Google Analytics Alternative

SOBREPESO E OBESIDADE.

terça-feira, 2 de setembro de 2014 0 comentários
“OBESIDADE SAUDÁVEL É MITO”, ALERTAM ESPECIALISTAS
Aquela história de “gordinho saudável” caiu por terra. Mesmo sem nenhum problema metabólico aparente, como diabetes, colesterol elevado e pressão alta, as pessoas obesas (IMC — Índice de Massa Corpórea — entre 30 e 35) ou com sobrepeso (IMC entre 25 e 30) têm risco 24% maior de morte prematura causada por problemas súbitos como o infarto, quando comparados aos que estão dentro do peso ideal.

A constatação veio de uma pesquisa feita pela Annals of Internal Medicine, resultado de análise de dados de mais de 61 mil pacientes de oito estudos conduzidos por cientistas.

Martinho Rolfsen, cirurgião da obesidade do Hospital Sírio-Libanês, explica que essa ideia nasceu há alguns anos baseada num estudo que afirmava que indivíduos “metabolicamente compensados”, ou seja, sem doenças associadas à obesidade, poderiam ser considerados saudáveis. Além disso, chegaram a sugerir que indivíduos obesos, mas que eram ativos no dia a dia, poderiam ser tão saudáveis quanto pessoas magras. Mas a afirmação sempre foi discutida por alguns especialistas, sobretudo cardiologistas.

“Sobrepeso já é uma condição predisponente para a obesidade, que é uma doença. Portanto, o indivíduo pode naquele momento específico não apresentar alterações laboratoriais, mas ainda assim ele está doente”, diz Rolfsen.

Um dos riscos mais evidentes da obesidade está no acúmulo de gorduras nas artérias, o que pode desencadear uma série de malefícios, como angina, infarto do miocárdio, dificuldades de memória, risco de diabetes tipo 2, problemas de ereção, impotência sexual e até cegueira.

“Às vezes o indivíduo é jovem ou possui uma reserva metabólica funcional orgânica que consegue compensar as alterações que viriam na esteira da obesidade. Ou seja, metabolicamente, naquele momento, ele pode se encontrar competente para superar as mudanças que a obesidade traria para o organismo dele, como pressão alta, por exemplo. Mas à medida que o tempo vai passando, a reserva funcional pode não ser mais suficiente e ele passa a apresentar problemas sérios”, explica o especialista.

A médica Maristela Monachini, do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês, é enfática em relação a essa questão. Para ela, a obesidade já é uma epidemia. A especialista acredita que até 2030 haja uma inversão da pirâmide no país: haverá muito mais pessoas obesas do que indivíduos saudáveis.

“Mesmo que o paciente não possua histórico familiar para doenças cardíacas, ele passa a ter um risco elevado por causa da obesidade. Ela só não vai ter a predisposição genética. Não existe obeso saudável. Isso é mito. Quando você começa a analisar a fundo o colesterol da pessoa, perfil de glicose, triglicérides, sempre há alterações”, alerta a cardiologista.


OBESIDADE E SOBREPESO
Alimentação saudável, associada à prática de exercícios, é fundamental para diminuir o sobrepeso ou acabar com a obesidade.

Estima-se que 20% da população brasileira seja formada por obesos sendo que cerca de 80 mil mortes (mais do que a AIDS) são atribuídas à obesidade. A Organização Mundial da Saúde alertou que, no mundo, 155 milhões de jovens (um em dez) sofrem da doença e estão propensos a ter colesterol alto (que impede o crescimento), diabete, hipertensão e problemas cardiovasculares, como enfarte.

A obesidade é definida como o excesso de peso atribuído ao aumento de gordura corporal, principalmente no abdome, que é acompanhado de resistência à insulina, hipertensão arterial, diabetes, aumento do colesterol e obstruções nas coronárias.

A perda de peso deve ser aconselhada constituindo-se uma maneira de reduzir a morbidade e mortalidade. A aplicação de dietas ou outros procedimentos para redução do peso deve ser baseada em documentações científicas que comprovem sua utilidade e racionalidade de uso.

