudável.

O estudo também constatou que a ingestão diária de fibras reduziu as chances de doenças coronárias nos voluntários, mas esta ligação deverá ser explicada com mais rigor em estudos futuros. "As pessoas precisam comer mais fibras. Além de ajudar na redução da gordura visceral e, consequentemente, prevenir doenças, ela também ajuda a diminuir o colesterol e até mesmo a cintura", conclui a pesquisadora.

Fonte: Abilio Diniz. 16.08.2011 - O poder das fibras. Elas reduzem a gordura e evitam doenças.




IINFOGRÁFICO: ATRIBUIÇÕES PARA QUEM CAMINHA.

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Fonte: Everybodywalk

DIABETES. NOVOS CASOS A CADA DIA. PREVINA.

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Diariamente, cerca de 500 brasileiros descobrem que têm diabetes, uma doença metabólica provocada por excesso de açúcar no sangue que acomete 10 milhões de pessoas no país.



Pães, bolos, macarrão e doces viram açúcar dentro do corpo, algo fundamental para termos energia e desempenharmos as atividades do dia a dia.

Mas a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda, no máximo, de 3 a 4 colheres de açúcar por dia. Quatro colheres de macarrão, um pão francês e uma fatia de bolo, por exemplo, já contêm 2,5 colheres.

Para medir os níveis de glicemia (açúcar) no sangue, os diabéticos usam o chamado "teste de destro", uma maquininha que fura o dedo e analisa o sangue. Quanto maior o nível de açúcar, mais difícil é para o corpo carregá-lo para dentro das células, onde ele vira energia. Veja abaixo os parâmetros usados:


Menos de 100 mg/dl – Normal
De 100 a 125 mg/dl – Pré-diabetes
Igual ou maior que 126 mg/dl – Diabetes

Frutas com alto índice glicêmico:
Banana
Mamão e papaia
Manga
Uva
Caqui
Fruta do conde

Frutas com baixo índice glicêmico:
Pera
Maçã
Morango
Pêssego
Fonte: G1, Atualizado em 28/09/201. Por dia, cerca de 500 brasileiros descobrem que têm diabetes.

INFOGRÁFICO: ALIMENTOS E PESTICIDAS. RISCOS À SAÚDE.

terça-feira, 27 de setembro de 2011 0 comentários
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Fonte: Ecomom, Unexpected Chemicals in Your Food: The Health Risks of Pesticides.

CAFÉ E MENOS RISCO DE DEPRESSÃO EM MULHERES.

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Aquelas que tomavam quatro ou mais copos
de café por dia tiveram um risco 20% menor.





Cafeína contra a depressão
Médicos da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, concluíram que mulheres que tomam dois ou mais copos de café por dia têm menor risco de terem depressão.

Este efeito não ocorre caso as mulheres tomem o café descafeinado.

Por isso, embora não tenham descoberto o mecanismo exato de atuação do café, os cientistas especulam que a cafeína provavelmente induza alguma alteração na química do cérebro que diminui a ocorrência da depressão.

O estudo "Café, Cafeína, e o Risco de Depressão Entre Mulheres" foi publicado nesta segunda-feira no periódico científico Archives of Internal Medicine.

Risco de depressão
Os pesquisadores acompanharam 50.739 mulheres durante 10 anos. O consumo de café foi aferido no início e no fim do estudo e em duas medições intermediárias.
Nesse período, 2.607 mulheres apresentaram quadros depressivos.

As participantes que tomavam de dois a três copos de café por dia tiveram um risco 15% menor de apresentarem depressão - em comparação com aquelas que tomavam um copo ou menos por semana.

Aquelas que tomavam quatro ou mais copos de café por dia tiveram um risco 20% menor.

Prevenção da depressão
Mas é muito cedo para recomendar que as mulheres devam aumentar seu consumo de café como um preventivo para a depressão.

"Serão necessárias mais pesquisas para confirmar esta descoberta e para determinar se o consumo de café cafeinado pode ajudar na prevenção da depressão," escrevem os pesquisadores.

