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ORÉGANO CONTRIBUI A REDUÇÃO DO SAL.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014 0 comentários
Pesquisadores brasileiros fizeram uma descoberta que promete ajudar não apenas os hipertensos, mas também as pessoas com pressão normal arterial a controlarem seu consumo de sal.

"Nós conseguimos comprovar cientificamente uma recomendação culinária comum que ouvimos no dia a dia: a de substituir o sal por temperos como orégano ou ervas finas," disse Patrícia Teixeira Villela, da USP em Ribeirão Preto (SP).

Enquanto a ingestão diária máxima de sal recomendada pela Organização Mundial de Saúde é de até 5 gramas, no Brasil o consumo diário de sal pode chegar a 12 gramas.

Sal no pão
Patrícia testou a inclusão do orégano no pão francês. Os testes foram realizados em 4 grupos, compostos, cada um, por cerca de 30 pessoas (homens e mulheres): idosos hipertensos, idosos normotensos, jovens hipertensos e jovens normotensos.

O primeiro tipo de pão avaliado era semelhante ao produzido na padaria: com teor de sal de 1,8%. O segundo tipo de pão tinha uma quantidade inferior de sal: 1,2%; e o terceiro tipo tinha uma quantidade maior de sal: 2,4%.

"Os hipertensos, tanto idosos como jovens, preferiram o pão com maior teor de sal", conta a pesquisadora, ressaltando que não é possível concluir se a pessoa ficou hipertensa porque come muito sal ou se ela come muito sal porque é hipertensa. "O que se sabemos é que o número de botões presentes nas papilas gustativas [responsáveis pelo reconhecimento do sabor das diferentes substâncias] diminuem conforme a idade", diz.

Orégano no pão
Para o segundo experimento, os pães foram fabricados com os 3 teores de sal mas, desta vez, a pesquisadora adicionou orégano durante a fabricação.

A maioria dos participantes hipertensos passou a preferir o pão com orégano com teor de sal igual ao pão de padaria (1,8%). Os normotensos - com pressão arterial normal -, que no primeiro experimento escolheram o pão da padaria, passaram, no segundo experimento, a gostar mais do pão de orégano com menos sal (1,2%).

A ideia inicial da pesquisadora era utilizar vários tipos de temperos, como alho, cebola, alecrim e coentro moído, mas os padeiros a convenceram a utilizar apenas o orégano. "Trata-se de um tempero mais comum e a aceitação seria maior e não interferiria no crescimento e consistência do pão, o que poderia influenciar na escolha dos participantes," relata ela.

NUTRIÇÃO FUNCIONAL.

terça-feira, 4 de novembro de 2014 0 comentários
A Nutrição tradicional se preocupa geralmente com a saúde coletiva, buscando o estabelecimento de recomendações, as quais, se seguidas por um grupo de indivíduos, melhorarão o estado de saúde deste grupo como um todo. O modelo de conhecimento adotado geralmente é fragmentado, cartesiano, e fraciona o ser humano, desconsiderando a inseparabilidade entre as partes e a totalidade do ser. 

A Nutrição Funcional, por sua vez, considera a individualidade bioquímica do paciente, e, desta forma, as suas necessidades particulares. A Nutrição Funcional considera a interação entre todos os sistemas do corpo, incluindo as relações que existem entre o funcionamento físico e aspectos emocionais, e possui cinco princípios básicos: 

Individualidade bioquímica 
É o conjunto de fatores genéticos que controlam o metabolismo, as necessidades nutricionais e a sensibilidade ambiental de cada pessoa. A realização de exames laboratoriais, além do exame clínico detalhado, ajuda a conhecer a individualidade bioquímica do paciente, sendo fundamental para a prescrição de dietas funcionais. 

Tratamento centrado no paciente, e não na doença 
O foco dos tratamentos convencionais em saúde costuma ser a doença, e não o paciente. A Nutrição Funcional considera que o cuidado nutricional não deve considerar apenas o diagnóstico, e sim decodificar as mensagens expressas pelo paciente segundo as etapas do atendimento, que incluem anamnese clínica, psicossocial e econômica, medicamentos utilizados, exames bioquímicos e o conhecimento do diagnóstico clínico. 


Assim, o atendimento em Nutrição Funcional considera a integralidade do ser humano, uma vez que o corpo humano é único, estruturado em órgãos e sistemas que se interdependem. 

Equilíbrio nutricional e biodisponibilidade de nutrientes 
Para que haja otimização da absorção de nutrientes, bem como de seu aproveitamento pelas células, torna-se importante a oferta de nutrientes em quantidades adequadas e em equilíbrio com todos os outros. É fundamental, portanto, conhecer o conceito de biodisponibilidade de nutrientes. 