A alimentação adequada inclui reduzir a ingestão de calorias sob a forma de gorduras e mudar o consumo de gorduras saturadas para gorduras insaturadas assim como diminuir o consumo de gorduras trans (hidrogenada) e aumentar a ingestão de frutas, hortaliças, leguminosas e cereais integrais, diminuindo a ingestão de açúcar e sal, consumidos habitualmente em excesso.

Confira algumas dicas que ajudam a manter o bem-estar e refletem na saúde:
Hábito alimentar saudável.
Ingesta menor de gorduras trans e saturadas.
Dar preferência a alimentos vegetais ou animais magros, isto é, com pouca gordura.
Atividade física rotineira.
Uso regular e orientado por médico, quando necessário, de tratamento medicamentoso.
Não fumar.
Controlar o diabetes e a hipertensão.

BATATA DOCE: UMA EXCELENTE FONTE DE ENERGIA.

0 comentários
A batata-doce sempre esteve presente na culinária típica e tem conquistado cada vez mais espaço nos cardápios brasileiros, ainda mais, por ser grande aliada dos praticantes de musculação. O alimento é nativo das Américas, mas cultivado em mais de 100 países, principalmente na Ásia. No Brasil, podemos encontrar quatro variedades: a batata-branca, angola ou terra-nova, que tem polpa branca e é pouco adocicada; a amarela e roxa, com casca e polpa dessas cores e que são as mais usadas para fazer doces; e a avermelhada que possui casca parda e polpa amarela com veios roxos ou avermelhados, e é uma ótima opção para comer assada. 

Mesmo um pouco mais calórica, segundo pesquisa feita pelo College of Agriculture and Life Sciences, dos Estados Unidos, a batata-doce auxilia no emagrecimento, pois possui baixo índice glicêmico. É um carboidrato complexo e uma importante fonte de energia para os atletas. Ela supera os outros tubérculos em vários nutrientes como retinol, vitamina B1, vitamina C e cálcio. Se comparada a batata-inglesa e a mandioquinha, outras opções de carboidrato para os praticantes de musculação, ela possui mais fibras, potássio, proteína e fósforo, que estimulam o intestino, e auxiliam no controle do diabetes e do colesterol. 

A batata-doce ainda possui amido resistente que, por se tratar de uma fibra insolúvel, resiste às enzimas do intestino delgado, que não consegue digeri-lo, e atrai as moléculas de gordura e de açúcar, fazendo com que sejam absorvidas de maneira mais lenta. Esse também é o motivo de possuir um índice glicêmico baixo, e promover a entrada de glicose na circulação sanguínea de maneira mais gradativa após o consumo de um carboidrato. A batata-doce dá ao corpo a energia de maneira equilibrada, sem provocar picos de glicose, auxiliando na prevenção e tratamento de diabetes tipo 2 e proporcionando maior sensação de saciedade. 

Apesar de ser um ótimo carboidrato, não podemos deixar outras fontes alimentares deste nutriente de fora da alimentação. O consumo de qualquer macro ou micronutriente deve ser diversificado, assim como precisa ser a ingestão de grãos integrais. A quantidade recomendada para consumo diário de batata-doce deve acompanhar as necessidades de 60% a 65% de carboidratos, o que equivale a aproximadamente 1200-1400 calorias do nutriente por dia. Cerca de 100 gramas possui aproximadamente 100 calorias e 25 gramas de carboidrato, e deve estar dentro dessa quantia estipulada. Mesmo que seja um alimento sempre indicado, o cuidado em relação à batata-doce também deve existir, pois todo excesso de macronutriente se depositará no nosso organismo sob a forma de gorduras, independente de qual seja esse alimento.

Fonte: Minha Vida

ESTUDO INDICA QUE TOMATE PODE AJUDAR A REDUZIR O RISCO DE CÂNCER DE PRÓSTATA.

0 comentários
Homens que consumirem mais de dez porções de tomate por semana podem reduzir em 20% os riscos de câncer de próstata, indicou um estudo feito por pesquisadores britânicos.


O estudo, realizada em colaboração entre as universidades de Cambridge, Oxford e Bristol, analisou a alimentação e o estilo de vida de cerca de 20 mil britânicos com idade entre 50 e 69 anos.