Um dos riscos é que a cafeína é um estimulante. E pessoas com alterações de humor frequentemente apresentam também problemas de sono, o que seria agravado pela ingestão de doses maiores de cafeína.

Fonte: Diário da Saúde, 27/09/2011. Café diminui incidência de depressão entre mulheres.

No estudo:
- Mulheres que consumiam duas a três xícaras de café (com cafeína) por dia tinham 15% menos chances de desenvolver depressão em comparação com aquelas que consumiam no máximo uma xícara de café por semana

- As mulheres que consumiam pelo menos 4 xícaras por dia tinham um risco 20% menor do aquelas que consumiam no máximo 1 xícara por semana

- Aquelas que consumiram, pelo menos, 550mg de cafeína por dia tinham um risco 20% menor de desenvolver depressão em comparação com as mulheres, cujo consumo diário foi 100mg ou menos por dia

- O consumo de café descafeinado não teve impacto sobre o risco de depressão.

SEMENTES DE CHIA.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011 2 comentários
Por causa de seu valor nutritivo e estabilidade, a chia j
á está sendo adicionada a uma variedade de alimentos.


Chia é uma semente comestível que vem da planta do deserto, um membro da família de hortelã, que cresce abundantemente no sul do México. Em tempos pré-colombianos eram um componente principal da dieta maia e asteca e foram a razão de sobrevivência básica de guerreiros astecas.

Chia é rica em ômega-3, mais ainda do que sementes de linho. E tem outra vantagem sobre linho: chia é tão rica em antioxidantes que as sementes não se deterioram e podem ser armazenadas por longos períodos sem se tornar rançosa. E, ao contrário de linho, elas não necessitam ser moídas para tornar seus nutrientes disponíveis ao organismo. As sementes de Chia também fornecem fibras (25 gramas contêm 6,9 ​​gramas de fibra), bem como cálcio, fósforo, magnésio, manganês, cobre, molibdênio, niacina e zinco.

[...] Tal como acontece com as sementes de linhaça, você pode polvilhar as sementes inteiras de chia no cereal, no iogurte ou saladas, comê-los como um lanche, ou moê-las e misturá-los com farinha ao fazer bolos ou outros produtos de panificação.

Chia está passando por uma espécie de renascimento, depois de séculos de negligência. Era uma cultura importante na região central do México entre 1500 e 900 aC e foi ainda cultivada até o século 16, AD, mas depois da conquista espanhola, as autoridades proibiram por causa de sua estreita associação com a religião asteca (índios usavam as sementes como oferendas em rituais). Até recentemente, a chia foi produzida por apenas por pequenos produtores, mas a produção comercial retomou na América Latina, e agora você pode comprar as sementes on-line e em lojas de alimentos saudáveis. Por causa de seu valor nutritivo e estabilidade, a chia já está sendo adicionada a uma variedade de alimentos.

Fonte: Dr. Weil's

Em 28 gramas há cerca de 137 Calorias, 9g de gorduras totais, 12g de carboidratos, 4g de proteínas, recomenda-se cerca de 2 colheres de sopa ao dia.


Salada de arroz integral com chia
Ingredientes:
3 xícaras de arroz integral cozido
2 colheres de sopa de azeite de oliva
2 colheres de sopa de suco de limão
3  dentes de alho
Sal, alegrim, orégano à gosto
1 xícara de semente de chia
1 tomate, 1 abobrinha em rodelas
Como fazer?
Misture com o arroz integral cozido todos os ingredientes.

HIPER OU HIPOTIREOIDISMO. ESCLAREÇA DÚVIDAS.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011 0 comentários
10 Coisas Que Você Precisa Saber Sobre Hipertireoidismo
O hipertireoidismo é um problema na tireoide (glândula que regula a função de órgãos importantes como o coração, o cérebro, o fígado e os rins), que se caracteriza pela produção excessiva dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina).

Confira, abaixo, as 10 coisas que você precisa saber sobre hipertireoidismo.
1. O desencadeamento do hipertireoidismo pode ocorrer devido ao excesso de iodo na alimentação, ao surgimento de nódulos na glândula, ao funcionamento mais acelerado da tireoide ou à ingestão dos hormônios da tireoide.