A biodisponibilidade de um nutriente ingerido pode ser definida como sua acessibilidade para processos metabólicos e fisiológicos. 
Ou seja, a eficiência com que um componente da dieta é utilizado sistematicamente por meio de vias metabólicas normais. A biodisponibilidade é uma resposta da interação entre a dieta, o nutriente e o indivíduo, e em níveis fisiológicos pode ter influência para o lado benéfico. Por outro lado, pode afetar a natureza e gravidade toxicológica devido ao excesso.

São fatores que afetam a biodisponibilidade: concentração do nutriente, fatores dietéticos, forma química do nutriente, interação entre nutrientes, digestão, transferência, distribuição e armazenamento, condição nutricional e de saúde do indivíduo, perdas por excreção e, por fim, o metabolismo e utilização biológica do nutriente. 

Relações entre fatores fisiológicos 
Todas as funções de nosso corpo estão interligadas. A Nutrição Funcional considera a inter-relação de todos os processos bioquímicos internos, de forma que um influencia no outro, gerando desordens que abrangem os diversos sistemas. 

Hoje sabemos, por exemplo, que disfunções imunológicas podem promover doenças cardiovasculares, que desequilíbrios nutricionais provocam desequilíbrios hormonais e que exposições ambientais podem precipitar síndromes neurológicas como a doença de Parkinson. 

Esta “teia” conduz a organização do raciocínio na busca da compreensão dos desequilíbrios que estão nas bases funcionais do desenvolvimento das condições clinicas, corrigindo a causa, ao invés de apenas os sintomas genéricos. 

Saúde como vitalidade positiva 
A saúde não é meramente a ausência de doenças, e sim o resultado de diversas relações entre os sistemas orgânicos, por isso deve-se analisar os sinais e sintomas físicos, mentais e emocionais que podem estar nas bases dos problemas apresentados. 

A Nutracêutica, termo introduzido em 1989 por Stephen DeFelice a partir da conjunção dos conceitos de Nutrição e Farmacêutica, se constitui em um campo científico cujo objeto de estudo é a investigação dos componentes químicos presentes nos alimentos e plantas medicinais e sua influência na promoção da saúde, prevenção e tratamento de doenças. 

Simultaneamente, também passou a ser difundido o conceito de alimento funcional, o qual é definido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), órgão do Ministério da Saúde, como “O alimento ou ingrediente que alegar propriedades funcionais ou de saúde pode, além de funções nutricionais básicas, quando se tratar de nutriente, produzir efeitos metabólicos e ou fisiológicos e ou efeitos benéficos à saúde, devendo ser seguro para consumo sem supervisão médica”. 

Utilizando as propriedades dos alimentos funcionais, os nutricionistas atualmente podem elaborar cardápios individualizados, que proporcionem equilíbrio de nutrientes, hormônios e neurotransmissores, dentre outros componentes regulatórios do metabolismo. Desta maneira, podem contribuir para a prevenção e tratamento de distúrbios como obesidade, diabetes, câncer, envelhecimento, osteoporose, doenças cardiovasculares, dentre muitos outros.


Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO

IOGURTE, TIPOS, PROPRIEDADES E RECEITAS.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014 0 comentários
Na vitamina, no molho, na salada ou na mousse. Que tal combinar iogurte nos pratos doces e salgados sem ter precisar temer a balança? Derivado do leite e rico em cálcio e fibras, o iogurte desnatado não é apenas amigo de quem está de dieta. Leve e saboroso, ele pode ser combinado com inúmeros alimentos e basta um pouquinho de criatividade para fazer daquele prato sem graça um festival de sabor e saúde. Com o objetivo de deixar seu cardápio ainda mais atraente, o Minha Vida convocou a chef Luciana Zaidan e as nutricionistas Amanda Epifânio Pereira e Veridiana del Rosso para preparar uma seleção de combinações inusitadas que vão fazer você colocar a mão na massa e arrasar em qualquer ocasião. 

Principais tipos de iogurte usados na culinária
A nutricionista Veridiana Del Rosso explica que o iogurte é bastante versátil, porém, só apresenta essa característica se utilizado nas versões desnatada e natural. "Por serem mais neutros e menos calóricos, são ideais para a culinária em geral, mas existem pequenas diferenças entre eles que devem ser levadas em consideração na hora da elaboração dos pratos e até do consumo", explica. 

Iogurtes naturais 
Com sabor suave, o produto ganha destaque por conter todos os nutrientes oferecidos pelo leite, como proteínas, carboidratos, vitaminas e sais minerais. Seus micro-organismos vivos exercem influência positiva no organismo, melhorando o funcionamento do intestino. 

Iogurtes desnatados 
Com os mesmos benefícios oferecidos pela sua versão natural, o iogurte desnatado tem a vantagem de conter menos gordura em sua fórmula, tendo assim, um baixo valor calórico. 

menor quantidade de gordura é recomendada não só para quem quer emagrecer, como também àqueles que estão de olho nos índices de colesterol.

