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A UTILIZAÇÃO DE ALIMENTOS LIOFILIZADOS.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015 0 comentários
O processo de liofilização envolve dois métodos: congelamento e secagem. O controle de umidade é realizado por sublimação. Não utiliza conservante ou produto químico. Pode ser realizado emhortaliças (verduras, legumes, batata), frutas, cereais, leguminosas (feijão) e proteínas (carne, frango e peixe). Os alimentos são congelados abaixo de -30°C e submetidos a uma pressão muito baixa a vácuo, onde a água dos alimentos é transformada em gelo (ou sublimada), passando do estado sólido diretamente para o estado gasoso, livre de umidade.

Inúmeras vantagens são observadas na utilização da comida Liofilizada:

- mantém os nutrientes, a cor, o sabor e a forma dos alimentos;
- embalagens individualizadas ou contendo duas porções;
- podem ser conservados em temperatura ambiente sem necessidade de refrigeração
- para o preparo apenas acrescentar água quente e aguardar uns cinco minutos, no rótulo de cada preparação consta todo passo a passo do preparo
- redução do peso e do volume dos alimentos, tornando mais fácil o armazenamento e o transporte;
- as refeições completas, como por exemplo, picadinho com arroz e feijão, estrogonofe de frango com arroz e batata ou almôndega com macarrão, fornecem bom aporte proteico, carboidratos e gordura, conseguindo atender as recomendações nutricionais do atleta.

Alimentos liofilizados são usados em esportes de aventura e longa duração.

NÃO BASTA CORTAR CALORIAS.

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Com o começo do ano inicia-se a “temporada das dietas”. Será que só contar calorias, ler os rótulos dos alimentos, independente da qualidade do alimento ingerido, é eficiente para redução de peso?

Pesquisadores na Universidade de Harvard estão demonstrando que se preocupar com a qualidade dos alimentos ingeridos é tão importante quanto contar calorias. Eles correlacionam que o maior vilão para o controle de peso é a ingestão de alimentos processados. Quando consumidos utilizamos menos energia para digerí-los e absorvê-los.

Os alimentos processados já passam por refinamento, cozimento, processos que facilitam a digestão, absorção e armazenamento no corpo, não “gastando” tantas calorias. O gasto energético total (calorias gastas em 24 horas\dia) de um indivíduo além de levar em conta o gasto energético de repouso (calorias gastas parado para manter os órgãos vitais funcionando), o efeito térmico do exercício físico e das atividades do dia a dia, tem como um dos componentes o efeito térmico dos alimentos.

O efeito térmico dos alimentos está relacionado à energia gasta para digerir, absorver, transportar e armazenar os nutrientes. Vários fatores influenciam, como por exemplo, o tamanho das refeições, presença de alimentos termogênicos (pimenta, canela, proteínas, café, chá verde, gengibre...), a composição da dieta (proteínas possuem maior efeito térmico), preparo dos alimentos (alimentos crus são mais lentamente digeridos do que cozidos) entre outros.

Quanto mais natural e integral for o alimento, mais “trabalho” oferece ao sistema digestório, “gastamos” mais calorias para realizar todo processo. Aumentamos o tempo de mastigação apresentando maior saciedade; estimulamos enzimas e hormônios promovendo maior tempo para o processo digestivo e absortivo ocorrer.

Para eficaz redução de peso é necessário criar um déficit calórico com redução da ingestão calórica total e aumento do gasto energético através da prática esportiva, mas a qualidade dos alimentos ingeridos também é fundamental.

O que devemos fazer para perda progressiva e para manter o peso perdido:

- reduzir o consumo de alimentos processados,

- maior consumo de alimentos mais naturais como frutas, verduras, legumes, cereais e preparações integrais

- organizar as compras de mercado, frequentar feiras livres e hortifruti

- controlar o ambiente em que vivemos, dificultando o acesso de produtos que tenham alta densidade calórica e que promovam compulsão alimentar

- praticar regularmente exercício físico

- evitar dietas restritivas, pois aumentam o risco de compulsão alimentar e não conseguem ser sustentadas por muito tempo, não formando o hábito alimentar

- fazer de 5 a 6 refeições diariamente

Manter um bom peso, comer de forma saudável (alimentos frescos e coloridos), ser ativo e praticar exercício físico regularmente é ter um estilo de vida saudável.

COME-SE MAIS E PIOR APÓS O ANO NOVO, APONTA PESQUISA.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015 0 comentários
Resoluções e "res-ilusões"
Apesar das resoluções de Ano Novo de passar a comer melhor e perder peso, as pessoas compram ainda mais alimentos calóricos depois das festividades de fim de ano.

