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SAÚDE PLENA E EMAGRECIMENTO.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012 0 comentários
Atitudes simples certo? Leia também como envelhecer
harmoniosamente para dar maiores ferramentas à sua saúde.


Há muitas informações contraditórias do que é útil ou não ao emagrecimento, e o que é saudável ou não ao organismo, com muitas notícias sobre perda de peso, a "epidemia" da obesidade continua a evoluir. A forma como fomos impulsionados pelos alimentos durante à infância, a educação alimentar que recebemos, os alimentos que compunham à mesa, a auto-estima que foi estabelecida, assim como a identificação com familiares obesos contribuem ou não à obesidade. Mas, o que é saudável é ou não, é determinado por fatores distintos para cada pessoa.

O corpo é moldado a partir de nosso conteúdo mental. Pense em manter o cuidado com o corpo que isso que você fará, pense em deixar sua saúde de lado que é isso que você fará. Os processos cerebrais regulam as funções corporais. Procure eliminar padrões de pensamentos e ações negativas que provêm desde à infância.

Então, o emagrecimento de maneira saudável significa redução do volume de gordura de células do tecido adiposo. A obesidade proporciona impactos psicológicos, físicos, fisiológicos, estando relacionada a hipertensão, diabetes, problemas cardiovasculares, câncer e doenças neurológicas... Para verificação da composição corporal tem-se disponível aparelhos de bioimpedância, bem como a verificação de dobras cutâneas, circunferências corporais e parâmetros de comparação peso/altura. Com frequência podemos ver indivíduos com IMC dentro de valores normais, entretando com percentual de gordura corporal elevado ou mesmo o aposto, IMC acima de valores ideais, com um ótimo padrão de massa corporal e baixo índice de gordura.

O equilíbrio entre os macronutrientes da dieta, proteínas, carboidratos e gorduras é o que fornece saúde e afasta-nos do sobrepeso/obesidade.

A falta de planejamento das refeições, o estresse, a ansiedade, podem provocar compulsão por carboidratos simples e alimentos densamente calóricos.


O processo de emagrecimento consiste em eliminação de massa gordura, subsituindo-a por tecido muscular. Uma junção de exercícios aeróbicos e anaeróbicos, equilíbrio entre os macronutrientes, mantendo um consumo calórico adequado. Os benefícios do aumento da massa muscular não estão restritos somente ao sexo masculino. Adultos devem manter um percentual adequado de tecido muscular. O tecido muscular contribui ao metabolismo mais ativo, gastanto mais energia, mesmo em repouso. Então, se aumen­tarmos a massa muscular a um indivíduo, ele passa a gastar mais calorias em repouso, mantendo o metabolismo basal mais elevado.

Tratamento nutricional individual, é por esse motivo que damos prioridade para o cuidado individualizado, não podemos julgar um indivíduo como saudável simplesmente pela aparência física.


Diversos estudos mostram que a redução de ingestão calórica por si só pode não ser suficiente para a redução saudável de gordura corporal, devendo estar associada a inclusão de atividade física na rotina, bem como inclusão de nutrientes à dieta, já que fatores como ingestão calórica total, índice glicêmico dos alimentos, quantidades de fibras, distribuição dos macronutrientes, índice de massa magra corporal...devem ser levados em conta.

A análise de exames laboratóriais torna-se igualmente imprescindível, colesterol total e suas partículas, hormônios da tireóide, glóbulos vermelhos, níveis de glicose e triglicerídeos sanguíneos... um estudo global e cauteloso.

Nunca é tarde demais para mudar seus hábitos, e pelo estabelecimento de um estilo de vida saudável hoje, você vai continuar a colher os frutos no futuro. Sedentarismo, intolerância alimentar, alergias e deficiências nutricionais, desequilíbrios entre macronutrientes e da microbiota intestinal, desequilíbrios hormonais, desidratação crônica, baixa qualidade de sono, aumento da resistência à insulina, excesso de radicais livres, inflamação crônica... são fatores que podem estar bloqueando sua saúde.