Os pesquisadores verificaram que aqueles que consumiam mais de dez porções de tomate por semana – na forma de saladas de tomate fresco ou suco de tomate, por exemplo – reduziram em 18% o risco de câncer de próstata.

Aqueles que consomem as recomendadas cinco porções de frutas e legumes - ou mais - por dia pode diminuem em 24% o risco de apresentar a doença no futuro, em comparação com homens que comem duas porções e meia desses alimentos ou menos, indicou a pesquisa.
Dieta balanceada

O câncer de próstata responde por 15% dos cânceres que afetam os homens, segundo a Rede Global do Fundo Mundial de Pesquisa contra o Câncer (WCRF International, em inglês). Só em 2012 foram registrados mundialmente 1,1 milhão de casos, o equivalente a 8% de todos os casos, informa a organização.

Para prevenir a doença, os especialistas recomendam uma dieta balanceada, com ênfase em frutas e legumes, e pouca ingestão de gordura, sal e carne vermelha e industrializada.

O estudo britânico indicou que no caso específico do tomate, os benefícios em termos de propriedades anticancerígenas podem vir do licopeno, um antioxidante que pode proteger o organismo contra danos nas células e no DNA.

"Nossas descobertas sugerem que os tomates podem ser muito importantes para a prevenção do câncer", disse Vanessa Er, da Escola de Medicina Social e Comunitária na Universidade de Bristol.

Ela acrescentou que "os homens também devem comer uma grande variedade de frutas e vegetais, manter um peso saudável e se exercitar com frequência".

Os autores do estudo pesquisaram dois outros componentes ligados ao câncer de próstata: o selênio, presente em alimentos a base de farinha, como pão e massa, e o cálcio, encontrado em produtos lácteos como o leite e o queijo.

Homens que ingeriram a quantidade ideal desses três componentes na dieta tiveram risco mais baixo de apresentarem câncer de próstata, disseram os pesquisadores.

Vanessa Er recomendou "estudos mais avançados" para confirmar estas constatações, especialmente na forma de testes clínicos.

Comentando o estudo, Iain Frame, do Instituto Britânico do Câncer de Próstata, disse que ainda não há evidência suficiente para fazer recomendações concretas de quais alimentos específicos homens devem ingerir para reduzir o risco de câncer de próstata.

"O que sabemos é que não devem confiar demais em um só tipo de alimento, como o tomate", opinou.

"Uma dieta saudável, balanceada, com muitas frutas e legumes, aliada a exercícios físicos frequentes, é de longe a melhor opção de prevenção."

Tom Stransfeld, do Instituto de Pesquisa do Câncer no Reino Unido, disse que "enquanto ingerir alimentos ricos em licopeno, como tomates ou selênio, pode estar associado à redução do risco do câncer de próstata, isso não foi ainda comprovado, e esse estudo não pode confirmar se há mesmo uma relação entre essa dieta e o risco de câncer de próstata".

"Dietas de prevenção do câncer são uma questão complexa, com poucas respostas exatas, tipo preto no branco. Nós aconselhamos a todos a comer uma dieta balanceada, com bastantes frutas e legumes, e pouca carne vermelha, gordura e sal."

Fonte: BBC

CHÁS PARA TOMAR TODOS OS DIAS.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014 0 comentários
Se você tomar a palavra ao pé da letra, tem pouco chá disponível por aí. No sentido estrito da palavra, chá é só o que se origina das folhas da planta Camellia sinensis (que inicialmente recebeu o nome de Thea sinensis), mais conhecida como chá-preto, mas que também dá origem ao chá-branco, chá-verde, chá-amarelo e chá-vermelho. Todas essas bebidas são originárias do mesmo vegetal. "A coleta em momentos diferentes e o tipo de secagem das folhas fazem a diferença entre elas", explica o infectologista especializado em fitoterapia Alexandre Botsaris, autor do livro Medicina ecológica (Nova Era). "O chá-preto e o oolong são submetidos a um processo de fermentação, sendo que a do segundo é mais rápida. O chá-branco é feito com as folhas mais jovens e o amarelo, colhidas um pouco mais tardiamente e submetidas a uma secagem lenta para ficar dessa cor", conta Botsaris. Conta a lenda que o processo de obtenção do chá-amarelo foi desenvolvido há milhares de anos para ser usado exclusivamente pelos imperadores chineses, já que o amarelo era a cor oficial daquele império.