Os gastos dos consumidores em alimentos aumentam cerca de 15% durante as festas de fim de ano (Natal e Ano Novo), com a maior parte do aumento consistindo em alimentos pouco saudáveis.

A surpresa é que essas mesmas pessoas compram uma quantidade de comida ainda maior e de pior qualidade depois do Ano Novo - o equivalente a um aumento de 9% em calorias acima dos níveis já elevados consumidos durante as festas.

"As pessoas começam o ano novo com boas intenções para comer melhor," comenta a Dra. Lizzy Pope, da Universidade de Vermont, principal autora do estudo publicado na revista científica PLoS ONE.

"Elas escolhem itens mais saudáveis, mas também compram níveis mais elevados das menos saudáveis comidas favoritas de férias. Então seus carrinhos de supermercado contêm mais calorias do que em qualquer outra época do ano que nós as rastreamos," explica Pope.

Estratégias para boas compras
Os resultados são surpreendentes dada a reputação dos feriados de fim de ano como a época em que mais se come em excesso - come-se ainda mais e pior logo depois.

Isto sugere que as pessoas precisam de melhores estratégias para fazer compras sob a influência de suas "resoluções de fim de ano", para que elas não se tornem "res-ilusões", escrevem os pesquisadores.

Eles recomendam que os consumidores utilizem listas de supermercado escritas para conter compras impulsivas de junk food, substituam tanta comida porcaria quanto possível por produtos frescos e alimentos ricos em nutrientes, e dividam os carrinhos de supermercado visualmente para garantir que os alimentos nutritivos representem pelo menos metade de suas compras.

QUANDO VOCÊ PERDE PESO, PARA ONDE VAI ESSE PESO?

terça-feira, 6 de janeiro de 2015 0 comentários
Peso expirado
Apesar de uma obsessão mundial com dietas e regimes alimentares, muitos profissionais de saúde - médicos e nutricionistas, entre outros - não sabem responder corretamente à pergunta simples e direta: Para onde vai a gordura corporal quando as pessoas perdem peso?

"Há uma surpreendente ignorância e confusão acerca do processo metabólico da perda de peso," resume o professor Andrew Brown, da Universidade de Nova Gales do Sul (Austrália), cuja equipe realizou entrevistas com centenas de cientistas, médicos e outros profissionais de saúde sobre a questão.

O equívoco mais comum entre os profissionais de saúde é que a massa que se perde seria convertida em energia ou calor, o que contraria uma lei fundamental da física.

"A resposta correta é que a maior parte da massa perdida é expirada na forma de dióxido de carbono. Ela sai na forma de ar," explica Ruben Meerman, principal autor do estudo.

Lei da Conservação das Massas
Em seu artigo, publicado no British Medical Journal, os autores mostram que perder 10 quilogramas (kg) de gordura exige a inalação de 29 kg de oxigênio e que esse processo metabólico produz 28 kg de dióxido de carbono e 11 kg de água.

"Se você seguir os átomos em 10 kg de gordura à medida que eles são 'perdidos', 8,4 kg desses quilogramas são exalados como dióxido de carbono através dos pulmões. Os restantes 1,6 kg tornam-se água, que pode ser excretada na urina, fezes, suor, respiração, lágrimas e outros fluidos corporais," relatam os autores.

Mais de 50% dos profissionais de saúde entrevistados acreditavam que a gordura fosse convertida em energia ou calor, o que viola a Lei da Conservação das Massas, mais conhecida como Lei de Lavoisier, que estabelece que nunca se cria nem se elimina matéria, sendo apenas possível transformá-la de uma forma em outra.

Assim, o que se perde em matéria deve sair do corpo na forma de matéria (átomos), estejam eles na fase sólida, líquida ou gasosa.

ORIGEM DOS ALIMENTOS.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015 0 comentários
Origem dos alimentos
Os consumidores no Brasil têm muito pouco acesso a informações como a região onde o alimento foi produzido, em que condições isso foi feito e quais substâncias foram usadas durante a cadeia produtiva, até chegar ao supermercado.

A prática de rastrear e informar ao consumidor dados sobre a origem dos alimentos já existe em diversos países, sobretudo na Europa.

Por isto, o IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor) está lançando uma campanha nacional para mostrar a importância de que as pessoas conheçam a origem dos alimentos que compram e consomem - e cobrem isso dos supermercados e produtores.

"Saber de onde vêm os alimentos significa saber informações sobre como o alimento foi plantado, se foi ou não usado agrotóxico e se a quantidade usada está dentro do limite estabelecido por lei, saber a distância entre onde o alimento foi produzido e onde está sendo vendido, pois quanto mais próximo, mais fresco e menos poluentes são emitidos no transporte", explica a nutricionista Ana Paula Bortoletto.

