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9 EXCELENTES ALIMENTOS ANTIINFLAMATÓRIOS.

segunda-feira, 28 de março de 2011 3 comentários
A inflamação crônica é a causa de muitas doenças, incluindo artrite reumatóide, aterosclerose, e muitas outras doenças. Antiinflamatórios têm efeitos colaterais, especialmente quando usados à longo prazo. A boa notícia é que muitos alimentos têm propriedades antiinflamatórias e alguns deles funcionam melhor que remédios, mas sem os efeitos colaterais. 

Aqui está uma lista de 9 alimentos antiinflamatórios para você incluir em sua dieta:

Salmão
O salmão é uma das melhores fontes de ácidos graxos ômega-3 que são pesos pesados ​​na luta contra a inflamação. Os ômega 3 são utilizados para tratar uma ampla gama de doenças inflamatórias, doenças do coração, bem como a doença de Alzheimer a doenças auto-imunes. Outros peixes como a sardinha, anchova, cavala e também são antiinflamatórios.

Cúrcuma
A curcumina em cúrcuma (ou açafrão-da-terra) é um poderoso antiinflamatório.

Cerejas
As cerejas são um dos mais potentes antiinflamatórios da natureza, devido às antocianinas. Pesquisadores descobriram que impedem os danos dos radicais livres e inibir enzimas ciclooxigenase melhor do que muitas drogas antiinflamatórias.

Azeite de oliva extra-virgem
O azeite de oliva contém ácido alfa-linolénico (ALA), um tipo de ômega 3 que é um potente antiinflamatório. Note que você não deve cozinhar com azeite, mas deve consumir in natura, frio, por exemplo, em saladas ou regados, depois que a comida estiver cozida. Para cozinhar, utilize outros óleos que podem ser aquecidos à temperaturas elevadas, como óleo de coco.

Abacate
Os abacates contêm muitos compostos diferentes que combate a inflamação .Isso inclui os carotenóides, fitoesteróis, gorduras insaturadas, como ácidos graxos ômega 3 que trabalham em conjunto no processo antiinflamatório. 


Gengibre
Gengibre não é apenas um analgésico antiinflamatório natural, mas também foi mostrado para proteger o estômago contra os efeitos dos analgésicos. Beber chá de gengibre é uma ótima maneira para as pessoas com artrite.

Alho
O alho pode reduzir a inflamação e dor no corpo, graças aos compostos de enxofre que contém.

Mirtilos
Um composto chamado antocianina em mirtilos, blueberries, é responsável por suas propriedades antiinflamatórias.

Mamão
Mamão contém enzimas chamada papaína e quimopapaína que foram demonstradas para reduzir a inflamação no corpo. Mamão também contém uma grande riqueza de vitaminas, incluindo C e E, que atuam contra processos inflamatórios. 

Fonte: Parte do texto traduzido em health diaries, 10 Anti-Inflammatory Foods.
Por Greice Caroline Baggio.

6 DICAS À DIETA ANTI-CÂNCER. DICA Nº1.

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Você pode permitir que seu sistema imunológico
combata doenças fazerendo escolhas alimentares inteligentes.
A evolução do câncer vêm muitas vezes dos resultados de um estilo de vida pouco saudável. Há uma série de práticas saudáveis, como parar de fumar e beber bebidas alcóolicas, fazer exercício e manter uma dieta saudável, que pode reduzir o risco de desenvolvimento de células cancerígenas. Mas a melhor maneira de colocar um estilo de vida anti-câncer é incluir alimentos anti-câncer em sua dieta diária.

Existem alimentos que favorecem o câncer e por isso estas devem ser excluídos dos seus hábitos alimentares. Você pode permitir que seu sistema imunológico combata doenças fazerendo escolhas alimentares inteligentes. Aqui está à primeira dica para compor sua dieta anti-câncer:

DICA Nº1. Alimentos vegetais
A lista de alimentos vegetais típicos incluem grãos integrais, frutas, legumes e oleaginosas, como as nozes. Estes alimentos são ricos em fibras e antioxidantes que ajudam na neutralização dos radicais livres no corpo. Esses radicais livres são responsáveis ​​pelo desenvolvimento do câncer. A porção de dois terços do seu prato deve ser composto de vegetais ou frutas, enquanto você deve limitar o consumo de produtos lácteos, peixe e carne para a parte restante de um terço. Alimentos integrais são melhores opções. Os alimentos processados ​​carecem de nutrientes e, portanto, são ineficazes no combate ao câncer. Estas são as maneiras pelas quais você pode adicionar vegetais em sua dieta:

• Tente: Para o desjejum e almoço: Desfrute de frutas, como cerejas, morangos, mirtilos, melões, mamões e oleaginosas como as nozes e amêndoas, além da aveia pela manhã. Preencha seu sanduíche com alface e outroa folhas verde-escuras e tomate. Já nas saladas inclua leguminosas como feijão, ervilha... Utilize pão integral para fazer sanduíches. Adicione as cenouras e frutas, em seu prato.