Mas seria preciosismo demais tirar o status de chá do mate, da camomila, do hibisco. A rigor, eles deveriam ser chamados de infusão, um processo pelo meio do qual se usa a água fervente para extrair das folhas seus princípios benéficos para a saúde e para o paladar. Infusão ou chá, não importa o nome, o que interessa é o que cada um faz. "Se o objetivo for melhorar alguma questão de saúde, o chá deve ser tomado por 30 a 120 dias, pelo menos três vezes ao dia", aconselha o fitoterapeuta André Resende, de São Paulo, autor do livro O poder das ervas - vida natural (Ibrasa).

Consumir hoje e sempre 
Um ponto importante é a regularidade. A maior parte dos chás precisa ser consumida todos os dias para que seus efeitos possam ser percebidos. Foi isso o que demonstrou um estudo publicado pelo jornal acadêmico Phytotherapy Research, dos Estados Unidos. A pesquisa foi realizada na universidade americana de Newcastle e mostrou que o consumo diário de chá-verde ou preto inibe a produção de enzimas cérebrais associadas à perda de memória. Mas o estudo é claro: parou de beber, os benefícios cessam.

Os efeitos terapêuticos de muitos chás são comprovados cientificamente. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regulamenta o uso com fins terapêuticos por meio de uma resolução de 2005. "A Anvisa fez uma portaria com várias plantas e frutas que podem ser comercializada e ingeridas na forma de chá e que são reconhecidas pela medicina tradicional brasileira", diz Alex Botsaris. O chá, ou infusão, é uma das principais formas de administrar fitoterápicos. "Esse método de administração traz o benefício extra do sabor", diz a nutricionista e fitoterapeuta Vanderli Marchiori, da VM consultoria nutricional, em São Paulo.

"É um estímulo neurológico a mais que aumenta o bem-estar", completa. Não é difícil entender o porquê. O que é mais agradável de tomar: um chazinho ou uma pílula?

Hora marcada
Não existe um momento certo do dia para beber chá. Se for pelo prazer, toda hora é hora. Já para conseguir algum benefício, isso pode variar. Pela manhã, o chá-preto é mais aconselhável porque estimula a produção dos neurotransmissores cerebrais que nos dão energia. Depois das refeições, chá-verde ajuda na digestão e é diurético. Sem preconceito, chá pode ser tomado até durante as refeições. E não estamos falando aqui daquelas versões engarrafadas de ice tea. "Alguns tipos de chá escuro, como o Lopsang Souchong, são ótimos para acompanhar pratos salgados e mais gordurosos, como sanduíche de salmão e cream cheese no pão preto. Esse é um exótico chá chinês, aromatizado e defumado", explica Paula Simonsen, especialista em chá de São Paulo. Conheça os benefícios de vários tipos de chás e faça um brinde à chegada das baixas temperaturas.

O modo de preparo perfeito
A especialista nessa bebida, Paula simonsen, explica o passo a passo para o preparo adequado da bebida. Confira:
1. Encha um infusor com o chá de sua escolha (a medida é uma colher de chá por xícara) e coloque dentro de um bule, de preferência de porcelana. O metal pode alterar o gosto. 
2. Esquente água mineral na chaleira, sem deixar ferver. Quando as primeiras bolinhas começarem a subir, desligue. A temperatura deve ficar em torno de 85°C. O ideal é que, ao tocar a chaleira, sinta que está bem quente, mas sem queimar as mãos. Os chineses dizem que, se não conseguimos tocar uma coisa, ela também não está boa para ser consumida. 
3. Jogue a água no bule, sempre em movimentos circulares para permitir a entrada de maior quantidade de oxigênio.
4. Deixe a bebida descansar por 3 a 5 minutos. Para cada tipo de chá há a exigência de espera com tempo diferente.
5. Antes de servir, jogue água quente sobre a xícara para aquecê-la. Assim, é possível manter a temperatura da bebida por mais tempo.

