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BRASILEIROS ESTÃO ENTRE OS MAIORES CONSUMIDORES DE "FAST FOOD" NO MUNDO.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016 0 comentários
Na América do Sul, ninguém gasta mais em fast food do que os brasileiros. Aliás, segundo um estudo realizado pela EAE Business School, que analisa os hábitos de consumo nesse setor em 2014, apenas Estados Unidos (290,2 bilhões de reais), Japão (162,3 bilhões de reais) e China (130,2 bilhões de reais) estão à frente do Brasil (53,7 bilhões de reais) em gastos no setor.

De acordo com o levantamento, o gasto com fast food por habitante no Brasil em 2014 foi de 265 reais, e o consumo deve crescer em 30,88% até 2019 — uma das maiores expectativas entre os países estudados, junto com Espanha (48,61%) e China (23,99%). Os espanhóis, aliás, estão entre os europeus que menos gastam com fast food. Cada habitante investe em média 42,6 euros por ano (190 reais). Essa cifra os situa somente atrás dos italianos.

Apesar dos percalços, o McDonald's segue sendo o líder do setor em nível global, com 18.710 pontos de venda, seguido pelo KFC, com 11.798 estabelecimentos, e o Subway, com 10.109 restaurantes. Segundo a pesquisa, parte do sucesso da rede norte-americana está em seu novo enfoque no café da manhã e em suas campanhas de publicidade.


Para 2019, segundo o estudo, os mercados de fast food mais importantes por volume de gasto serão EUA, China e Japão, com um total de 74,7 bilhões de euros (331 bilhões de reais), 45,4 bilhões de euros (201 bilhões de reais) e 31.6 bilhões de euros (140 bilhões de reais), respectivamente. Esse estudo foi desenvolvido pela Strategic & Research Center da EAE Business School com base em dados procedentes do Euromonitor International, que analisa as tendências de mercado e do consumidor em mais de 80 países.

O 'FAST FOOD' EM TODO O MUNDO

Os japoneses são os que mais gastam em fast foods, com uma despesa média equivalente a 1.024 reais por habitante ao ano. Em segundo lugar estão os norte-americanos e, depois, os australianos. Os que menos gastam são os indianos, com o equivalente a 41 reais por ano. Estados Unidos, China, Japão, Brasil e Reino Unido são os cinco países onde o segmento de fast food fatura mais.
Fonte: El País.

INSPIRE-SE NOS HÁBITOS ALIMENTARES DE DIVERSAS POPULAÇÕES.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014 0 comentários
Os franceses, japoneses, ingleses, povos nórdicos e mediterrâneos e até mesmo os brasileiros, possuem hábitos alimentares que ajudam no emagrecimento. Na França é frequente dedicar um tempo para as alimentação, enquanto na Inglaterra ninguém fica de jejum com o chá da tarde. 

No mediterrâneo o consumo de gorduras boas torna as refeições mais saudáveis e gostosas e no Japão a população ingere alimentos inusitados para os ocidentais, mas proporcionam benefícios que vão desde maior biodisponibilidade ao combate e prevenção de alguns canceres. Saiba mais sobre esses hábitos e entenda por que eles auxiliam na perda de peso.

França: tempo para as refeições
Os franceses dedicam tempo para se alimentar. Isto ajuda no emagrecimento, pois permite que o cérebro envie a mensagem ao estômago de que você está ficando saciado. "Este processo leva em média 20 minutos, mas muitas pessoas comem em 10 e acabam repetindo o prato", constata a nutricionista e chef Natalia Werutsky. 

Com maior tempo para se alimentar, os franceses também cozinham as próprias refeições. Assim, eles têm consciência do que é colocado na preparação. "Os restaurantes geralmente têm como base agradar o paladar do cliente e nesse sentido colocam um pouco mais de gordura, sal e açúcar nos pratos", alerta a nutricionista clínica funcional e chef Carina Boniatti, da Colherada Gourmet.

França: não fazer estoque de comida
Os franceses não têm o hábito de deixar grandes quantidades de alimentos em casa e isto é importante para quem quer emagrecer. Primeiro porque se aquela bolacha, barra de chocolate ou outra comida calórica não estiver disponível, a possibilidade de ingeri-la quando bater a fome é menor. 

Estocar muitos alimentos também pode prejudicar a qualidade deles. "Caso fique guardado por um longo período, a comida, mesmo se for um cereal, pode estragar, mudar o sabor ou diminuir a quantidade de nutrientes", conta Boniatti. Ao não fazer estoque, os franceses também compram mais alimentos frescos. 

Japão: alimentos inusitados e saudáveis
Os japoneses frequentemente ingerem alimentos saudáveis que não são tão comuns para a dieta dos brasileiros. Entre eles estão as algas, os cogumelos e a soja fermentada. O primeiro item é rico em: ferro; cálcio, responsável pela formação e manutenção dos ossos; selênio, que tem ação antioxidante; e iodo, que ajuda no funcionamento da tireoide. Os cogumelos são ricos em fibras, que ajudam no trânsito intestinal, possuem boa quantidade de proteínas e contam com beta-glucanas, que ajudam no combate ao câncer. 

A soja fermentada, utilizada para elaborar o missô e o tofu, também é interessante para a dieta. "Isto porque o alimento passa por um processo que torna seus nutrientes mais fáceis de serem digeridos no organismo", explica Boniatti. 

Inglaterra: lanches entre as refeições
O famoso hábito inglês do chá da tarde é ótimo para dieta. Comer entre as principais refeições irá manter seu metabolismo ativo. Além disso, a glicose é liberada aos poucos, o que gera saciedade e evita o risco de ingerir o que não deveria. "O jejum prolongado faz com que o corpo interprete que há o risco de passar fome, então passa a reter mais gorduras", conta Werutsky. 

Ao comer várias vezes durante o dia, as porções ficam menores. O quanto ingerir de cada alimento é o que faz diferença na dieta. "Não pode banir do cardápio, a palavra chave da alimentação é o equilíbrio, você pode comer batata frita, desde que seja uma pequena quantidade e não ocorra diariamente", orienta Werutsky. 

Brasil: comer mais frutas
Devido ao nosso clima, os brasileiros possuem abundância de frutas. Elas são ricas em vitaminas e sais minerais. As frutas amarelas possuem boas quantidades de carotenoides, que tem ação antioxidante. Maçã e banana são as mais consumidas pelos brasileiros. A primeira possui a pectina, que tem um efeito antioxidante e ajuda na circulação sanguínea, já a última possui o triptofano, que proporciona a sensação de bem estar e prazer. 