2. A incidência de hipertireoidismo é bem mais frequente na mulher do que no homem.

3. O diagnóstico de hipertireoidismo é feito através de exames de sangue, com a dosagem dos hormônios tireoidianos (T3 e T4, que ficam aumentados) e do hormônio que regula a tireoide, o TSH.

4. A causa mais comum de hipertireoidismo é a Doença de Graves, que ocorre quando o sistema imunológico começa a produzir anticorpos que atacam a própria glândula tireoide.

5. Um dos sintomas mais frequentes da Doença de Graves ocorre nos olhos, que ficam parecendo maiores e mais saltados.

6. Há risco do hipertireoidismo afetar a gravidez ou a fertilidade feminina, entre outros males.

7. Nervosismo, ansiedade e irritação, assim como mãos trêmulas e sudoreicas podem ocorrer em pessoas com hipertireoidismo.

8. Pessoas com hipertireoidismo podem sofrer de perda de apetite, intolerância a temperaturas quentes, intestino solto, fraqueza nos músculos, queda de cabelo, perda de cálcio nos ossos, entre outros problemas.

9. Ocorre um aumento do volume da tireoide durante o hipertireoidismo.

10. O tratamento do hipertireoidismo deve ser acompanhado por um endocrinologista e a dosagem hormonal precisa ser checada periodicamente.

10 Coisas que Você Precisa Saber sobre Hipotireoidismo
O hipotireoidismo é uma disfunção na tireoide (glândula que regula importantes órgãos do organismo), que se caracteriza pela queda na produção dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina). É mais comum em mulheres, mas pode acometer qualquer pessoa, independente de gênero ou idade, até mesmo recém-nascidos - o chamado hipotireoidismo congênito. Confira, abaixo, as 10 coisas que você precisa saber sobre hipotireoidismo:

1. Em recém-nascidos, o hipotireoidismo pode ser diagnosticado através da triagem neonatal, pelo "Teste do Pezinho".

2. O Teste do Pezinho deve ser feito, preferencialmente, entre o terceiro e o sétimo dia de vida do bebê. Em caso de resposta positiva ao hipotireoidismo congênito, o tratamento precisa ser iniciado imediatamente, sob rigoroso controle médico, para evitar suas consequências, entre elas o retardo mental. Assim, o bebê poderá ficar curado e ter uma vida normal.

3. Cerca de um a cada 4 mil recém-nascidos possuem hipotireoidismo congênito.

4. Em adultos, na maioria das vezes, o hipotireoidismo é causado por uma inflamação denominada Tireoidite de Hashimoto.

5. O tratamento do hipotireoidismo é feito com o uso diário de levotiroxina, na quantidade prescrita pelo médico. E os comprimidos são em microgramas, variando de 25 a 200, e não em miligramas como a maioria dos medicamentos. Por isso, a levotiroxina não deve ser feita por manipulação, pois a chance de erro é grande.

6. Para reproduzir o funcionamento normal da tireoide, a levotiroxina deve ser tomada todos os dias, em jejum (no mínimo meia hora antes do café da manhã), para que a ingestão de alimentos não diminua a sua absorção pelo intestino.

7. Se estiver usando a medicação regularmente, e dessa forma mantendo os níveis de TSH dentro dos valores normais, quem tem hipotireoidismo pode levar uma vida saudável, feliz e completamente normal.

8. Se o hipotireoidismo não for corretamente tratado, pode acarretar redução da performance física e mental do adulto, além de elevar os níveis de colesterol, que aumentam as chances de problemas cardíacos.

9. Depressão, desaceleração dos batimentos cardíacos, intestino preso, menstruação irregular, falhas de memória, cansaço excessivo, dores musculares, pele seca, queda de cabelo, ganho de peso e aumento de colesterol no sangue estão entre os sintomas do hipotieroidismo.

10. Não se deve confundir hipotireoidismo com hipertireoidismo, pois as disfunções são opostas: enquanto no "hipo" existe diminuição da produção de hormônios; no "hiper", há o aumento.


Fonte: Endocrino.org.br.

EQUILÍBRIO NUTRICIONAL.

