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NUTRIENTES DO GOJI BERRY.

quarta-feira, 25 de março de 2015 1 comentários
Goji, é o nome comum do Lycium barbarum, chamada popularmente como goji, bagas de goji, goji berry ou wolfberry. Chegou aos países ocidentais somente no início do século XXI, na medicina tradicional chinesa é consumida há milhares de anos, tem origem na Ásia (China, Índia e Tibete), crescendo em muitas regiões do mundo, porém é na China, principalmente, nas regiões de Ningxia e Xinjiang Uygur, que seu cultivo, de forma comercial é significativo, uma planta da família das solanáceas (à qual pertencem vegetais como a batata, a berinjela, o tomate...).

O fruto é destaque entre os alimentos com a capacidade antioxidante mais elevada na escala ORAC (Oxygen Radical Absorbance Capacity), combatendo excesso de radicais livres e prevenindo o envelhecimento precoce. Contém nutrientes importantes à saúde, fitoquímicos com propriedades antioxidantes, entre eles carotenóides, incluindo betacarocaroteno, zeaxantina, luteína, licopeno, criptoxantina e xantofilas, precursores da vitamina A, atuam diretamente na respiração celular e sintetiza pigmentos da retina protegendo a visão, além de atuarem como antioxidantes poderosos.

Contém também beta-sisterol (e outros fitoesteróis), que tem ação antiinflamatória, podendo impedir a oxidação do LDL colesterol e a formação das placas arteriais. 

Junto a dieta saudável o Goji berry pode contribuir a saciedade, redução do colesterol e controle glicêmico, já que contém fibras e poucas calorias, 1 colher de sopa, cerca de 15 g, contém 50 kcal, 11g de carboidratos e 1,6g de fibras, além disso, pode melhorar a função do sistema imunológico, proteger o fígado e melhorar a circulação.

Fornece 8 aminoácidos essenciais, como isoleucina e triptofano, vitaminas como vitamina C, antioxidante que merece destaque no fruto, vitamina E, vitaminas do complexo B, como B1, B2, B6, que contribuem ao metabolismo de macronutrientes, funcionamento do sistema nervosos e minerais, incluindo zinco, fósforo, ferro, cobre e selênio.

Pode ser consumida in natura ou desidratada, junto às refeições, muito saborosa pode ser misturada a frutas, saladas, sucos, vitaminas, iogurtes, acrescentada as preparações como sobremesas, bolos, barras de cereais, misturadas à aveia, cereais matinais... sendo o recomendado a ingestão de 1 a 2 colheres de sopa, cerca de 30 g ao dia. Porém, não há conclusões sobre a quantidade ideal.

Por Greice Caroline Baggio CRN 10107D.

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Conceitos importantes da N4 Natural:

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SEM GLÚTEN, SEM LACTOSE, ESCLAREÇA.

segunda-feira, 23 de março de 2015 0 comentários

Nas bancas, minha participação na Edição Receitas sem Glúten e sem Lactose.
Editora Alto Astral.
Por Greice Caroline Baggio - CRN 10107D

MACA PERUANA: CONHEÇA SUAS PROPRIEDADES ESTIMULANTES.

1 comentários
A raiz de Maca Peruana (Lepidium meyenii) pode ser encontrada crescendo na Cordilheira dos Andes, principalmente no Peru, o uso da maca como alimento afrodisíaco é muito bem conhecido, tem sido chamado de "ginseng peruano", devido às suas qualidades estimulantes naturais que são semelhantes, fazendo parte da tradição culinária e medicinal há centenas de anos, uma raiz que pertence à família do rabanete, que tem sido popularizada como um super alimento.

A raiz em pó e desidratada contém em volta de 50% a 70% de carboidratos, 8% a 9% de fibras solúveis, 23% de insolúveis, 2% a 4% de gorduras, incluindo ácido linoleico, palmítico e ácido oleico, e 8% a 18% de proteínas, entre elas aminoácidos essenciais, e vitaminas como niacina, tiamina (B1), riboflavina (B2), vitamina B6, vitamina C, D e E, além de minerais como cálcio, ferro, fósforo, potássio, magnésio, zinco, manganês, selênio.

Nos anos 60 surgiram as primeiras investigações científicas sobre o uso e fertilidade. O uso mostrou-se atuar sobre o hipotálamo, glândula pituitária, glândulas supra-renais, atuando sobre o sistema endócrino, permitindo aumento nos níveis de hormônios sexuais, promovendo mais energia, vitalidade, promovendo o equilíbrio hormonal, consequentemente reduzindo ciclo menstruais irregulares em mulheres e aumentando o libido e da fertilidade, em homens e mulheres.




A Maca age como um antioxidante natural, aumentando os níveis de glutationa peroxidase no organismo, o que contribui ao aumento das defesas do organismo, melhorando também a tolerância à glicose, ao diminuir seus níveis no sangue.


