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OUTONO: ESTAÇÃO DAS FRUTAS.

quarta-feira, 1 de abril de 2015 0 comentários
O outono chegou e, com ele, os dias se tornam de clima ameno e à noite dá aquele friozinho. Com a mudança da estação, entra uma nova safra de verduras, legumes e frutas - aliás, a estação é considerada a das frutas, devido à grande variedade encontrada nesta época.

A safra nada mais é do que o período em que o alimento é mais produzido e quando ele é mais rico nutricionalmente. "Com o desenvolvimento de novas tecnologias, hoje é possível encontrar alimentos fora de sua época ou estação, mas vale lembrar que eles são inferiores do ponto de vista nutricional, apresentam preços mais elevados e geralmente contêm mais agrotóxicos", afirma a nutricionista Alessandra Paula Nunes, mestre em ciências aplicadas à cardiologia, da Clínica Bem Nutrir, de Santo André.

Abacate: rico em gorduras monoinsaturadas e fibras. Ajuda a controlar o colesterol, melhora o sistema circulatório e a pele. Contém ácido fólico, que auxilia na prevenção de efeitos congênitos (que nascem com a pessoa), e potássio, indicado para inchaços, fadiga, depressão, problemas cardíacos e derrames.

Abobrinha: encontrada de março a maio, é fonte de vitaminas do complexo B e possui poucas calorias. Contém também minerais como fósforo, cálcio e ferro.

Agrião: rico em vitamina C e iodo, importantes para a produção de colágeno, cicatrização, metabolismo, além de colaborar na manutenção de peso e emagrecimento.

Almeirão: fonte de cálcio, fósforo, ferro, vitaminas A e B2. Ajuda no metabolismo, auxiliando no emagrecimento, formação de ossos e contração muscular, produção de células sanguíneas.

Banana: repleta de potássio, é importante para a contração dos músculos. A fruta protege contra doenças cardíacas, já que mantém o equilíbrio de líquidos e evita o acúmulo de placas nas artérias. É rica em fibras e, por isso, benéfica para a digestão, aliviando e restaurando o intestino após a prisão de ventre ou a diarreia. Age como antiácido, sendo indicada em casos de azia, gastrite e úlcera.

Batata-doce: é fonte de potássio e cálcio, importantes na formação de ossos, contração muscular e na diurese.

Berinjela: fonte de vitaminas e minerais, tem antocianina, fitoquímico antioxidante que preserva o organismo de doenças crônicas não transmissíveis. É um alimento pouco calórico e proporciona uma sensação de saciedade (devido o seu alto teor de fibras). É rico em proteínas, vitaminas C (poderoso antioxidante), B1 (importante para o metabolismo energético do organismo), B2 (participa na formação de hemácias). Possui também uma boa quantidade de minerais, como cálcio (formação óssea e dentária), ferro (transporte de gases no sangue) e magnésio (atua como relaxante muscular). Estudos recentes apontam que a berinjela ajuda a reduzir o colesterol.

Beterraba: a melhor época para adquiri-las é de março a maio. Sua cor vermelho-arroxeada deve-se à presença da betalaína, um corante que é importante antioxidante. Diferentemente do que muitos pensam, não é fonte de ferro (contém apenas cerca de 0,8 mg) em sua composição. Esta hortaliça contém betacaroteno (um precursor da vitamina A), B1, B2, B5, e apresenta ainda minerais como o cálcio, sódio, fósforo e o silício, que é parte integrante do colágeno; e o zinco, que juntamente com o ferro e o cobre ajuda na formação de glóbulos vermelhos.

Brócolis: começa a ficar bonito em junho. Contém grande quantidade de vitaminas C e A, ácido fólico, potássio e selênio. Também é fonte de fósforo, ferro, cálcio e fibras. Os teores de cálcio são próximos ao do espinafre, com a vantagem de serem mais digestíveis.

Caqui: é rico em fibras e vitaminas A, C, B1 e B2. Possui cálcio e ferro. A fruta é considerada um antioxidante por combater os radicais livres (relacionados ao envelhecimento precoce, a alguns cânceres, entre outras doenças).

Chuchu: fonte de potássio e vitaminas A e C, importantes na boa aparência da pele e visão. É diurético.

Coco: o valor nutritivo da fruta varia de acordo com seu estado de amadurecimento. De maneira geral, apresenta bom teor de sais minerais (potássio, sódio, fósforo e cloro) e fibras, importantes para o estímulo da atividade intestinal, além de ser diurético.

Espinafre: fonte de ferro e tem importante função no trabalho das células sanguíneas.