Mas variar nas frutas consumidas faz toda a diferença para a sua saúde. Inclua no cardápio alimentos como a manga, que é rica em vitamina A, importante para a visão, pele e cabelo; o abacate, que possui a glutationa que ajuda o fígado; a melancia, que conta com a arginina que auxilia a circulação. 

A tangerina é rica em vitamina C que previne e atenua os sintomas da gripe. A goiaba conta com o licopeno que ajuda na prevenção de alguns canceres e o coco, que tem uma gordura chamada triglicerídio de cadeia média que não fica acumulada no corpo. Todas essas são outras ótimas opções para variar nas frutas. A recomendação é comer entre três e quatro porções ao dia. 

Índia: temperos saudáveis
Na Índia o consumo de pimentas é frequente e isto ajuda no emagrecimento. "Trata-se de um alimento termogênico, ele incrementa o gasto metabólico em torno de 10%", conta Boniatti. Outros temperos consumidos pelos indianos também têm ação antioxidante e anti-inflamatória, são eles: açafrão, curry, cominho e cúrcuma. 

A cúrcuma possui propriedades anti-inflamatórias significativas. "O tempero auxilia o organismo como um todo, porém ajuda especialmente no combate da artrite porque possui a curculina, poderoso anti-inflamatório que auxilia no combate da doença que é uma inflamação das articulações", ressalta Boniatti. 

Países Mediterrâneos: gorduras boas
A dieta dos povos mediterrâneos, os gregos, italianos e espanhóis, é rica em gorduras boas presentes no azeite e oleaginosas. O azeite possui boas quantidade de gorduras monoinsaturadas que ajudam a regular o colesterol, ele ainda conta com substâncias antioxidantes que inibem a síntese do colesterol ruim, LDL, e previnem danos cerebrais. O azeite também possui um efeito anti-inflamatório que alivia dores e previne e combate a diabetes. 

As oleaginosas, como nozes, amêndoas ou castanhas, também são fontes de gorduras monoinsaturadas que assim como o azeite contribuem para reduzir o colesterol e evitam problemas cardíacos. 

Países Nórdicos: frutas vermelhas
Nos países nórdicos, como a Noruega, Suécia, Finlândia e Dinamarca, o consumo de frutas vermelhas é grande. Entre elas estão o morango, a amora, o cranberrry e o blueberry (mirtilo). Estas frutas são ricas em antioxidantes por possuírem flavonoides que previnem doenças degenerativas, câncer e o envelhecimento das células. 

As frutas também contam com antocianina. "Ela tem um forte efeito antioxidante que diminui a agressão dos radicais livres, melhora a circulação sanguínea e diminui a retenção de líquidos. É a antocianina que dá o pigmento da fruta, portanto quanto mais escura for, maior a concentração do nutriente", explica Boniatti. A jabuticaba, desde que ingerida com casca, a framboesa, a uva roxa e o açaí também proporcionam os benefícios mencionados. 

Países Nórdicos: peixes de águas frias e profundas
Nos países nórdicos há grande consumo de peixes e aqueles mais ingeridos são os de águas frias e profundas. Isto é interessante porque ao viverem em um local frio estes peixes tem tendência a acumular gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas. O ômega 3 é uma das gorduras poli-insaturadas presentes. Um dos seus principais benefícios é o controle do colesterol, pois ele diminui os níveis do LDL, colesterol ruim que em excesso pode causar problemas para a saúde. 

O ômega 3 também é benéfico para o cérebro porque uma de suas funções é contribuir para a formação da bainha de mielina, um dos componentes dos neurônios. Alguns peixes ricos em ômega 3 são o salmão, sardinha e arenque. 

Estados Unidos: proteínas no café da manhã
Apesar da dieta americana normalmente ser um exemplo de uma alimentação errada, o hábito de comer ovos no café da manhã é muito bom. "O ovo é uma fonte de proteína importante e proporciona saciedade ao longo do dia. Além disso, possui a colina substância que irá auxiliar na memória e concentração", afirma Boniatti. Opte por ingerir o ovo cozido ou mexido e a quantidade diária recomendada é um por dia. Não faça como os americanos e inclua o bacon no seu prato, em vez disso, combine o ovo com um pão integral. 

América Latina: ingerir grãos
Na América Latina é comum ingerir grãos como o feijão, arroz, milho e lentilha. Estes alimentos são interessantes por serem ricos em fibras, que auxiliam no trânsito intestinal, magnésio, importante para o trabalho muscular, e ferro, que compõe a hemoglobina e no transporte de oxigênio para todas as células do corpo. "Os grãos ajudam no emagrecimento por terem boas quantidades de fibras que proporcionam saciedade", diz Boaniatti.

Fonte: Minha Vida

DIETA NÓRDICA: UMA NOVA VERSÃO DA DIETA DO MEDITERRÂNEO.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013 0 comentários
A dieta nórdica ou viking é uma versão dos povos da Escandinávia para a dieta mediterrânea. Com alimentos adaptados para o clima de países como a Dinamarca, Suécia e Noruega, ela proporciona alguns benefícios similares às comidas consumidas por gregos, italianos e espanhóis. Mas você também pode adotar esses bons hábitos em solo brasileiro.
Os destaques desta alimentação nórdica são vegetais, frutas, peixes, alimentos integrais e fontes de gorduras boas. A dieta também sugere mudanças saudáveis como evitar bebidas açucaradas e preferir sucos de frutas, alimentos com conservantes e preferir os orgânicos.

Uma pesquisa realizada por cientistas escandinavos de diversas universidades e institutos e publicada no Journal of Internal Medicine concluiu que a dieta nórdica ajuda a baixar os níveis do colesterol ruim, LDL, e a aumentar o bom, HDL. Assim, ela previne a aterosclerose, doença que causa o estreitamento dos pequenos vasos sanguíneos que fornecem sangue e oxigênio para o coração e por consequência traz mais risco a hipertensão. O estudo feito com 200 voluntários também observou que a alimentação possui um efeito benéfico em inflamações de baixo grau.

Os estudiosos estão tão animados com a dieta nórdica que a Universidade de Copenhague, na Dinamarca, investiu 13 milhões de euros em um projeto para identificar outras comidas que podem ser incluídas no cardápio. Confira quais são os alimentos que compõe a dieta viking e descubra os benefícios que eles proporcionam para a saúde.  
 