A imagem expõe à você de que uma vida plena baseia-se em suplementos naturais de qualidade, exercícios físicos regulares, água em quantidade suficiente e alimentação adequada, mas somado à isso temos inúmeros outros fatores à serem agregados como - evitar produtos químicos tóxicos. O corpo reage a produtos químicos tóxicos da mesma forma que ele responde a outros estressores, por isso é importante tomar algumas medidas para reduzir sua exposição. Isso inclui as toxinas que ingeridas (como excesso de álcool, açúcar e cafeína, bem como aspartame MSG, e outros aditivos alimentares químicos), e também toxinas que absorvemos através de nossa pele e pulmões (tais como aqueles em produtos de beleza convencionais e produtos químicos de limpeza).

- Obter horas suficientes de sono, cerca de oito horas de sono todas as noites é uma das maneiras mais eficazes à saúde, e mesmo se você não dormir bem à noite anterior, uma sesta do meio-dia pode ajudar a compensar horas perdidas de sono; - Obter algum tempo à inatividade; - Controlar o stresse; - Respiração adequada. A respiração saudável é lenta (cerca de 12 respirações por minuto), do diafragma (ao invés do peito), através do nariz (em vez da boca).

Por Greice Caroline Baggio.

AO BOM FUNCIONAMENTO INTESTINAL.

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Janeiro é época de férias, tempo de viajar e deixar para trás a rotina, mas também o conforto de casa. O intestino está entre as partes do corpo que mais sofrem com essa mudança de ambiente. Resultado: muitas pessoas reclamam que não conseguem ir ao banheiro com a mesma frequência.

Na alimentação, é preciso consumir alimentos ricos em fibras (pelo menos cinco porções diárias de frutas e verduras) e tomar muita água. Exercícios também ajudam, pois a atividade física obriga o intestino a se contrair, redistribuindo o líquido corporal e facilitando o trânsito do bolo fecal.

Frutas como mamão, laranja, ameixa, manga e folhas em geral são ricos em fibras e têm poucas calorias. Arroz integral, pão de centeio, sementes de linhaça, farelo de aveia e trigo, entre outros, também são ótimas alternativas para aumentar a quantidade de fibras ingeridas.

Comer fibras, beber água e fazer exercícios ajudam a soltar o intestinoSaiba por que ocorre a cólica intestinal

No caso de bolos e pães, verifique no rótulo se a farinha integral é o primeiro ingrediente, sinal de que o alimento tem grande concentração de fibras.

Fonte: Imagem e parte do texto em G1, Cerca de 20% dos brasileiros sofrem com prisão de ventre. Nas viagens de férias, longe de casa, problema se torna mais comum. Alimentação rica em fibras, água e exercícios ajudam intestino a funcionar. Acesso em 27/01/2012.

CRESCIMENTO DA OBESIDADE INFANTIL.

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Números divulgados nesta quarta-feira (25) pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam aumento do percentual de crianças com sobrepeso e obesidade no Brasil, principalmente na faixa de 5 a 9 anos. Os números referem-se a levantamento de 2010.

O sobrepeso atinge 34,8% dos meninos e 32% das meninas nessa faixa etária. Já a obesidade foi constatada entre 16,6% dos meninos e 11,8% das meninas. De acordo com a presidenta do Departamento de Obesidade da SBEM, Rosana Radominski, esse quadro é alarmante.

Já entre crianças a partir de 10 anos e jovens de até 19 anos, o excesso de peso atinge 21,7% do total dos meninos e a obesidade, 5,9%. Entre as meninas nessa faixa etária, 15,4% mostravam sobrepeso e 4,2%, obesidade.

" Houve um aumento muito grande [do aumento de peso] nesse grupo de crianças [de 5 a 9 anos] quando consideramos o período de 1989 para 2009" , observou a médica. De acordo com os dados, o sobrepeso nessa faixa etária atingia 15% dos meninos em 1989 e 11,9% das meninas. Já a obesidade tinha 4,1% de índice entre os meninos naquele ano e 2,4%, entre as meninas de 5 a 9 anos.