Figo: possui boa quantidade de magnésio, potássio, cálcio, ferro e fibras. Na fruta, destaca-se a pectina, uma fibra solúvel que ajuda a reduzir o colesterol no sangue. O consumo de figos juntamente com uma fruta cítrica ou outra fonte de vitamina C aumenta absorção de ferro pelo organismo.

Goiaba: rica em vitaminas A, B1 e C, além de possuir cálcio, fósforo, ferro e fibras insolúveis. Não contém muito açúcar, gordura e calorias. Auxilia no combate a infecções e hemorragias; fortifica os ossos, os dentes e o músculo cardíaco; melhora a cicatrização e o aspecto da pele, retardando o envelhecimento; regula o aparelho digestivo e o sistema nervoso; e dá maior resistência física. Auxilia no metabolismo de carboidratos, ajudando no emagrecimento.

Jiló: fonte de cálcio, fósforo e ferro, além de vitaminas A, B e C.

Kiwi: são encontrados facilmente de abril a setembro. É uma fruta rica em vitamina C, E e potássio. Fonte de pectina, uma fibra que ajuda a controlar o nível de açúcar e colesterol no sangue. Tem efeito laxativo. Pode-se utilizá-lo como amaciante de carnes, por sua acidez.

Laranja: rica em vitamina C, cálcio, fósforo e ferro. Melhora a imunidade e apresenta vários antioxidantes, que ajudam a reduzir o colesterol, as inflamações e a bloquear as células cancerígenas. Contém fibras que auxiliam na diminuição dos problemas intestinais, além de dar energia. Também auxilia na produção de colágeno da pele.

Limão: rico em flavonoides cítricos, como a vitamina C, tem importante função antioxidante (combate os radicais livres, relacionados ao envelhecimento precoce e alguns cânceres). Apresenta alto teor de sais minerais. Fortalece a imunidade, ajuda na cicatrização de feridas e fortifica as paredes dos capilares sanguíneos. Por ser antisséptico, é usado para tratar infecções respiratórias. A capacidade de extrair e dissolver ajuda no tratamento de furúnculos e abscessos. Estimula o fígado e pode ser usado como desintoxicante quando ingerido com água. Importante também na produção de colágeno, proporcionando rigidez à pele.

Maçã: contém vitaminas B1, B2 e niacina, além de minerais como ferro e fósforo. É rica em pectina, que se liga a toxinas e ao colesterol, expelindo-os do organismo; e em ácido málico, que ajuda o corpo a gastar energia de forma eficiente. A fruta contém quercetina, antiinflamatório que diminui o risco de problemas cardiovasculares. Estimula o fígado e os rins.

Mamão: a fruta é rica em propriedades terapêuticas e possui benefícios à saúde devido à enzima papaína, encontrada em maior quantidade no fruto verde. Tem um importante papel no bom funcionamento do aparelho digestivo e está associada como um acelerador do processo de cicatrização, muito utilizado em tratamentos de úlceras. É excelente fonte de vários sais minerais como cálcio, ferro, sódio, potássio e fósforo, que auxiliam na construção dos músculos e no crescimento do corpo, no combate à anemia, na formação de ossos e dentes. Contém grandes quantidades de vitaminas A e C e fibras. Age ainda como antiinflamatório e combate várias doenças como a diabete, úlcera péptica e gota, e ainda ajuda na prevenção contra o câncer.

Maracujá: possui alto valor nutritivo. Rica em vitamina C e vitaminas do complexo B (B2 e B5), a fruta contém também quantidades razoáveis de sais minerais como ferro, cálcio e fósforo. Funciona como um calmante suave. As suas sementes são poderosos vermífugos. A vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, evita a fragilidade dos ossos e má formação dos dentes, age contra infecções e ajuda a cicatrizar os ferimentos. As vitaminas do complexo B têm como função evitar problemas de pele, do aparelho digestivo e do sistema nervoso, além de serem essenciais ao crescimento e evitarem a queda dos cabelos. Cálcio e fósforo são os minerais que participam da formação de ossos e dentes, da constituição muscular e da transmissão normal dos impulsos nervosos. Já o ferro contribui para a boa formação do sangue.

Melancia: contém alto teor de água, o que ajuda na hidratação. Apresenta vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, potássio, fósforo e ferro. Tem propriedades diuréticas e ainda ajuda na produção de células sanguíneas, formação de ossos e atua no metabolismo de carboidratos, auxiliando no emagrecimento.

Nabo: encontrado de março a maio é fonte de fibras com poucas calorias. Apresenta vitamina C, cálcio e potássio. As folhas de nabo, que muitos jogam fora, são mais nutritivas que as raízes. Uma xícara de folhas cozidas fornece 40 mg de vitamina C, aproximadamente 200 mg de cálcio e quase 300 mg de potássio. Além disso, ao contrário das raízes, as folhas são uma excelente fonte de betacaroteno, um antioxidante que o organismo transforma em vitamina A.

