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APRENDA A FAZER 8 PAPINHAS QUE SEU BEBÊ VAI ADORAR.

domingo, 9 de dezembro de 2018 1 comentários
Franguinho desfiado, abóbora, cenourinha, inhame… Hummm, são tantas as combinações que podem ser feitas para o seu bebê, cada uma mais deliciosa e nutritiva que a outra. Pensando nisso, separamos aqui algumas receitas de papinhas de bebê que temos certeza que seu pequeno irá amar!

Cuidar da alimentação de nossos filhos é uma das tarefas mais importantes do dia a dia das mães, por isso é preciso atenção na hora da escolha e preparação das refeições diárias dos bebês. Por isso é fundamental saber escolher bem os ingredientes na hora da preparação.

As papinhas de bebê por muito tempo são as refeições principais e por isso, é fundamental definir um cardápio apetitoso e nutritivo para seu filho, afinal oferecer a mesma receita todos os dias pode fazer com que os pequenos acabem enjoando do mesmo sabor.

Ao contrário do que muitas mães acham, as papinhas de bebê não precisam ser sem graça, você pode preparar muitas receitas deliciosas que tenho certeza que deixarão o seu bebê com água na boca.

O segredo para tudo isso, é apenas variar as combinações dos ingredientes, para garantir uma nutrição infantil balanceada. Existem alguns alimentos curingas, que você pode utilizar e soltar sua imaginação na hora de preparar uma refeição rica em vitaminas e fibras, conheça alguns deles:

Frango/Carne


O frango é uma ótima fonte de proteína, além disso tem um alto teor de ferro, que é fundamental para evitar o surgimento de anemias. A carne também é rica em vitaminas do complexo B, fundamentais para fortalecer a imunidade dos pequenos.

Na hora da escolha da carne, o recomendável é que você opte pelas opções orgânicas, pois estas são livres de antibióticos e hormônios, que não fazem nada bem para o crescimento das crianças, sendo um dos ingredientes mais fundamentais para a preparação para as papinhas de bebê.
Batata Doce


A batata doce é um alimento extremamente rico em vitaminas B6 e C, em betacaroteno e manganês, que juntos atuam como um poderoso anti-inflamatório natural. Além disso, o tubérculo tem um nível bem alto de potássio, fundamental para o desenvolvimento e fortalecimento dos músculos no crescimento, sem contar que este ingrediente dá um gostinho diferente nas papinhas de bebê.

Cenoura


Assim como a batata doce, a cenoura também possui um grande número de betacaroteno, que quando é enviado para o fígado é transformado em vitamina A, vitamina essa vital para a proteção dos olhos, contra doenças relacionadas à retina.

É claro que existem outros alimentos que podem e devem ser utilizados durante a preparação das papinhas de bebê, esses citados, são apenas aqueles curingas que ao serem combinados com os demais garantem uma refeição com altos índices de nutrição.

Para te ajudar a sair da rotina, separamos aqui 10 receitas super nutritivas e apetitosas para o seu filho, com esses e outros ingredientes. Confira!

1. Carne + Abóbora + Batata + Couve

Ingredientes

1 colher pequena de óleo de girassol;
1 colher pequena de cebola picadinha;
2 colheres (sopa) de carne moída (com pouca ou de preferência, nenhuma gordura);
1 batata cortada em pequenos cubos;
2 colheres (sopa) de abóbora cortada em pequenos cubos;
1 litro de água;
2 colheres (sopa) de couve triturado.

Modo de Preparação

Leve o óleo em uma panela até que este aqueça, e em seguida adicione a cebola e refogue junto com a carne moída. Na sequência adicione a batata e a abóbora, despeje a água, tampe e deixe que cozinhe até que todos os ingredientes estejam quase desmanchando e com um pouco de caldo.

Por último, adicione o couve e deixe por mais 5 minutos, retire do fogo, amasse bem com auxílio de um garfo e sirva.

2. Carne + Beterraba + Batata Doce + Couve Flor

Ingredientes
1 colher pequena de óleo de girassol;
1 colher pequena de cebola picadinha;
2 colheres (sopa) de carne moída (com pouca ou de preferência, nenhuma gordura);
1 batata doce cortada em pequenos cubos;
½ beterraba cortada em pequenos cubos;
1 litro de água;
2 colheres (sopa) de couve flor bem picado.

Modo de Preparação

Aqueça o óleo na panela e adicione a cebola e a carne moída, após refogar por alguns minutos, adicione a batata doce, a beterraba e a água, tampe a panela e deixe cozinhar até que os alimentos estejam bem molinhos e com um pouco de caldo.

Adicione o couve flor, e deixe cozinhar por aproximadamente 5 minutos. Amasse com o auxílio de um garfo e sirva essa papinha de bebê deliciosa.

3. Frango + Mandioquinha + Beterraba + Escarola


Ingredientes
1 colher pequena de óleo de girassol;
1 colher pequena de cebola picadinha;
2 colheres (sopa) de frango desfiado;
1 mandioquinha cortada em pequenos cubos;
½ beterraba cortada em pequenos cubos;
1 litro de água;
2 colheres (sopa) de escarola picada.

Modo de Preparação

Aqueça o óleo em uma panela grande, adicione a cebola e o frango e refogue bem. Na sequência adicione a mandioquinha, a beterraba, a água, e tampe a panela até que todos os ingredientes cozinhem bem e estejam bem macios e com um bom caldo.

Em seguida adicione a escarola e deixe cozinhando por mais 5 minutos, depois desligue, amasse bem e sirva. Essa é uma das papinhas de bebê preferidas dos pequenos.

4. Carne + Fubá + Cenoura + Couve


Ingredientes
1 colher pequena de óleo de girassol;
1 colher pequena de cebola picadinha;
2 colheres (sopa) de carne moída (com pouca ou de preferência, nenhuma gordura);
2 colheres (sopa) de fubá;
½ cenoura cortada em pequenos cubos;
2 colheres (sopa) triturado;
1 litro de água;
½ xícara de água gelada e filtrada.

Modo de Preparação

Leve o óleo em uma panela para aquecer e adicione a cebola e a carne moída para refogar os ingredientes. Acrescente a cenoura e a água, e tampe a panela para que tudo cozinhe bem, até que os alimentos estejam bem macios e com um caldo consistente.

Adicione a água gelada e o fubá, mexa bem até dissolver e até que o caldo fique bem encorpado e adicione o couve, deixando cozinhar por mais 5 minutos, caso seja necessário pode adicionar mais água.

Amasse todos os ingredientes e sirva.

5. Frango + Batata + Beterraba + Chuchu + Acelga


Ingredientes
1 colher pequena de óleo de girassol;
1 colher pequena de cebola picadinha;
2 colheres (sopa) de frango desfiado;
½ batata cortada em pequenos cubos;
2 colheres (sopa) de beterraba cortada em pequenos cubos
2 colheres (sopa) de chuchu cortada em pequenos cubos;
1 litro de água;
2 colheres (sopa) de acelga triturada.