Ensaios clínicos têm demonstrado efeitos positivos com o uso da Maca sobre níveis de energia, resistência e humor, o que contribui para a redução efeitos psicológicos de ansiedade e depressão.

No mínimo 1 colher de chá até 2 colheres de sopa, é a quantidade recomendada diariamente, consuma pura ou no introduza no preparo de vitaminas, sucos, iogurtes, misture com frutas, sem aquecer para que não haja perda dos nutrientes. Em cápsulas pode ser consumida cerca de 500mg ao dia. Pode ser usada por atletas já que contribui para fornecer energia e aumentar o desempenho físico, por ser fonte de carboidratos complexos e vitaminas do complexo B, indispensáveis à produção de energia do organismo.

Você que já consome a Maca conte pra gente os benefícios do uso!

Por Greice Caroline Baggio.

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ÓLEO E COCO E EXERCÍCIOS FÍSICOS COMBATEM A HIPERTENSÃO.

domingo, 15 de março de 2015 0 comentários
Superalimento
O óleo de coco é um dos poucos alimentos que podem ser classificados como um "superalimento".

Sua combinação exclusiva de ácidos graxos pode ter efeitos positivos profundos na saúde, incluindo a perda de gordura, aumento do colesterol bom, melhor funcionamento do cérebro e muitos outros benefícios, incluindo o combate a cáries e aftas.

Agora, pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba dispuseram-se a testar a hipótese de que uma combinação de óleo de coco por dia e treinamento físico poderia restaurar a pressão arterial normal em indivíduos hipertensos.

Óleo de coco com exercício
Usando animais de laboratório espontaneamente hipertensos - sem alterações genéticas - a equipe constatou que tanto o óleo de coco quanto o treinamento físico reduzem o ganho de peso.

Igualmente, tanto a suplementação de óleo de coco quanto o condicionamento físico, ambos aplicados individualmente, reduziram a pressão sanguínea.

No entanto, somente quando o óleo de coco e o treinamento físico foram combinados, eles foram capazes de trazer a pressão arterial de volta aos valores normais.

"Esta é uma descoberta importante, uma vez que o óleo de coco está sendo considerado um 'superalimento' e está sendo consumido por atletas e pela população em geral que procura um estilo de vida saudável," disse o Dr. Valdir de Andrade Braga, um dos autores do estudo.

Testes em humanos
"A possibilidade de usar o óleo de coco como adjuvante no tratamento da hipertensão vem se somar à longa lista de benefícios associados ao seu consumo.

"Nosso próximo passo é começar alguns ensaios clínicos a fim de verificar se podemos reproduzir esses resultados em pacientes humanos hipertensos," finalizou Valdir.

HOMENS E MULHERES: DIFERENTES NO PRATO.

sábado, 14 de março de 2015 0 comentários
As distinções entre os sexos merecem atenção também quando o assunto é alimentação.

O despertador toca. Ele vira o corpo para dormir mais um pouquinho enquanto ela se levanta para tomar banho. O período de permanência dela no banheiro é mais longo que o dele, já que inclui o trato nos cabelos, cremes e todo o ritual matinal de beleza. Depois, enquanto ela se veste, ele toma uma ducha, faz a barba e, ao sair, encontra o quarto vazio: ela foi preparar o café da manhã dos dois.

Durante a refeição, outras diferenças surgirão entre eles, já que algumas das escolhas nutricionais precisam ser distintas também. Afinal, diariamente, homens e mulheres lidam com suas peculiaridades físicas e emocionais. Metabolismos, hormônios e uma série de outros mecanismos orgânicos têm funcionamentos distintos entre os sexos, implicando em cuidados específicos.

"O Plano Alimentar de um adulto varia de acordo com sexo, massa corpórea, idade e atividades físicas praticadas", explica o médico especialista em nutrologia Edson Credidio*. "As mulheres têm aproximadamente 70% de massa muscular e 30% de massa gorda enquanto os homens contam com 80% de massa muscular e 20% de massa gorda. Esse é apenas um exemplo dos fatores que determinam as diferenças nas indicações alimentares para cada um dos sexos", afirma Credidio.

Há outros: seguindo diretrizes gerais, a quantidade de calorias ingeridas diariamente pelos homens deve ser maior que a ingerida por mulheres, uma vez que, graças a diferenças metabólicas, o organismo masculino gasta uma quantidade maior de energia.

Portanto, quando uma mulher resolve comer a mesma quantidade de alimentos calóricos que seus amigos, irmãos, namorados e maridos, as consequências serão diferentes: o que para eles é uma refeição básica para a manutenção da saúde, para uma mulher pode se transformar numa verdadeira bomba de caloria. 