Pera: rica em vitaminas A, B1, B2 e C, sódio, potássio, cálcio, fósforo, enxofre, magnésio, silício e ferro, niacina, sódio e fibras. Pode ser utilizada para prisão de ventre, inflamação intestinal e na bexiga, além de auxiliar o sistema nervoso e na formação dos ossos e dentes. Atua também no metabolismo de carboidratos, auxiliando no emagrecimento.

Repolho: fonte de antocianinas, vitamina A e C. Auxilia no emagrecimento, produção de hormônio, cicatrizante, bom para reumatismo, previne câncer, antioxidante, estimula o sistema imunológico. A melhor época para comprá-lo é de março a abril. Trata-se ainda de um alimento pouco calórico e rico em fibras.

Rúcula: tem grande quantidade de vitaminas C (é responsável pela redução do risco de câncer e ataques cardíacos e aumento da resistência a viroses) e vitamina A. Dentre os minerais, podemos destacar o potássio e o ferro, e por isso auxilia na prevenção da anemia. Exerce também uma função especial sobre o funcionamento dos intestinos, atuando como antiinflamatório.

Tangerina: fonte de vitaminas A, B e C, e em menor grau, de sais minerais como cálcio, potássio, sódio, fósforo e ferro. A vitamina C, junto com o cálcio e o fósforo, são essenciais para o desenvolvimento de dentes e ossos, e para a vitalidade dos vasos sanguíneos. A vitamina C também ajuda a combater infecções, a aumentar a resistência do organismo e a absorver o ferro de outros alimentos.

Fonte: Saúde terra

PESQUISAS SOBRE OS BENEFÍCIOS DO RABANETE.

segunda-feira, 30 de março de 2015 0 comentários
A raiz originária da região do Mar Mediterrâneo, historicamente sempre foi bastante apreciada no Egito, na Grécia e em Roma. Atualmente ela é muito utilizada e valorizada na culinária asiática. Na Europa também tem o seu valor, mas infelizmente no Brasil não é igual. Seu consumo ainda não é dos mais significativos.

Em documentos sobre as hortaliças, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Hortaliças informa que o rabanete é fonte de vitamina C, fósforo e fibras e que, por possuir poucas calorias, é recomendado para pessoas em dietas de emagrecimento.

A nutricionista Mirian Martinez, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, considera o alimento essencial para quem quer prevenir ou tratar a esteatose hepática. “Essa raiz tem uma essência responsável pelo sabor picante, que aumenta a secreção da bile pelo fígado”, afirma.

A enzima diatase é destaque no alimento pelo fato de ajudar na digestão dos amidos. Mas o rabanete traz outros benefícios à saúde, por conter fibras, vitamina C e minerais como potássio e fósforo. Suas substâncias antioxidantes, como a luteína e a zexantina, fazem dele um forte defensor da pele e combatente ao envelhecimento precoce. Então, da próxima vez que for ao mercado ou à feira, olhe com mais atenção para esta raiz.

Modo de usar: o rabanete deve ser consumido com casca e de diferentes maneiras. A melhor delas é crua, para o aproveitamento de todos os seus nutrientes. Sozinho ou acompanhado de outros legumes ou verduras e até frutas, como o kiwi, ele aparece mais em saladas. Quando cozido, seu sabor é menos picante, e integra bem pratos mais elaborados, como risotos, frangos e salpicão. O consumo pode ser diário em diversificados preparos, mas deve marcar presença à mesa pelo menos três ou quatros vezes por semana.

No exército de combate ao câncer de mama
Uma pesquisa realizada conjuntamente pelas universidades Flórida A&M e Texas A&M (EUA), mostrou que novos compostos sintetizados a partir de vegetais, entre eles o rabanete, podem combater o câncer de mama triplo-negativo, um tipo raro e agressivo da doença que é caracterizado por ter os três receptores (estrógeno, progesterona e her2) negativos, dificultando o ataque à doença com medicamentos, por não ter um receptor identificado. Apresentado em 2012 em um congresso farmacêutico nos Estados Unidos, o estudo mostrou que os compostos sintéticos derivados de vegetais que contêm a substância diindolilmetano (DIM) têm ação anticancerígena e são uma esperança na briga contra os tumores triplo-negativos.

ÔMEGA 3 TRAZ BENEFÍCIOS À PRÁTICA DESPORTIVA.

sábado, 28 de março de 2015 0 comentários
O tema desta semana é sobre o ômega 3, uma gordura poliinsaturada que precisa ser ingerida através da alimentação por não ser sintetizada pelo organismo. Ele está presente na forma de ácido alfa-linolênico, ácido eicosapentanoico(EPA) e ácido docosahexanoico (DHA). Os alimentos mais ricos em ômega 3 são os peixes de águas profundas: salmão, arenque, atum, sardinha, truta, cavala.