" Nas crianças, de modo geral, a velocidade, em termos de excesso de peso e obesidade, está muito maior do que nos adultos. Isso tem a ver com a mudança da cultura. Hoje, tem uma inversão nutricional" , analisou a especialista, que vê também a influência de programas assistenciais, como o Bolsa Família, na mudança dos hábitos alimentares.

" Começou-se a aumentar a renda das famílias, mas não a educação familiar para que a alimentação fosse corrigida" , estimou Rosana. Com mais dinheiro no bolso, as famílias estão adquirindo maior quantidade de alimentos e não necessariamente os mais saudáveis. Segundo ela, há atualmente maior ingestão de açúcar, de alimentos gordurosos e industrializados, em vez de alimentos naturais.

Outro problema, conforme apontou a médica, é a redução da prática de atividades físicas, " por causa da violência, da dificuldade de transporte e até pelo currículo escolar" . Ela lembrou que as crianças acabam mais confinadas em casa, diante da televisão, do computador e dos videogames e, com isso, ganham sobrepeso.

Segundo Rosana Radominski, entre os adultos os percentuais são maiores: 48,5% apresentavam sobrepeso, em 2010, e 15%, obesidade. Entre os homens, 52,1% tinham excesso de peso e 14,4%, obesidade, enquanto os índices nas mulheres eram, respectivamente, 44,3% e 15,5%.

De acordo com a médica, o Brasil e a China são os países em que a obesidade está aumentando de forma mais rápida no mundo. " Se não houver programas do governo para reprimir a obesidade e uma mobilização de toda a população, a tendência é aumentar. Acho que é importante o alerta com relação a isso, para que se possa ganhar essa batalha" .

Fonte: Texto em I Saúde, No Brasil, obesidade cresce mais entre crianças na faixa de 5 a 9 anos. Sobrepeso atinge 34,8% dos meninos e 32% das meninas nessa faixa etária. Números referem-se a levantamento de 2010. Acesso em 27/01/2012.

PRESERVE!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 0 comentários

INSATISFAÇÃO ENTRE OS BRASILEIROS EM RELAÇÃO AO PESO CORPORAL.

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43% dos brasileiros disseram que se
acham um pouco acima do peso,
16% acima do peso e 3% muito acima –
o que dá um total de
 62% de pessoas insatisfeitas
com o próprio corpo.
Os brasileiros são o povo latinoamericano que mais que se considera acima do peso, segundo pesquisa feita pelo instituto Nielsen com 25 mil homens e mulheres de diferentes faixas etárias em 56 países dos cinco continentes. Os dados foram recolhidos pela internet entre março e abril e entre agosto e setembro de 2011.

Na resposta, 43% dos brasileiros disseram que se acham um pouco acima do peso, 16% acima do peso e 3% muito acima – o que dá um total de 62% de pessoas insatisfeitas com o próprio corpo.

Ao todo, 12% afirmaram usar remédios com prescrição médica para emagrecer.

A população considerada mais próxima do peso ideal na América Latina foi a Colômbia, com 44%. A maioria dos latinos respondeu que dieta (74%) e exercícios (61%) são as melhores formas para reduzir a gordura corporal.

No total mundial, 53% dos participantes se identificaram como acima do peso. América do Norte, Europa e América Latina superam a média global, com 63%, 58% e 58%, respectivamente. Apenas um terço dos entrevistados se julga no peso ideal, e um em cada dez acredita que está magro demais.

Além disso, quase metade (48%) das pessoas no mundo está tentando emagrecer, e uma em cada sete pessoas resolveu reduzir a ingestão de gorduras.

Informações nutricionais
Entre os latinoamericanos, mais da metade (52%) dos que responderam à pesquisa afirmou entender pouco ou nada sobre as informações nutricionais contidas nas embalagens dos alimentos. Os maiores índices de problemas em relação a isso estão na China e Sudeste Asiático, e os menores ficam na América do Norte.

