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NENHUM HOMEM É UMA ILHA...

sábado, 7 de janeiro de 2012 0 comentários

AZIA E REFLUXO: SAIBA MAIS.

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Quem sente azia e queimação com frequência sabe que até o prazer de comer diminui. Isso porque, logo após a refeição, a digestão não ocorre da forma correta e o suco gástrico do estômago sobe em direção ao esôfago. É aí que vem a queimação.

Estima-se que 20% da população em geral sofra continuamente de refluxo – quando o esfíncter entre o estômago e o esôfago se abre e o ácido sobe – e que 40% terão os sintomas pelo menos uma vez na vida.

Bebês e crianças pequenas costumam sofrer mais com o problema.

Fatores de risco
- Comer rápido e engolir grandes quantidades de comida de uma só vez
- Consumir muita gordura, alimentos ácidos ou apimentados, cafeína, chocolate, chás, bebidas com gás, líquidos durante as refeições, e proteínas sem o acompanhamento de carboidratos
- Não mastigar direito
- Deitar logo após comer
- Ser obeso ou estressado

Fonte: Imagem e parte do texto em G1, Comer rápido, deitar após a refeição e ser obeso podem piorar azia e refluxo. Até 20% das pessoas sofrem continuamente de queimação no esôfago. Veja mais fatores de risco, sintomas e se antiácidos diminuem desconforto. Acesso em 07/01/2012.

INCLUA NOVOS HÁBITOS PARA UMA VIDA MAIS SAUDÁVEL.

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São Paulo – O começo de um novo ano pode ser um bom pretexto para adotar hábitos mais saudáveis, não apenas para o corpo, mas também para a mente. Mas, apesar da tradicional frase “ano novo, vida nova”, a psicóloga Marisa de Abreu não recomenda mudanças muito drásticas, quando não há risco de vida.

“A mudança radical não permite a conscientização do processo e do esforço necessário. Além disso, toda mudança radical permite um retorno radical ao estado anterior”, afirma. Por isso, nada de afobação. A seguir, confira alguns hábitos que devem ser adotados ou interrompidos aos poucos neste ano, de acordo com a indicação de especialistas.

Jogar fora os excessos
Segundo a psicóloga Marisa de Abreu, todo tipo de comportamento excessivo deve ser combatido. Alguns exemplos são comer demais, regimes muito rigorosos, ginástica ou sedentarismo além da conta, vícios em geral, muita dependência do namorado ou da família e atividades solitárias. E, assim como os excessos podem ser negativos para a saúde, tentar acabar com eles de uma hora para outra também deve ser evitado, para que os resultados se prolonguem.

Refletir mais
Sair do “piloto automático” e começar a pensar sobre os rumos que a vida traz é outra sugestão da psicóloga. “Quanto mais você avaliar cada opção que a vida oferece mais refinados ficam seus referenciais”, diz. O médico do Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP) Carlos Alberto Pastore também recomenda a reflexão sobre os problemas do cotidiano.

“As pessoas acham que só poderão ser felizes quando resolverem todos os problemas, mas não é assim. Os problemas vão estar aí até o final da vida. É preciso tentar criar a consciência de que não se vai resolver tudo de uma vez”, afirma o cardiologista. Segundo ele, pensar em uma nova forma de lidar com os problemas é uma boa maneira de reduzir a ansiedade e evitar que questões psicológicas se transformem em doenças.

Se beber, evite os destilados
Para levar um 2012 com mais saúde e disposição, a bebida, principalmente em excesso, também devem ser evitada. Mas, se parar de beber não é uma opção, as nutricionistas Maria Luiza Santomauro Vaz e Marcia Cristina Basilio afirmam que a melhor escolha são as bebidas não destiladas. Em vez de vodca ou cachaça, melhor tomar uma taça de vinho ou um copo de cerveja.