Propriedades do iogurte
O iogurte é um excelente "companheiro" da flora intestinal, o que singnifica que ele regula seu reloginho biológico e ajuda a manter o organismo em equilibrio. O alimento é rico em minerais (cálcio, fósforo, potássio, magnésio e zinco) e vitaminas (A, B1, B2, B6, B12, niacina e ácido fólico). A ingestão de cálcio na infância e na adolescência é extremamente importante, pois previne a osteoporose bem como doenças crônicas, hipertensão arterial e câncer no reto. 

Saladas
Utilizar iogurte desnatado substituindo a maionese em saladas é uma forma criativa de diminuir as calorias das preparações. As versões de maionese sem colesterol ou light contribuem para manter o sabor mais próximo à receita original, sem que haja aumento de gorduras e colesterol. "Esse salpicão também não contém nenhum alimento rico em carboidrato, como batata, assim poderá ser servido junto com arroz. Você ainda pode substituir o peito de frango por peito de peru defumado ou presunto magro em tiras", sugere a nutricionista Amanda Epifânio. 

Dica da chef: salpicão de frango com iogurte
Ingredientes 
2 peitos de frango temperados com limão e sal, refogados e desfiados 
1 maço de salsão picado em tiras finas 
2 cenouras grandes cruas raladas grossas
1 pimentão verde e 1 pimentão vermelho em tiras finas 
2 cebolas grandes picadas 
2 a 3 maçãs picadas e com caldo de um limão (p/ não escurecer) 
Passas brancas sem sementes 
Salsinha picada a gosto 
Azeite a gosto 
Sal a gosto 
½ copo de iogurte natural desnatado 
1 colher de sopa de maionese sem colesterol

Modo de Preparo
Desfie o frango cozido e resfriado e misture com os demais ingredientes crus. Adicione o iogurte desnatado e a maionese sem colesterol, misture bem e leve para a geladeira. Retire somente na hora de servir. Decore com o pimentão. 

Conte as calorias 
Com iogurte 
Porção: 60g 
Valor calórico: 65 calorias

Com maionese: 
Porção: 60 g 
Valor calórico: 230 calorias 

Carnes 
Leve e azedinho, o iogurte natural é uma excelente opção para compor molhos aromatizados com ervas e condimentos. Pratos como carnes assadas ao molho branco e o strogonoff ficam bem mais atraentes para quem não quer ganhar uns quilinhos. 

Dica da chef: Lagarto com batatas e molho de iogurte
Ingredientes
1,5 kg de lagarto 
2 dentes de alho picados 
¼ de xícara de vinagre balsâmico
Sal e pimenta do reino a gosto
3 colheres de sopa de azeite 
2 cebolas fatiadas
6 batatas sem casca, cortadas em cubos 
Suco de ½ limão 
4 colheres de sopa de azeite 
1 colher de sopa de mostarda em grãos
½ pode de iogurte natural desnatado 
4 xícaras de água 

Modo de Preparo 
Tempere a carne com o alho, o sal e a pimenta. Adicione o azeite em uma panela de pressão e doure a carne por todos os lados. Junte 4 xícaras de água, tampe e cozinhe por 40 minutos, contando a partir do momento do início da pressão. Desligue o fogo, deixe sair o vapor e abra a panela. Espete a carne e se ainda estiver um pouco firme, cozinhe com a panela tampada (sem pressão) por mais 15 minutos. Acrescente a cebola, o tomilho e cozinhe até a cebola murchar. Retire do fogo e da panela e deixe esfriar. Cozinhe a batata em água fervente até ficar macia, mas firme. Escorra e tempere ainda quente com sal e limão, mostarda e azeite. Deixe esfriar e adicione o iogurte. Misture e leve para gelar. Fatie a carne, regue com azeite e sirva acompanhado com a salada de batatas. Decore com folhas de tomilho. "O lagarto é um corte de carne bovina muito magro e pode ser um grande auxiliar nas dietas de quem precisa controlar o colesterol ou até mesmo emagrecer", diz a nutricionista Amanda Epifânio. 

Conte as calorias 
Lagarto com iogurte: 
Porção: 100g 
Valor Calórico: 150 calorias 

Com creme de leite 
Porção: 100g
Valor Calórico: 342 calorias 

Sobremesa- gelado de limão

Sobremesas
Que tal dar aquela incrementada na sobremesa sem aumentar o ponteiro da balança? Substituir o creme de leite fresco por iogurte é uma ótima saída para incluir sobremesas deliciosas ao seu cardápio sem sair da dieta. "Bolos, mousses e sorvetes são as melhores opções", explica a chef.

Dica da chef: gelado de limão

Ingredientes
4 colheres de sopa de suco de limão 
1 envelope de gelatina em pó sem sabor 
3 colheres de sopa de adoçante culinário
1 pote de 200g de iogurte desnatado 

Modo de Preparo 
Coloque a gelatina numa tigela e hidrate com 3 colheres de sopa de água. Leve ao fogo, em banho-maria, por 5 minutos, ou até amolecer. Bata no liquidificador a gelatina, o iogurte, o suco de limão e o adoçante e bata por 2 minutos, ou até ficar homogêneo. Distribua em taças individuais e leve para gelar por 2 horas ou até endurecer. No momento de servir, decore com raspas de limão. "Essa é uma receita simples, rápida, saborosa e com muito baixo valor calórico. Ideal para momentos onde não conseguimos controlar a vontade de comer doce, e o melhor, sem culpa!", explica a nutricionista Amanda Epifânio. 