Peixes de águas frias

Os peixes de águas frias, como o salmão, o bacalhau e o arenque, são as melhores opções para a saúde. Isto porque eles são ricos em ômega 3, um tipo de gordura que auxilia a diminuir o colesterol ruim, LDL, previne doenças cardiovasculares, melhora as funções cerebrais e evita a degeneração da mácula, estrutura do globo ocular.

Uma pesquisa da Universidade de Valência, na Espanha, concluiu que ingerir os peixes está ligado à diminuição da indecência de diabetes. Isto porque o ômega 3 também melhora a sensibilidade do organismo à insulina, reduzindo os riscos.

Os povos escandinavos possuem o hábito de comer muito bacalhau. "Neste caso é preciso ficar atento com o excesso de sal, já que o alimento é conservado nele", orienta o nutrólogo Roberto Navarro. A recomendação desta dieta é comer peixe cerca de três refeições por semana.  

Centeio, aveia, cevada, arroz e massas integrais

 A dieta nórdica propõe ingerir cevada, centeio e aveia, enquanto na mediterrânea é consumido o trigo integral. "A aveia possui mais fibras do que o trigo e ajuda a diminuir com maior intensidade a velocidade de absorção da glicose o que é interessante para pacientes do diabetes", diz Navarro. As fibras também auxiliam no trânsito intestinal.

Alimentos integrais, como o arroz e as massas, são bons porque preservam todas as estruturas do grão, como proteínas, fibras, vitaminas e minerais. Eles também ajudam no emagrecimento, pois proporcionam saciedade, já que a digestão dos integrais é mais lenta.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA) o consumo de alimentos integrais acompanhado de verduras, legumes e frutas, que também são indicados na dieta nórdica, ajuda a diminuir o risco de câncer de pulmão, cólon e reto, estômago, boca, faringe e esôfago.

Frutas vermelhas

 Frutas vermelhas como o cranberry, blueberry, morango e amora são muito frequentes nos países escandinavos e proporcionam uma série de benefícios. "Elas possuem antocianina, substância com ação antioxidante que combate o envelhecimento celular, protege o sistema cardiovascular e melhora a circulação sanguínea, evitando a retenção de líquidos e ajudando até mesmo a atenuar a celulite", conta a nutricionista e chef Carina Boniatti, da Colherada Gourmet.

As frutas vermelhas também contam com flavonoides. "O nutriente tem efeito antioxidante e previne doenças degenerativas e câncer", diz a nutricionista e chef Natalia Werutsky.

Um estudo feito por pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e da Universidade da Ânglia Oriental, na Inglaterra, concluiu que comer morangos e blueberry três vezes por semana pode diminuir o risco de infarto em mulheres. Os cientistas acompanharam 93.600 mulheres entre 25 e 42 anos, aquelas que comeram mais frutas vermelhas apresentaram uma redução de 32% do risco de terem um ataque cardíaco. A razão do benefício seriam os flavonoides que tem ação antioxidante e anti-inflamatória.

Vegetais de raiz

Os vegetais de raiz são fontes saudáveis de carboidrato. "Quando comparado com uma massa, eles possuem uma riqueza nutricional maior, com mais vitaminas, minerais e alguns antioxidantes", explica Boniatti.

Entre os alimentos de raiz consumidos nos países escandinavos estão a batata e a cenoura. Este último é rico em carotenoides que auxilia na prevenção de doenças cardíacas e câncer, também previne problemas de visão e de pele. A batata deve ser consumida com parcimônia. "Mas ela é uma fonte de vitamina C", diz Navarro. O nutriente aumenta as defesas do organismo, auxiliando na prevenção e no combate de infecções como a gripe.  

Repolho e outros vegetais

A dieta nórdica recomenda o consumo diário de diversos vegetais. Porém, o repolho é um dos mais ingeridos entre os povos escandinavos. ?Ele é ótimo para a saúde porque possui glucosinolatos que ajudam a eliminar as toxinas do organismo, favorece o trabalho do fígado e é um anticancerígeno, alguns estudos inclusive mostram que ele pode ajudar na regressão do tumor?, conta Boniatti. Caso você não goste do vegetal, o glucosinolato também está presente no brócolis, couve e couve flor.

O repolho também é importante para os olhos. ?Isto porque possui a luteína, um antioxidante que é protetor da mácula ocular?, explica Navarro. Evite consumir o alimento cru porque ele pode ser negativo para a tireoide. Além dos benefícios mencionados, o repolho roxo também possui antocianinas.  

Carnes brancas

Além de estimular o consumo de peixe, a dieta viking também incentiva às pessoas a comerem outras carnes brancas e a diminuir a ingestão da vermelha. "Isto é importante porque diminui o teor de gordura saturada, a proposta da dieta está correta porque não é necessário eliminar a carne vermelha do cardápio, apenas reduzir", conclui Navarro.

A carne vermelha possui muita gordura saturada que por sua vez favorece o aumento do colesterol, principalmente do ruim, o LDL. Além disso, um estudo publicado pela revista da American Medical Association, JAMA Internal Medicine, constatou que o consumo em excesso da carne vermelha pode aumentar as chances de diabetes tipo 2.

Outras pesquisas relacionam o consumo em grandes quantidades do alimento a maior risco de câncer do intestino e doenças cardíacas.  

Óleo de colza

Na alimentação dos povos escandinavos o azeite não está tão presente, por isso a dieta nórdica sugere o consumo do óleo de colza. "Ele é uma boa escolha por ser rico em ômega 3 e 9", explica Navarro. O ômega 9 é interessante para a saúde porque ajuda a controlar o triglicerídeos, diminui o colesterol ruim, LDL, e melhora a resposta a insulina. Caso não encontre este óleo, é possível substituí-lo pelo de canola que conta com benefícios similares.  
 
Fonte: Minha Vida, Dieta nórdica ajuda a controlar colesterol, diabetes e até o peso. Versão da dieta mediterrânea, ela também prioriza vegetais de raiz e frutas vermelhas. Acesso em 28/10/2013.

ALIMENTAÇÃO NAS DIVERSAS PARTES DO MUNDO.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013 1 comentários
Os franceses, japoneses, ingleses, povos nórdicos e mediterrâneos e até mesmo os brasileiros, possuem hábitos alimentares que ajudam no emagrecimento. Na França é frequente dedicar um tempo para as alimentação, enquanto na Inglaterra ninguém fica de jejum com o chá da tarde.