O ácido alfa-linolênico está presente nos óleos de linhaça e canola e vegetais, como o agrião, a couve, a alface, o espinafre e o brócolis. São também boas fontes: chia, linhaça (óleo, semente e farinha), vegetais verde escuros (couve, espinafre e rúcula), castanha do Brasil e nozes e, em menores quantidades, o óleo de soja e o de canola.

Funções importantes do ômega 3
- Antioxidante, importante para redução de radicais livres
- Antiinflamatório
- Vasodilatador
- Previne agregação plaquetária
- Anti-cancerígeno
- Reduz sintomas da TPM
- Melhora concentração, memória e performance cerebral, sendo indicado no tratamento da
depressão, demência e Alzheimer (prevenção e tratamento)
- Atua no crescimento e desenvolvimento do feto e bebê

Nos países ocidentais há pequena ingestão de alimentos fontes de ômega 3. É indicado ingerir peixes pelo menos duas vezes por semana e acrescentar diariamente a dieta uma colher de sopa de farinha de linhaça dourada e duas castanhas do pará ou três nozes.

A suplementação de ômega 3 traz benefícios, mas deve ser indicado por nutricionista ou médico para que seja escolhido o tipo a ser suplementado:

- Utiliza-se 1g para manutenção da saúde e 2g para indivíduos com colesterol elevado (maior concentração de EPA do que DHA).

- Para indivíduos ativos, que fazem exercício físico regularmente com intensidade moderada, é indicada a suplementação de 2g de ômega 3 e em atividades de alta intensidade 2 a 4g, para prevenir ou atenuar inflamação muscular e nas articulações.

- Na gravidez e lactação é indicado suplementar 1g, maior concentração de DHA do que EPA.

Fonte: Globo Esporte

PEIXES: NUTRITIVOS E VERSÁTEIS.

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Não tem quem não saiba que o peixe é um alimento nutritivo e deve ser consumido, pelo menos, duas vezes por semana, intercalando com outros tipos de carnes como, bovina, suína e aves. Mas, apesar da grande extensão do litoral brasileiro, a ingestão de peixes no Brasil ainda é muito pequena.

Para que a alimentação fique mais rica e nutritiva, deve ser incentivado o consumo de peixe visando a diminuição da ingestão de ácidos graxos saturados e o aumento de poliinsaturados ômega 3, vitaminas e minerais.

A seguir, você conhecerá as principais vantagens para a saúde obtidas através dos nutrientes presentes nos peixes.

Os peixes são ricos em proteínas de alta qualidade.
Por serem ricos em aminoácidos essenciais (substâncias não produzidas pelo nosso organismo), os peixes possuem proteínas com valor nutritivo ligeiramente superior às das carnes vermelhas (como as de boi e porco). Além disso, as proteínas dos peixes são de alta digestibilidade, favorecendo o processo de digestão.

Em geral, os peixes possuem menos gordura que a maioria das carnes bovinas e suínas.

A porcentagem de lipídeos (gorduras) da maioria dos peixes encontra-se entre 0,2 a 23,7%. Essa quantidade varia de acordo com a espécie, sexo, idade, tipo de alimentação, estação do ano (verão ou inverno) entre outros fatores. Assim, eles podem ser classificados em:

Baixo teor de gordura: menor que 2%

Médio teor de gordura: de 2 a 5%

Alto teor de gordura: acima de 5%

Os peixes de carne clara como, por exemplo, bacalhau, badejo, corvina, carpa, dourado, garoupa, linguado, pescada; apresentam menor quantidade de lipídeo que os de carne escura como, por exemplo, atum, anchova, arenque, bagre, cavala, sardinha, salmão, tainha.

Os peixes são ricos em ômega 3.
O tipo de gordura predominante nos peixes é a poliinsaturada diferentemente das carnes vermelhas, as quais contêm uma alta proporção de gordura saturada. A do tipo saturada, quando consumida em grande quantidade, pode ser prejudicial para o coração.

Dentre as "famílias" de gordura poliinsaturada, destaca-se o ômega 3, devido aos grandes benefícios proporcionados à nossa saúde, como: diminuição dos riscos de doenças cardiovasculares e acidente vascular cerebral (derrame), redução da pressão arterial, ação anti-inflamatória, diminuição das taxas de triglicérides e colesterol total no sangue.

O ômega 3 está presente, em maior quantidade, nos peixes de águas salgadas e frias, como: atum, arenque, bacalhau, sardinha e salmão. Os de águas doces, também apresentam ômega 3, mas em quantidade muito inferior quando comparados aos primeiros.