Conte as calorias 
Com iogurte: 
Porção: 150g 
Valor calórico: 80 calorias 

Com creme de leite: 
Porção: 150g 
Valor calórico: 80 calorias 

Cardápio do Dia a dia
Além de ficar uma delícia na vitamina e com cereais, o iogurte pode ser colocado também em receitas simples e saborosas como sanduíches e sucos. "A dica é abusar das frutas da estação e de acompanhamentos leves, como cereais e mel", recomenda Amanda. 

Dica da chef: Suco de goiaba com iogurte 
Ingredientes 
2 goiabas médias vermelhas, em pedaços
4 colheres de sopa de açúcar
2 copos de iogurte natural desnatado

Modo de preparo
1)Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva em seguida 
2)Decore os copos com uma rodela da fruta Dica da nutricionista Amanda Epifânio "Prefira sucos feitos com a própria fruta. Polpas em conserva e saches têm conservantes que não são nutritivos e são pouco saborosos", diz ela. 

Conte as calorias:
Com iogurte: 
Porção: 250 ml
Valor calórico: 200 calorias 

Com água: 
Porção: 250 ml 
Valor calórico: 70 calorias 


Sanduíche
Dica da chef: sanduíche de frango com iogurte e mel

Ingredientes: 4 filés de frango em fatias finas. Dourar na frigideira com azeite, 1 copo de iogurte natural, 1 fio de me, 1 fio de azeite, 1 dente de alho cortado pequeno, 1 folha de louro seca picada pequena, 1 pitada de canela, 1 pitada de sal, 1 pitada de pimenta do reino 

Modo de preparo
Coloque as tiras de frango de molho numa mistura feita com o iogurte, mel, pimenta, canela, alho e louro. Guardar bem tampado na geladeira por 12 horas. Descasque e corte 2 abobrinhas e 2 cenouras médias em fatias bem finas e separe em um recipiente folhas limpas e bem secas de alface (crespa ou roxa), temperadas levemente com azeite e sal. Abra quaro pães sírios grandes cortando apenas pela metade e recheie na seguinte ordem: alface temperada, cenouras e abobrinhas, além de frango com molho. "Embora seja um lanche, esta receita serve quatro pessoas e deve ser ingerida sem muitos acompanhantes para não exagerar na dose e ganhar peso", diz Amanda.

Fonte: Minha Vida

ESTRESSE CRÔNICO PODE CAUSAR CÂNCER DE PELE.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014 0 comentários
Ao serem submetidas a uma situação de estresse crônico, células normais da pele sofrem mudanças no padrão de expressão dos genes e acabam se transformando em células de melanoma, o câncer de pele mais agressivo.

"A transformação é progressiva. Primeiro os melanócitos [células produtoras de melanina] adquirem características alteradas, como as encontradas em lesões pré-malignas. Depois se tornam células de melanoma não metastático, um tipo de câncer menos agressivo. E, por fim, tornam-se células de melanoma metastático", contou a Dra. Míriam Galvonas Jasiulionis, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Agora a equipe quer descobrir os mecanismos moleculares pelos quais essa modificação ocorre, de modo a desenvolver medidas para evitar a formação do câncer.

Epigenética
De acordo com a pesquisadora, as alterações iniciais relacionadas com a transformação parecem não ser genéticas, mas sim epigenéticas - um conjunto de processos bioquímicos disparados por estímulos ambientais que moldam o funcionamento do genoma por meio da ativação ou desativação de genes.

Metaforicamente, é possível comparar o genoma ao hardware de um computador e o epigenoma ao software que faz a máquina funcionar. A teoria mais comumente aceita até agora propunha que eram alterações genéticas - como as induzidas pela ação dos raios ultravioleta do Sol - que iniciariam as mudanças que levam ao câncer.

"As marcas epigenéticas mais estudadas são a metilação do DNA [adição de radicais metila à molécula] e as modificações de histonas, proteínas importantes na compactação desse DNA. Esses dois mecanismos são muito importantes na regulação da expressão gênica", explicou Míriam.

Outros estudos já demonstraram que fatores como inflamação crônica, fumo, hormônios e dieta podem modificar o padrão epigenético e, consequentemente, o funcionamento do genoma ao longo do tempo. No caso desta pesquisa sobre o melanoma, as alterações foram relacionadas a um aumento na produção de radicais livres de oxigênio causado pelo estresse celular.

Glioblastoma
Agora o grupo está realizando experimentos semelhantes com astrócitos humanos - células do sistema nervoso central que, ao se tornarem malignas, dão origem a um tumor conhecido como glioblastoma. Eles pretendem ainda estudar a transformação dos queratinócitos, também da pele, em carcinoma.