Tomar mais água
O verão é uma boa época para começar esse hábito recomendado pelas nutricionistas. Para saber quanto é suficiente, basta fazer as contas: de 30 a 40ml de água para cada quilo de peso. Se a pessoa pesa 70 quilos, por exemplo, a quantidade ideal de água ingerida por dia é, no mínimo, 2 litros e 100ml. Elas também recomendam atenção ao consumo de refrigerantes e sucos adoçados com açúcar, lembrando que, mesmo os naturais são fontes de calorias.

Fracionar as refeições
As tradicionais três refeições diárias não são o melhor caminho para uma vida saudável. Segundo as nutricionistas Maria Luiza e Marcia Cristina, e o médico Carlos Pastore, ter cinco ou seis refeições por dia é o melhor.

Para não exagerar na dose, eles indicam um intervalo de três horas entre as refeições, sempre optando por alimentos leves e ricos em nutrientes e fibras, como frutas, ingredientes integrais e barras de cereal. Isso ajuda a diminuir a fome, a prevenir doenças e, de quebra, a perder os quilos a mais adquiridos nas férias de fim de ano.

Reduzir sal, gordura e açúcares
Outro hábito que vale a pena adotar em 2012 é reduzir o consumo de alimentos industrializados ricos em sódio, açúcares e gordura. Mesmo com a tentação, as nutricionistas apontam ervas frescas e especiarias para temperar as refeições, chocolate com 70% de cacau para substituir o chocolate ao leite e o branco, e frozen iogurte no lugar do sorvete. Assim, o sabor não sai prejudicado e a saúde vai melhorar.

No restaurante self-service ou preparando uma receita em casa, também vale a pena fazer pratos mais coloridos e mais nutritivos, que são, ao mesmo tempo, saborosos e saudáveis.

Fazer um exercício de postura
Em um tempo em que as pessoas ficam cada vez mais sentadas e mais sedentárias, o médico Carlos Pastore afirma que, além do exercício físico regular, é importante adotar um exercício de postura, com o pilates. “A gente tem que pensar que vai viver muito, então é bom fazer um exercício que faz a articulação funcionar, que mantém a postura, reduz as dores nas costas”, diz.

Fazer um check-up anual
As férias de verão não servem apenas para descansar. Para o cardiologista, essa é uma boa época para começar a fazer um check-up anual. Apesar do tempo gasto com os exames, eles servem para descobrir problemas escondidos e prevenir doenças que podem causar grandes preocupações se não tratadas antecipadamente.

Fonte: Exame, 8 hábitos para uma vida mais saudável em 2012. Mudanças na dieta e até na maneira de encarar os problemas são algumas das mudanças recomendadas por especialistas. Acesso em 07/01/2012.

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011 0 comentários

ECOTURISMO, RESPONSABILIDADE SOCIAL E UM MUNDO MELHOR.

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 Atrativo em Bonito, no Mato Grosso do Sul.
Mesmo quando estiver viajando, o turista pode tentar visitar
 áreas menos desenvolvidas,
 onde o recurso usado durante seu passeio pode ajudar
a economia local prosperar.
Uma pessoa socialmente responsável provavelmente vai querer tornar o mundo um pouco melhor. Mesmo quando estiver viajando, o turista pode tentar visitar áreas menos desenvolvidas, onde o recurso usado durante seu passeio pode ajudar a economia local prosperar.

Outra maneira de ajudar é doando um pouco de seu tempo para a comunidade, sendo voluntário por exemplo. O objetivo idealista do ecoturismo é melhorar o mundo através de viagens responsáveis fazendo com que os viajantes ofereçam reais benefícios para as comunidades locais.

Conservação
O objetivo principal do ecoturismo é neutralizar os efeitos negativos do desenvolvimento humano. Pessoas que vivem nas cidades, muitas vezes optam por visitar florestas intocadas, montanhas e praias para desfrutar de sua beleza. Como as comunidades locais começam a ver seus recursos naturais como fontes de renda do turismo, elas podem trabalhar mais para proteger esses recursos. Em muitos casos, os moradores encontram trabalho como guias turísticos e descobrem que seus empregos dependem de esforços de conservação local.