• Tente: Para Jantar: Macarrão integral com legumes frescos. Uma batata cozida vai bem com molho de iogurte, brócolis e salsa. Substitua os molhos calóricos, por molho de tomate caseiro preparado com azeite de oliva. Á sobremesa vai muito bem as frutas ou desfrutar de um pedaço de chocolate amargo.

Os alimentos orgânicos são melhores opções, sendo melhor consumir produtos locais que são menos susceptíveis de conter substâncias cancerígenas.

Fonte: Parte traduzido em 6 Tips For An Anti-Cancer Diet, Life mojo,
Por Greice Caroline Baggio.

RAZÕES PELAS QUAIS VALE A PENA COMPRAR ORGÂNICOS.

domingo, 27 de março de 2011 0 comentários

...bom para o ambiente, bom para você e bom
para a agricultura familiar de pequena
escala que cresce ainda mais.
 Em um mundo perfeito, todos os alimentos que compramos seriam orgânicos. Infelizmente, vivemos em um mundo onde temos que pagar um preço maior para comprar alimentos orgânicos. Nos últimos anos, o debate biológico versus não-biológico se tornou um dos mais animados do mundo de alimentos:

Alimentos orgânicos, vale a pena pagar mais por eles? Neste artigo, vamos analisar razões pelas quais vale a pena comprar orgânicos. Em poucas palavras, o alimento orgânico é bom: bom para o ambiente, bom para você e bom para a agricultura familiar de pequena escala que cresce ainda mais.

Saúde e sustentabilidade 
Alimentos orgânicos são produzidos com base em um sistema de agricultura que tem, na sua essência, um compromisso fundamental com a saúde humana de saúde, bem estar animal e sustentabilidade ambiental. Na agricultura biológica métodos são adequados para manter e repor a fertilidade do solo sem a utilização de qualquer tóxicos persistentes ou insumos químicos. De acordo com o National Organic Standards Board, que é voltado para restabelecer e reforçar os ciclos biológicos e a harmonia ecológica.

Zero resíduos químicos
Alimentos orgânicos não contém resíduos químicos tóxicos, como pesticidas, metais pesados ​​e fertilizantes sintéticos. Testes realizados pelo USDA mostram que a maioria não-orgânico (frutas e verduras) têm agrotóxicos residual, mesmo depois de serem lavados ou descascados. Quando os pesticidas são utilizados, eles são absorvidos na fruta inteira, e como tal, são impossíveis de remover.

Com a sua tolerância zero para os produtos químicos sintéticos, a agricultura biológica ajuda a proteger os recursos hídricos essenciais de contaminação. De acordo com estimativas da Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA), pesticidas provenientes da agricultura industrial contaminou as águas subterrâneas em 38 estados, poluindo a principal fonte de consumo de água para mais da metade da população do país.

Uma escolha mais saudável
Há crescente evidência de que alimentos orgânicos tem uma maior densidade de nutrientes do que alimentos produzidos comercialmente. Isto porque os animais criados organicamente, como galinhas ao ar livre e bovinos alimentados com capim, vivem em um ambiente mais saudável, natural e normalmente comem uma variedade muito maior de nutrientes... Estes animais mostram-se significativamente mais saudáveis ​​do que aqueles que são criados em fazendas industriais.

(apresentavam maior concentração de nutrientes como fibra alimentar, proteína e minerais como ferro, potássio e selênio...)

Além disso, os alimentos orgânicos sofrem o mínimo de processamento, de modo a manter a integridade do alimento. A adição de ingredientes sintéticos industriais, tais como conservantes, sabores artificiais, corantes alimentares ou irradiação é estritamente proibida.

Agricultores Orgânicos
Ao comprar orgânicos, você apoia a pequena agricultura familiar que produz alimentos orgânicos, não só apoia a sua subsistência, como também os benefícios das economias locais. Métodos orgânicos, que são mais trabalhoso do que a agricultura convencional, criam oportunidades de emprego para as comunidades rurais.