Modo de Preparação

Aqueça o óleo em uma panela em conjunto com a cebola e o frango, e refogue bem. Adicione a batata, a beterraba, o chuchu e água, tampe a panela e deixe que tudo cozinhe bem até que os alimentos estejam macios e com um caldo consistente.

Acrescente a acelga e deixe cozinhando por mais 5 minutos, em seguida amasse os ingredientes com auxílio de um garfo e sirva.

6. Frango + Arroz + Ervilha + Cenoura + Espinafre


Ingredientes
1 colher pequena de óleo de girassol;
1 colher pequena de cebola picadinha;
2 colheres (sopa) de frango desfiado;
1 colher (sopa) de arroz crú e higienizado;
1 colher (sopa) de ervilha fresca;
½ cenoura cortada em pequenos cubos;
1 litro de água;
2 colheres (sopa) de espinafre triturado.

Modo de Preparação

Leve o óleo, a cebola e o frango ao fogo e deixe que tudo refogue bem para apurar o sabor, em seguida adicione o arroz, a ervilha, a cenoura e água, e tampe a panela deixando que os ingredientes cozinhem até que estejam macios e com um caldo consistente.

Adicione o espinafre, deixando que cozinhe por mais 5 minutos e desligue na sequência. Amasse bem todos os ingredientes e sirva para o bebê.

7. Frango + Abóbora + Macarrão + Ervilha + Couve Flor


Ingredientes
1 colher pequena de óleo de girassol;
2 colheres (sopa) de frango desfiado;
1 colher pequena de cebola picadinha;
3 colheres (sopa) de abóbora cortada em pequenos cubos;
1 colher (sopa) de macarrão de letrinhas;
2 colheres (sopa) de ervilha fresca;
1 litro de água;
2 colheres (sopa) couve flor bem picadinho.

Modo de Preparação

Adicione em uma panela grande o óleo, a cebola e o frango e refogue bem, em seguida adicione a abóbora, a ervilha, o macarrão e a água, e tampe a panela até que todos os ingredientes estejam bem molinhos e com uma boa quantidade de caldo.

Adicione o couve flor, e deixe cozinhar por aproximadamente 10 minutos, desligue, amasse bem todos os alimentos e sirva.

8. Carne + Mandioquinha + Cenoura + Couve Flor


Ingredientes
1 colher pequena de óleo de girassol;
1 colher pequena de cebola picadinha;
2 colheres (sopa) de carne moída;
1 mandioquinha cortada em pequenos cubos;
½ cenoura cortada em pequenos cubos;
1 litro de água;
2 colheres (sopa) de couve triturado.

Modo de Preparação

Aqueça o óleo em uma panela e adicione a cebola e a carne moída e refogue tudo bem. Adicione a mandioquinha, a cenoura, a água e tampe a panela para que tudo cozinhe bem até que estejam macios.Acrescente o couve e deixe cozinhar por mais 5 minutos, desligue, amasse tudo e sirva.

Viu quantas receitas de papinhas de bebê fáceis e super nutritivas para o seu filho? Você pode também fazer suas próprias criações, basta soltar a imaginação e observar os alimentos preferidos dos pequenos.

A PRIMEIRA COLONIZAÇÃO DO BEBÊ.

quinta-feira, 15 de março de 2018 0 comentários


Dentro da barriga da mãe o bebê tem um trato digestório estéril, livre de bactérias e outros microorganismos.

Ao nascer, o tipo de parto influencia esta colonização. Bebês que nascem de parto normal tem uma colonização mais parecida com a da mãe. Por isso, gestantes devem utilizar probióticos (bactérias boas) durante a gestação.

Ao nascer de parto normal o bebê possui maior colonização por bactérias patogênicas, adquiridas do meio ambiente (como a sala de parto).

Bebês amamentados também possuem melhor colonização do que bebês que não recebem leite materno. Por isso, possuem menos alergias e a imunidade costuma também ser melhor.

Agora, um artigo recém publicado mostrou que os primeiros encontros do bebê também influenciam sua colonização (Khoruts, 2016). Mãe, pai e outros cuidadores precisam estar com a microbiota equilibrada. Consulte um nutricionista e module o microbioma de todos (pai, mãe, avós, babá...) que cuidarão da criança no início da vida. Afinal, uma microbiota saudável reduz ainda cólicas, dor e refluxo.

5 RAZÕES PARA O BEBÊ COMER GEMAS DE OVOS.

terça-feira, 13 de março de 2018 0 comentários
Ovos são deliciosos e fazem bem à sua saúde, mas são especialmente benéficos aos bebês!

Antes de continuar a falar das maravilhas dos ovos, vale lembrar que para os bebês não há nada mais maravilhoso que o leite materno da mamãe bem alimentada. Se você amamenta, coma você os ovos, muitos ovos, antes de seu bebê começar a come-los!

Ah, mas que fique bem claro: quando falo de ovos, falo de ovos de verdade, ovos caipiras, aquele da galinha criada solta, ciscando, que tem a gema bem amarela, quase avermelhada. Comida de verdade!
  1. As gemas de ovos são ricas em colesterol. Sim, C-O-L-E-S-T-E-R-O-L!! E apesar do que dizem por aí, colesterol é fundamental para o desenvolvimento cerebral dos bebês (aliás, você sabia que o leite materno também é rico em colesterol??). 
  2. As gemas dos ovos são ricas em vitaminas lipossolúveis, como as vitaminas A, D, E e K. Essas vitaminas são fundamentais para seu bebê crescer forte e robusto. Essas vitaminas também promovem o crescimento adequado da estrutura facial e dos dentes das crianças.
  3. As gemas de ovos também são ricas em outros nutrientes fundamentais para o crescimento do bebê como a colina, vitamina B12, tiamina, riboflavina, folato, zinco, cobre, selênio, entre outros.
  4. A gema de ovo é uma excelente fonte natural de gorduras e proteínas para o seu bebê. O leite materno tem as proporções perfeitas de carboidratos, gorduras e proteínas para o seu bebê. Alimentá-lo com gemas de ovos assim que iniciar outros alimentos além do leite materno mantém esse equilíbrio, principalmente aliado ao consumo de outros super alimentos, como uma boa banana amassada.
  5. Gemas de ovos são fáceis de digerir. Para o sistema digestivo do bebê, ainda em processo de amadurecimento, oferecer comidinhas fáceis de digerir é de suma importância e minimiza (ou até evita completamente) problemas como cólicas ou refluxos.

DOENÇAS RELACIONADAS COM A ALIMENTAÇÃO DO SEU BEBÊ.

terça-feira, 12 de setembro de 2017 0 comentários
Infelizmente estamos consumindo e oferecendo às nossas crianças produtos alimentícios no lugar de alimentos de verdade. O impacto em nossa saúde está sendo desastroso.