Financiamento do governo
Quando o ecoturismo cresce em uma área, o governo local, muitas vezes, reconhece o “boom” econômico e procura mantê-lo. Na Costa Rica, por exemplo, a popularidade do ecoturismo levou à criação de vários parques nacionais e reservas, que estabeleceu um corredor da vida selvagem protegido. Por sua vez, os governos devem ter fundos para manter seus parques e manter caçadores, caçadores furtivos e madeireiros fora destes locais. Em Madagascar, a infraestrutura precária, a instabilidade governamental e a necessidade das comunidades locais para o alimento e madeira dentro das fronteiras do Parque Nacional Masoala têm limitado o sucesso do mesmo.

Empresas locais
Além de guias turísticos, uma gama de empresas locais se beneficiam com o ecoturismo. Artesãos, moradores regionais e donos de restaurantes fornecem serviços que ajudam o turista a descobrir características locais. Um estudo realizado em 2003 sobre as comunidades da Costa Rica mostrou que quando o ecoturismo impulsiona a economia, as pessoas param de cortar as árvores porque elas estão simplesmente ocupadas demais atendendo os turistas. O mesmo estudo, no entanto, descobriu que uma mudança de comportamento não indica necessariamente uma maior consciência ambiental. Uma vez que a economia local alcança o sucesso, o desenvolvimento começa a ameaçar os recursos naturais.

Intercâmbio cultural
O mesmo estudo da Costa Rica descobriu que pessoas com mais instrução eram menos prováveis ​​de serem ambientalmente destrutivas. Na verdade, a educação e a conscientização podem ser os verdadeiros benefícios do ecoturismo e proporcionar um efeito mais duradouro.

Os ecoturistas acabam conhecendo pessoas que vivem mais de perto da natureza e podem aprender com eles a viver de maneira mais simples. Enquanto isso, os moradores ganham fundos e a capacidade de buscar mais educação, dando-lhes uma melhor compreensão das questões mundiais, como o ambientalismo. Através do intercâmbio cultural, ambas as partes se beneficiam. Com informações da National Geographic.

Fonte: Texto e imagem Ciclo Vivo, Conheça os benefícios do ecoturismo para as comunidades locais. Postado em 23/12/2011. Acesso em 30/12/2011.

ACUPUNTURA À REDUÇÃO DO ESTRESSE.

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A acupuntura reduz significativamente os níveis
 de uma proteína ligada ao estresse crônico.


Prova material
A acupuntura reduz significativamente os níveis de uma proteína ligada ao estresse crônico.
O estudo pode ajudar a explicar a sensação de bem-estar normalmente relatado pelas pessoas que fazem tratamentos com essa técnica chinesa milenar.

"Já se sabia há muito tempo que a acupuntura reduz o estresse, mas este é o primeiro estudo a mostrar uma prova molecular desse benefício," diz a Dra. Ladan Eshkevari, da Universidade Georgetown (EUA).

Neuropeptídio
Eshkevari explica que decidiu fazer o estudo porque muitos dos pacientes tratados com acupuntura no seu hospital, sobretudo contra dores, relatam uma "sensação geral de bem-estar - e eles frequentemente relatam estar sentindo menos estresse".

Embora a Organização Mundial da Saúde (OMS) declare que a acupuntura é benéfica como terapia adjunta em mais de 50 doenças, incluindo o estresse crônico, a pesquisadora conta que queria uma explicação biológica para isso.

Então ela fez um experimento para medir o efeito da acupuntura sobre os níveis no sangue do neuropeptídio Y (NPY), um peptídio que é segregado pelo sistema nervoso simpático - tanto em animais, quanto em humanos.

A substância está envolvida na resposta "lutar ou fugir" frente a uma situação estressante, resultando na contração do fluxo sanguíneo para todas as partes do corpo, exceto coração, cérebro e pulmões, os órgãos essenciais para uma reação ao perigo.