Fonte: Parte do texto traduzido, Five reasons why it pays to buy organic, em natural news, (artigo de 22/03/11) autor Armchair Herbalist.

CURITIBA E ORGÂNICOS.

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O mercado nasceu para incentivar o plantio e o
consumo sem agrotóxicos e também para evitar a
contaminação dos rios que abastecem a cidade.
 Em Curitiba, já existe até uma espécie de shopping center só para a categoria de produtos orgânicos.

No mesmo lugar, você encontra restaurante, mercearia, açougue, roupas, verduras. Tudo sem produtos químicos. É um mercado diferente, o único mercado municipal só de orgânicos do país. Nele, quem vende tem clientes fiéis e quem compra encontra uma variedade de produtos. A experiência que está dando certo é uma aposta para um futuro melhor para a cidade.

O mercado nasceu para incentivar tanto o plantio quanto o consumo sem agrotóxicos e, assim, evitar a contaminação dos rios que abastecem a cidade.

“Ao redor de Curitiba, a gente tem um cinturão verde da onde vem praticamente todas as hortaliças que nós consumimos no município, mas é também o lugar de onde vem praticamente toda a água que nós consumimos. Então, existia sempre uma preocupação muito grande com a qualidade dessa água, não só para hoje, mas uma visão futura”, afirma Marcelo Munaretto, diretor de unidades de abastecimento de Curitiba.

O administrador Marcos Mews vai ao mercado matar a saudade. Para ele, comer um alimento orgânico é resgatar os sabores da infância. “O sabor de antigamente, quando você plantava na sua casa, na sua horta. Isso dá o diferencial, é esse o gosto que você sente”, comenta.

Quem sabe essa volta ao passado não é o caminho para o futuro?
O mercado nasceu para incentivar o plantio e o consumo sem agrotóxicos e também para evitar a contaminação dos rios que abastecem a cidade.

Fonte: G1, Curitiba possui o único mercado municipal do país só de orgânicos, Edição do dia 25/03/2011.

DEPENDÊNCIA? COMPULSÃO?

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A chave para curar o vício por comida poderia
estar no equilíbrio dos neurotransmissores no cérebro.
A maioria das pessoas pensa em termos de dependência, em alcoolismo ou drogas, além do sexo, mas com a questão do aumento da obesidade em todo o mundo, é importante tomar nota que o alimento pode ser igualmente viciante.


Há muito tempo que se determinou que junk food não é saudável, mas não há provas suficientes para sustentar que os maus hábitos alimentares podem afetar seu cérebro. Sim, batatas fritas e chocolates podem alterar o seu cérebro em maneiras que você nunca imaginou.

A incapacidade de resistir a certos alimentos pode levar a sentimentos de falta de controle ou a "escravidão" (dependência) para comer, que é de fato um acréscimo: a escravidão torna-se um hábito.

A chave para curar o vício por comida poderia estar no equilíbrio dos neurotransmissores no cérebro. Quando estes estão fora de equilíbrio, você pode sentir-se deprimido, ansioso, irritado, etc. Seu cérebro irá começar a mandar sinais ao corpo que ele precisa mais, e você vai desejar alimentos que afetará diretamente os neurotransmissores. Um grande exemplo disso é o açúcar. Quando os níveis de serotonina estão baixos, muitas pessoas anseiam por algo doce.


Existem algumas maneiras saudáveis para reduzir o açúcar. Um apoio é o exercício. O exercício diário pode elevar os níveis de dopamina, aumentar o seu humor e reduzir a ansiedade pelo açúcar. Ficar bem hidratado é uma outra maneira de proteger o cérebro dos desequilíbrios. Ao comer, uma boa opção é comer alimentos naturalmente doces, como frutas, verduras e grãos integrais. Comer regularmente ao longo do dia (3 refeições e um lanche) também vai reduzir os desejos pelos doces.

Aqui está uma lista de alimentos que podem ajudar a manter níveis de dopamina:
■ frango
■ peixes
■ produtos lácteos
■ amêndoas
■ abacates
■ bananas
■ leguminosas
■ produtos de soja
■ abóbora
■ sementes de gergelim
Se você está começando a ficar com a sensação de que você está perdendo o controle sobre o que consome, [...] você pode fornecer ao seu cérebro substâncias de que necessita para restaurar o seu funcionamento normal, muitas vezes sem o uso de medicamentos.