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CONSUMO DE IOGURTE LIGHT NA GESTAÇÃO E ALERGIAS.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011 0 comentários
Ácidos graxos
Grávidas que comem iogurtes com baixo teor de gordura aumentam o risco de que seu bebê venha a sofrer de asma e rinite alérgica, afirmam pesquisadores dinamarqueses e norte-americanos.
Esses iogurtes normalmente são comercializados com as indicações light ou diet.
O estudo tinha como objetivo avaliar se os ácidos graxos encontrados em produtos lácteos poderiam proteger contra o desenvolvimento de doenças alérgicas em crianças.

Os iogurtes com baixo teor de gordura geralmente não contêm esses ácidos graxos.

Efeito protetor do leite
Os pesquisadores avaliaram a ingestão de leite e laticínios durante a gravidez e monitoraram a ocorrência de asma e rinite alérgica mais tarde nas crianças nascidas dessas gravidezes.
Os cientistas descartaram a hipótese de que o problema possa ser causado pelo leite.
Os resultados mostraram que a ingestão de leite durante a gravidez não foi associada com maior risco de desenvolver asma - na verdade, foi verificado um efeito protetor do leite contra o desenvolvimento de asma.
Iogurte light e alergias nos bebês

Ao contrário do leite, porém, as crianças nascidas de mães que comeram iogurte com baixos teores de gordura uma vez por dia apresentaram 1,6 vez mais probabilidade de desenvolver asma até os 7 anos.
Elas também se mostraram mais propensas a ter rinite alérgica e apresentar os sintomas da asma.

Causas incertas
Os pesquisadores não sabem exatamente qual é o mecanismo responsável por essa maior ocorrência de asma e rinite alérgica.
Uma das possibilidades é a falta do efeito protetor dos ácidos graxos que estão ausentes nos iogurtes light.
Os cientistas também sugerem que os componentes nutricionais não relacionados diretamente com a gordura, mas que entram na composição desse tipo específico de iogurte, podem ser os causadores do aumento no risco.

Eles pretendem estudar ainda a possibilidade de que o consumo de iogurte com baixo teor de gordura possa servir como um sinalizador para outros fatores do estilo de vida ou da dieta, que possam ser os responsáveis pelo problema.

Fonte: Diário da Saúde, 17/09/2011. Iogurte light na gravidez aumenta risco de alergias no bebê.

ALHO.

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SOBRE DIETAS.

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Dieta da Lua, Dieta da Sopa, Dieta da Proteina, Dieta do Tipo Sanguíneo… Diante das opções, muitas dúvidas surgem. Dietas que prometem perda de peso em poucos dias, encontradas facilmente em revista e sites, podem esconder um perigo a curto e longo prazo. Normalmente apresentam-se com calorias bem abaixo do metabolismo basal, estão em desequilíbrio entre os macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídeos) e podem apresentar deficiências de micronutrientes como ferro, cálcio, vitaminas A e E, não levando em consideração características individuais de cada pessoa.

A reeducação alimentar é essencial e fica reprimida em dietas da moda. O ideal é modificar os pensamentos, buscando a longevidade saudável, embasando-se no aporte de equilíbrio entre os nutrientes e substâncias funcionais, protetoras, que auxiliam na prevenção, cura e promoção da saúde e bem-estar físico.

Aderir a dietas milagrosas pode trazer consequências graves como desnutrição, perda de massa magra, déficit da imunidade, desidratação, redução do metabolismo, contribuindo para o efeito sanfona, anemia, distúrbios hormonais, osteoporose, alterações das frações de colesterol, triglicérides sanguíneos, aumento nos níveis de ácido úrico, além de levar a hipoglicemia ou hipotensão.