"Nosso objetivo é entender até que ponto o estresse celular é capaz de contribuir para a transformação maligna de vários tipos celulares, além do melanócito. Esse conhecimento poderá, no futuro, ajudar a identificar novos alvos terapêuticos contra o câncer", avaliou a pesquisadora.

FONTE DE FLAVONOIDES E ANTOCIONINAS, CONHEÇA OS BENEFÍCIOS DA AMORA.

terça-feira, 28 de outubro de 2014 0 comentários
A amora é fruto da amoreira preta, cultivada principalmente na região Sul do Brasil, uma vez que é nativa da Ásia e Europa bem adaptada a regiões mais frias com invernos bem característicos. A amora é um fruto com cerca de quatro a sete gramas, de coloração negra e sabor ácido. É uma planta rústica que apresenta baixo custo de produção e requer pouca utilização de defensivos agrícolas (agrotóxicos). Atualmente as amoras estão disponíveis na forma fresca (in natura) e também congeladas ou processadas na forma de geleias, sucos, polpas, entre outros produtos a fim de utilizar toda a produção antes que os frutos estraguem devido à fragilidade. 


Nutrientes da amora
A amora apresenta significativo valor nutricional uma vez que é composta 85% de água, 10% de carboidratos e fonte de vitamina A, vitamina C e minerais como ferro, cobre, zinco, magnésio e potássio. A fruta da amoreira contém ainda ácidos graxos essenciais como o linoléico e o linolênico, que seres humanos não podem produzir. Esses compostos possuem funções benéficas como melhora da resposta imunológica e anti-inflamatória. Além disso, a amora é uma grande fonte de antioxidantes naturais como os flavonoides e as antocianinas. 

As antocianinas são pigmentos que conferem uma coloração que varia entre o laranja, vermelho e azul. Estudos realizados nos Estados Unidos, França, Chile e no México mostram teor de antocianinas de 70 a 201 mg para cada 100 g de fruta, considerado excelente. Em Minas Gerais, pesquisas mostraram que as amoras Brasileiras apresentaram 116 a 194 mg de antocianinas para cada 100 g de fruto fresco e de 123 a 233 mg de flavonoides totais a cada 100 g de amora fresca. 

Os flavonoides, incluindo as antocianinas apresentam efeitos fisiológicos capazes de reduzir o risco de doenças crônicas (obesidade, hipertensão, doenças cardiovasculares, câncer) uma vez que pode ter ação antialérgica, antiviral, antitumoral, ações antiinflamatórias e antioxidantes, impedindo a ação dos radicais livres sobre as células. 

Compare as quantidades de antocianinas e flavonóides em outros alimentos:

AlimentoTeor de antocianinas em 100gFlavonoides totais em 100g
Nectarina0,27 mg28,78 mg
Morango1,22 mg107 mg
Repolho roxo7,89 mg75 mg
Berinjela1,27 mg85 mg
Alface roxa4,49 mg102 mg
Fonte: Publ. UEPG Ci. Exatas Terra, Ci. Agr. Eng., Ponta Grossa, 19(1): 17-30, jan/jun. 2013 
Estudos epidemiológicos, desde 2004, já têm demonstrado que existe uma correlação entre o consumo de frutas fontes de antioxidantes (antocianinas) e a redução de doenças crônicas como câncer, doenças cardiovasculares e doenças neurodegenerativas. Pesquisas mostram que os flavonoides presentes na amora agem principalmente na redução de risco cardiovascular pelo mecanismo primário de coagulação plaquetária, aumento da circulação da lipoproteína de alta-densidade HDL, responsável por diminuir os níveis de LDL colesterol (ruim) e por fim, aumentando a atividade removedora de radicais livres que podem levar a oxidação das gorduras na corrente sanguínea. 

Outro composto comum na amora é o ácido elágico, um constituinte fenólico da fruta com funções antimutagênicas e anticancerígenas. Além disso, são atribuídas às frutas da amoreira outras propriedades, como o controle de hemorragias em animais e seres humanos e controle da pressão arterial. 

O ácido ascórbico (vitamina C) também presente na amora desempenha várias funções no metabolismo, dentre eles o aumento da resistência orgânica e a formação do colágeno, além disso, interfere no metabolismo do ferro, da glicose e na saúde dos dentes e gengivas, além de agir sinergicamente com as antocianinas e compostos fenólicos com a ação antioxidante. 

Em 100 g de amora temos em média 5 a 6 g de fibras, principalmente fibras solúveis responsáveis por auxiliar o peristaltismo, que é o movimento involuntário do trato digestório, diminuindo a constipação. Além disso, a pectina (tipo de fibras) aumenta o tamanho do bolo intestinal, formando uma espécie de gel o que também facilita o funcionamento intestinal.