Fonte: Parte do texto traduzido por Dr. Carolyn Coker Ross, MD MPH, autora, oradora e especialista na área de Transtornos Alimentares. Atualmente tem um consultório particular especializado no tratamento de transtornos alimentares, vícios, e obesidade. Seu último livro foi The Binge Eating and Compulsive Overeating Workbook (A compulsão periódica e comer compulsivo), (New Harbinger Pub/ Jul 2009).

A compulsão e demais transtornos alimentares são assuntos complexos, que exigem cautela, estudos nos ajudam à entender o que ocorre no cérebro e organismo como um todo. Aos primeiros sinais de dependência ou compulsão, busque ajuda, autoconhecimento e autocontrole, leia mais sobre o assunto, mantenha alimentos saudáveis por perto. Note que apreciar um que outro alimento e/ou ter preferência, é diferente de ter compulsão ou dependência. Cuide-se!

PORQUE O CHOCOLATE É BOM PARA O CORAÇÃO? A EVIDÊNCIA CIENTÍFICA.

sábado, 26 de março de 2011 0 comentários
APRECIE. OS ESTUDOS MOSTRAM AS
CONTRIBUIÇÕES DO CACAU AO CORAÇÃO.
(NaturalNews) Chocolate. É ruim para nós, certo? Nem perto disso. A lista de benefícios cardiovasculares do consumo de cacau é extensa e bem documentada na literatur. Além disso, um estudo recente, 2011, no Journal of Agricultural and Food Chemistry, demonstrou o mecanismo que ajuda a explicar alguns dos efeitos saudáveis ​​do chocolate ao coração [1].

Antes de olharmos para esta nova pesquisa, vamos rever alguns dos amplos benefícios do chocolate, como mostra a literatura. A base científica para que o consumo de chocolalte e saúde é mais abundante do que a maioria das pessoas imaginam.
Chocolate
-Inibe a oxidação da LDL [2]
- Melhora a função endotelial [3]
- Inibe a ativação das plaquetas [4]
- Reduz o LDL [2]
- Aumenta o HDL [5]
- Aumenta a sensibilidade à insulina [6]
- Reduz à inflamação [7]
- Diminui a pressão arterial [8]

Estes múltiplos benefícios são provavelmente mediante o teor de polifenóis do cacau, mais especificamente o flavanóides (particularmente as epicatequina e catequina) e procianidinas. Polifenóis como a epicatequina, catequina, e procianidinas estão também presentes no chá, frutas e legumes e vinho tinto.

Estes polifenóis são, sem dúvida são benéficos para a saúde cardiovascular. Particularmente, é interessante o efeito do chocolate sobre o LDL e HDL. A nova pesquisa mencionada no início deste artigo tem demonstrado que os polifenóis do cacau aumentam a atividade do receptor de LDL, o que diminui ApoB - a principal proteína em partículas de LDL. Além disso, os polifenóis, aparentemente, ativam os genes que aumentam os níveis de ApoA1, a principal proteína que compõe as partículas de HDL. Isso ajuda a explicar por que o chocolate tem sido mostrado para reduzir LDL e aumentar o HDL.

A relação ApoB/ApoA1 provou ser um sensível marcador de risoc de doença cardiovascular... De fato, no estudo INTERHEART, a relação ApoB/ApoA1 mostrou ser um indicador mais preciso do risco cardiovascular do que qualquer outro fator - até mesmo de fumar [9].

O estudo INTERHEART examinou as correlações entre as diferentes proporções de ApoB/ApoA1 com as probabilidades de ter um ataque cardíaco... [10].

Ao consumir o chocolate regularmente, pode-se ter um impacto favorável da relação ApoB/ApoA1, enquanto ao mesmo tempo reduzir a pressão arterial, reduzindo a inflamação, inibindo a oxidação do LDL, e muito mais. Desde que o chocolate é uma delícia, deve ser uma tarefa fácil incorporar na dieta... Cacau em pó pode ser adicionado a bebidas ou shakes de proteína, ou uma pequena quantidade de uma barra de chocolate amargo pode ser apreciado... A presença de açúcar neutraliza os efeitos benéficos [11], no entanto, o chocolate com redução de açúcar - o chocolate escuro, 75% cacau ou mais é o melhor.

Referências:

Fonte: Este foi parte do texto traduzido em natural news, autor David Rostollan.

VITAMINA D, SEUS BENEFÍCIOS E NOVAS REMENDAÇÕES.