Dietas da moda sempre fracassam por serem restritivas, com energia abaixo do necessário para manutenção das funções vitais do organismo. O organismo manterá um sinal de alerta constante se menos calorias do que ele necessita para manter seu metabolismo basal forem consumidas. Desequilíbrios no metabolismo e quilos perdidos recuperados novamente com muita facilidade será o caminho.Ainda, quando o indivíduo realiza dietas da moda, sem a devida mudança no padrão de dieta e sem atividade física adequada, grande parte do peso perdido ocorre sob a forma de massa muscular e quando o peso é recuperado, um percentual significativo de tecido adiposo é adquirido. As células musculares queimam 70 vezes mais calorias do que as células de gordura, além da necessidade de sua manutenção, a massa muscular corporal contribuiu para a manutenção do metabolismo e utilização de energia.

A perda de peso deve ser encarada como uma proposta a médio e longo prazo, objetivando a manutenção da saúde, não apenas o emagrecimento. A reeducação alimentar é essencial e fica reprimida em dietas da moda. O ideal é modificar os pensamentos, buscando a longevidade saudável, embasando-se no aporte de equilíbrio entre os nutrientes e substâncias funcionais, protetoras, que auxiliam na prevenção, cura e promoção da saúde e bem-estar físico.
 
Por Greice Caroline Baggio.

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL.

domingo, 18 de setembro de 2011 0 comentários
Coma o suficiente:
- Gorduras saudáveis: encontradas em amêndoas, castanhas, abacate, azeite de oliva, peixes, sementes de linhaça, sementes de abóbora.
- Frutas in natura, legumes e vegetais coloridos.
- Alimentos integrais, como quinoa, aveia, arroz integral.
- Alimentos ricos em proteína e cálcio, como iogurtes desnatados, queijos brancos, gergelim, grão de bico.


CHÁ VERDE AGINDO NA PERDA DE PESO E PERDA DE GORDURA CORPORAL.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011 0 comentários
O chá verde realmente pode ser um aliado no emagrecimento e na diminuição da gordura corporal. A confirmação é de uma pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP que analisou o efeito da bebida no controle da obesidade.

O trabalho, liderado pela pesquisadora Gabrielle Aparecida Cardoso, comparou a taxa metabólica de mulheres com sobrepeso e obesidade grau I, antes e depois do consumo de chá verde aliado ou não à prática de exercício físico. Ao mesmo tempo, o estudo avaliou a aceitabilidade da bebida, bem como possíveis reações adversas causadas pela bebida.

As voluntárias foram divididas em quatro grupos e durante dois meses seguiram o protocolo de pesquisa. As participantes do grupo 1 tomaram chá verde, enquanto as do grupo 2 tomaram placebo. O grupo 3 tomou chá verde e praticou atividades físicas enquanto que as mulheres do grupo 4 tomaram placebo e exercitaram-se.

Os resultados mostraram que o grupo 1 perdeu uma quantidade de peso relevante para o período de estudo: em média 5,7 quilos com manutenção da massa magra. O grupo 2, utilizando placebo, não perdeu peso, ganhou massa gorda e perdeu massa magra.

O grupo 3 (chá verde + exercícios de resistência) teve sua composição corporal modificada e outros benefícios para a saúde: maior perda de gordura, maior ganho de massa muscular, maior aumento da força muscular e redução dos níveis de triglicérides superiores aos apresentados pelo grupo 4 (placebo + exercícios físicos de resistência).

Além disso, o consumo do produto, aliado aos exercícios, auxilia na utilização da gordura como fonte de energia e no aumento da massa magra.

— O aumento da força muscular é maior quando o chá verde é consumido antes da prática dos exercícios propostos — explica Gabrielle.

Benefícios
Segundo a pesquisa, o chá verde é a segunda bebida mais consumida no mundo e contém grande quantidade de compostos que proporcionam uma série de benefícios à saúde. Entre eles, estão a redução do risco de doenças cardiovasculares e de alguns tipos de câncer, melhoria das funções fisiológicas, efeito anti-hipertensivo, proteção ultravioleta e aumento da densidade mineral óssea.

O estudo da UPS ainda reforça que a ingestão do extrato também suprime a utilização de carboidrato, que gera aumento na quantidade de glicogênio no músculo, auxiliando o aumento da resistência na corrida, e por se ter menos lactato, há uma maior disposição física para continuar o exercício físico.