Equilíbrio é regra "unissex" 
Tudo isso não significa, porém, que a alimentação das mulheres deve ser mais equilibrada que a dos homens. As regras gerais de nutrição são válidas para ambos os sexos, principalmente no que diz respeito à ingestão diária de alimentos de todos os grupos (energéticos, construtores, reguladores e energéticos extra como ilustra a Pirâmide Alimentar). Da mesma forma, homens e mulheres devem ter em sua rotina algum tipo de atividade física, para manter o equilíbrio físico e emocional.

"Nosso corpo precisa de uma série de nutrientes como aminoácidos essenciais, ácidos graxos essenciais, minerais, vitaminas, carboidratos, proteínas, etc. O mais importante para homens e mulheres é atentar para o consumo completo desses nutrientes não apenas com o objetivo de manter a saúde, mas também como forma de prevenção", enfatiza doutor Credidio.

O consumo adequado de cálcio é um exemplo de como a alimentação auxilia na manutenção da saúde .O nutriente é fundamental para evitar a osteoporose, distúrbio que conta com incidência bem mais elevada em mulheres do que em homens.

As mulheres também necessitam atentar para o consumo de ferro, pois durante o preríodo menstrual as taxas desse nutriente importantíssimo diminuem. A presença insuficiente de ferro pode levar a problemas que vão desde a anemia até distúrbios de percepção e comportamento.

Para os homens, uma dica específica está no consumo diário de tomate e seus derivados. Segundo pesquisas realizadas na Universidade de Harvard, o licopeno, nutriente encontrado em quantidade abundante no alimento, ajuda na prevenção do câncer de próstata.

Porém, mais importante que essas necessidades específicas é a manutenção de uma alimentação saudável em prol de uma rotina equilibrada. E isso vale para homens e mulheres, apesar de todas as suas diferenças!

* Dr. Edson Credidio é especialista em Nutrologia Médica pelo Conselho Federal de Medicina e Membro da Associação Brasileira de Nutrologia.

Fonte: Nestle

ANTI-INFLAMATÓRIOS NATURAIS.

sexta-feira, 13 de março de 2015 0 comentários
Sensação de "Uau"
A alegada distinção entre fisiologia e psicologia - defendida por muito tempo - não consegue mais se sustentar frente às observações científicas mais recentes.



Um novo estudo mostrou que sensações altamente positivas, daquelas de tirar o fôlego, induzem um reforço significativo do sistema imunológico.

As sensações envolvidas incluíram olhar uma paisagem deslumbrante, como o Grand Canyon, observar obras de arte, como o teto da Capela Sistina, ou ouvir uma música como a Ave Maria, de Schubert.

"Nossos resultados demonstram que as emoções positivas estão associadas com marcadores de boa saúde," conta a Dra. Jennifer Stellar, da Universidade de Toronto (EUA).

Emoções positivas
A equipe constatou que as emoções positivas - especialmente o êxtase que sentimos quando tocados pela beleza da natureza, da arte e da espiritualidade - induzem níveis mais baixos de citocinas pró-inflamatórias, que são proteínas que sinalizam para o sistema imunológico para que ele trabalhe mais.

Embora as citocinas sejam necessárias para reunir as células imunológicas para combater infecções, doenças e traumas, níveis elevados de citocinas por longos períodos estão associados com problemas de saúde e condições como diabetes tipo 2, doenças cardíacas, artrite e doença de Alzheimer.

Já se sabia que uma dieta saudável, sono de boa qualidade e exercícios físicos fortalecem as defesas do organismo contra doenças físicas e mentais. Mas agora se demonstrou que as emoções positivas podem ter o mesmo efeito fisiológico.

De acordo com Stellar, o "êxtase está associado com a curiosidade e um desejo de explorar, sugerindo respostas comportamentais opostas às encontradas durante a inflamação, onde os indivíduos normalmente se isolam dos outros em seu ambiente."

PROTEÍNA DEMAIS.

terça-feira, 10 de março de 2015 0 comentários
Um painel de especialistas em nutrição montado pelo governo norte-americano divulgou seu relatório de mais de 500 páginas com orientações para fundamentar a ação dos órgãos federais encarregados de traçar as diretrizes alimentares do país.

Entre as recomendações tradicionais para comer mais frutas, legumes e cereais integrais, e menos gordura, sal e açúcar, uma nova recomendação surgiu firme: a população deveria comer menos carne.

Proteína demais
Os especialistas consideram que a população está ingerindo proteínas em excesso e, além disso, deveria levar em conta o meio ambiente no momento de decidir o que comer e o que não comer.

"A evidência atual mostra que a dieta média dos EUA tem um grande impacto ambiental em termos de aumento de emissões [de gases de efeito estufa], uso da terra, uso da água e uso de energia," diz o relatório. "Isto ocorre porque a ingestão de alimentos de origem animal da população atual é elevada e a ingestão de alimentos à base de plantas é baixa."