De onde vem?
A campanha De onde vem? visa promover a rastreabilidade dos alimentos, uma questão que ainda não foi regulada no Brasil. Algumas redes de supermercados e produtores têm iniciativas próprias para fornecer essas informações. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está discutindo uma regulação desse tipo para o Brasil, mas ainda sem definição das medidas que serão adotadas.

Enquanto isso, o próprio consumidor pode tomar suas precauções.

"O consumidor pode buscar informação no próprio supermercado, pois ele tem que controlar a origem do alimento para, no caso de haver alguma contaminação, identificar facilmente onde está o problema e tirar o produto de circulação. O consumidor pode também cobrar mais informações do supermercado. Além disso, quando vier a público a discussão sobre a regulamentação pela Anvisa, o consumidor poderá apoiar a iniciativa", acrescenta Ana Paula.

O ideal, segundo o IDEC, é que as gôndolas dos supermercados indiquem o produto, a variedade, o centro de distribuição e o produtor, incluindo dados como CPF/CNPJ, endereço, data de produção, lote e se houve uso ou não de agrotóxicos.

Os alimentos orgânicos estão em vantagem nesse quesito, e 56,5% deles já apresentam informações de origem e condições de produção, contra 28,7% dos convencionais.

RELAÇÃO ENTRE PESO CORPORAL E EXPECTATIVA DE VIDA.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014 0 comentários
Anos de vida saudável
Pesquisadores da Universidade McGill (Canadá) examinaram um estrato significativo da população em busca de alguma relação entre o peso corporal e a expectativa de vida dos indivíduos.

Os resultados mostram que as pessoas com sobrepeso e obesidade podem diminuir sua expectativa de vida em até 8 anos.

O estudo, publicado na revista científica The Lancet Diabetes and Endocrinology, demonstra ainda que, quando se considera que essas pessoas também podem desenvolver diabetes ou doença cardiovascular mais cedo, este excesso de peso pode roubar-lhes quase duas décadas de vida saudável.

"Nossa equipe desenvolveu um modelo de computador para ajudar os médicos e seus pacientes a entender melhor como o excesso de peso contribui para a redução da expectativa de vida e o desenvolvimento prematuro de doenças cardíacas e diabetes," disse o Dr. Steven Grover.

Quilos a mais, anos a menos
A análise estima que indivíduos muito obesos poderiam perder até 8 anos de vida, indivíduos obesos podem perder até 6 anos, e aqueles acima do peso (sobrepeso sem obesidade) podem perder até 3 anos.

Além disso, os anos de vida saudável perdidos são de duas a quatro vezes maiores para os indivíduos com sobrepeso e obesos em comparação com aqueles que apresentam um peso saudável, definido como um índice de massa corporal (IMC) entre 18,5 e 25.

A idade em que o excesso de peso foi acumulado também é um fator importante, e os piores resultados foram para quem ganhou peso excessivo em idades mais jovens.

"O padrão é claro: quanto mais um indivíduo pesa e quanto mais jovem, maior o efeito sobre a sua saúde," acrescenta Dr. Grover. "Em termos de expectativa de vida, sentimos que estar acima do peso é tão ruim quanto fumar."

ALIMENTAÇÃO MEDITERRÂNEA PRODUZ EFEITOS A LONGO PRAZO.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014 0 comentários
Oito meses são suficientes para obter benefícios de um estilo de alimentação conhecido como mediterrâneo.

Quando a alimentação foi combinada com atividades físicas no mesmo período, os benefícios à saúde se mantiveram por até um ano após a interrupção da prática.

Os pesquisadores acreditam que os benefícios à saúde a longo prazo observados após uma curta intervenção podem ser creditados a mudanças moleculares associadas com a dieta mediterrânea.

A cozinha tradicional mediterrânica usa muito azeite, frutas, legumes, peixe, saladas, alimentos integrais, vinho e um consumo limitado de carne vermelha.

Células endoteliais
A explicação para um ganho tão grande é que a combinação da dieta com os exercícios físicos gerou um melhor fluxo de sangue para as células no revestimento interno dos vasos sanguíneos - as células endoteliais.

E essa alteração bioquímica pôde ser mensurada até 12 meses depois que os voluntários participaram do programa, segundo o acompanhamento realizado por médicos das universidades de Sheffield e Lincoln (Reino Unido).

As células endoteliais forram o interior de todo o sistema vascular do corpo humano - das grandes artérias até os mais pequenos capilares - e melhorias em sua função podem reduzir o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

"Acredita-se que a preservação da função endotelial de um paciente à medida que ele envelhece reduza o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, de forma que estes resultados são muito encorajadores. Embora os exercícios físicos por si sós possam ser benéficos, outros fatores de estilo de vida, como a nutrição, desempenham um papel importante," resumiu o Dr. Markos Klonizakis, coordenador do estudo.