Como consumir a amora
Por fim a amora pode ser encontrada atualmente in natura em supermercados e feiras e podem ser adicionadas a iogurtes, cereais integrais ou associadas a outras frutas (saladas de frutas). Encontra-se amora também na sua forma congelada, que pode ser consumida na forma de sucos associada a outras frutas e ervas para potencializar o efeito antioxidante como suco de água de coco com amora e hortelã. Por fim, as geleias também podem ser inseridas na alimentação, porém devemos nos atentar a quantidade de açúcar que elas possuem. Atualmente já temos geleias de frutas sem adição de açúcares e de adoçantes.

Fonte: Minha Vida

NUTRIÇÃO NO CÂNCER.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014 0 comentários
Seja por meio de quimioterapia, radioterapia ou hormonioterapia, o tratamento do câncer pode provocar efeitos colaterais que interferem até na alimentação do paciente. "O tumor e o tratamento fazem o metabolismo da pessoa gastar mais energia e, ao mesmo tempo, perder o apetite, o que pode provocar desnutrição", contra o nutricionista Nivaldo Pinho, chefe do Serviço de Nutrição do Hospital do Câncer I do Instituto Nacional de Câncer (INCA). 

Junto a essa dificuldade, o tratamento pode causar náuseas, diarreia, falta de salivação, alteração no paladar e dificuldade de mastigar e digerir os nutrientes. A fim de amenizar esses efeitos, os cuidados na escolha dos alimentos e na forma de realizar as refeições devem ser redobrados. Anote o que especialistas em nutrição oncológica recomendam para garantir todos os nutrientes necessários e ter um corpo mais preparado para vencer essa doença. 

Realce o paladar 
Uma das primeiras mudanças que o paciente em tratamento do câncer nota é a modificação do paladar. O nutricionista Vitor Rosa, do Instituto de Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), conta que a quimioterapia e a radioterapia, quando realizada na região de cabeça e pescoço, destroem as células das glândulas salivares e papilas gustativas, o que diminui a salivação e a percepção do gosto dos alimentos. 

Especialistas também acreditam que o próprio tumor pode aumentar a produção de moléculas chamadas interleucinas, que estão presentes em processos inflamatórios. "Elas provocam alterações no sistema nervoso central, o que deixa um gosto metálico na boca", explica o nutricionista Nivaldo Pinho. 

Para deixar o paladar mais aguçado, procure enxaguar a boca com água ou chá de camomila antes das refeições. "Se não existirem feridas na boca, balas azedas ou ácidas e alimentos ácidos também realçam o paladar, assim como manjericão, orégano, hortelã e outros temperos naturais", aconselha Vitor Rosa. Já para aliviar o gosto metálico, substitua os talheres de metal por aqueles de plástico. 

Procure um nutricionista 
O acompanhamento do tratamento por um nutricionista pode até mesmo evitar complicações no processo. "Como é alto o risco de desnutrição do paciente com câncer, um nutricionista pode ser de extrema importância, já que o indivíduo desnutrido tem mais chances de enfrentar dificuldades durante o tratamento", defende Nivaldo Pinho. Esse profissional também ajudará a amenizar o ganho de peso que costuma ocorrer na hormonioterapia - tratamento que leva ao aumento do apetite, ao contrário dos outros. 

Considere a suplementação 
Como a doença eleva o consumo de energia pelo corpo, a alimentação precisa ser mais reforçada e o uso de suplementos (desde que recomendados por um médico ou nutricionista) pode fazer a diferença. "Costumamos indicar suplementação quando há desnutrição ou algum risco nutricional", diz o nutricionista Nivaldo Pinho. A desnutrição acontece quando o paciente está perdendo muito peso. Já os riscos nutricionais englobam uma perda de peso muito rápida (por exemplo, perder 10% do peso em 30 dias), uma ingestão inadequada (comer menos de 70% do que precisa durante muitos dias) ou casos de tumores localizados na cavidade oral e na região abdominal. 

"Se você come menos do que precisa durante muito tempo, o organismo desenvolve um processo de compensação, ou seja, reduz o gasto energético e diminui o apetite?, explica o profissional. É nesses casos que a suplementação pode ser útil para tentar fazer com que o corpo volte à situação normal e o apetite melhore. 

Fracione bem as refeições 
A recomendação de comer pouco várias vezes ao dia é muito importante para pacientes com câncer. "Fracionar as refeições e comer devagar, mastigando bem os alimentos, ajuda tanto a diminuir as náuseas quanto melhorar o apetite", garante Vitor Rosa. O nutricionista também aconselha que alimentos muito quentes sejam evitados, já que eles aumentam a sensação de náusea. 

Peça para que alguém cozinhe para você 
Muitos pacientes em tratamento - em especial aqueles que sofrem com tumores na região da cabeça e pescoço - ficam com o estômago embrulhando só de sentir o cheiro de comida. "A quimioterapia e radioterapia deixam o olfato mais realçado, o que aumenta as chances de náuseas diante do cheiro da comida", explica o nutricionista Vitor Rosa. Por isso, uma boa saída pode ser pedir para que alguém cozinhe para esse paciente. 