O texto prossegue para concluir que a população deve adotar uma dieta que seja "mais intensiva em alimentos de origem vegetal" e "menos intensiva em alimentos de origem animal".

Em termos mais simples: a população deve comer menos carne, recomendam os especialistas.

Nutrição animal
O que mais chamou a atenção no relatório de um painel de nutricionistas foi o peso colocado na questão ambiental, destacando que uma menor ingestão de carne terá impactos positivos sobre a saúde da população, mas um impacto ainda maior sobre a saúde do planeta.

O relatório lembra que a pecuária é responsável por 14,5% de todas as emissões causadas pelo homem no mundo, quase metade desses gases de efeito estufa vindo dos recursos necessários para cultivar e transportar o milho e a soja para alimentação animal.

Para a parcela da população que ainda não come carne suficiente, alguns cientistas vêm advogando o uso de insetos para combater a fome, enquanto outros apostam no desenvolvimento da carne artificial.

EXERCÍCIO FÍSICO BENEFICIA PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA.

segunda-feira, 9 de março de 2015 0 comentários
Pesquisadores do Incor elucidaram
como a reabilitação
cardíaca modula determinados
receptores no tecido muscular
e promove redução na
 atividade nervosa simpática.
Há alguns já se sabe que uma atividade física moderada é não apenas segura para pacientes cardíacos, mas altamente recomendável.

Pesquisadores brasileiros também já haviam confirmado que os pacientes com problemas do coração podem se beneficiar de exercícios físicos.

Agora, uma outra equipe do Incor (Instituto do Coração, ligado à USP), liderada por Lígia Antunes Corrêa, revelou mecanismos biológicos por trás desses benefícios.

Receptores musculares
Nos portadores de insuficiência cardíaca, atividades físicas simples do cotidiano, como subir escadas, fazer compras ou tomar banho, podem causar taquicardia, fadiga e dificuldade para respirar.

Essa intolerância ao esforço parece estar relacionada com uma hiperatividade do sistema nervoso simpático - parte do sistema nervoso autônomo responsável por controlar, entre outros fatores, os batimentos cardíacos, pressão arterial e a contração e o relaxamento de vasos sanguíneos.

"Existem dois tipos de receptores no tecido muscular: o metaborreceptor e o mecanorreceptor. Quando eles são estimulados, a atividade simpática aumenta. Mas em pacientes com insuficiência cardíaca esse aumento é exagerado, o que parece estar relacionado com uma hiperatividade dos mecanorreceptores, e isso faz com que os pacientes se cansem mais facilmente. Queríamos entender melhor por que isso ocorre", explicou Lígia.

O mecanorreceptor é uma espécie de sensor mecânico, ativado pela contração e pelo relaxamento muscular. Já o metaborreceptor é um sensor químico, ativado pelos metabólitos produzidos em resposta à contração do músculo.

Em pessoas saudáveis, a ativação desses receptores durante a realização de exercícios físicos tem a função de aumentar a atividade do sistema cardiovascular e respiratório e garantir o aporte adequado de sangue e oxigênio para as células.

Segundo a pesquisa, como a musculatura dos portadores de insuficiência cardíaca sofre uma série de alterações metabólicas em razão da redução no fluxo sanguíneo e da hiperatividade simpática, o metaborreceptor fica em contato constante com uma série de metabólitos produzidos em excesso, mesmo durante atividade leves do dia a dia, e acaba perdendo sua sensibilidade. Como forma de compensação, o receptor mecânico fica hiperativado.

Reabilitação cardíaca
Os voluntários foram divididos aleatoriamente em dois grupos. Metade fez apenas o acompanhamento clínico convencional e os demais foram submetidos a três sessões semanais de bicicleta ergométrica e exercícios localizados durante quatro meses.

No grupo de pacientes que passou pelo programa de treinamento físico, a atividade simpática durante a estimulação dos mecanorreceptores (por meio de contração muscular durante prática de exercícios passivos) ficou cerca de 10% menor. A queda foi acompanhada por uma redução de 50% no quadro inflamatório do músculo.

A biópsia muscular do grupo treinado também mostrou aumento na expressão dos receptores que sugere a recuperação da sensibilidade do metaborreceptor.

"A melhora desse balanço entre o mecanorreceptor e o metaborreceptor contribui para a diminuição da atividade simpática tanto durante o repouso como durante a realização das atividades do dia a dia. Isso está associado a uma melhora do prognóstico do paciente, pois diminui as arritmias cardíacas e a vasoconstrição periférica", afirmou a pesquisadora.

"Agora avançamos no entendimento de como o exercício modula a ação desses receptores. O grande diferencial da pesquisa é o aspecto translacional, ou seja, a associação entre os achados moleculares e o estado clínico do paciente", comentou Lígia.

Fonte: Diário da Saúde