1. Preto
O tipo de fermentação à qual ele é submetido proporciona o aparecimento da teaflavinas, substâncias adstringentes que protegem a mucosa digestiva. "Acredita-se que ele tenha se popularizado porque, graças a sua adstringência, protegia as pessoas das epidemias de cólera e diarreia, tão comuns no passado", conta Alexandre Botsaris. 
Dosagem: três xícaras por dia, por prazo indeterminado.

2. Verde
"As teaflavinas garantem um potente efeito antiestresse, sendo um relaxante não sedativo", explica Vanderli Marchiori. Tem também ação antibacteriana, que ajuda a evitar as cáries. Há estudos mostrando que fitoquímicos presentes nas folhas - e, portanto, no chá - podem desacelerar o crescimento de tumores, principalmente de mama. Melhora a digestão e, por acelerar o metabolismo basal, pode auxiliar na perda de peso. 
Dosagem: três a quatro xícaras por dia, por prazo indeterminado.

PURINA/ÁCIDO ÚRICO.

0 comentários
PURINA
Purinas (adenina (A) e guanina (G)) são constituídas por carbono, hidrogênio, nitrogênio e, por vezes, oxigênio. Juntamente com as pirimidinas (citosina (C) e timina (T)) formam as “bases nitrogenadas”, componentes fundamentais do DNA e do RNA. Estão presentes em certos alimentos como carne vermelha, frutos do mar, peixes, certos grãos como ervilha, lentilha e feijão, em bebidas alcoólicas, principalmente cerveja, e também em nosso organismo.

Além de constituírem o material genético, as purinas são responsáveis pela coloração da urina, pela vasodilatação no controle cardíaco e são componentes de várias moléculas importantes para o metabolismo do organismo, como a de ATP (molécula que fornece energia para as reações celulares).

Em certas reações metabólicas, a purina é degradada para fornecer nitrogênio na forma de ácido úrico, que pode ser excretado na urina. Em altas concentrações, o ácido úrico pode causar problemas como formação de cristais que se depositam em articulações. Por esse motivo, recomenda-se uma dieta com concentrações moderadas de purina.

XANTINA OXIDASE
Enzima que catalisa reações de proteínas do tipo purina (como adenina, guanina e hipoxantina), convertendo-as em xantina e, posteriormente, em ácido úrico.
Como o excesso de ácido úrico no sangue (hiperuricemia) pode causar problemas nas articulações e, em estados mais graves, atingir rins e fígado, muitos medicamentos visam inibir a ação dessa enzima.

ÁCIDO ÚRICO
O ácido úrico está entre as substâncias naturalmente produzidas pelo organismo. Ele surge como resultado da quebra das moléculas de purina – proteína contida em muitos alimentos – por ação de uma enzima chamada xantina oxidase. Depois de utilizadas, as purinas são degradadas e transformadas em ácido úrico. Parte dele permanece no sangue e o restante é eliminado pelos rins.

Os níveis de ácido úrico no sangue podem subir 1) porque sua produção aumentou muito, 2) porque a pessoa está eliminando pouco pela urina, 3) por interferência do uso de certos medicamentos.

Como consequência dessa taxa de ácido úrico elevada (hiperuricemia), formam-se pequenos cristais de urato de sódio semelhantes a agulhinhas, que se depositam em vários locais do corpo, de preferência nas articulações, mas também nos rins, sob a pele ou em qualquer outra região do corpo.

Estudos recentes realizados no Instituto do Coração de São Paulo mostram que níveis elevados de ácido úrico no sangue aumentam o risco de desenvolver acidentes cardiovasculares.

Sintomas
O depósito dos cristais de urato nas articulações, em geral, provoca surtos dolorosos de artrite aguda secundária, especialmente nos membros inferiores (joelhos, tornozelos, calcanhares, dedos do pé), mas pode comprometer qualquer articulação. Nem todas as pessoas com hiperuricemia desenvolverão gota, um tipo de artrite secundária, de caráter genético e hereditário, que acomete mais os homens adultos.

Nos rins, a hiperuricemia é responsável pela formação de cálculos renais (litíase renal) e insuficiência renal aguda ou crônica (nefropatia úrica).

Diagnóstico
O diagnóstico de certeza é dado por um exame que mede a concentração de ácido úrico no sangue e exige oito horas de jejum para ser realizado.