No mediterrâneo o consumo de gorduras boas torna as refeições mais saudáveis e gostosas e no Japão a população ingere alimentos inusitados para os ocidentais, mas proporcionam benefícios que vão desde maior biodisponibilidade ao combate e prevenção de alguns canceres. Saiba mais sobre esses hábitos e entenda por que eles auxiliam na perda de peso.
  

França: tempo para as refeições

 Os franceses dedicam tempo para se alimentar. Isto ajuda no emagrecimento, pois permite que o cérebro envie a mensagem ao estômago de que você está ficando saciado. "Este processo leva em média 20 minutos, mas muitas pessoas comem em 10 e acabam repetindo o prato", constata a nutricionista e chef Natalia Werutsky.

Com maior tempo para se alimentar, os franceses também cozinham as próprias refeições. Assim, eles têm consciência do que é colocado na preparação. "Os restaurantes geralmente têm como base agradar o paladar do cliente e nesse sentido colocam um pouco mais de gordura, sal e açúcar nos pratos", alerta a nutricionista clínica funcional e chef Carina Boniatti, da Colherada Gourmet.

França: não fazer estoque de comida

Os franceses não têm o hábito de deixar grandes quantidades de alimentos em casa e isto é importante para quem quer emagrecer. Primeiro porque se aquela bolacha, barra de chocolate ou outra comida calórica não estiver disponível, a possibilidade de ingeri-la quando bater a fome é menor.

Estocar muitos alimentos também pode prejudicar a qualidade deles. "Caso fique guardado por um longo período, a comida, mesmo se for um cereal, pode estragar, mudar o sabor ou diminuir a quantidade de nutrientes", conta Boniatti. Ao não fazer estoque, os franceses também compram mais alimentos frescos.  

Japão: alimentos inusitados e saudáveis

Os japoneses frequentemente ingerem alimentos saudáveis que não são tão comuns para a dieta dos brasileiros. Entre eles estão as algas, os cogumelos e a soja fermentada. O primeiro item é rico em: ferro; cálcio, responsável pela formação e manutenção dos ossos; selênio, que tem ação antioxidante; e iodo, que ajuda no funcionamento da tireoide. Os cogumelos são ricos em fibras, que ajudam no trânsito intestinal, possuem boa quantidade de proteínas e contam com beta-glucanas, que ajudam no combate ao câncer.

A soja fermentada, utilizada para elaborar o missô e o tofu, também é interessante para a dieta. "Isto porque o alimento passa por um processo que torna seus nutrientes mais fáceis de serem digeridos no organismo", explica Boniatti. 

Inglaterra: lanches entre as refeições

O famoso hábito inglês do chá da tarde é ótimo para dieta. Comer entre as principais refeições irá manter seu metabolismo ativo. Além disso, a glicose é liberada aos poucos, o que gera saciedade e evita o risco de ingerir o que não deveria. "O jejum prolongado faz com que o corpo interprete que há o risco de passar fome, então passa a reter mais gorduras", conta Werutsky.

Ao comer várias vezes durante o dia, as porções ficam menores. O quanto ingerir de cada alimento é o que faz diferença na dieta. "Não pode banir do cardápio, a palavra chave da alimentação é o equilíbrio, você pode comer batata frita, desde que seja uma pequena quantidade e não ocorra diariamente", orienta Werutsky. 

Brasil: comer mais frutas

Devido ao nosso clima, os brasileiros possuem abundância de frutas. Elas são ricas em vitaminas e sais minerais. As frutas amarelas possuem boas quantidades de carotenoides, que tem ação antioxidante. Maçã e banana são as mais consumidas pelos brasileiros. A primeira possui a pectina, que tem um efeito antioxidante e ajuda na circulação sanguínea, já a última possui o triptofano, que proporciona a sensação de bem estar e prazer.

Mas variar nas frutas consumidas faz toda a diferença para a sua saúde. Inclua no cardápio alimentos como a manga, que é rica em vitamina A, importante para a visão, pele e cabelo; o abacate, que possui a glutationa que ajuda o fígado; a melancia, que conta com a arginina que auxilia a circulação.

A tangerina é rica em vitamina C que previne e atenua os sintomas da gripe. A goiaba conta com o licopeno que ajuda na prevenção de alguns canceres e o coco, que tem uma gordura chamada triglicerídio de cadeia média que não fica acumulada no corpo. Todas essas são outras ótimas opções para variar nas frutas. A recomendação é comer entre três e quatro porções ao dia.  

Índia: temperos saudáveis

Na Índia o consumo de pimentas é frequente e isto ajuda no emagrecimento. "Trata-se de um alimento termogênico, ele incrementa o gasto metabólico em torno de 10%", conta Boniatti. Outros temperos consumidos pelos indianos também têm ação antioxidante e anti-inflamatória, são eles: açafrão, curry, cominho e cúrcuma.

A cúrcuma possui propriedades anti-inflamatórias significativas. "O tempero auxilia o organismo como um todo, porém ajuda especialmente no combate da artrite porque possui a curculina, poderoso anti-inflamatório que auxilia no combate da doença que é uma inflamação das articulações", ressalta Boniatti.  

Países Mediterrâneos: gorduras boas

A dieta dos povos mediterrâneos, os gregos, italianos e espanhóis, é rica em gorduras boas presentes no azeite e oleaginosas. O azeite possui boas quantidade de gorduras monoinsaturadas que ajudam a regular o colesterol, ele ainda conta com substâncias antioxidantes que inibem a síntese do colesterol ruim, LDL, e previnem danos cerebrais. O azeite também possui um efeito anti-inflamatório que alivia dores e previne e combate a diabetes.

As oleaginosas, como nozes, amêndoas ou castanhas, também são fontes de gorduras monoinsaturadas que assim como o azeite contribuem para reduzir o colesterol e evitam problemas cardíacos.  

Países Nórdicos: frutas vermelhas

Nos países nórdicos, como a Noruega, Suécia, Finlândia e Dinamarca, o consumo de frutas vermelhas é grande. Entre elas estão o morango, a amora, o cranberrry e o blueberry (mirtilo). Estas frutas são ricas em antioxidantes por possuírem flavonoides que previnem doenças degenerativas, câncer e o envelhecimento das células.

As frutas também contam com antocianina. "Ela tem um forte efeito antioxidante que diminui a agressão dos radicais livres, melhora a circulação sanguínea e diminui a retenção de líquidos. É a antocianina que dá o pigmento da fruta, portanto quanto mais escura for, maior a concentração do nutriente", explica Boniatti. A jabuticaba, desde que ingerida com casca, a framboesa, a uva roxa e o açaí também proporcionam os benefícios mencionados.  