Em todo o mundo, mais de dois terços disseram acreditar que esses dados nunca ou apenas às vezes são confiáveis. Os latinos são os que mais acreditam nos rótulos: 22% os classificaram como sempre precisos ou verdadeiros.

Quanto às calorias, quase metade de todos os participantes – principalmente na América do Norte e Europa – disse que restaurantes de fast-food deveriam fornecer o valor energético no cardápio.

Produtos integrais
A pesquisa do instituto Nielsen também analisou os tipos de alimentos consumidos pelas pessoas. A maioria concorda que comer grãos integrais com alto teor de fibras faz bem à saúde. Mais de um terço (35%) dos consumidores declarou comprar esses produtos regularmente; 36% fazem isso de vez em quando e 11% nunca tiveram esse hábito.

O levantamento mostra, ainda, diferenças regionais nos hábitos: enquanto o leite de soja ficou em quarto lugar entre dez alimentos na Ásia e no Pacífico, o produto ocupou a última posição na América Latina, Europa, África e no Oriente Médio.

Óleos e margarinas são muito populares entre os latinos (73%), povos do Oriente Médio (71%) e norte-americanos (64%). Já asiáticos e africanos (60%) estão entre os que mais compram pão enriquecido com cálcio e outras vitaminas.

Fonte: G1, Brasileiros são os mais infelizes com peso na América Latina, diz pesquisa. Mais de 60% da população se acha pouco ou muito gorda, diz estudo. Estudo do instituto Nielsen avaliou 25 mil pessoas em 56 países. Acesso em 25/01/2012.

NARCOLEPSIA.

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A pessoa com narcolepsia pode apresentar vários episódios
de sono irresistível durante o dia. Se tiver a oportunidade
de tirar um cochilo quando isso acontecer, provavelmente
acordará mais disposta, porque
esses cochilos costumam ser reparadores.

Narcolepsia é um distúrbio do sono caracterizado por sonolência excessiva durante o dia, mesmo quando a pessoa dormiu bem à noite. Os ataques de sono podem ocorrer a qualquer momento e em situações inusitadas: em pé dentro de um ônibus, durante a consulta médica, dirigindo o automóvel, ou operando máquinas, por exemplo.

O sono normal começa com o desligamento do controle muscular. Nessa fase, é um sono de ondas lentas. Cerca de hora e meia depois, a pessoa entra na fase do sono REM, na qual a atividade do cérebro é intensa e os olhos se movimentam. Os portadores de narcolepsia saltam a etapa do sono de ondas lentas e entram direto, subitamente, na de sono REM.

Causas
Fatores genéticos estão envolvidos na narcolepsia, que é causada por alteração no equilíbrio existente entre algumas substâncias químicas (neurotransmissores) do cérebro, responsáveis pelo aparecimento do sono REM em horas inadequadas.

Em geral, o distúrbio está associado a um alelo ligado ao complexo maior de histocompatibilidade, ou seja, a uma proteína relacionada com a sonolência excessiva durante o dia. Em cães, o gene responsável pela narcolepsia já foi isolado.

Pancreatite é uma inflamação do pâncreas, que pode ser aguda ou crônica. O consumo de álcool está diretamente associado à maioria dos casos da doença.

A cataplexia, isto é, a perda súbita e reversível da força muscular durante a vigília, é o único sintoma exclusivo da narcolepsia. Os outros são: sonolência diurna excessiva, anormalidades do sono REM, paralisia muscular e alucinações hipnagógicas.

Diagnóstico
A polissonografia e o teste de latências múltiplas são dois exames de laboratório importantes que ajudam a estabelecer o diagnóstico da narcolepsia, que é diferencial, porque considera as características de outros distúrbios do sono, como a apneia e a insônia, por exemplo.

Tratamento
A pessoa com narcolepsia pode apresentar vários episódios de sono irresistível durante o dia. Se tiver a oportunidade de tirar um cochilo quando isso acontecer, provavelmente acordará mais disposta, porque esses cochilos costumam ser reparadores.