Vivemos uma Era de sobrepeso e obesidade infantil jamais vista.

E o que tudo isso tem em comum: os hábitos alimentares que mudaram drasticamente nas últimas décadas!

Cientistas do mundo tudo afirmam que as crianças de hoje serão a primeira geração a viver menos do que seus pais, e mais do que isso, já são a população que mais sofre com doenças relacionadas ao seu estilo de vida. Chocante, não?!

E nada melhor do que o início da vida para mudar isso, em que os responsáveis por 100% do que será ofertado aos bebês, são os pais e cuidadores!

Aqui vai a lista de algumas das principais patologias que bebês apresentam e que sabemos ter relação direta com a nutrição. E por esta mesma razão, caso o seu bebê se inclua em alguma delas, podem ser revertidas e tratadas sem nenhum tipo de medicação ou tratamento dispendioso. E os resultados disto repercutirão por toda a sua vida!
Doenças respiratórias: Rinites, sinusites, bronquites – as doenças e alergias respiratórias são um dos grandes indícios de um sistema imunológico enfraquecido e de exposição a alimentos inflamatórios. 
Alergias e alterações de pele: Erupções cutâneas, urticárias, opacidade da pele.
Alterações do Sistema Nervoso Central: Agressividade, picos de irritabilidade, hiperatividade, dificuldade de concentração, autismo, depressão, ansiedade, oscilações de humor, retardo de desenvolvimento, fadiga, convulsões, atraso de fala, dificuldade de processamento de informações e aprendizagem
Alterações gastrointestinais: Refluxo, diarreias, constipação, gases, vômitos, inapetência, cólicas, dor de barriga, mal hálito, compulsões alimentares
Outros: Baixa estatura, paladar seletivo, frequentemente doente, dificuldade em cicatrização de feridas e machucados, infecções genitais, mastigar objetos como roupas e outros, infecções de ouvido, voz rouca, alterações do sono e insônia.

COMO FAZER QUE SEU FILHO COMA MAIS PROTEÍNAS.

terça-feira, 13 de junho de 2017 0 comentários


Preocupado se seu filho não está recebendo proteína suficiente?

Com dois anos, Maria come a cada vegetal em seu prato, mas quando ela tenta uma mordida de carne, cospe imediatamente. “É um pouco preocupante, porque eu sei que a proteína é importante”, diz sua mãe, numa situação muito comum. Os nutricionistas concordam que a proteína é uma parte fundamental da dieta de uma criança. Ela dá o suporte para o crescimento e desenvolvimento muscular, e alimentos com proteínas, muitas vezes, têm ferro, um nutriente essencial que nosso corpo não produz sozinho.

Seja qual for a razão para a aversão de seu filho às carnes (textura, sabor, pura obstinação), a boa notícia é que existem muitas outras fontes de proteína. Além disso, as crianças não precisam tanto dela como se poderia pensar.

De acordo com o Guia Alimentar do Canadá, crianças com idades entre dois e oito anos precisam do equivalente ao que um adulto consome ao longo do dia – 85 gramas de carne, ¾ xícara de leguminosas ou duas colheres de sopa de pasta de amendoim. Não existe uma recomendação oficial para crianças entre 12 e 24 meses, talvez 30 gramas servindo em cada refeição, ou mesmo duas vezes por dia: Isso poderia ser metade de um ovo, ¼ xícara de húmus ou uma colher de sopa de manteiga de amendoim. Aqui estão algumas dicas para ajudar a sua criança começar sua parte.

Mude a textura
Uma vez que muitas crianças não gostam da textura da carne, tente cozinhá-la de uma forma que pode ser mais atraente para eles. Pode utilizar carne de porco, peixe ou frango mais macia e fácil de comer. Carne moída é mais fácil de mastigar, também, boas para servir com espaguete ao molho de carne, pimentões e tacos.

Mais Vegetariano
Legumes, nozes e sementes são boas fontes de proteína alternativas à carne, e oferecem mais benefícios nutricionais, como fibras e carboidratos complexos. O feijão preto ou outros cozidos como as lentilhas também são uma dica. Porém, mesmo que nozes e sementes sejam boas fontes de proteína, oferecem também risco de asfixia para crianças menores de quatro anos de idade, e, por isso, é necessário que se mantenha observação da crianças para ingestão destes alimentos.

Lembre-se de lácteos e ovos
Proteínas animais não têm de vir apenas da carne. Os laticínios e os ovos são boas fontes também. Queijo cottage e iogurte grego são particularmente ricos em proteínas, mas tenha em mente que é importante escolher produtos com alta gordura do leite, o que as crianças necessitam para os seus cérebros e corpos em crescimento. Os ovos também são opção versátil, pois podem ser misturados em massas, batatas e outros pratos, e você pode fazê-lo de diversas formas como cozido, frito, mexido, omelete e até gemada.

Pense como uma criança
Crianças adoram petiscos e mergulhar as comidas em molhos. Tente dar pequenos pedaços de carne e um molho saudável como húmus, com algum pão pita ou legumes. Para tornar o peixe atrativo, você pode oferecer molhos saborosos como maracujá e maionese. Outros alimentos para comer com as mãos e com alto teor de proteína são as ervilhas verdes e milho. Você também pode acompanhar as refeições com incentivo divertido como, “Uau, você terminou sua proteína e a proteína ajuda a ficar forte! Veja seus músculos!” Só não faça mesa de jantar um campo de batalha ou ofereça recompensas para comer alguma coisa.

Dica do especialista: crianças até um ano de idade são geralmente muito mais interessados ​​em comer quando estão incluídos na preparação de refeições e quando eles têm uma escolha do que comer.

9 DICAS PARA APRIMORAR A RELAÇÃO COM SEU FILHO NA HORA DE OFERECER REFEIÇÕES.

segunda-feira, 12 de junho de 2017 0 comentários
A maneira como pais e cuidadores em geral se comportam na hora de oferecer refeições às crianças pode influenciar – e muito – na formação do hábito alimentar infantil. Na teoria, o ideal é que o adulto decida o que, quando e onde as refeições são oferecidas; cabendo às crianças a decisão de comer ou não, e do volume de alimentos consumidos. Esta divisão de responsabilidades faz parte do conceito de Cuidado Responsivo para alimentação, um conjunto de comportamentos que envolvem atenção e interesse pelo processo de alimentação da criança, com respeito aos seus sinais de fome e saciedade, às suas habilidades de comunicação e estímulo adequado para a alimentação independente.

A influência destes comportamentos sobre hábitos alimentares e saúde das crianças varia desde estímulo positivo para hábitos saudáveis de alimentação, desenvolvimento de habilidades sociais, aprendizado e autoestima; redução do consumo de doces, guloseimas e bebidas açucaradas; até prevenção de distúrbios psicossociais na adolescência. O cuidador responsivo participa mais dos momentos de refeições da família, estimula a autonomia e a independência da criança em todas as esferas de desenvolvimento, enquanto os cuidadores não responsivos preferem utilizar práticas como a restrição proibitiva ao consumo de alimentos, pressão para comer, recompensas, ameaças, castigos, e/ou distrações durante as refeições.