Os peixes são boas fontes de vitaminas e minerais.
Eles apresentam boas concentrações de vitaminas lipossolúveis (solúveis em gorduras), como A, E e, principalmente, D. Também são ricos em vitaminas hidrossolúveis (solúveis em água) como niacina - presente nas reações químicas de liberação de energia em nosso corpo - e ácido pantotênico - essencial no metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras.

Além disso, os peixes contêm vários minerais importantes como, sódio, potássio, magnésio, cálcio, ferro, fósforo, iodo, flúor, selênio, manganês e cobalto.

Os peixes são versáteis.
Outra grande vantagem dos peixes em relação às carnes de boi e porco é a facilidade em seu preparo: os frescos cozinham em pouquíssimo tempo e podem ser usados em diversas preparações, como: ao molho, empanado, assado, ensopado, cozido, grelhado, frito e até mesmo cru - desde que seja proveniente de um fornecedor que possua boas condições higiênico-sanitárias e seja de sua confiança.

Também podem ser adquiridos em conserva (enlatados), resfriados, congelados, salgados (bacalhau) e defumados (arenque, salmão ou truta).

Por causa de todas as vantagens descritas, incluir ou aumentar o consumo de peixes é uma boa atitude para obter os benefícios que os seus nutrientes essenciais fornecem.

REALIZAR EXERCÍCIOS EM JEJUM QUEIMA MÚSCULOS E PRESERVA AS GORDURAS.

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A sabedoria do corpo humano não tem limites. O mecanismo de controle de vida e da sobrevivência é um dos que faz da espécie humana uma vitoriosa na adaptação ao longo dos séculos de desenvolvimento. 

Esse controle passa pela eficiência no gerenciamento da energia utilizada para a produção de trabalho dos deslocamentos, para obter comida, reproduzir a espécie e vencer inimigos, isso tudo supervisionado por um cérebro privilegiado que garante as funções vitais, intelectuais e cognitivas. 

Poupar e estocar energia passa, então, a ser crucial para as espécies. A reposição dos estoques e a troca do tecido gasto (catabolismo) por um novo (anabolismo) exige repouso (sono) o que também consume energia. 

Quando estamos acordados o principal combustível para executar as tarefas de sobrevivência é a glicose. Sem ter ingerido alimento, durante a fase de descanso prolongado o organismo vai buscá-la nos depósitos, tecido adiposo estocado para esta ocasião, entre outras. O objetivo é manter seu nível constante em todos os tecidos para as funções diversas que estão sendo executadas. 

O cérebro devidamente suprido por esse combustível, analisando o quadro descrito, seguramente irá somar 2 mais 2: se eu permanecer em jejum após o despertar e fizer exercício, vou queimar gordura e emagrecer! Correto? Não! 

A coisa pode funcionar por um curto período de tempo: com o estoque reduzido de glicogênio pelo longo tempo sem comer, as reservas de energia, o tecido gorduroso, são acionadas para fazer a reposição, pois esta é a substância responsável por manter todas as funções do corpo humano. 

Mas, e sempre temos um "mas", se você está pensando em consumir rapidamente seu pneuzinho de gordura com esse truque, saiba que ele tem validade. Como tudo no funcionamento do corpo humano, a utilização dessa reserva nessas condições foi dimensionada para uma situação de repouso, o sono, já comentado. 

Ao iniciar uma atividade física em jejum, depois de uma noite de sono e, com a lipólise em andamento para produzir glicogênio e glicose, em determinado momento haverá um entendimento normal e fisiológico de que há dificuldade de se achar alimento. Neste momento, as reservas energéticas - a gordura, passará a ser poupada e os músculos, as proteínas, serão recrutadas para o processo de produção de energia. 

Veja que este é um bom caminho para parecer magro, ou seja, ser um falso magro. Ao prolongar o jejum e repetir a atividade com privação de alimentos energéticos, os estoques de gordura serão preservados e os músculos consumidos. Você ficará mais magro, mas mais flácido também. 

Outro fator a ser levado em consideração é o mal estar que a atividade em jejum traz. Tontura, fraqueza, náuseas e vômitos podem ocorrer durante a atividade sem contar que o rendimento que terá a tendência de cair na tentativa de poupar energia. 

O consumo forçado de proteínas para produção de energia também tem seu lado negativo. Desenhado para ser utilizado em emergências, prolongando a sua utilização pode sobrecarregar os rins e fígado durante todo o processo metabólico de uso do músculo para executar o exercício e para o consumo de energia. 

Bem, o que devemos concluir disso tudo? Mais uma vez que não existe fórmula mágica para consumir as gordurinhas indesejadas. Tudo passa pelo bom senso e esse nos diz que dieta equilibrada com atividade física regular e programada é o melhor caminho.