Tratamento e prevenção
Portadores desse distúrbio metabólico devem evitar o estresse físico, o uso de diuréticos e de anti-inflamatórios, assim como devem evitar a ingestão excessiva de alimentos e bebidas ricos em purina (carne vermelha, frutos do mar, peixes, como sardinha e salmão, e miúdos).

Como leite e derivados parecem melhorar a eliminação do ácido úrico, devem ser incluídos na dieta que, acima de tudo, precisa ser saudável e favorecer o controle da obesidade e da hipertensão.

Além da alimentação pouco calórica, quando necessário, podem ser indicados medicamentos para inibir a produção de ácido úrico (alopurinol) ou para aumentar sua excreção (probenecide e sulfinpirazona). Algumas pessoas precisam dos dois tipos porque têm excesso de produção e dificuldade de excreção dessa substância.

Recomendações
* Beba bastante água para ajudar o organismo a eliminar o ácido úrico;
* Prefira os alimentos não industrializados; adote uma dieta saudável, rica em frutas, verduras, leite e derivados;
* Evite o consumo de bebidas alcoólicas, especialmente de cerveja que é rica em purina;
* Não se automedique. Consulte um médico para orientar o tratamento e peça ajuda ao nutricionista para eleger uma dieta que ajude a controlar a taxa de ácido úrico e a manter o peso em níveis adequados.

7 VEGETAIS PARA VOCÊ INCLUIR NO CARDÁPIO.

0 comentários

A sugestão de consumo, para todas elas, é de 100 g diários: o equivalente a 1 pires. Veja o ranking com os sete vegetais folhosos mais nutritivos.

1º - Acelga
Ela tem folhas verde-claras, macias e grandes, talos largos e brancos. Apresenta sabor levemente adocicado, suave, com textura firme. Em sua composição, você encontra cálcio, ferro, magnésio, fósforo, potássio, as vitaminas A e C e fibras. A vitamina A está relacionada à saúde da visão e melhora do sistema imune; e o ferro, à prevenção de anemia. Um fio de azeite na hora de refogar pode contribuir para a maior absorção das vitaminas A e K. A dica vale para todas as verduras que apresentam esses nutrientes.

2º - Couve
Além das substâncias antioxidantes e fibras, a couve é rica em cálcio, importante para a formação dos ossos e a manutenção da massa óssea. Contribui com quem tem dificuldade de ingerir leite e seus derivados. É fonte das vitaminas C (excelente para o fortalecimento imunológico), A, K e B6. “Os principais nutrientes mantidos após o refogar da couve são as fibras insolúveis, indicadas no tratamento de doenças gastrointestinais”, explica a nutricionista Daísa Pinhal (Campinas-SP).

3º - Espinafre
Suas folhas pequenas e levemente carnudas contêm muita água. Pela aspereza das folhas cruas, muitas pessoas preferem o consumo após o cozimento. Fibras, cálcio, potássio, magnésio, manganês, fósforo, ferro, folato, betacaroteno e vitaminas C, A, B2 e B6 também estão presentes. A vitamina K, um dos destaques, participa da coagulação sanguínea e sua deficiência pode levar a quadros de hemorragias. O espinafre possui flavonoides, que têm propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, ajudando na prevenção contra o câncer.

4º - Almeirão
Possui cálcio, fósforo, ferro e as vitaminas A, do complexo B (B2 e Niacina) e C (em menor quantidade). Assim como o cálcio, o fósforo também participa da formação dos ossos e dentes. Para auxiliar na absorção do ferro presente nas folhas verde-escuras em geral, uma sugestão é o consumo de frutas (e seus sucos) que fornecem vitamina C, como laranja, limão, abacaxi e maracujá. Gotas de limão como acabamento do preparo de um refogado ajudam a potencializar a absorção do mineral.

5º - Escarola
Suas folhas soltas, crespas ou lisas, podem ser consumidas cruas ou cozidas e têm sabor levemente amargo. Com muitas fibras, é ótima fonte das vitaminas antioxidantes C e E, de vitaminas do complexo B e de minerais como cálcio, potássio, fósforo e ferro. É boa fonte de carotenoides, relevantes para a formação dos glóbulos vermelhos do sangue e a prevenção da anemia. É excelente para a produção de energia pelo organismo e o bom funcionamento do sistema nervoso, para a produção do material genético e previne más formações fetais. É indicada para todas as mulheres em idade fértil.