No fundo, todos apresentam um pouco de cada comportamento, o responsivo e o não responsivo. O importante é reconhecer aqueles comportamentos que dominam o seu dia a dia, e tentar revertê-los em estímulos positivos para o seu filho!

Na prática, entretanto, esta é uma rotina que muitas famílias têm dificuldade em cumprir, sobretudo aquelas cujas crianças têm dificuldades alimentares. Algumas dicas para refletir sobre os comportamentos da sua família:
  • Procure reconhecer e entender os sinais não verbais que seu filho emite às refeições e responda na forma de apoio: se ele recua com o corpo, vira a cabeça para o outro lado, não abre a boca, empurra os pratos e talheres, etc.; não ignore a recusa ou force a alimentação;
  • Ofereça alimentos no tamanho, formato e consistência que seu filho possa se alimentar sem o seu auxílio; dê a ele a oportunidade de exploração de sabores e texturas;
  • Sorria e utilize palavras de encorajamento durante as refeições; converse com a criança sobre alimentação de maneira informal e sem pressão;
  • Faça contato visual com seu filho durante toda a refeição;
  • Ofereça alimentos ao seu filho com disposição, paciência e sem pressa; evite demonstrar claramente seu desagrado;
  • Espere a criança terminar o processo de mastigação e deglutição, e demonstrar sinais de saciedade antes de oferecer nova porção;
  • Faça as refeições junto com seu filho e outros membros da família (se possível), preferencialmente comendo juntos e o mesmo cardápio;
  • Ofereça as refeições em local e postura adequados, sem distrações nem coerção;
  • Esteja totalmente envolvido na ação de oferecer a refeição ao seu filho, não se distraia com outras tarefas.

Como saber se está dando certo?
Tanto o cuidador como a criança perceberão que estão indo bem: a refeição transcorre no tempo adequado, com menos recusa e estresse, sem comportamentos coercitivos. Seu filho conseguirá exercitar sua independência para manusear e comer os alimentos, e controlar seu próprio apetite, interagindo com você de maneira agradável, com contato visual durante todo o processo, em posição relaxada e prazerosa.

Diversos estudos científicos mostram que famílias orientadas sobre como praticar o cuidado responsivo apresentam melhorias na qualidade da alimentação e comportamento das crianças frente à alimentação. Além, é claro, de reduzir o estresse dos pais e cuidadores e fortalecer o vínculo familiar.

MINERAIS QUE AJUDAM A DESENVOLVER A INTELIGÊNCIA DA CRIANÇA.

domingo, 4 de junho de 2017 0 comentários
O mineral atua na produção de neurotransmissores e na sua interação com os receptores do sistema nervoso. Foto: Getty Images

Os estímulos externos são essenciais para que a criança aprimore o raciocínio, a memória e a concentração. Mas o esforço dos pais em encher o filho de livros e proporcionar variadas experiências pode ser vão se não houver combustível de qualidade para que os neurônios e as conexões entre eles se formem direito. Estamos falando da comida certa no momento certo. “Alimentos adequados atuam na construção de tecidos e órgãos, viabilizando o desenvolvimento físico, o socioemocional e o cognitivo”, explica a nutricionista Tatiana Hernandes, da Mead Johnson Nutrition no Brasil. Esse cuidado deve começar antes mesmo de o bebê nascer. “Na gestação, a mãe tem que comer alimentos ricos em ácido fólico, importante na formação dos neurônios”, diz a pediatra Lilian Zaboto*. Após o nascimento, as gorduras têm papel-chave, pois compõem a bainha de mielina, estrutura que envolve os neurônios e atua na aprendizagem.

As gorduras são abundantes no leite materno. Portanto, enquanto a mãe amamenta, o aporte de minerais, vitaminas, proteínas e carboidratos está garantido. “A partir da introdução dos alimentos, deve haver uma rica oferta de ferro, iodo e zinco, para estimular o desenvolvimento neurológico e cognitivo”, diz Lilian. Entenda por quê.

A força do zinco
O mineral atua na produção de neurotransmissores e na sua interação com os receptores do sistema nervoso. A falta dele pode retardar o crescimento e a formação de neurônios, comprometendo o processo de cognição. Estudos mostram um risco elevado de deficiência nas crianças brasileiras: pesquisa com pré-escolares na Paraíba concluiu que 16,2% tinham um nível abaixo do ideal.

Onde encontrar: a principal fonte são as ostras, mas elas não costumam agradar ao paladar infantil. Por isso, o zinco deve ser consumido por meio dos ovos, das carnes e dos grãos integrais.

Dose diária: 3 miligramas até 4 anos e 5 miligramas até os 6 anos – a partir daí, a quantidade indicada são 7 miligramas. Um ovo contém 0,5 miligrama de zinco.

Poderoso iodo
Sua função mais conhecida é a ação no metabolismo da tireoide, mas o iodo também tem papel importante na produção dos lipídeos estruturais que formam o cérebro, além de influenciar no processo cognitivo. Sua deficiência constitui a principal causa de retardo mental em crianças e leva a um baixo desenvolvimento psicomotor. Um estudo feito na cidade de Novo Cruzeiro (MG) avaliou 475 crianças em idade pré-escolar e constatou a carência do mineral em 34,4% delas. A falta pode provocar também bócio, um inchaço na tireoide. Para evitar isso, há décadas o mineral é adicionado ao sal de cozinha. Mas, em abril, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) optou por diminuir essa suplementação. Em vez de 20 a 60 miligramas por quilo de sal, a quantidade será de 15 a 45 miligramas. O saudável é garantir o aporte de iodo por meio dos alimentos.

Onde encontrar: frutos do mar, peixes de água salgada (cavala, salmão, pescada e bacalhau), leite e ovos.

Dose diária: 0,15 a 0,20 miligramas.

Dá-lhe ferro!
Ele tem papel fundamental na oxigenação dos órgãos, especialmente o cérebro. “A deficiência de ferro é um dos principais problemas infantis apontados pela Academia Americana de Pediatria. Estudos recentes revelam que a falta do nutriente pode causar efeitos irreversíveis no desenvolvimento cognitivo e comportamental das crianças”, diz a nutricionista Tatiana Hernandes. Se estiverem anêmicas por deficiência de ferro, elas podem apresentar sonolência, o que leva a um baixo rendimento escolar. Não se engane achando que esse é um drama apenas de pessoas subnutridas. Na verdade, a carência de ferro é um problema sério em vários países, inclusive no Brasil. Um estudo realizado nas escolas de Santos, no litoral de São Paulo, revelou que mais de 40% dos alunos do ensino fundamental e médio apresentavam anemia.