Fonte: Minha Vida

VINAGRE DE MAÇÃ ORGÂNICO.

quinta-feira, 26 de março de 2015 0 comentários
A palavra “vinagre” é oriunda do idioma Francês e significa “vinho agre” ou “vinho azedo”, ainda que ele não seja apenas obtido através do vinho, mas também de outras matérias-primas, como algumas frutas. todos os tipos de vinagre o baixo valor calórico e o fato de que pessoas hipertensas podem utilizar o vinagre como substituto do sal. 

É o vinagre proveniente da fermentação do suco de fruta como maçã. Como os vinagres de vinho, estes também são puros e carregam em sua composição os valores nutricionais das frutas de onde foram originados. Utilizados em temperos e em alguns casos como auxiliares na nutrição, já que possui minerais, vitaminas, enzimas e antioxidantes, que combatem o envelhecimento precoce. 

As propriedades de limpeza do vinagre de maçã tem sido utilizada há séculos. A medicina oriental nos ensina que o vinagre pode ajudar a estimular a circulação e ajuda na desintoxicação do fígado. As culturas antigas, muitas vezes utilizam o vinagre de maçã para purificar o sangue. Hoje, estamos expostos a toxinas mais do que nunca, por isso se tornou ainda mais importante nós cuidarmos de nosso corpo com alimentos naturais medicinais como o vinagre de maçã, sendo que atua como antisséptico e antibiótico. 

O vinagre de maçã, também conhecido como vinagre de sidra, é obtido através da fermentação do suco da maçã inteira, obtendo uma coloração amarelo dourada devido aos taninos e, contem os mesmos compostos químicos presentes na maçã, como aminoácidos essenciais, vitaminas e minerais, sendo considerado até mesmo um remédio, prometendo prolongar a vida e a juventude, desde que ingerido diariamente Ele é composto principalmente por ácido maléico, e contém, entre outros compostos químicos, pectina e betacaroteno, capazes de atacar os radicais livres que interferem na imunidade do corpo humano. O ácido maléico é um importante elemento que apresenta propriedades terapêuticas. 

Um estudo recente da revista científica Journal of Food and Chemistry demonstrou que substâncias presentes no vinagre regulam genes que controlam a eliminação de gordura pelo organismo, ou seja, ameniza os efeitos maléficos do excesso de gordura. O estudo, coordenado pelo cientista Tomoo Kondo, indicou que o índice de massa corporal, a circunferência abdominal e os níveis de triglicérides no sangue são menores em voluntários que ingerem vinagre diariamente. As versões de vinagres de vinho e maçã são consideradas mais puras porque preservam as propriedades da bebida e da fruta até o final do processo de produção. 

Consumir o vinagre de maçã antes das refeições auxilia a digestão e melhora a saúde gástrica, ajudando o organismo a remover os resíduos tóxicos de forma mais eficiente. Quando os alimentos são digeridos completamente e resíduos eliminados rapidamente, o corpo é nutrido e as toxinas são removidas antes que tenham tempo de fazer estragos.

Use o vinagre em pequenas doses ao longo do dia. Muitas pessoas gostam de tomar 1-3 colheres de chá em um copo de água antes das refeições para ajudar na digestão. Outros preferem adicioná-lo à água quente com mel para beber. Você também pode usar vinagre de maçã para fazer molhos saborosos e nutritivos.

Apesar do vinagre de maçã poder desempenhar um papel importante na desintoxicação, será muito mais eficaz quando combinado com um estilo de vida saudável, que inclui, naturalmente, estes hábitos:
- Consuma uma dieta equilibrada que consiste em evitar alimentos processados, os alimentos naturais irão fornecer ao corpo a nutrição de que necessita para se purificar.
- Incluir algumas matérias-primas, como alimentos crus na sua dieta uma vez que contêm enzimas importantes que irão ajudá-lo a desintoxicação.
- Escolha alimentos orgânicos para ajudar a reduzir a sua exposição a toxinas. Tenha em mente que os alimentos processados ​​de todos os tipos devem ser evitados, mesmo que sejam rotulados como orgânicos.
- Exercite-se regularmente para melhorar a saúde dos sistemas circulatório e linfático.
- Reduza a exposição à toxinas, utilizando produtos de limpeza e produtos de beleza naturais. 
- Beba somente água filtrada para evitar a exposição à toxinas. A abundância de água pura também ajudar nos processos de desintoxicação natural do organismo.

10 QUESTÕES INTERESSANTES SOBRE O VINAGRE:

1) Conhecido especialmente pelo uso como condimento, o vinagre também pode ser usado para fins medicinais? 
O vinagre de maçã, especialmente, pode ser usado com propriedades terapêuticas. Os outros vinagres apresentam menos propriedades funcionais.