6º - Mostarda
É um vegetal amargo, da mesma família do espinafre, da couve chinesa e da couve galega – os chamados crucíferos. Essas espécies são ricas em vitamina A, K e C. As folhas mais maduras da mostarda podem ser preparadas ao fogo, sendo o cozimento ao vapor o mais indicado para isso. “Quando cozida rapidamente, a mostarda preserva um ativo chamado glicosinolato, que ajuda na desintoxicação do organismo, com impacto no funcionamento hepático e na eliminação de toxinas”, diz Carolina Favaron (SP).

7º - Agrião
A maioria das folhas apresenta bastante água, o que já ajuda na hora de refogá-las. Assim, a inserção de líquidos poderá ser nula ou bem pouca. Tudo dependerá da forma como o alimento será consumido. Pique o agrião e refogue sem acrescentar nada. Dos talos às folhas, há várias propriedades, incluindo o suporte na prevenção anti-inflamatória das colites (inflamação no cólon), na retenção de ácido úrico, na tuberculose, no raquitismo e na formação de pedras nos rins. Apresenta fibras, carotenos, vitaminas A e C, folato, enxofre, cloro, potássio, fósforo e sódio.

Fonte: Revista Viva Saúde

DIETA VEGAN SEM ORIENTAÇÃO PODE PROMOVER CARÊNCIA DE NUTRIENTES.

0 comentários
Um indivíduo é considerado vegetariano quando não ingere nenhum produto de origem animal. De acordo com a American Dietetic Association, os adeptos das dietas vegetarianas apresentam alguns pontos positivos relacionados a ingestão alimentar tipo: baixo consumo de gorduras saturadas e alta ingestão de carboidratos, que são essenciais tanto para atletas de força como de resistência na fase de treino ou de competição, além de fibras e algumas vitaminas e minerais.

No entanto, aqueles atletas ou desportistas vegetarianos que fazem uso de um programa alimentar Vegan desbalanceado e sem qualquer tipo de orientação, podem apresentar carências nutricionais. Atletas de uma forma geral apresentam uma demanda calórica bastante aumentada. As maiores deficiências nutricionais em indivíduos sedentários ou atletas Vegans mal orientados, são de aminoácidos e ácidos graxos essenciais, Cálcio, Zinco, Ferro e Vitamina B12.

Uma dieta vegetariana quando bem equilibrada e planejada, é capaz de suprir as necessidades nutricionais de atletas de todos os tipos. A suplementação é indicada quando necessária para evitar qualquer tipo de deficiência nutricional que possa gerar uma queda no desempenho do atleta. Lembrando que a demanda de macro e micronutrientes do atleta é sempre superior a de um indivíduo sedentário, por esse motivo a quota dietética deve ser planejada com orientação.

A quota proteica pode ser alcançada através da alimentação vegetariana quando bem planejada para qualquer tipo de atleta, com exceção dos casos em que existam a necessidade de uma suplementação até mesmo em situações onde o indivíduo faça a ingestão de alimentos de origem animal.

Sabe-se que os alimentos de origem vegetal apresentam um perfil de aminoácidos insatisfatório, portanto a dieta Vegan deve ser bem variada com todas as fontes de proteína de origem vegetal garantindo uma boa ingestão destes aminoácidos. Exemplos de boas fontes de proteína de de origem vegetal são: tofu, leite de soja, leguminosas, todos os tipos de castanhas e sementes.

O ferro é encontrado facilmente também nestes alimentos, além das frutas secas, vegetais verde escuros e melado de cana. Para este ferro ser bem absorvido é necessário ingerir fontes de alimentos vegetais ricos em Vitamina C. Atletas vegetarianos podem também se beneficiar de frutas secas, elas fornecem energia proveniente dos carboidratos. Com uma boa orientação nutricional, balanceada e bem planejada, é possível a prática de dietas vegetarianas apresentar-se compatível com a prática esportiva, evitando deficiências nutricionais.

Fonte: Eu atleta

AFASTE OS SINTOMAS DA MENOPAUSA INCLUINDO ALIMENTOS SAUDÁVEIS.