De fato, os resultados mostraram mais melhorias na saúde dos voluntários do grupo da dieta mediterrânea do que no grupo que apenas adotou as atividades físicas.

DICAS DE LANCHES SAUDÁVEIS PARA AS CRIANÇAS.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014 0 comentários
Os lanches são pequenas refeições intermediárias, que servem para dar energia à criança entre duas refeições principais. Essa energia tem como principal objetivo contribuir para um adequado crescimento e desenvolvimento da criança. 

As crianças estão em constante aprendizado e são muito ativas, brincam, correm e conversam com seus coleguinhas, professores e familiares. O ideal é que a criança faça de dois a três lanches por dia que devem ter cerca de 300 calorias. Devem ser compostos por carboidrato para que forneça energia, gordura para formação do sistema nervoso e proteína para a construção estrutural de músculos e líquido para hidratar. 

Um lanche saudável não deve conter energia imediata e ser muito calórico, contendo excesso de açúcar e gorduras. Deve ser fonte de alimentos integrais, proteínas de boa qualidade e muitas vitaminas, minerais e fibras que contribuem igualmente para a produção de energia dentro da célula e também ajudam na prevenção de doenças e deficiências nutricionais. 

Os melhores ingredientes para fazer lanchinho das crianças são os produtos naturais, frescos e feitos em casa, como por exemplo: frutas, suco natural, pão, bolo e bolachas integrais feitos em casa. 

Alguns produtos industrializados podem ser opções. Atualmente existe no mercado biscoitos mais saudáveis, ricos em fibras e sem aditivos. A dica ao escolher o alimento é não deixar de ler os rótulos e comparar as marcas. 

Para beber, o suco é a melhor opção. Se não for possível preparar um suco natural ou água de coco, pode-se optar pelo industrializado sem corantes, açúcar e conservantes. 

Muitos pais não tem o hábito de consumir legumes e hortaliças na horário do lanche, mas eles são super bem vindo e ajudam as crianças a ter bons hábitos alimentares e a garantir o aporte necessário de nutrientes. O lanche geralmente é visto pelas crianças e adultos como um momento de diversão e a introdução de alimentos de mais difícil aceitação como hortaliças e oleaginosas, será importante para quebrar este "preconceito" e aprimorar a saúde da criança. 

Alguns lanches muito calóricos podem ser transformados em lanches nutritivos como, por exemplo, a pipoca de microondas com sabor de manteiga, pode ser substituída por pipoca caseira feita na panela com óleo vegetal e sal. Outra ideia é modificar o tradicional misto quente em um sanduíche de pão de forma integral, azeite, queijo minas e peito de peru. Já a pizza pode ser transformada em torradas de pão integral assadas com queijo de minas, rodela de tomate, molho de tomate, orégano e azeite. 

A seguir algumas ideias de lanches saudáveis para as crianças:
Frutas variadas espetadas em palitos de madeira como morango, melancia, melão, uvas e abacaxi.
Picolé de fruta caseiro: Sucos de fruta natural colocado em forminhas com palito de picolé levado ao freezer.
Salada de frutas.
Uvas soltas (uvas brancas e vermelhas).
Iogurte natural com fruta fresca e secas picadas.
Iogurte natural misturado com geleia de fruta adoçado com suco de fruta e farinha de linhaça.
Shake de frutas com leite vegetal ou iogurte natural e mel. Bata com cubos de gelo para ficar geladinho.
Legumes laminados como cenoura, aipo, pepino e tomate laminado e acompanhado de molho feito com iogurte natural ou cottage ou pasta de grão de bico. As crianças vão adorar mergulhar os palitinhos no molho. Essa é uma ideia crocante e que desperta a curiosidade.

Alguns lanches que não são saudáveis e devem ser evitados:
Refrigerantes devem ser abolidos. Não são nutritivos e são ricos em açúcar e sódio e contém aditivos químicos como corantes, conservantes e estabilizantes que podem causar alergias.
Biscoitos recheados são ricos em açúcar e geralmente contém gorduras trans, maléficas para a saúde.
Salgadinhos industrializados como batatas chips são ricos em sódio e gorduras e pobres em vitaminas e minerais.
Salgados fritos são ricos em sódio e gorduras e calorias
As famosas bisnaguinhas são repletas de açúcar, algumas ainda contem gordura trans e glutamato monossódico. A bisnaguinha tem o dobro de gordura do que o pão de forma tradicional! Por isso, é importante ter atenção e ler os rótulos.

Fonte: Minha Vida