2) Há alguma contraindicação no consumo de vinagre?
Em casos de hipercloridria, que é o excesso de ácido clorídrico no estômago.

3) A quantidade ingerida regularmente depende de cada organismo? Quais as recomendações diárias? 
Em geral, a recomendação é de duas colheres de sopa por dia. Em jejum e antes do jantar são os melhores horários!

4) De que forma o vinagre pode auxiliar na digestão de alimentos ricos em proteínas e gorduras? 
Pela maior concentração de sucos digestivos e pela manutenção da acidez estomacal. Este baixo pH é fundamental para a digestão de proteínas e gorduras.

5) Como se dá a característica de assepsia com o uso do vinagre?
Dilue-se 5% de vinagre em 95% do volume do total de água. Deixa-se o alimento imerso durante 5 minutos e depois se enxágua. Não é 100% eficaz, mas ajuda muito.

6) O consumo no Brasil ainda é muito menor, se comparado a países europeus, segundo pesquisas recentes. É uma questão meramente cultural? 
Sem dúvida. Brasileiro usa muito mais limão que vinagre por hábito e preferência de paladar.

7) Quais as propriedades nutricionais do vinagre de maçã?
O vinagre de maçã é produzido a partir da fermentação do extrato do bagaço ou do suco concentrado da fruta. Cada método gera um fermentado com características físico-químicas diferentes, que refletem na concentração dos seus componentes. Geralmente as frutas utilizadas são aquelas que foram rejeitadas para o comércio a varejo. Na fermentação do suco de maçã (e de outros vinagres), forma-se o ácido acético pela bactéria acetobacter aceti, a partir de todo o açúcar e do álcool que se forma na etapa intermediária da fermentação de qualquer açúcar.
Segundo a tabela nutricional do USDA, o vinagre de maçã é composto por 93,81% de água, 0,17% de cinzas (minerais) e 0,93% de carboidratos. Dentre os minerais, os que se apresentam em maiores concentrações são: cálcio, magnésio, fósforo e potássio. Além disso, contém 5% de ácido acético. É importante pensarmos que, mesmo com essas informações nutricionais, a quantidade ingerida do vinagre é muito pequena, para ser classificado como alimento fonte desses nutrientes.

8) Quais as vantagens com relação aos outros vinagres?
Em literatura, encontramos algumas vantagens no consumo de vinagres de fruta, não exclusivamente do vinagre de maçã. Na produção de vinagre de frutas, a composição de cada cultivar mostra ter grande influência no conteúdo fenólico e na capacidade antioxidante dos fermentados alcoólicos e dos vinagres.
O ácido málico presente no vinagre de maçã é o elemento que lhe confere suas propriedades terapêuticas. Este ácido melhora a função digestiva e a assimilação de minerais. A ação benéfica do ácido málico deve-se, entre outros, ao fato de ele ser um dos ácidos do chamado Ciclo de Krebs, que é um conjunto de reações responsável pela produção de energia e respiração no interior das células.
Porém, o ácido málico da maçã se encontra na maçã antes mesmo do processo fermentativo.

9) Como o vinagre de maçã pode ser um aliado na perda ou manutenção do peso? Quais os maiores benefícios que ele pode proporcionar nas dietas?
Alguns investigadores supõem que o vinagre de maçã faz com que o organismo queime calorias de um modo mais eficiente, ou pela redução do apetite ou por melhorar a eficiência do metabolismo. O vinagre de maçã contribui para ajudar a digerir alimentos.
Atribui-se ao vinagre de maçã o poder de reduzir o apetite, agir como anti-inflamatório, como antibiótico e auxiliar no retardo do envelhecimento. Porém as substâncias relacionadas são sempre as presentes na maçã, como ácido málico, pectina e compostos fenólicos característicos.

10) Além do consumo em saladas, há outras sugestões para o preparo de alimentos com o vinagre?
O vinagre é utilizado no mundo inteiro como condimento e conservante de alimentos. Este pode ser utilizado como ingrediente básico de molhos para saladas ou como conservante de outros alimentos, como por exemplo conservas.
Apresenta também utilidade como amaciante de carnes temperadas e legumes em conservas. Os condimentos, de modo geral, quando ingeridos em quantidades moderadas, estimulam a digestão. O vinagre apresenta propriedades estimulantes, pois favorece a secreção do suco gástrico, aumentando a ação dissolvente.

Por Greice Caroline Baggio. CRN 10107D
Fonte: ANAV - 10 questões interessantes sobre o vinagre.

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FRUTAS INTEIRAS, E NÃO O SUCO DAS FRUTAS, SÃO MELHORES OPÇÕES.