Mas a manutenção duradoura desse estado, o chamado estresse crônico, pode causar hipertensão e doenças cardiovasculares.

Efeito protetor da acupuntura
Do lado da acupuntura, o tratamento foi restrito a um único ponto, o Zusanli, ou ST 36, sobre o meridiano do estômago - o ponto está de fato localizado na perna, perto do joelho.

Os níveis de NPY dos animais estressados que receberam a acupuntura permaneceram praticamente nos mesmos níveis do grupo de controle, que não foi submetido a nenhum estresse, enquanto o grupo de animais estressados não-tratados com acupuntura manteve elevados níveis da substância no sangue.

O efeito de redução do estresse manteve-se por até quatro dias depois que a acupuntura foi suspensa e os animais continuaram a receber os estímulos estressantes.

"Nós ficamos surpresos com o que parece ser um efeito protetor da acupuntura contra o estresse," disse a pesquisadora.

Fonte: Diário da Saúde, 30/12/2011. Acupuntura oferece proteção prolongada contra estresse.

ALIMENTAÇÃO E SAÚDE MENTAL EM IDOSOS.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011 0 comentários

Estudo concluiu que os idosos que consomem certas vitaminas e ácidos graxos omega 3 não experimentam uma redução do volume de seu cérebro.

Washington - Os idosos cujo sangue apresenta maiores teores de certas vitaminas e ácidos graxos omega 3 mantêm sua capacidade mental e de memória por mais tempo, revela um estudo publicado nesta quarta-feira.

O trabalho concluiu que os idosos que consomem estas vitaminas e ácidos graxos omega 3 não experimentam uma redução do volume de seu cérebro, um fenômeno tipicamente observado nas pessoas que sofrem de Alzheimer.
Publicado na edição de 28 de novembro da revista Neurology, o estudo determina que os altos níveis de vitamina B, C, D e E, assim como de omega 3, encontrado principalmente nos peixes, têm efeitos positivos na saúde mental e no restante do organismo.
"Este enfoque mostra claramente os efeitos neurológicos e biológicos, bons e maus, ligados aos níveis de diferentes nutrientes no sangue", explica Maret Traber, do Instituto Linus Pauling da Universidade do Oregon, no noroeste dos Estados Unidos.

"As vitaminas e os nutrientes que se obtém comendo uma grande variedade de frutas, legumes e peixes podem ser medidas com o auxílio de biomarcadores sanguíneos. Estou convencida de que estes nutrientes têm um grande potencial para proteger o cérebro e fazê-lo funcionar melhor", afirma Traber.

A pesquisa também revela que os participantes do estudo com alimentação rica em ácidos e gorduras trans, abundantes em produtos lácteos e frituras, obtiveram resultados piores no teste cognitivo e apresentaram redução do cérebro considerável.

Os pesquisadores analisaram 104 indivíduos com idade média de 87 anos, submetidos a testes com 30 biomarcadores de nutrientes no sangue. Deste total, 42 também passaram por exames de ressonância magnética para medir o volume de seus cérebros.

Fonte: Exame, Alimentos têm influência na capacidade mental de idosos. Estudo concluiu que os idosos que consomem certas vitaminas e ácidos graxos omega 3 não experimentam uma redução do volume de seu cérebro. Acesso em 29/12/2011.