0 comentários
Ondas de calor, suores noturnos, ganho de peso, insônia, irritabilidade, entre outros sintomas, são característicos do período. O que caracteriza o período é a queda dos hormônios estrogênio e progesterona, que costuma ocorrer entre os 45 e os 55 anos de idade. "Esses desconfortos podem fazer da menopausa uma das fases mais difíceis para a mulher nos campos emocional e físico. Mas uma dieta equilibrada e suplementos alimentares aliviam os sintomas", afirma a nutricionista Daniela Jobst. 

Confira a seguir os alimentos que não podem ficar de fora do cardápio durante a menopausa. A nutricionista Daniela Cyrulin dá uma dica pontual para diminuir o calorão. "Tome uma xícara de chá feito com o galho de frutas vermelhas, como de amoras", recomenda.

Soja apaga o fogaréu 
Os efeitos da soja no organismo das mulheres que enfrentam a menopausa, por exemplo, são bem conhecidos. Isso porque ela é rica em isoflavona, um fitoquímico capaz de atenuar os sintomas do fim da fertilidade por participar da produção, do metabolismo e da ação dos hormônios sexuais. 

Em outras palavras, as isoflavonas atuam como um substituto do estrógeno (hormônio que sofre notável queda no período do climatério) e contribuem para a manutenção do equilíbrio hormonal. Três colheres de sopa de soja cozida ou uma fatia de tofu equivalem a 50 miligramas de isoflavonas, quantidade diária mínima para os efeitos aparecerem. 

"O consumo das isoflavonas presentes na soja diminui a intensidade e a frequência dos calores, da sudorese, das irritações e até da insônia, sintomas típicos da menopausa", afirma a nutricionista Tarsia Tormena, da Unifesp. 

Cálcio contra a osteoporose
Muitas mulheres sofrem de osteopenia, que significa a diminuição da densidade mineral dos ossos, e devem se prevenir contra a osteoporose. "Pra isso, devem-se ingerir alimentos ricos em cálcio, tais como leite e derivados, nabo, brócolis, folhas de mostarda e sardinha", explica a nutricionista Daniela Cyrulin, de São Paulo. 

A especialista também alerta para o cuidado na hora de consumir alimentos que dificultam ou diminuem a absorção do cálcio na mesma refeição, como os ricos em cafeína (café, chá preto e mate) ou os ricos em ferro (carne, frango, feijão). "Se comer carne no almoço, por exemplo, prepare um purê de batata sem leite", sugere.

Magnésio contra a irritação
Alimentos ricos em magnésio também são essenciais. A deficiência deste mineral no organismo resulta em fadiga e carência de enzimas envolvidas na produção de energia. Prova disso é que uma pesquisa do Instituto de Psiquiatria da Inglaterra mostrou que os níveis deste mineral são mais baixos em pessoas que sofrem de depressão. As oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas) e peixes, como atum e salmão, são ricos nesse mineral. 

Sardinha e aveia reduz a fadiga 
Estes alimentos são ricos numa substância chamada coenzima Q10, um antioxidante que está envolvido com o processo de produção energética no nosso organismo. "A coenzima Q10 diminui seus níveis com a idade, e a suplementação desta, aumenta a energia, reduz fadiga, além de melhorar sistema imunológico e a textura da pele", explica a nutricionista Daniela Jobst. 

Para diminuir o inchaço, diminua o sódio 
Para reduzir as quantidades de sódio da alimentação, não basta somente diminuir o sal na comida, mas também diminuir a ingestão de produtos enlatados, conservas e industrializados. "Faça seu próprio molho de tomate em casa e se escolher for consumir conservas, como atum, azeitonas ou palmito, enxague-os em água antes de comer", recomenda a nutricionista Daniela Cyrullin. 

Chá branco combate o acúmulo de gordura 
O chá branco, mais rico em catequinas que o chá verde, tem um efeito antioxidante aumentado, potencializando funcionamento hepático, eliminação de toxinas do organismo e normalização de lipoproteínas. Suas substâncias antioxidantes também aumentam o metabolismo basal, auxiliando no controle do acúmulo de gordura visceral.

Fonte: Minha Vida