Um estilo de vida saudável, associado a uma dieta adequada, prática de exercícios físicos, redução do consumo de bebidas alcoólicas e do tabaco, pode combater a doença além de contribuir para a melhora da qualidade de vida. Além disso, o consumo de certos alimentos funcionais, que produzem efeitos metabólicos, fisiológicos e benéficos à saúde, é bastante útil no controle do peso. Enquanto alguns desses alimentos são capazes de promover saciedade, como no caso das fibras, outros possuem ação termogênica e aumentam a oxidação de gorduras, como é o caso do chá verde.

Fonte: Publicado CRN2 em 14/09/2011. Chá verde é aliado na perda de peso e de gordura corporal, comprova estudo da USP. Original ClickRBS.

EQUILÍBRIO NUTRICIONAL.

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Açúcar, sal, arroz, feijão, café… Esses e outros itens básicos da mesa e da lista de compras (de vários brasileiros!) podem gerar diversos problemas de saúde quando consumidos em doses inadequadas. E é justamente a ingestão sem equilíbrio nutricional que está ocorrendo no Brasil, como apontou a análise do consumo alimentar pessoal nacional, integrante da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A seguir, os erros e acertos mais comuns do seu prato e as dicas para você saber como ter uma alimentação mais saudável.

Melhor reduzir
Ao que parece, a maioria dos brasileiros adora exagerar nos itens doces. Cerca de 60% da população consome quantidade superior ao recomendado pelo Ministério da Saúde, que deve ser de 10% da ingestão total de calorias diárias. Com a gordura saturada, o índice é ainda maior: 82% dos entrevistados ultrapassam o índice ideal (7% dá ingestão total de calorias diárias).

Até na seleção de bebidas as más escolhas cresceram, com um aumento na ingestão de líquidos com adição de açúcar, como sucos e refrigerantes.

Quando falamos em sódio, mais de 70% dos brasileiros consomem doses superiores ao valor máximo tolerável. Mais uma evidência da grande parcela populacional com consumo inadequado.

Tem que comer mais
Já o consumo de frutas, verduras e legumes está abaixo do recomendado, com menos de 10% da população atingindo as recomendações de ingestão dos três itens.

Isso, somado ao baixo consumo de leite, gera uma predominância de ingestão insuficiente de vitaminas e cálcio. Fibras são outro item da lista que merece atenção, com 68% dos indivíduos comendo menos que o recomendado.

Os clássicos rotineiros
A pesquisa confirmou a preferência brasileira pelo arroz, feijão e café, que alcançaram o posto de produtos mais consumidos todos os dias. “Apesar disso, alguns estudos apontam a perda de espaço, na mesa, da mistura arroz com feijão para alimentos mais baratos, densos em energia e nutricionalmente empobrecidos. Mas ainda vale a dica ao consumo, já que, quando o arroz e o feijão são preparados de maneira adequada, garantem um aporte de calorias e proteínas que se completam, além de contribuírem com nutrientes essenciais à saúde, como ferro, potássio, magnésio e vitaminas”, defende Greice. O levantamento apontou que são consumidos 182g de feijão, 160g de arroz e 215ml de café, em média, diariamente. Ou seja, se você come 1 concha cheia de feijão e 2 colheres de arroz e bebe um pouco mais de 4 xícaras (50ml) de café, você segue o perfil nacional.

“O café é um alimento funcional e pode fazer muito bem para a saúde, além de prevenir doenças. É uma fonte importante de antioxidantes (polifenóis e flavonoides), sais minerais (magnésio, cromo, manganês) e vitamina B3 (niacina), apresentando benefícios na prevenção de alguns tipos de câncer como fígado, cólon e reto”, explica a nutricionista Lilian Speziali. Especialistas recomendam doses moderadas de até três xícaras (café) por dia, resultando em uma melhora da capacidade de trabalho físico e mental. Em excesso, a bebida pode gerar perda de densidade óssea e diminuição na absorção de ferro. Também é contraindicada para pessoas com gastrite.

Dois alimentos que também foram citados entre os mais queridos do cardápio são o pão de sal (63%) e a carne bovina (48,7%).