Atenção redobrada à higiene oral 
Uma boca limpinha pode até mesmo melhorar a náusea. Segundo Nivaldo Pinho, a quimioterapia e a radioterapia reduzem a capacidade de regeneração das células das mucosas e deixam a cavidade oral e o trato gastrointestinal com muitas células mortas ou envelhecidas. "Isso provoca perda da percepção do gosto dos alimentos e aumenta a sensação de náusea", afirma. 

Além disso, a higiene bucal ajuda a evitar o aumento de bactérias na boca, que fica menos protegida devido à diminuição da salivação provocada pelo tratamento. "A saliva tem função bactericida sobre determinados grupos de micro-organismos", justifica Nivaldo Pinho, que recomenda escovar bem os dentes e fazer bochechos com substâncias bactericidas. 

Varie o cardápio 
Com a falta de apetite e os demais sintomas, um grande desafio para quem está tratando o câncer é readquirir o prazer de comer. Segundo o nutricionista Nivaldo Pinho, o tumor aumenta a produção de citocinas, que avisam ao cérebro que precisamos comer menos. "Para combater o tumor, o organismo também aumenta a produção de citocinas, diminuindo ainda mais o apetite", acrescenta. O segredo é variar bastante o cardápio, com opções que o paciente goste, para que a alimentação não fique enjoativa e ele tenha prazer em comer. 

Inclua fibras solúveis na alimentação 
A diarreia durante o tratamento pode acontecer por diversas causas - intoxicação medicamentosa, desnutrição, morte das células do intestino, infecção intestinal e até falta de uma proteína chamada albumina no sangue. O nutricionista Nivaldo Pinho recomenda comer fibras solúveis, presentes em frutas como maçã, pêra, banana maçã e goiaba sem casca, já que elas estimulam a produção de células intestinais e melhoram a imunidade do intestino. 

Hidrate-se bem 
Outra medida muito importante para vencer a diarreia é a hidratação. "O paciente deve tomar chás, sucos coados sem açúcar e bastante água", aconselha Vitor Rosa, que também pede que seus pacientes evitem alimentos gordurosos, leite e derivados, fibras insolúveis (presentes em grãos integrais, cascas, sementes e cereais) e outros alimentos que possam soltar o intestino. 

Evite alimentos crus 
Dependendo do estado imunológico do paciente, alimentos crus podem ser perigosos, já que costumam apresentar alta concentração de bactérias. O médico ou o nutricionista poderá ajudar nessa determinação. "Podemos recomendar desde evitar comer a casca das frutas ou, em fases mais avançadas, procurar ingerir somente frutas cozidas", exemplifica o nutricionista do INCA. 

Fonte: Minha Vida

SAIBA COMO IDENTIFICAR SINAIS DE DIABETES EM CRIANÇAS.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014 0 comentários
Sinais simples podem ajudar os pais e até as escolas a identificar possíveis casos de diabetes na infância. Se a doença demora a ser diagnosticada, há risco de a criança sofrer sintomas graves, podendo entrar em coma e até morrer em consequência do nível elevado de glicose no sangue por um período prolongado.

O endocrinologista Luis Eduardo Calliari, conselheiro da Associação de Diabetes Juvenil (ADJ), explica que o primeiro sinal da diabetes na infância - que é a diabetes tipo 1 - é a criança começar a beber muita água e fazer xixi com mais frequência.

Progressivamente, começa a haver perda de peso. “A criança tem mais apetite, come muito, mas não ganha peso. Vai ficando muito fraquinha, às vezes até com falta de ar”, explica o especialista.

“Geralmente, a criança chega ao pronto-socorro bem prostrada, com respiração muito rápida e a mãe leva a criança ao hospital pela falta de ar. Mas o problema não tem a ver com o pulmão, mas com um quadro de cetoacidose diabética.”

Em pacientes com diabetes, há uma deficiência na produção de insulina, hormônio que tem a função de decompor a glicose e produzir energia a partir dela. Quando a doença não é controlada, o organismo passa a usar a gordura como combustível. A decomposição da gordura leva ao acúmulo de substâncias que deixam o sangue ácido: esse é o quadro de cetoacidose diabética, que pode ser muito perigoso caso a doença demore a ser identificada.

Possíveis sinais de diabetes
- tomar muita água e ir muito ao banheiro
- perder peso mesmo ingerindo muita comida

Para o médico, a escola pode ser um importante aliado em identificar os primeiros sinais da doença e também em monitorar os alunos diabéticos. “Hoje em dia, pais e mães trabalham e a criança passa cada vez mais tempo na escola. Se o aluno leva muita água pra a sala de aula e pede para sair várias vezes para ir ao banheiro, antes de achar que é malandragem, é importante pensar que pode ser diabetes”, diz.