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Comer mais frutas, particularmente mirtilo (as blueberries), maçãs e uvas tende a reduzir o risco de desenvolvimento do tipo 2 de diabetes, segundo mais um estudo, desta vez publicado no British Medical Journal.

No entanto, a ingestão de sucos de frutas pelo amanhecer - e não frutas inteiras - pode aumentar ligeiramente os riscos da doença.

Os pesquisadores suspeitam que a diferença é devida à maior quantidade de açúcar do suco, já que o suco leva mais frutas do que as regularmente ingeridas sólidas em e à rápida absorção do suco pelo corpo.

A pesquisa acompanhou a dieta de 187 mil pessoas nos Estados Unidos. Destas, 6,5% desenvolveram diabetes tipo 2.

As frutas pesquisadas foram uvas ou passas, pêssego, ameixa, damascos, pera, maçã, laranjas, toranja (grapefruit), morangos e mirtilos.

De acordo com o estudo, "frutas têm componentes altamente variáveis de fibra, antioxidantes, outros nutrientes e fitoquímicos que, juntos, influenciam o risco [do diabetes tipo 2]".

O mirtilo corta o risco de diabetes tipo 2 em 26%, enquanto outras frutas, servidas em três porções diárias, reduzem em 2%.

No entanto, quando observado o impacto do consumo de sucos de frutas pela manhã, os pesquisadores chegaram a um leve aumento do risco de diabetes tipo 2, contra a redução provocada pela ingestão de frutas sólidas.

Substituindo-se sucos de frutas por mirtilos inteiros corta-se o risco em até 33%; com uvas e passas, em até 19%; por peras e maçãs, em até 13% - e por uma combinação de frutas, em até 7%.

A substituição de sucos por laranjas, pêssegos, ameixas e damascos leva a resultado similar.

"Ao fazermos um suco, separamos a (polpa) fruta de seus fluidos, que são absorvidos mais rapidamente, aumentando os níveis de açúcar e insulina no sangue para conter os açúcares", explica Qi Sun, autor do estudo e professor na Harvard School of Public Health. "Para diminuir o risco de diabetes tipo 2, o ideal seria diminuir o consumo de sucos e aumentar o de frutas", aconselha.

O estudo envolveu apenas o consumo de suco pela manhã, e não durante outros momentos do dia.

Por outro lado, outros estudos já demonstraram benefícios substanciais dos sucos de frutas, incluindo o suco de mirtilo.

FITOQUÍMICOS EVITAM ACÚMULO DE GORDURA NO FÍGADO.

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Gordura no fígado

Mulheres na menopausa muitas vezes lutam contra o ganho de peso gerado quando os seus níveis de estrogênio caem, e muitas recorrem aos suplementos de perda de peso para ajudá-las a perder os quilos extras.



Mas esses suplementos podem causar um acúmulo de gordura no fígado e uma condição potencialmente fatal chamada doença hepática gordurosa não-alcoólica.

Os suplementos de emagrecimento fazem com que a gordura se mobilize no corpo, aumentando o acúmulo de gordura no fígado. Ao longo do tempo, o excesso de gordura pode levar à inflamação e formação de cicatrizes, explica a Dra. Colette Miller, da Universidade da Geórgia (EUA).

Agora, Miller e sua equipe demonstraram que uma mistura de fitoquímicos e da vitamina D pode ajudar a proteger o fígado contra essa inflamação causada pelo acúmulo de gordura.

Fitoquímicos
Fitoquímicos são compostos ou nutrientes produzidos pelas plantas e que apresentam efeitos benéficos à saúde.

Os compostos derivados de plantas utilizados pela equipe para tentar combater o acúmulo de gordura no fígado incluem o resveratrol, retirado de uvas; genisteína, encontrada na soja; e quercetina, encontrada em cascas de maçã e cebola.

Estudos anteriores já demonstraram que esses compostos ajudam a queimar gordura, fazendo com que as células de gordura "estourem" e liberem seu conteúdo.

Efeito sinérgico
Miller afirma que é quase impossível obter a quantidade suficiente de qualquer um destes compostos, para obter os benefícios observados nos animais usados no experimento, através da ingestão dos alimentos que os produzem, ou mesmo por meio de suplementos.

No entanto, afirma ela, juntos eles têm um efeito sinérgico que "reduz as doses de que você precisa."

Embora o tratamento não tenha feito com que os animais que ingeriram os compostos perdessem peso global, os pesquisadores observam que as camadas de gordura visceral diminuíram, reduzindo os riscos mais severos associados com o acúmulo de gordura.

O próximo passo será repetir os experimentos em humanos, sobretudo para verificar as doses necessárias para evitar o "fígado gorduroso".