Países Nórdicos: peixes de águas frias e profundas

Nos países nórdicos há grande consumo de peixes e aqueles mais ingeridos são os de águas frias e profundas. Isto é interessante porque ao viverem em um local frio estes peixes tem tendência a acumular gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas. O ômega 3 é uma das gorduras poli-insaturadas presentes. Um dos seus principais benefícios é o controle do colesterol, pois ele diminui os níveis do LDL, colesterol ruim que em excesso pode causar problemas para a saúde.

O ômega 3 também é benéfico para o cérebro porque uma de suas funções é contribuir para a formação da bainha de mielina, um dos componentes dos neurônios. Alguns peixes ricos em ômega 3 são o salmão, sardinha e arenque.  

Estados Unidos: proteínas no café da manhã

Apesar da dieta americana normalmente ser um exemplo de uma alimentação errada, o hábito de comer ovos no café da manhã é muito bom. "O ovo é uma fonte de proteína importante e proporciona saciedade ao longo do dia. Além disso, possui a colina substância que irá auxiliar na memória e concentração", afirma Boniatti. Opte por ingerir o ovo cozido ou mexido e a quantidade diária recomendada é um por dia. Não faça como os americanos e inclua o bacon no seu prato, em vez disso, combine o ovo com um pão integral. 

América Latina: ingerir grãos

Na América Latina é comum ingerir grãos como o feijão, arroz, milho e lentilha. Estes alimentos são interessantes por serem ricos em fibras, que auxiliam no trânsito intestinal, magnésio, importante para o trabalho muscular, e ferro, que compõe a hemoglobina e no transporte de oxigênio para todas as células do corpo. "Os grãos ajudam no emagrecimento por terem boas quantidades de fibras que proporcionam saciedade", diz Boaniatti. 
 
Fonte: Minha vida, Alimentação ao redor do mundo ajuda a emagrecer. Inspire-se nos hábitos saudáveis de diversas populações para perder peso. Acesso em 25/10/2013.

METADE DA POPULAÇÃO GLOBAL PODE SOFRER DE ESCASSEZ DE ÁGUA ATÉ 2030.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013 0 comentários
Sociedades não podem prosperar sem água limpa e em quantidade suficiente para todos
Sociedades não podem prosperar sem água limpa
e em quantidade suficiente para todos.
O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, alertou que a escassez de água pode atingir quase metade da população global até 2030.
A declaração foi feita esta terça-feira (8) na abertura da Conferência da Água, que esta sendo realizada em Budapeste, capital da Hungria.
 
O chefe da ONU disse que a demanda pode superar em 40% as reservas de água e que as autoridades precisam combater o uso insustentável do produto.
A relatora das Nações Unidas para o Direito à Água e ao Saneamento, Catarina de Albuquerque, afirmou que é importante incluir os dois assuntos nas metas de desenvolvimento sustentável que estão sendo debatidas atualmente.
O Secretário-Geral da ONU disse que a água é desperdiçada e mal utilizada por todos os setores em todos os países. Por isso, pediu cooperação geral para soluções sustentáveis.
Ban afirmou que é necessário um esforço conjunto para garantir uma fatia justa para as pessoas e para os ecossistemas.
 
Ele falou sobre a importância da cooperação em três setores: agricultura, mudança climática e saneamento.
Segundo a ONU, a agricultura é a maior consumidora de água e há necessidade de melhorar as tecnologias de irrigação. Isso significa, segundo Ban, colheitas mais resistentes ao clima e que necessitem de menos água.

Saneamento
O Secretário-Geral disse ainda que o saneamento representa uma parte importante dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Segundo ele, 2,5 bilhões de pessoas não têm acesso a um banheiro no mundo. A diarreia é a segunda maior causa de mortes de crianças menores de cinco anos, perdendo apenas para a pneumonia.
Ban disse que as sociedades não podem prosperar sem água limpa e em quantidade suficiente para todos. Da mesma forma, o chefe da ONU afirmou que os povos não podem prosperar sem um serviço de saneamento adequado.
 
Fonte: I Saúde, Metade da população global pode sofrer escassez de água até 2030. A declaração do Secretário-Geral da ONU foi feita na abertura da Conferência da Água, realizada em Budapeste, na Hungria. Acesso em 10/10/2013.

CULINÁRIA JAPONESA.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013 0 comentários
Culinária Japonesa

Pequeno glossário japonês

Conheça o nome dos principais utensílios, ingredientes e pratos usados na culinária
japonesa.

Utensílios:

Sudare: esteira de Bambu
Chawan: pequenas tijelas e pratos
Kijakushi: espatula de madeira para arroz
Mushiki: panela a vapor
Ohashi ou hashi: palitinhos de madeira (talher japonês)

Ingredientes:

Aji-no-moto: glutamato monossódico (realçador de sabor)
Benishooga: gengibre em conserva avermelhado
Campiô : Cogumelo
Itokonnyaku ou Shirataki: bloco gelatinoso de batata *konnyaku em tiras
*Konnyaku: bloco gelatinoso de batata konnyaku
Kanten: ágar-ágar; similar a gelatina , porém não derrete em temperatura
ambiente
Kombu: tipo de alga seca
Mirim: vinho de arroz doce
Missô: massa fermentada de soja
Nirá: folha de alho
Sakê: vinho de arroz seco
Shitake: tipo de cogumelo fresco ou seco
Cogumelos Shimeji - Cogumelos assados
Shunguiku: vegetal folhoso com formato de pena , muito utilizado na culinária
japonesa, principalmente pelo seu aroma acentuado
Udon: tipo macarrão 
Wassabi: raiz forte
Wasabi: raiz forte, vendida na forma de pó para ser reconstituída com água
Daikon: nabo ralado ou finamente fatiado
Gari: gengibre em conserva
Shari: arroz pronto para sushi
Shoyu: molho de soja
Nori: folhas de alga tostada
Shoga no tsukemono - Gengibre fatiado em conservas
Karashi-zukê - Conserva picante de beringela
Moti – tipo de arroz
Gomá - gergelim

Regras da etiqueta japonesa:
A cozinha japonesa prima pela harmonia de todos os seus elementos, pois o seu
povo cultua muito a natureza nos mínimos detalhes. Todos os pratos são servidos e
apresentados com extrema sensibilidade. 
A mão que serve o prato
Na etiqueta, a regra não poderia ser diferente. Foram os samurais que
estabeleceram a ética de conduta por volta do século XVI. Com o passar do tempo
estas regras se popularizaram. Um dos exemplos clássicos está na maneira de
servir as pessoas: a mão direita significa que se trata de um aliado, e a esquerda
um inimigo. 
Hashi
Não se deve cravar um hashi em um restaurante ou casa japonesa em nenhum alimento. Esta atitude só é permitida nos oratórios, templos budistas ou shintoístas para as pessoas que já morreram.
 