DIABETES, GLICAÇÃO E ENVELHECIMENTO.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011 0 comentários
Há muito que sabemos que os diabéticos envelhecem mais rapidamente do que as outras pessoas. Ao mecanismo por detrás da destruição celular chamamos glicação – a perigosa ligação não enzimática entre açúcar e proteínas. A resultante glicose/proteína é conhecida como AGE (produto final da glicação). O processo é similar ao que ocorre quando cozinhamos carne a alta temperatura. Esta fica acastanhada, processo que ocorre igualmente nos nossos tecidos vivos sempre que há excesso de açúcar. Aqui é a temperatura contínua a 37ºC e a acção permanente dos radicais livres que transformam as nossas proteínas em substâncias disfuncionais. Isto foi ver ficado laboratorialmente sempre que a glicemia (açúcar no sangue) passava dos 85 mg/dl, o que ocorre após uma refeição moderna. A lesão infligida pela glicação é irreversível. Felizmente, podemos usar um parente da vitamina B1 – a benfotiamina – que nos protege deste fenómeno corrosivo. Nova evidência confirma a acção de diminuição do risco de doença cardiovascular, AVC, insuficiência renal e perda de visão consubstanciada pele benfotiamina. Num processo em tudo similar ao que se obtém ao assar a carne – reação de Maillard – o nosso corpo é lentamente cozinhado pelos açucares, acelerando imenso o processo do envelhecimento por dar origem aos AGE’s que despoletam uma reacção contínua de inflamação. Ora sabemos perfeitamente que uma inflamação de baixo grau, crónica e contínua, conduz às doenças degenerativas características do envelhecimento nomeadamente:
• Aumento do “colesterol” e aterosclerose
• Aumento no risco de AVC por aterosclerose da carótida
• Alterações do ritmo cardíaco seguidas de ataque cardíaco
• Cataratas
• Aumento no risco de todos os tipos de cancro
• Aumento das enzimas hepáticas
• Aumento na incidência de apneia do sono

As artérias são revestidas interiormente por uma finíssima camada unicelular – endotélio – o qual regula o fluxo sanguíneo e a tensão arterial. A lesão do endotélio, tal como decorre do aumento dos açúcares, leva aos ataques cardíacos (enfarte do miocárdio) e trombose cerebral (AVC). Ora a benfotiamina bloqueia esta lesão por parte da glicose tornando-se num auxiliar precioso na luta contra a glicação, quer aumentando a produção de óxido nítrico quer exercendo uma acção antioxidante directa. Felizmente, os meus doentes tomam este precioso nutriente no “multiessencial” – formulação poliantioxidante, vitramínica e mineral – desde há vários anos, bem como o ácido alfalipóico que combate também a glicação. Claro que o exercício físico, ao consumir glicose, diminui a glicação, e isto conjugado com uma alimentação de baixa carga glicémica rejuvenesce-nos.

GLICAÇÃO
Glicação é o fenómeno em que o açúcar carameliza com as proteínas celulares, tornando as nossas células rígidas e diafuncionais.

Todos os doces e muitos dos amidos, incluindo o pão não integral, arroz branco, batatas, massa não integral, cereais (excepto aveia), batatas fritas, crackers, e outros “snacks”, devem ser evitados. Apenas alguns vegetais devem ser evitados — milho, cenouras (crua é aceitável), e beterraba. Muitos frutos devem ser consumidos em pequenas quantidades e sempre com alimentos proteicos (por ex:yogurte) — bananas, kiwi, ananás, papaia, manga, melão e melancia, frutos secos (excepto damascos) e todos os sumos de fruta (mesmo os caseiros e feitos na hora). E por fim, mas muito importante deve-se evitar a todo o custo beber cerveja — pode beber-se vinho tinto em pequenas quantidades.

Se consumir pequenas quantidades destes alimentos durante a semana está a aumentar a sua glicação (e como tal a aumentar a sua velocidade de envelhecimento) muito mais do que se comer muito uma vez por semana.

A alimentação rica em proteínas ajuda a controlar o metabolismo da glicose.
Certifique-se que divide a sua ingestão alimentar por 3 refeições diárias, devendo o pequeno-almoço ser substancial.
E nunca se esqueça, a comida é o medicamento mais poderoso que o ser humano ingere na sua vida, por isso trate-a com todo o respeito!

Fonte: Dr. Luís Romariz, Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011. STOP: SERMOS COZINHADOS VIVOS.