Escolhas inteligentes
A nutricionista Greice Caroline Baggio esclarece quais as opções mais sábias de nutrientes indispensáveis para seu cardápio:

Carboidratos do bem
São os que fornecem 4 calorias por grama, excelentes escolhas. Um dos pontos-chave à manutenção do peso e da saúde é a escolha de quantidades corretas e da qualidade do carboidrato. Prefira:
• Massas com farinha integral, arroz integral, gérmen de trigo, centeio, quinoa em grão • Leguminosas como lentilha, feijão, ervilha, grão-de-bico • Amêndoas, avelãs • Folhas verde-escuras, como rúcula, e legumes, como cenoura crua • Frutas, legumes e hortaliças: têm vitaminas e nutrientes antioxidantes, têm menor valor calórico, são ricas em fibras e lentamente absorvidas pelo organismo. Grãos integrais são essenciais para ter um coração saudável.

Proteínas saudáveis
As melhores opções para o consumo, igualmente aos carboidratos, fornecem 4 calorias por grama. As proteínas são essenciais à construção e ao reparo de células, regulam a contração muscular e a produção de anticorpos. São como componentes estruturais, formando estruturas como ossos, músculos e pele, atuam como enzimas que catalisam as reações químicas do organismo. Prefira: • Peixes, como atum, sardinha • Peito de frango sem pele • Peito de frango ou peru • Ovos

Gorduras liberadas
Invista nas que fornecem 9 calorias por grama, pois são importantes para o processo de crescimento, restauração das células e para o transporte e absorção das vitaminas A, D, E e K. Prefira: • Peixes como atum, sardinha, truta, salmão: o ômega 3 dos peixes auxilia na prevenção de doenças cardíacas e inflamatórias, além de contribuir para a função cerebral e prevenir alguns tipos de câncer • Sementes e óleo de linhaça, demais sementes oleaginosas, gergelim, azeite de oliva e azeitonas verdes e pretas • Oleaginosas, óleo de coco

Segredos para o equilíbrio nutricional
• Em casa e nos restaurantes, evite alimentos fritos, empanados, não acrescente sal adicional às preparações prontas e procure não exagerar no shoyu tradicional nem nos demais condimentos prontos.
• Cuidado com calorias escondidas em farofas, queijo ralado, maionese, margarinas e molhos para saladas contendo leite, manteiga, creme de leite e queijos cremosos.
• Consuma sobremesas em dias esporádicos.
• Evite xícaras extras de café preto com açúcar após o almoço.
• Prefira a fruta in natura ao suco. Cuidado com calorias/açúcares extras de sucos prontos e refrigerantes.
• Acrescente vegetais (legumes, hortaliças) frescos no prato, sempre.
• Leia os rótulos de produtos industrializados, evitando aqueles ricos em sódio. Analise os ingredientes e perceba que esses itens contêm uma parcela generosa de sódio/sal.
• Cozinhe com menos quantidade de sal, evite temperos e molhos industrializados. Faça uso de temperos naturais.

Consultoria: Greice Caroline Baggio e Lilian Speziali, nutricionistas

Saiba mais sobre alimentação saudável na revista O Poder dos Alimentos 4. Nas bancas de todo o Brasil a partir de 15/09.






Fonte: Papo feminino.

GUIA ALIMENTAR: A PIRÂMIDE E O NOVO MODELO PROPOSTO.

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Fonte: IMAGEM Folha, Médicos sugerem novo modelo com indicações nutricionais.

CRUS CONTRA DERRAMES.

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Mas tem que ser cru
Comer grandes quantidades de frutas e verduras cruas todos os dias pode diminuir o risco de sofrer um derrame.

Por outro lado, os pesquisadores não encontraram nenhuma evidência para sugerir que o mesmo efeito protetor ocorra quando se come frutas e legumes cozidos.

Linda Oude Griep e seus colegas da Universidade de Wageningen, na Holanda, realizaram uma pesquisa com 20.069 homens e mulheres com idades entre 20 e 65 anos.

Nenhum dos participantes tinha sofrido uma doença cardiovascular no início do período de pesquisa.