Onde encontrar: fígado, carnes vermelhas e brancas são alimentos ricos no ferro chamado heme, que é absorvido com facilidade pelo organismo. Grãos como feijão, ervilha e lentilha também contêm ferro, só que de outro tipo, o não heme. Isso significa que precisa haver uma força de outros nutrientes (principalmente a vitamina C) para ser sintetizado pelo organismo. “Por isso, a sobremesa ideal após as refeições são as frutas cítricas, ricas nesse tipo de vitamina. Os doces à base de leite ou iogurte devem ser evitados, pois o cálcio presente compete com o ferro na hora de ser absorvido pelas células”, alerta a nutricionista Inty Davidson (SP), especialista em educação nutricional.

Dose diária: a recomendação é que crianças de até 1 ano consumam 5 miligramas de ferro; de 1 a 3 anos, 7 miligramas; de 4 a 8 anos, 10 miligramas; a partir dos 9 anos, 12 miligramas. Para ter uma ideia, 100 gramas de contrafilé possuem 2,4 miligramas do mineral. Já 100 gramas de fígado contêm, em média, 5,8 miligramas.

Também não podem faltar
O cálcio e a vitamina C devem entrar na dieta do seu filho, embora não participem do processo cognitivo. O cálcio ajuda a formar as células ósseas e fortalecer os dentes e ainda atua no funcionamento dos sistemas nervoso e imunológico. A principal fonte é o leite e seus derivados. Já a vitamina C age na síntese de colágeno, indispensável no desenvolvimento de ossos e dentes. As frutas cítricas (laranja e acerola) são boas fontes.

Fonte: M de mulher.

10 NUTRIENTES PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL.

sábado, 25 de março de 2017 0 comentários
A infância é uma fase onde geralmente as crianças tem uma baixa ingestão de bons nutrientes, seja porque não aceitam diversas texturas e sabores dos alimentos naturais ricos em vitaminas e minerais, ou seja porque a hora de brincar é sempre tão gostosa que sentar à mesa para realizar a refeição parece uma tortura. A ingestão de alimentos ricos em micronutrientes (vitaminas e minerais) é imprescindível para o desenvolvimento físico, psíquico e imunológico da criança. No corpo, esses elementos não agem isoladamente e precisam estar em doses equilibradas para se complementarem e exercerem seus efeitos.

ZINCO:
O zinco está presente em mais de 300 reações químicas dentro do nosso corpo, logo, é possível imaginar a importância de manter bons níveis séricos de zinco. Entre os inúmeros processos biológicos influenciados por esse oligoelemento destaca-se o crescimento e desenvolvimento físico e mental, a sua influência no metabolismo de transporte e absorção da vitamina A, prevenção de diabetes e seu papel na defesa do organismo pela maturação das células de defesa e por sua ação antioxidante.

VITAMINA C:
A vitamina C é um dos micronutrientes mais estudados e sua principal e mais conhecida função está relacionada à imunidade. Sua carência pode causar dificuldade de cicatrização, problemas nas gengivas e desestabilização dos dentes. A vitamina C é excretada na urina em grandes quantidades, razão pela qual precisamos manter uma ingestão diária adequada.

VITAMINA B2:
Vitamina do complexo B, relacionada ao metabolismo das gorduras, açúcares e proteínas. Sem ela a vitamina B6 e o ácido fólico são incapazes de se transformarem na forma ativa para exercerem sua ação. Sua deficiência, além de ocasionar manifestações físicas como pele seca e problemas visuais, pode também interferir na absorção do ferro. Sua forma ativa chama-se riboflavina-5-fosfato.

VITAMINA B6:
Importante no metabolismo de carboidratos e aminoácidos. Regula a ação dos hormônios, auxilia na utilização de vitaminas e atua na síntese de neurotransmissores. Promove a formação das hemácias. Sua deficiência afeta o sistema nervoso e causa irritabilidade, dermatite seborréica, eczema, anemia e convulsões. No corpo há necessidade de conversão da vitamina B6 na sua forma ativa piridoxal-5-fosfato.

VITAMINA B12:
Importante no metabolismo celular, principalmente no trato gastrointestinal, medula óssea e tecido nervoso. Participa do metabolismo energético de aminoácidos e de lipídeos, da síntese de células, inclusive hemácias, e genes. A sua deficiência pode ser devida à má absorção (comum em pessoas idosas) ou por problemas digestivos. Causa dor de cabeça, humor instável, fraqueza muscular, fadiga, indigestão, anemia, transtornos na formação do sangue, distúrbios gastrointestinais e neurológicos. A vitamina B12 no corpo precisa ser convertida a sua forma ativa de metilcobalamina.

VITAMINA A:
Nutriente essencial, necessário em pequenas quantidades para o adequado funcionamento do sistema visual, crescimento e desenvolvimento, manutenção da integridade celular epitelial, função imune e defesa antioxidante. Estima-se que 250 milhões de crianças no mundo sejam deficientes de vitamina A e que de 250 mil a 500 mil crianças ao ano tornem-se cegas em decorrência da carência. Além do efeito direto na visão, a deficiência de vitamina A influencia a incorporação de ferro nas hemácias agravando os casos de anemia ferropriva.

VITAMINA K:
É necessária na coagulação sanguínea e na cicatrização, atuando na formação óssea. A vitamina K impede a progressão da placa de colesterol e inibe a calcificação arterial, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares. Antibióticos interferem negativamente na absorção de vitamina K. Sua deficiência gera tendência à hemorragia, causando sangramento fácil de gengiva e da pele. Sua forma mais reconhecida pelo corpo é a K2.

ÁCIDO FÓLICO:
Necessário para a formação e maturação das células sanguíneas e das células de defesa na medula óssea, a deficiência de ácido fólico pode ocasionar má-formação das células, déficit de crescimento, anemia, alterações sanguíneas e distúrbios na digestão. Para exercer sua ação, o ácido fólico precisa ser transformado em ácido folinico e posteriormente em metilfolato.

VITAMINA D:
Está relacionada não somente ao desenvolvimento e manutenção da saúde óssea, mas também à redução do risco de obesidade e diabetes, além de aumentar a imunidade. Níveis séricos normais de vitamina D promovem a absorção do cálcio e, por essa razão, durante a infância, a deficiência dessa vitamina pode causar retardo do crescimento, anormalidades ósseas e aumento do risco de fraturas na vida adulta. Frutas e vegetais fornecem baixas quantidades de vitamina D e sua absorção é altamente dependente da exposição ao sol. Como nos dias atuais as crianças se expõem ao sol cada vez menos, observa-se ano após ano o aumento da incidência de carência nutricional de vitamina D.

FERRO:
Elemento essencial para o crescimento e desenvolvimento da criança, que em deficiência pode levar a casos de anemia ferropriva. Nos países em desenvolvimento como o Brasil, estima-se que a prevalência de anemia entre crianças é de mais de 50%, podendo reduzir as habilidades das crianças em relação a linguagem e coordenação motora fina.