Dificuldades
A dona de casa Elizabete Gonçalves da Costa, mãe de Enzo, de 10 anos, conta que a família, que vive em Itapevi, na região metropolitana de São Paulo, enfrentou várias dificuldades em relação às escolas que o garoto frequentou. Diagnosticado com diabetes do tipo 1 aos 3 anos, Enzo já começou a aprender sua rotina de cuidados desde pequeno.

A criança com diabetes deve fazer o controle da glicemia (que é a concentração da glicose no sangue) com o exame de ponta de dedo várias vezes ao longo do dia. Ela também pode ter de se aplicar insulina. A escola que Enzo começou a frequentar com 7 anos de idade, porém, não permitiu que ele levasse o aparelho para medir sua glicemia. A instituição também determinou que o garoto deveria comer seu lanche separado das outras crianças, por ele levar os alimentos de casa.

No início, Elizabete chegou a permanecer na escola para fazer os testes no filho ao longo do dia. Hoje, depois de muitas conversas entre a família e a coordenação, Enzo já pode levar seu aparelho para a aula e fazer os testes dentro da escola, sem a presença da mãe. A escola também reuniu as crianças de seu período no refeitório e explicou por que o garoto tinha de levar o próprio lanche, diferente do de outros alunos. Agora, o menino pode comer ao lado de seus colegas.

O diagnóstico de Enzo também foi trabalhoso. “Levei o Enzo a três pediatras diferentes, pois ele reclamava do cansaço, não conseguia segurar o xixi e bebia muita água. Ele também começou a emagrecer, mesmo comendo muito”, conta.

Nenhum deles diagnosticou a doença. A constatação da diabetes só ocorreu quando o garoto passou mal e a mãe o levou ao pronto-socorro. “O pediatra pediu exame de sangue e viu que a glicemia estava muito alta.” Segundo ela, só depois de três meses, quando Enzo passou a ser tratado por uma endocrinologista pediátrica, é que o tratamento foi bem definido e as dúvidas sobre a doença foram sanadas.

Programa em escolas
Um programa desenvolvido pela Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês), lançado no Brasil nesta terça-feira (5), vai levar a 15 escolas públicas e privadas brasileiras orientações sobre como identificar e como lidar com a diabetes no meio escolar. Chamado KiDS (“Kids & Diabetes in Schools”, ou “Crianças e Diabetes nas Escolas”), o programa tem apoio do Ministério da Saúde e foi desenvolvido pela IDF em conjunto com a ADJ Diabetes Brasil e pela farmacêutica Sanofi.

Outras instituições e também pais interessados podem acessar o material didático do programa, em português, no site da IDF.

O endocrinologista Calliari afirma que há muito desconhecimento sobre a diabetes infantil no ambiente escolar. “Às vezes a professora não permite que o aluno faça o exame de ponta de dedo na sala de aula e também não permite que ele saia para fazer. É muito comum que a escola não tenha essa percepção”, diz.

Fonte: G1

ÔMEGA 3 PARA PROTEGER O CORAÇÃO.

terça-feira, 21 de outubro de 2014 0 comentários
Já está mais do que provado que o ômega 3 é uma das melhores armas contra doenças cardiovasculares. Uma pesquisa feita pela Universidade de Harvard aponta que comer alimentos que contenham esse tipo de gordura reduz o risco de ataque cardíaco entre 20% e 40%. “O ômega 3 auxilia na diminuição do colesterol total e ajuda na coagulação sanguínea”, explica Viviane. Com os níveis de colesterol em dia, o coração funciona a todo vapor e os riscos de desenvolvimento de doenças diminuem. “O ômega 6 também ajuda na diminuição do colesterol total, mas, se consumido excessivamente, pode reduzir também o bom (HDL)”, completa.

Conheça mais fontes de ômega 3
Segundo o cardiologista Daniel Magnoni, do HCor, as gorduras monoinsaturadas agem na diminuição do LDL e aumento do HDL. “Além de consumir alimentos com essas gorduras, precisamos também reduzir o peso e os níveis de açúcar no sangue, controlar o consumo de sal, causador de hipertensão, e praticar atividades físicas. Assim, prevenimos doenças cardiovasculares e diabetes”, sugere. “As gorduras monoinsaturadas impedem a formação das placas nas artérias coronárias. Elas também ajudam a remover o colesterol, que forma essa placas e as leva de volta ao fígado. Se estiverem na circulação, podem se romper ou impedir o fluxo sanguíneo, levando ao infarto, acidente vascular cerebral e trombose”, completa Viviane.

Onde encontrar e quanto consumir
Peixes como salmão, sardinha, anchova e carpa. Consuma 1 posta (aproximadamente 100 g) por dia. Três vezes por semana
Frutos do mar (camarão e lula, por exemplo). Consuma 1 porção (aproximadamente 100 g) uma vez por semana. É preciso moderar o consumo do camarão, que também possui grandes quantidades de colesterol.
Semente de linhaça. Consuma aproximadamente 25 g por dia (o equivalente a duas colheres de sopa).