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IOM RECOMENDAÇÕES ATUAIS DE CÁLCIO E VITAMINA D.
Cálcio e vitamina D são dois nutrientes essenciais à saúde óssea. Ao longo dos últimos dez anos, o público ouviu mensagens conflitantes sobre outros benefícios desses nutrientes, especialmente a vitamina D e também sobre o quanto o cálcio e vitamina D é necessário à saúde.

As novas recomendações incluem o cálcio, mas aqui vamos falar da vitamina D; necessária à absorção do cálcio, formação óssea e fortalecimento do sistema imune, a vitamina D é descrita como um pró-hormônio, atuando no intestino para aumentar a absorção de cálcio e fósforo, nos ossos aumentando a reabsorção de cálcio e fosfato, nos rins, reduzindo a perda de cálcio pela urina.

Como você sabe, a vitamina pode ser proveniente não só da dieta, como também à exposição à luz solar. A quantidade de exposição solar suficiente varia muito de pessoa para pessoa.

Portanto, foi estabelecido novas DRIs para a vitamina D, e determinado que indivíduos precisam, em média, 400 unidades internacionais (UI) de vitamina D por dia (ver tabela para a Ingestão Diária Recomendada de valores suficientes para atender todas as idades). Pessoas de 71 anos e mais velhos podem exigir até 800 UI por dia por causa de possíveis mudanças no corpo das pessoas à medida que envelhecem.

Níveis baixos de vitamina D em crianças estão associados à alergias, segundo o estudo com publicação no Journal of Allergy and Clinical Immunology realizado por pesquisadores do Albert Einstein College of Medicine of Yeshiva University.
Leia no blog as razões para você OTIMIZAR A VITAMINA D.


Fonte: IOM EDU.
Por Greice Caroline Baggio.

7 SINAIS DE DEFICIÊNCIA DE IODO.

quinta-feira, 24 de março de 2011 1 comentários
IODO indispensável à função da tireóide.
A deficiência de iodo é um problema grave no mundo em desenvolvimento, mas não distante de países desenvolvidos. Os hormônios da tireóide, chamados de T4 (tiroxina) e T3 (triiodotironina), possuem iodo em suas estruturas, essenciais no controle da taxa metabólica, bem como regulação do ritmo cardíaco, pressão arterial, peso e temperatura corporal.

No Brasil, somente após o ano 1995 é que todo o sal passou a ser iodado, em concentrações fixadas pelo Ministério da Saúde. Entre as crianças, a deficiência de iodo pode levar à deficiência mental, dificuldade de aprendizado, acarretando em baixo desempenho escolar.

Se você está tendo algum dos sintomas abaixo, aconselha-se medir seus níveis de iodo e avaliar as funções da tireóide. 

Hipotireoidismo
Níveis baixos de iodo pode levar ao hipotireoidismo. Isso acontece porque o iodo regula hormônios tireoidianos no organismo.

Fadiga
A fadiga é um sintoma comum de deficiência de iodo e hipotireoidismo, bem como alterações do sono.

Ganho de Peso
Baixos níveis de iodo pode causar ganho de peso. O ganho de peso pode ser um dos primeiros sinais de hipotireoidismo.

Depressão
Assim como fadiga e ganho de peso, a depressão é um sintoma comum no hipotireoidismo (causado por deficiência de iodo).

Bócio
O bócio pode ocorrer por muitas outras razões, mas a deficiência de iodo está entre as causas mais comuns em todo o mundo.

Doença Fibrocística da mama
Doença benigna, comum em mulheres entre 30 e 50 anos, caracterizada pela formação de cistos contendo líquido, fibrose e outras alterações.
Pesquisas indicam que a deficiência de iodo (ou redução da função da tireóide) pode ser responsável pela doença fibrocística da mama, uma condição dolorosa, mas benigna, que pode piorar com alterações hormonais. O iodo pode diminuir a sensibilidade do tecido mamário aos estrógenos.

Complicações na Gravidez
Durante a gestação salienta-se a importância de ferro e ácido fólico, entretanto o iodo segue de extrema relevância. A deficiência de iodo em mulheres grávidas pode levar a complicações, incluindo aborto, parto prematuro e defeitos de nascimento.

As fontes de iodo incluem o sal iodado, sardinha, atum, ostras, salmão, algas marinhas...

Fonte: Parte do texto traduzido em Health diaries.
Por Greice Caroline Baggio.