COMO OCORRE A PRODUÇÃO DA VITAMINA D E BENEFÍCIOS NA PRIMEIRA INFÂNCIA.

quinta-feira, 2 de março de 2017 0 comentários


Como anda sua exposição ao sol?
Popularmente conhecido que de 15 a 20 minutos de exposição ao sol (período mais quente do dia e sem o uso de filtro solar) pode fornecer uma dose benéfica, mas essa produção da vitamina depende de inúmeros fatores: onde o indivíduo vive (latitude), estação do ano em que se encontra, horário do dia, tamanho da área exposta, peso, cor de pele (presença de mais melanina), medicamentos usados, saúde do fígado e até do rim11-13. Uma pessoa de pele mais escura, por exemplo, requer muito mais tempo de exposição do que os 20 minutos recomendados. E quem pensa que está assegurado, pois toma sol através de vidros, pode estar enganado: Os raios UV-B necessários para iniciar a síntese da vitamina D na pele, não conseguem passar através da maioria deles.

COMO OCORRE A SÍNTESE DA VITAMINA D ATRAVÉS DO SOL
A pele humana contém um composto que funciona como um precursor da vitamina D, chamado 7-dehi­drocolesterol; o composto serve como um precursor do colesterol, que é vital para a produção de hormô­nios esteroides, como andrógenos e estrógenos, entre outras coisas. Quando os raios solares atingem a pele, uma parte específica da luz é capaz de transformar a pró-vitamina 7-dehidrocolesterol em pré-vitamina D3 por quebrar uma ligação na molécula precursora.

O ideal seria nos expormos mais ao sol e aproveitarmos as estações mais quentes para armazenarmos reservas, que podem se acumular em nossa gordura e fígado, para os períodos de escassa exposição em casos de invernos marcantes.

Mas isso dificilmente ocorre. Para evitar os problemas como câncer e envelhecimento da pele, hoje nos protegemos com protetores solar que impedem a síntese da vitamina D. Em estudos e testes laboratoriais globais, a constatação é que existe uma pandemia de baixos níveis séricos desta vitamina, criando a necessidade de, juntamente com a exposição à luz solar, sua suplementação, que ao ser ingerida juntamente com uma refeição, ou em contato com os óleo, tem uma melhor absorção.

A DOSE DE VITAMINA D
Com a evidência se multiplicando quanto à redução de mortalidade naqueles que possuem níveis séricos mais altos de vitamina D, é de grande relevância alertar o público em geral sobre a importância da obtenção regular de uma dose apropriada, seja através da expo­sição solar direta, da suplementação, ou de ambos. É uma vitamina de baixo custo, mas que sua deficiência crônica contribui para várias doenças. Surpreendentemente, a polí­tica de saúde pública ainda não mostrou forte ação, mesmo com tantos estudos científicos comprovando que a sua deficiência também acarreta em um maior custo dos cuidados de saúde pública.

A maioria dos multivitamínicos populares ainda não contém suficiente vitamina D para fornecer melhoras para a saúde. Em geral, fornecem por volta de 400 UI, bem abaixo do valor para se atingir os níveis desejados conforme estu­dos (2.000 UI a 5.000 UI). Por conseguinte, as pessoas hoje têm uma oportunidade sem precedentes para otimizar sua saúde e reduzir o risco de tratamentos convencionais usando um suplemento diário acessível. Exames de sangue anuais podem mostrar se a dose utili­zada está sendo adequada.

Diferentemente da insuficiência (< 12ng/mL), a deficiência (< 20ng/mL) de vitamina D, atual­mente, é muito comum em todos os grupos etários.35 Um considerável volume literário científico documenta a associação de níveis séricos de vitamina D, insuficientes ou deficien­tes, com um maior risco de doenças multifato­riais, como o câncer36-38, doença vascular39-43 e inflamação crônica.

Sugere-se então manter os níveis sanguíneos acima de 30ng/mL, ou mais elevado, em torno de 60ng/mL a 80ng/mL, caso possua patologia associada. A toxidade só ocorre com níveis séri­cos maiores de 150ng/mL. Conforme estudos recentes, a abrangência de seus benefícios é realmente impressionante.


BENEFÍCIOS DA VITAMINA D NA PRIMEIRA INFÂNCIA




A vitamina D é lipossolúvel, essencial e não está normalmente presente na maioria dos alimentos naturais. As melhores fontes dietéticas incluem o óleo de fígado de bacalhau, peixe espada, salmão, alimentos fortificados com vitamina D e suplementos dietéticos. A vitamina D também é produzida endogenamente quando os raios ultravioletas da luz solar atingem a pele e desencadeiam a sua síntese. No entanto, devido ao aumento do uso de filtros solares, ingestão dietética inadequada, localização geográfica (latitude e altitude), condições atmosféricas que afetam a intensidade da radiação UVB (poluição do ar) e mudanças sazonais, a qualidade e quantidade da produção de vitamina D na pele vem diminuindo muito, tornando-se comum a situação de algum grau de deficiência de vitamina D.

O leite humano geralmente fornece de 10 a 80 UI de vitamina D por litro (L), o que corresponde a 0,2 a 1,5 μg/dia (8 a 60 UI/dia), ficando aquém dos 400 UI/dia recomendados por muitos especialistas em saúde. Bebês e crianças exclusivamente alimentadas com substitutos do leite e alimentos de desmame não fortificados com vitamina D também estão em maior risco de deficiência. Por esta razão, a sua suplementação é rotineiramente recomendada para bebês até que eles possam obter uma quantidade adequada através da dieta.

Um estudo publicado na revista Pediatric Obesity mostrou que uma ingestão suplementar de vitamina D durante o primeiro ano de vida proporciona às crianças mais massa muscular e menos gordura corporal. Esses resultados emergiram de um estudo randomizado duplo-cego inicial de 132 bebês saudáveis amamentados (um mês de idade no início do estudo) em Quebec, Canadá. Aleatoriamente os bebês foram designados para receber um suplemento oral diário de vitamina D3 de 400, 800, 1.200 ou 1.600 UI (10, 20, 30, 40 microgramas) durante 11 meses. Os bebês retornaram para um seguimento aos 3 anos de idade, quando foram avaliados seus níveis sanguíneos de vitamina D e composição corporal.

O benefício adicional de uma composição corporal mais magra veio como uma espécie de surpresa para a equipe de pesquisa. “Ficamos muito intrigados com a maior massa magra, e, portanto, a possibilidade de que a vitamina D pode ajudar as crianças a não só desenvolver esqueletos saudáveis, mas também saudáveis músculos e menos gordura”, disse Hope Weiler, uma das autoras do estudo e diretora da Mary Emily Clinical Nutrition Research Unit, da Universidade McGill.