Peras e maçãs
Os hábitos alimentares habituais dos participantes foram coletados usando um questionário com informações sobre 178 tipos de alimentos.
Das frutas e legumes mais consumidos, mais da metade eram peras e maçãs.
Os participantes foram então monitorados durante dez anos.

No decorrer da pesquisa, 233 dos participantes sofreram derrame.
O risco de um acidente vascular cerebral foi 36% mais baixo para as pessoas que consumiam grandes quantidades de frutas e vegetais não transformados (mais de 262 gramas por dia) do que para as pessoas que comiam pouco destes produtos (menos de 92 gramas por dia) - uma maçã, por exemplo, pesa 120 gramas.

Mecanismo desconhecido
Não foi encontrada relação entre os derrames e a ingestão de frutas e vegetais processados ou cozidos.
Que comia grandes quantidades deste tipo de alimentos processado (233 gramas) não sofreu menos derrames que aqueles que comiam pouco vegetais processados (menos de 113 gramas por dia).

Como o estudo foi estatístico, os cientistas não sabem explicar o mecanismo que as frutas e verduras cruas exercem sobre o organismo para proteger contra o derrame - eles apenas verificaram que isso ocorre de fato.

Fonte: Diário da Saúde, 16/09/2011. Comer frutas e vegetais crus protege contra derrame.

INFOGRÁFICO: DOENÇAS QUE MAIS ACOMETEM HOMENS X MULHERES. CONFIRA.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011 0 comentários

 

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Infographic: Disease Prone: Men vs Women
Image Source: Asbestos News.com

CONHEÇA O NOVO GUIA ALIMENTAR.

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Um novo guia alimentar lançado por pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard promete ser o substituto da tradicional pirâmide alimentar. O Healthy Eating Plate (HEP, Prato de Alimentação Saudável, em tradução literal) é um modelo visual que indica quais são as melhores opções para tornar a refeição saudável. Assim como o MyPlate, o guia alimentar lançado pelo governo dos Estados Unidos neste ano, o HEP é simples e fácil de entender.

Apesar de usar os mesmo elementos visuais do MyPlate, os pesquisadores garantem que o novo guia é uma versão melhorada. Isso porque o MyPlate indica apenas a proporção de cada classe alimentar na refeição, sem especificar quais as opções mais saudáveis – como qual o melhor carboidrato: integral ou refinado. O guia do governo também não indica alerta, em sua seção de proteínas, que alguns alimentos com alto valor protéico, como peixes, aves, feijão e nozes, são mais saudáveis do que as carnes vermelhas processadas.



As indicações incluem:
Legumes: Coma uma variedade abundante, e quanto mais, melhor. No entanto, o consumo limitado de batatas é recomendado, porque ela tem efeito similar aos grãos refinados e aos doces. Ingerir muita batata pode causar picos de açúcar no sangue, o que é fator de risco para o diabetes tipo 2, doenças cardíacas e outras doenças crônicas.

Frutas: Escolha um arco-íris de frutas todos os dias.

Cereais integrais: Opte por cereais integrais, como aveia, pão integral e arroz integral - grãos refinados, como pão branco e arroz branco, têm ação similar ao açúcar no corpo. Comer muitos grãos refinados pode aumentar o risco de doença cardíaca e diabetes tipo 2.

Proteínas saudáveis: Escolha peixes, aves, feijão ou nozes, que contêm nutrientes saudáveis. Limite carnes vermelhas e evite carnes processadas, já que ingerir mesmo pequenas quantidades delas rotineiramente aumenta o risco de doença cardíaca, diabetes tipo 2, câncer de cólon e ganho de peso.

Óleos saudáveis: Opte pelo de oliva, canola e outros óleos vegetais na culinária, em saladas, e na mesa. Essas gorduras saudáveis reduzem o colesterol prejudicial e são boas para o coração. Limite manteiga e evite a gordura trans.

Água: Beba água, chá ou café (com pouco ou sem açúcar). Limite a ingestão de leite e laticínios (1-2 porções por dia) de e suco (1 copo pequeno por dia). Evite bebidas açucaradas.

Fonte: Parte do texto VEJA, Pesquisadores de Harvard lançam novo guia alimentar.