Saquê
Existe um ritual especial à mesa para tomar o saquê. Levante o seu copinho para
receber a bebida, servida sempre por seu vizinho de mesa, apoiando-o com a mão
esquerda e segurando-o com a direita. É imprescindível que você sirva o seu
vizinho de mesa porque não é de bom tom servir a si próprio. O copo de saquê
deve sempre ficar cheio até o final da refeição. A tradição manda fazer um brinde,
Campai, esvaziando o copinho num só gole. É sinal de hospitalidade e atenção. 
Barulhos
Faz parte da etiqueta produzir barulhinhos ao comer macarrão ou tomar sopas. Mas
atenção: arrotar é considerado extrema falta de educação

História e Cultura

Arroz, o ingrediente da prosperidade

O arroz ou gohan, em japonês, significa comida. Nesta culinária oriental é um
ingrediente muito apreciado por representar prosperidade, riqueza e promessa de
fartura. Cultivado em quase todas as regiões do país, este cereal é indispensável no
preparo de diversos alimentos como o saquê, Su, Mirin e sushis. 
Na mesa japonesa as pessoas se servem de arroz aos poucos, evitando pegar uma
quantidade maior a que poderá realmente consumir. É considerado de mau gosto
desperdiçar o arroz, nem que seja um simples grão no prato. 
Conheça um pouco da história do sushi

País-arquipélago, é do mar que o Japão retira os principais alimentos que compõem
a sua cozinha. As algas e frutos estão presentes em praticamente todos os pratos
da culinária japonesa. As terras são montanhosas e são poucos os locais onde é
possível desenvolver a agricultura. O arroz é uma cultura de alta produção em
áreas pequenas. 
 

O sushi é a combinação do arroz com os recheios diversos. Apesar de parecer uma
combinação estranha e exótica é, na verdade, uma combinação logicamente
adaptada aos produtos regionais. 
Os japoneses sabiam que o arroz liberava o ácido acético e láctico que garantiria a
qualidade por mais tempo de outros alimentos nele envolvidos. 
A preparação se tornou muito popular em Osaka que na época era a capital
comercial do Japão. Era justamente nesta cidade que se reuniam os comerciantes
de arroz. 
Osaka está situada na região de Kansai e assim ficou conhecido o estilo de sushis
enrolados em algas, decorados e apresentados de forma alegre e colorida. Já na
região de Tókio o estilo era o Edo e cujo melhor exemplo é o nigirizushi. Em
meados do século XIX, começou-se a utilizar o vinagre, o wassabi e o gengibre,
pois eles tinham fortes poderes antibacterianos. Surgiram assim, os primeiros
quiosques que faziam sushi no formato que conhecemos hoje. 
Como surgiu o sushi à califórnia 

Os americanos achavam o nori (alga marinha) que envolvia os enrolados do sushi
pouco apetitosos embora, gostassem da culinária japonesa, principalmente dos
sushis. 
Assim, resolveram criar o Califórnia roll no qual o nori iria enrolado por dentro e o
arroz ficaria exposto por fora com gergelim. Nada mais típico numa região tropical
como a Califórnia do que um recheio que mistura frutas da região. 
A tradição dos hashis

Os hashis começaram a ser usados no ano de 2.500 anos antes de Cristo. Conta-se
que os primeiros foram utilizados como suporte para grelhar carnes sobre a brasa.
Para não queimar as mãos e servir a carne, eram usadas as tiras de bambu. Lenda
ou fato, o hábito sobrevive até os dias de hoje e se mostra uma das formas mais
interessantes de manipulação dos alimentos. 
Os hashis são mais higiênicos do que os garfos e colheres e podem ser produzidos
com diversos materiais, desde bambu até prata e marfim. Parece que toda a
cultura culinária oriental foi de certa forma desenvolvida para ser consumida por
estes palitinhos. Os alimentos são cortados em tamanhos que podem ser facilmente
segurados, dispensando o uso da faca e do garfo. 
Existem algumas regras de etiqueta para segurar os hashi. Uma delas é não ficar
balançando os palitos no ar. Também não é de bom tom passar os alimentos de
hashi para hashi de outra pessoa. Os palitinhos são delicados e como tal não devem
jamais perfurar os alimentos. 
Dizem os japoneses que os hashis não fazem parte da tradição de comer sushis.
Isso é um hábito ocidental. O correto é consumir utilizando-se das mãos. 
 
Como fazer o arroz para sushi
Um dos segredos do sushi está no preparo do arroz. Ele é diferente do que
costumamos usar no dia-a-dia para fazer risotos e algumas saladas. O ingrediente
usado para o preparo dos sushis é o arroz japonês, moti ou cateto. Se você não
encontrá-lo no supermercado, substitua-o por um arroz de grãos curtos pequenos e
arredondados. 
Selecionamos três receitas de arroz para sushi. O resultado final é basicamente
igual. O que diferencia estas receitas é o modo de prepará-las, afinal, cada
cozinheiro tem um jeitinho diferente de fazer a sua receita. Confira as nossas
opções e escolha a que você achar mais fácil.

Receita 1 
Rendimento: 16 porções moldadas ou 02 rolos finos

03 xícaras de arroz tipo japonês
04 xícaras de água
08 colh. (sopa) de vinagre  de arroz
01 colh. (sopa) de sal
04 colh. (sopa) de açúcar
03 clh. (sopa) de saquê (opcional)

Modo de preparo –

ƒ  Lavar bem o arroz até que a água fique transparente. Deixar escorrer.
ƒ  Ponha arroz e água numa panela preferencialmente de inóx , após levantar
fervura diminuir um nível do fogo e deixar cozinhar por cerca de 10 minutos.
ƒ  Deixe descansar até que esfrie um pouco (sempre coberto com um pano
úmido).
ƒ  Junte os demais ingredientes (já dissolvidos).
ƒ  Misture
 
Receita 2 

03 xícaras de arroz tipo japonês
04 xícaras de água
02 colh. (sopa) ácido acético glacial
01 colh. (sopa) de sal marinho
04 colh. (sopa) de açúcar refinado
02 colh. (sopa) de saquê (opcional)

Modo de preparo -
ƒ  Lavar bem o arroz. Deixar escorrer.
ƒ  Ponha arroz e água numa panela preferencialmente de inóx , após levantar
fervura diminuir um nível do fogo e deixar cozinhar por cerca de 08 minutos, após
junte o ácido.
ƒ  Deixe ainda no fogo aproximadamente mais 12 minutos e então desligue e
deixe descansar por 05 minutos (sempre coberto com um pano úmido).
ƒ  Junte os demais ingredientes (já dissolvidos).
ƒ  Misture
 
Fonte: Guia Vegetariano, acesso em 23/09/2013.

DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013 0 comentários
Agentes da Food and Drug Administration (FDA) durante
inspeção de alimentos. Segundo o estudo,
até 40% de toda comida
consumida nos EUA pode estar indo
para o lixo por causa da rotulagem.
Consumidores de vários países jogam no lixo bilhões de quilos de alimentos por causa da data de validade dos produtos. De acordo com um novo relatório da ONG Natural Resources Defense Council (NRDC) and Harvard Law School's Food Law and Policy, mais de 90 % dos americanos podem estar jogando alimentos no lixo sem necessidade, porque os interpretam os rótulos como indicadores de segurança alimentar.

Segundo o estudo, até 40% de toda comida consumida nos EUA pode estar indo para o lixo por causa da rotulagem. São quase US$ 165 bilhões de dólares perdidos anualmente.

"As datas de vencimento estão nos levando a jogar fora comida boa e, com ela, todos os recursos utilizados em seu cultivo, armazenamento, distribuição, etc." A afirmação é de Dana Gunders, cientista da equipe do NRDC. "Frases como "consumir antes de" estão sendo mal interpretadas, levando a uma falsa confiança de segurança alimentar."

A pesquisa The Dating Game: How Confusing Food Date Labels Lead to Food Waste in America (O jogo das datas: como a confusão das etiquetas leva ao desperdício de alimentos na América) é a primeira análise do emaranhado de leis federais e estaduais americanas relacionadas com a data de validade de produtos em todos os 50 estados e apresenta recomendações para criação de um novo sistema de rotulagem.

"Precisamos de um sistema padronizado de rotulagem que forneça informações úteis para os consumidores, em vez do sistema não confiável, incoerente e fragmentado que temos hoje. Na conclusão do nosso estudo, convidamos os principais responsáveis pela rotulagem dos alimentos e formuladores de políticas públicas para criarem um sistema que possa servir melhor à nossa saúde, bolso e ao meio ambiente, afirmou Emily Broad Leib, principal autora do relatório.

 
Fonte: I Saúde, Data de validade leva ao desperdício de bilhões de quilos de alimentos. Mais de 90% dos americanos jogam no lixo alimentos de boa qualidade. Desperdício chega a US$ 165 bilhões por ano. Acesso em 19/08/2013.

ÍNDIA, O MERCADO DO FUTURO PARA PRODUTOS ORGÂNICOS.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013 0 comentários
O mercado orgânico indiano irá se desenvolver de forma positiva no longo prazo. Isto é demonstrado por um estudo realizado pela empresa de pesquisa e Investigação e Mercados ( IRL ), que prevê um crescimento de 19% nas vendas em 2017. Também confiante sobre o futuro do segmento de mercado ainda relativamente jovem são os consultores de produtos orgânicos da Alemanha Gerald A. Herrmann,) e autora Nina Osswald (Alemanha), que publicou o livro Organic Food Markets in Urban Centres of South and West India em abril de 2013.
 
Estes sinais são ideais para a divulgação da quinta BioFach Índia , juntamente com a India Organic, que acontece em Bangalore, no sul da Índia, dos dias 14 à 16 Novembro de 2013.A dupla exposição do ano passado atraiu cerca de 7.500 visitantes profissionais, que reuniram informações de 163 expositores. Os três dias de exposição e um programa de compradores planejado na exposição em 2013 darão às empresas internacionais a oportunidade de fazer contatos de negócios e conhecerem os produtores orgânicos indianos e sua gama de produtos variados. 
 
Fonte: Mundo Orgânico, acesso em 18/09/2013.

DUBAI OFERECE OURO COMO RECOMPENSA PARA QUEM PERDER PESO.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013 0 comentários
O governo de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, está oferecendo ouro como recompensa para incentivar as pessoas a perderem peso e levarem um estilo de vida mais saudável.

Os interessados podem se inscrever a partir desta sexta-feira no programa Seu Peso em Ouro, que deve durar cerca de um mês e coincide com o período do Ramadã, o mês sagrado em que os muçulmanos fazem jejum entre o amanhecer e o anoitecer.

 Para cada quilo perdido, os participantes receberão um grama de ouro, que atualmente vale cerca de US$ 45 (cerca de R$ 100), mas para receber o prêmio é necessário perder no mínimo dois quilos.

 As três pessoas que perderem mais peso poderão entrar em um sorteio para concorrer a uma moeda de ouro no valor de US$ 5,4 mil (cerca de R$ 12 mil).

Obesidade crescente
"O Ramadã é a época mais apropriada para lançar iniciativas deste tipo, já que nos lembra dos muitos benefícios da redução de peso e nos encoraja a tomar passos concretos para alterar nossos maus hábitos", afirmou Hussain Nasser Lootah, diretor-geral do município de Dubai, ao anunciar a iniciativa.O anúncio reflete o aumento da preocupação das autoridades dos países do Golfo Pérsico com a taxa crescente de obesidade da população - que se deve sobretudo à falta da prática de exercícios físicos e o consumo de alimentos fast-food.

O programa recebeu o patrocínio do Grupo de Joalherias e Ouro de Dubai e do Centro de Commodities de Dubai (DMCC, na sigla em inglês) e terminará no dia 16 de agosto com a pesagem de todos os inscritos.
Durante o processo de inscrição, os participantes receberão aconselhamento sobre perda de peso sem danos à saúde.
 
Fonte: BBC, Dubai oferece ouro como recompensa por perda de peso. Acesso em 19/08/2013.

INTERAÇÃO ENTRE GENE E DIETA MEDITERRÂNEA PREVINE O AVC.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013 0 comentários
Pesquisadores da Tufts University, nos EUA, descobriram que a interação entre uma variante genética e a dieta mediterrânea pode reduzir o risco de acidente vascular cerebral.
 