Este estudo confirma a importância de um maior nível de vitamina D no início da infância para o desenvolvimento de ossos fortes e massa muscular saudável. O único outro fator conhecido para fazer uma diferença significativa para o nível de gordura corporal da criança é a quantidade de atividade física.

Traduzido por Essential Nutrition

DOENÇAS CAUSADAS PELA MÁ ALIMENTAÇÃO INFANTIL.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017 0 comentários
Muitos problemas que prejudicam o desenvolvimento das crianças são decorrentes de doenças causadas pela má alimentação. Além de dificultar o progresso físico e mental, elas devem ser evitadas porque comprometem não apenas a infância, mas a adolescência e a fase adulta.

Alimentos processados e industrializados, como biscoitos recheados, salgadinhos e batata frita oferecem energia, mas não são ricos em vitaminas e minerais, necessários para a saúde humana. Os açúcares, conservantes artificiais e gorduras são grandes causadores de anemia, diabetes, obesidade e hipertensão.Complicações que surgem pela alimentação errada podem comprometer toda a vida. Foto: iStock, Getty Images

Dieta contra doenças causadas pela má alimentação
As doenças causadas pela má alimentação durante a infância podem ser evitadas através de uma dieta que inclua legumes e frutas, permitindo um crescimento com saúde.

Anemia
Crianças podem se tornar anêmicas principalmente por falta de ferro no organismo. A falta de outros minerais também pode ocasionar a doença, que se caracteriza pela redução da hemoglobina, uma substância presente nos glóbulos vermelhos do sangue. É ela que permite o transporte do oxigênio dos pulmões para o restante do organismo.

A anemia se apresenta através de tonturas, dor de cabeça, palidez, desânimo, cansaço, falta de ar, perda de apetite, sono excessivo, palpitações, tristeza e falta de concentração.

Diabetes
A diabetes é uma das doenças causadas pela má alimentação que compromete o futuro das crianças. Ela se caracteriza por uma alteração na produção de insulina, um hormônio do pâncreas. A doença cria uma resistência à ação desse hormônio pelo organismo. A insulina é o que transforma a glicose do açúcar em energia.

É através da alimentação que se torna possível combater a diabetes. O aleitamento materno é fundamental, já que os componentes do leite infantil artificial são recheados de suplementos e açúcares.

Além disso, evitar alimentos industrializados e com altos teores de açúcar e gordura, equilibrando a alimentação das crianças permite um desenvolvimento mais saudável.
Hipertensão é uma das doenças causadas pela má alimentação

Uma das doenças causadas pela má alimentação infantil é a hipertensão. Os hábitos saudáveis são a principal forma de prevenir esse problema. Através de uma dieta que esteja repleta de vegetais e frutas, associada à prática regular de exercícios físicos, é possível manter o peso ideal para a idade e evitar a obesidade infantil, principal causadora da doença.

Se não for tratada adequadamente, a hipertensão pode provocar infartos, aneurisma, problemas nos rins e acidente vascular cerebral (AVC). Estimular práticas de atividades ao ar livre, reduzir hábitos sedentários e preparar alimentos livres de muita gordura e açúcar são os principais meios de combate à doença.

Obesidade infantil
Entre as doenças causadas pela má alimentação da criança, a obesidade é a principal e mais perigosa. Capaz de causar de outros problemas como diabetes, hipertensão e colesterol alto, ela é identificada quando a criança está 15% acima do peso ideal para sua faixa etária.

O tratamento para essa doença é bastante lento e requer acompanhamento nutricional e familiar, incentivando hábitos saudáveis e o consumo de frutas e legumes. No Brasil, muitas crianças também são sedentárias, o que aumenta as chances de se tornar obesa e dificulta o tratamento posterior.

Fonte: Doutissima.

PREFIRA ÁGUA!

quinta-feira, 22 de setembro de 2016 0 comentários
No universo em que meus filhos transitam, escola, parques, festas de amigos e famíliares, o ingrediente número 1, nos pedidos durantes lanches, refeições e celebrações é, infelizmente, o terrível refrigerante.


Desde que meus filhos nasceram ou mesmo antes de ser mãe, presenciei cenas de bebês com pouco mais de 1 ano ou antes disso, sendo “alimentados” em suas mamadeiras, por estes venenos tão nocivos à saúde humana.

Há mães que me chamem de fresca, outras que dizem ser “inevitável”,” hora ou outra eles irão tomar”, mas eu digo à vocês, no que depender de mim, isso não acontecerá tão cedo e afirmo, estou fazendo muito bem aos meus filhos.

Que todos nós sabemos que o refrigerante faz mal à saúde, não é novidade. Resta saber, porque outras drogas são de fácil compreensão ao evitarmos que cheguem perto de nossos filhos, e o refrigerante não?


Segundo a nutricionista e engenheira de alimentos Andrea de Almeida Alterio – O refrigerante não contém nutriente nenhum, assim, não traz benefício algum ao organismo após sua ingestão. É importante ressaltar que, quer seja a versão normal quer seja a diet, zero ou light, o refrigerante não possui nutrientes, como vitaminas e minerais, que o corpo precisa para o metabolismo funcionar. Não estamos falando da questão de isenção ou não de açúcar que agrega as calorias dessa bebida, mas de nutrientes essenciais para que as reações químicas do corpo possam acontecer normalmente.

Outro ponto importante a ser destacado é que o ácido fosfórico, usado como acidulante, presente nessa bebida, eleva muito o teor de fósforo e esse nutriente acaba competindo com outros no organismo, impedindo a absorção de alguns nutrientes, entre eles o cálcio, essencial não só para manutenção de massa óssea, crescimento infantil, como também no metabolismo de hormônios que ajudam a controlar o acúmulo de gordura e, portanto, o ganho de peso.

De acordo com o Huffington Post , tomar refrigerante pode aumentar o risco de:

Ataques cardíacos – Pesquisadores da Harvard descobriram que ingerir uma bebida açucarada por dia aumenta 20% o risco de um homem ter um infarto durante um período de 22 anos. O risco se intensificou com o aumento das bebidas doces consumidas.

Síndrome metabólica e doença hepática gordurosa – Mesmo que a pessoa não ganhe peso, o refrigerante açucarado pode ser prejudicial para a saúde cardiovascular – especialmente para as mulheres. As mulheres que ingerem bebidas adoçadas com açúcar são mais propensas a desenvolver níveis elevados de triglicérides – gordura no sangue.Pesquisadores descobriram que as mulheres que consumiam pelo menos duas porções de refrigerante por semana, eram quatro vezes mais suscetíveis a ter altos níveis de triglicérides. Esta gordura passa a envolver os órgãos. como o fígado, o que pode contribuir para risco elevado de doença coronariana cardíaca, diabetes tipo 2 e acidente vascular cerebral.

Ganho de peso – Naturalmente, ao consumir calorias extras ocorre o aumento de peso. Mesmo refrigerante diet podem levar a problemas. Dados recentes demonstraram uma associação entre a bebida sem açúcar e o aumento da cintura.