Os tratamentos da sonolência excessiva e da cataplexia são diferentes, mas os remédios indicados para um caso podem melhorar também o outro.

Uma substância nova chamada motofanil, além da vantagem de não provocar efeitos colaterais importantes sobre o sistema cardiovascular, tem-se mostrado eficaz para deixar a pessoa mais alerta. Já os antidepressivos agem melhor sobre a cataplexia. Às vezes, a solução terapêutica é combinar doses menores das duas classes de medicamentos (estimulantes e antidepressivos).

Recomendações
* Procure organizar sua agenda para tirar um breve cochilo, que é sempre reparador, nas crises súbitas de sono que ocorrem nos casos de narcolepsia;
* Esteja atento: a fraqueza muscular (cataplexia) pode ser desencadeada, quando a pessoa leva um susto ou acha graça em alguma coisa e dá risada;
* Lembre-se de que tratar a narcolepsia é importante para afastar o rótulo de preguiçoso e dorminhoco que incomoda tanto os portadores do distúrbio;
* Saiba que a narcolepsia não é uma doença grave, mas pode pôr em risco a vida das pessoas que dirigem carros ou operam máquinas;
* Evite ingerir bebidas alcoólicas ou outras substâncias que induzem o sono, pois só ajudam a piorar o quadro.

Fonte: Drauzio Varella, Narcolepsia. Acesso em 25/01/2012.

ESTRESSE LEVA À FADIGA ADRENAL.

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Quando a glândula supra-renal está funcionando mal e não está
secretando os hormônios que deveria, além do cansaço
excessivo, ocorrem infecções e gripes frequentes, ansiedade,
 irritabilidade, alterações do sono...
Você vai dormir mais cedo, mas acorda cansado mesmo assim. Tira uma folga na segunda-feira para prolongar o fim de semana e quando volta do passeio parece que nem saiu. São sensações características do mau funcionamento da glândula supra-renal. Descoberta há cerca de 10 anos, a fadiga adrenal é considerada a síndrome do século XXI.

O cardiologista Marcos Antônio Natividade, pós-graduado em terapia ortomolecular e mestre em fisiologia do envelhecimento, explica que a supra-renal é a primeira glândula a ser atingida pelo estresse. Ela é responsável por defender o corpo de traumas físicos, incluindo frio, calor e fome.

— Quando a glândula supra-renal está funcionando mal e não está secretando os hormônios que deveria, além do cansaço excessivo, ocorrem infecções e gripes frequentes, ansiedade, irritabilidade, alterações do sono, baixa libido e ereções não mantidas, tonturas, baixa concentração e memória, apatia, compulsão por doces, salgados, cafeinados e frituras, depressão e medo sem causa aparente — enumera o médico.

Ainda pouco conhecida, a fadiga adrenal, muitas vezes, é confundida com depressão, pânico, fibromialgia, labirintite, anemia ou palpitações. De acordo com Natividade, quando diagnosticada a disfunção, deve ser feita uma reposição com hormônios biodênticos, que são iguais aos secretados pela glândula supra-renal. Se não tratado, o problema pode desencadear doenças como obesidade, diabetes, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e osteoporose.

Excesso de trabalho, má alimentação, sedentarismo e aborrecimentos são causas que podem induzir à fadiga adrenal. A prevenção está na já conhecida fórmula alimentação saudável aliada a exercícios físicos, além de reservar momentos para o descanso.

— Comer castanhas, verduras, frutas, alimentos integrais e peixes, fazer atividade física três vezes por semana, descansar no mínimo dois finais de semana por mês e tirar 30 dias de férias por ano. Isso é fundamental para se viver com saúde e bem-estar — recomenda o especialista.

Fonte: ClickRBS. Estresse leva à fadiga adrenal. Entenda o problema. Disfunção afeta o funcionamento da glândula supra-renal e pode ser facilmente confundida com depressão, anemia, labirintite e outros problemas. Acesso em 25/01/2012.