O estudo sugere que um gene fortemente associado ao desenvolvimento de diabetes tipo 2 interage com a dieta mediterrânea para prevenir a ocorrência de derrame.
Os resultados foram publicados na revista Diabetes Care.
 
De acordo com os pesquisadores, o estudo é um avanço significativo para a nutrigenômica, o estudo das relações entre nutrição e a função dos genes e seu impacto sobre a saúde humana, particularmente o risco de doença crônica.
A equipe começou a investigar se a genética contribui para os benefícios cardiovasculares observados com o consumo da dieta mediterrânea em mais de 7 mil homens e mulheres, monitorados para doença cardiovascular, acidente vascular cerebral e ataque cardíaco por quase cinco anos.
 
"Nosso estudo é o primeiro a identificar uma interação gene-dieta capaz de afetar o risco de acidente vascular cerebral em um estudo de intervenção nutricional realizada ao longo de vários anos em milhares de homens e mulheres. Com a capacidade de analisar a relação entre dieta, genética e eventos cardíacos fatais, podemos começar a pensar seriamente sobre o desenvolvimento de testes genéticos para identificar pessoas que podem reduzir seu risco de doenças crônicas, ou mesmo impedi-las", afirma o autor sênior José M. Ordovás.
 
Liderados por Ordovás, os pesquisadores se concentraram em uma variante do gene do fator de transcrição 7-Like 2 (TCF7L2), que tem sido implicada no metabolismo da glicose, no entanto sua relação com o risco de doença cardiovascular tem sido incerto. Cerca de 14% dos participantes da pesquisa eram portadores homozigotos, ou seja, eles carregavam duas cópias do gene variante e tiveram um risco maior de doença.
 
"Consumir a dieta mediterrânea reduziu o número de derrames em pessoas com duas cópias da variante. A comida que eles comiam pareceu para eliminar qualquer aumento da susceptibilidade ao acidente vascular cerebral, colocando-os em uma situação de igualdade com pessoas com uma ou nenhuma cópias da variante", explica Ordovás.
 
Os autores ressaltam que mais estudos são necessários para determinar o mecanismo que pode estar envolvido na interação observada. Eles também pretendem continuar a explorar os dados da pesquisa para outras interações entre dietas e genes que podem estar associadas com o acidente vascular cerebral, bem como ataques cardíacos.
 
Fonte: I Saúde, Interação entre gene e dieta mediterrânea previne ocorrência de AVC. Consumo de dieta rica em peixes e azeite reduziu número de derrames em pessoas com duas cópias da variante, revela pesquisa. Acesso em 16/08/2013.

TAXA DE DIABETES ENTRE JOVENS NA CHINA E QUATRO VEZES MAIOR DO QUE NOS EUA.

sexta-feira, 5 de julho de 2013 0 comentários
Nos últimos anos, a população chinesa está enfrentado mudanças dramáticas na dieta o que está colaborando para o aumento dos casos de diabetes e obesidade
Nos últimos anos, a população chinesa está enfrentado mudanças dramáticas na dieta o que está colaborando para o aumento dos casos de diabetes e obesidade.
Adolescentes chineses têm taxa de diabetes cerca de quatro vezes maior do que jovens norte-americanos. É o que aponta estudo realizado em parceria pela University of North Carolina, nos Estados Unidos, e pela Chinese Center for Disease Control (CCDC), na China. Resultados ainda evidenciam que a população chinesa está cada vez mais acima do peso. Os pesquisadores alertam que o aumento na incidência de diabetes e obesidade faz crescer paralelamente o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, fatores que em conjunto podem sobrecarregar o sistema de saúde chinês em um futuro próximo.
 
Entre 1989 e 2011, o estudo acompanhou mais de 29 mil pessoas em 300 comunidades em toda a China, com pesquisas realizadas em 1989, 1991, 1993, 1997, 2000, 2004, 2006, 2009 e 2011. O país tem enfrentado um crescimento econômico sem precedentes nas últimas duas décadas, além de, ao mesmo tempo, mudanças dramáticas na dieta, no peso e na prática de exercícios físicos da população.
 
Em 2009, a investigação acompanhou uma amostra selecionada aleatoriamente representando 56% da população chinesa e encontrou um grande aumento nos fatores de risco de sobrepeso e de risco cardiometabólico. "O que é inédito é a mudança na dieta, peso e risco cardiovascular em crianças com 7 anos ou mais", diz o líder do estudo Barry Popkin. "Estas estimativas destacam o enorme fardo que o sistema de saúde chinês vai enfrentar se nada mudar
 
A equipe de pesquisa observou uma incidência de 1,9% de diabetes e de 14,9% de pré-diabetes em crianças chinesas de 7 a 17 anos. Os pesquisadores encontraram níveis elevados de hemoglobina glicosilada (HbA1c) no sangue das crianças.
 
"Os resultados sugerem uma carga muito alta de risco de doenças crônicas começando entre os jovens, com 1,7 milhões de crianças chinesas entre 7 e 18 anos e outras 27,7 milhões com pré-diabetes", alerta Popkin. "Além disso, mais de um terço das crianças menores de 18 anos tinham altos níveis de pelo menos um fator de risco cardiometabólico."
 
Comparando os dados dos chineses com os dos norte-americanos, os autores descobriram que as taxas de diabetes e inflamação foram mais elevadas na população jovem do país oriental do que entre crianças e adolescentes dos Estados Unidos ou de outros países asiáticos. Pesquisadores descobriram que 1,9% dos jovens entre 12 e 18 anos da China têm diabetes, contra 0,5% nos Estados Unidos. O estudo também encontrou uma grande disparidade no que diz respeito à inflamação, um fator importante de risco cardiovascular; 12,1% dos adolescentes chineses apresentaram alto risco de inflamação, contra 8,5% dos jovens norte-americanos.
 
"A maior preocupação é que identificamos estes altos níveis de risco em toda a China. Nas áreas rurais e urbanas, bem como entre famílias de alta e baixa renda. Desta forma, os custos iminentes para o sistema de saúde são enormes," conclui o pesquisador envolvido no estudo Penny Gordon-Larsen.
 
Fonte: I Saúde, Taxa de diabetes entre jovens na China é quatro vezes maior do que nos EUA. Estudo mostra que 1,9% dos adolescentes entre 12 e 18 anos da China têm diabetes, contra 0,5% dos jovens norte-americanos. Acesso em 04/07/2013.