Osteoporose – Um ingrediente na cola pode prejudicar o cálcio dos ossos. Um estudo de pesquisadores da Tufts University descobriu que mulheres que relataram beber apenas três colas por semana tinham uma perda óssea média de 4% em locais como os quadris do que as mulheres que consumiam outra bebida. Os refrigerantes de cola contêm ácido fosfórico aromatizante. Segundo o autor principal do estudo, Kathleen Tucker, a substância causa maior acidez no sangue, o corpo então usa o cálcio dos ossos para neutralizar o ácido no organismo.

Diabetes tipo 2 – Diabetes anda de mãos dadas com a obesidade e o consumo elevado de açúcar. Um estudo com 90 mil mulheres mostrou que as que ingeriam uma ou mais bebidas açucaradas (como refrigerante ou suco) foram duas vezes mais propensas a desenvolver diabetes tipo 2. As bebidas doces aumentam o nível de glicemia de jejum e resistência à insulina.


Sou mãe de dois meninos de 4 e 6 anos e, apesar de meu marido já ter diminuído bastante seu vício pela Coca-Cola, hora ou outra ela aparece em casa. Procuramos nunca tomar na frente deles, mas mesmo se isso acontece em lugares públicos, com amigos e parentes, não existe um questionamento incisivo de meus meninos.

O mais velho algumas vezes já questionou do por quê ele não beber e eu, sempre claramente expliquei os motivos. Não em um contexto científico, como os apresentados acima, mas sempre deixei claro que àquilo não faria bem para ele, que não possui nenhuma vitamina e ainda estraga os dentes.


Por duas ou três vezes, em festas ou ambiente escolar já ofereceram refrigerante a ele, na primeira vez ele experimentou Guaraná, eu não estava lá, ele optou sozinho. Ao chegar em casa me contou o ocorrido, eu não o repreendi e perguntei se havia gostado, ele respondeu: – Achei muito doce, prefiro água!

Em outra ocasião, porque seu melhor amigo é super fã de Coca-Cola, mais uma vez arriscou. No retorno a nossa casa, a confiança presente o fez me contar novamente e em um papo bem tranquilo, ele me disse que era mais doce ainda, mas que era “até bom”!

Reservei alguns minutos, procurei algumas imagens na internet de sorrisos danificados pelo consumo desenfreado do refrigerante e expliquei para ele, mais uma vez, os porquês de não ser bacana ingerir esta bebida. Desta vez, meu filho caçula, acompanhou a explicação com imagens. Depois deste dia, seu interesse diminui bastante e meu filho menor, mesmo sendo de paladar muito mais adepto ao doce do que o Cauã, nunca teve vontade de experimentar.

Sei que a hora deles vai chegar, curiosidade, vontade de provar o desconhecido, permearão seus dias por toda a vida, por isso tão importante a conversa, a confiança e uma explicação, para dar embasamento ao NÃO.


Muitas mães da escola deles, levam a questão da proibição do envio de refrigerante nas lancheiras, como um problema. PROBLEMA? Para mim, isso é um alívio, já que durante as festinhas e na cantina o consumo é liberado – ou era. Mamães, por favor, compreendam que comprar, permitir e oferecer um refrigerante à uma criança, significa consentir que ela seja inundada com calorias vazias, açúcares e o pior, de maneira consciente, colocar em risco a saúde de seu próprio filho.

Será que isso tudo já não basta, para pais e mães reverem suas condutas?

Felizmente, à partir de agosto de 2016, conforme aprovação da Comissão de Seguridade Social e Família pelo projeto do deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG) que proíbe a venda de refrigerantes nas escolas de educação básica (do primeiro ao nono ano), públicas ou privadas (PL 1755/07), a Coca-Cola Brasil, a Ambev e a PepsiCo Brasil vão ajustar o portfólio de bebidas vendidas diretamente às cantinas de escolas no país.


A principal mudança é que as empresas venderão às escolas para crianças de até 12 anos (ou com maioria de crianças de até essa idade) apenas água mineral, suco com 100% de fruta, água de coco e bebidas lácteas que atendam a critérios nutricionais específicos.

A proposta recebeu parecer favorável da relatora, deputada Zenaide Maia (PR-RN). Ela concordou com os argumentos do autor do projeto, de que o aumento dos índices de obesidade infantil no País está diretamente relacionado ao consumo de alimentos como salgadinhos e refrigerantes vendidos nas escolas.


Mais difícil compreender, quando não se trata de uma escolha do filho, mas sim, dos pais. Certa vez, em um almoço de final de semana com pais e amigos dos meus filhos, ao chegarmos no restaurante a mãe de um deles já pediu ao garçom, antes mesmo do filho solicitar – “Por favor, para o meu filho, Coca-Cola.” Eu, como sempre, pedi água para os meus. Quando os meninos retornaram para a mesa, depois de correr bastante e bem suados, a primeira coisa que o amigo do meu filho viu foi a água e não pensou duas vezes. Tomou sem parar, enquanto meus filhos tomavam as deles na garrafinha. Sua mãe então ressaltou -” Filho, olha sua coca!” e ele concluiu, “-Não mãe, já matei minha sede, depois eu tomo” e voltou a brincar.


Mas daí você me pergunta: Até quando você acha que consegue mantê-lo distante destes alimentos, em especial estas bebidas?

E eu respondo tranquilamente: Até o momento em que a confiança existir entre meus filhos e eu, até o momento em que eles acreditarem que se eu faço uma escolha por eles, é única e exclusivamente para o bem deles, até o dia em que, quando eles puderem e tiverem que fazer estas escolhas por si só, lembrem de minhas palavras e coloquem-se ou não, expostos a este risco.

Não, isso não é um drama, nem é um cavalo de batalha, certamente um copo de refrigerante hora ou outra não é letal, mas acreditem, infelizmente, crianças que tem o aval de tomar um refrigerante quando sentirem vontade, dificilmente dirão não e é a aí, que a exceção vira regra.

No meu ponto de vista, a maior dificuldade hoje em dia, é pai e mãe terem em mãos as condutas e as escolhas diante de seus filhos.


Segundo o odontopediatra Dr. Alexandre Rabboni, “A criança não deveria ter muitas escolhas quando pequena, fazer muitas escolhas na infância significa sofrimento. Quanto mais tempo esta criança estiver amparada nas diretrizes e caminhos traçados por seus pais e cuidadores, mais segurança ela sentirá diante do mundo. E segurança é sinônimo de amor.”

Infelizmente, o retrato da sociedade atual é outro, crianças gritam e comandam suas escolhas desde 2 ou 3 anos. Decidem o que vão comer, o que vão beber, que horas irão dormir… Esta desordem sim, com certeza, será cobrada em seu futuro, pelo seu próprio organismo.


Por aqui seguimos firmes, fortes e leves, com a mais pura e cristalina água mineral, que aqui em casa, é preferência nacional! E na sua casa?