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NUTRACÊUTICOS A FAVOR DA BELEZA.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014 0 comentários
Os nutracêuticos ou nutricosméticos são suplementos orais - cápsulas - que ocupam lugar entre os alimentos e os cosméticos. Eles se propõem a fornecer nutrientes importantes para o bom funcionamento da pele, cabelos e unhas, deixando-os mais saudáveis e bonitos.

Em geral, os nutracêuticos específicos para os cabelos são ricos em vitaminas e antioxidantes - tais como o complexo B, vitaminas A, D, C e E, ômega 3, co-enzima Q10 e licopeno - aminoácidos e proteínas, como a cistina e a queratina, e oligoelementos, como ferro, zinco e o silício orgânico.

"Os nutracêuticos não substituem o tratamento local e muito menos uma alimentação balanceada"

Esses produtos têm diversas ações nos fios: eles fortalecem a fibra capilar, diminuem a inflamação do couro cabeludo e reduzem a ação dos radicais livres, que degeneram as estruturas que compõem o fio capilar. O objetivo principal é melhorar a aparência dos cabelos, tornando-os mais volumosos e brilhantes, além de reduzir a queda. Alguns deles têm melhora de 60 a 70% garantida por estudos científicos.

Apesar de haver uma grande variedade de produtos nutracêuticos específicos para os cabelos, a maioria deles tem a mesma composição, com poucas variações entre eles.

Eles funcionam mais como um coadjuvante no tratamento da pele e cabelos do que propriamente uma solução para todos os problemas. Não substituem o tratamento local e muito menos uma alimentação balanceada. Também não previnem danos causados por tratamentos como colorações em excesso, alisamentos, escovas e chapinhas.

Não há necessidade de receita médica para aquisição desses produtos, porém muitos deles contêm uma grande quantidade de vitamina B, que pode causar ou piorar uma acne e dificultar a perda de peso, para citar um exemplo. Outros contêm glúten e podem ser contraindicados para pacientes alérgicos. Outros, ainda, contêm vitamina A, que pode piorar alguns casos de queda de cabelos. O ideal é procurar um dermatologista para recomendar com segurança o produto mais adequado para cada caso.

Fonte: Minha Vida

PROPRIEDADES FUNCIONAIS DA BANANA VERDE.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014 0 comentários
A banana é produzida na maioria dos países tropicais e é uma das frutas mais consumidas no mundo, tendo o Brasil como o segundo maior produtor e o primeiro consumidor mundial. As variedades mais difundidas no Brasil são: Prata, Pacovan, Prata-anã, Maçã, Mysore, Terra e D’ Angola, além da Nanica e Nanicão voltadas principalmente à exportação. A banana é considerada hoje uma das principais fontes de amido na dieta. Mas além de sua concentração de carboidratos e energia, também apresenta elevadas proporções de vitaminas e minerais.

A banana ainda verde é considerada um alimento funcional pois, quando cozida, apresenta alto conteúdo de amido resistente presente na polpa da fruta. O benefício do amido resistente é similar ao da fibra alimentar, sendo que este não é digerido e absorvido no intestino delgado, podendo ser fermentado no intestino grosso, produzindo substâncias que servem como fonte de energia para a produção das bactérias benéficas do nosso intestino, além de manter a integridade da mucosa do nosso intestino, que é responsável pela absorção adequada dos nutrientes e pela barreira da entrada de substâncias maléficas. Desta forma, o consumo de banana verde auxilia no trânsito intestinal adequado, atuando na prevenção e tratamento de quadros como diarréia e constipação, além de prevenir o desenvolvimento de doenças como o câncer de intestino.

Além de contribuir para a saúde do intestino, a banana verde exerce outros efeitos benéficos ao organismo. A banana verde é considerada um alimento de baixo índice glicêmico, ou seja, sua digestão e absorção são mais lentas, e assim a quantidade de glicose liberada no sangue ocorre gradativamente, mantendo os níveis de glicose no sangue controlados, e reduzindo a necessidade de liberação de insulina para que esta glicose entre na célula, contribuindo então para a prevenção do desenvolvimento de diabetes, além do acúmulo de gordura corporal, devido ao aumento da saciedade promovido pelo amido resistente. Os estudos indicam que o consumo de amido resistente também atua na redução do colesterol, pela redução de sua produção pelo fígado, e pelo aumento da sua eliminação pelos ácidos biliares. Desta forma, a banana verde pode também ter uma importante função na prevenção do desenvolvimento de doenças do coração.

A banana verde na forma cozida é apropriada ao preparo de subprodutos como a biomassa e a farinha de banana verde, que são utilizadas para a confecção de bolos, biscoitos e outras massas, substituindo a farinha de trigo. Além disso, você pode adicionar a biomassa da banana verde em sucos de frutas e vitaminas. O preparo da banana verde é simples e pode ser feito em casa. Veja como preparar a biomassa:

1. Lave as bananas verdes com casca, uma a uma, utilizando esponja com água e sabão e enxágüe bem;
2. Em uma panela de pressão com água fervente (para criar choque térmico), cozinhe as bananas verdes com casca, cobertas com água por 20 minutos;
3. Desligue o fogo após os primeiros 8 minutos, e deixe que a pressão continue cozinhando as bananas;
4. Espere o vapor escapar naturalmente. Não force o processo abrindo a panela debaixo da torneira, por exemplo;
5. Ao término do cozimento, mantenha as bananas na água quente da panela;
6. Vá aos poucos tirando a casca da polpa, que deve ser passada imediatamente no processador. É importante que a polpa esteja bem quente, para não esfarinhar;
7. Coloque a quantidade desejada da polpa cozida quentíssima no processador;
2. Processe até obter uma pasta bem espessa;
3. Se não for utilizar imediatamente, guarde a polpa em saco plástico. Essa polpa pode ser guardada por 3 a 4 meses no congelador, mas necessitará de um reprocessamento.

Abaixo segue um exemplo de uma receita saudável em que a biomassa pode ser adicionada:
Suco funcional:
- Suco de 1 laranja
- 1 folha de couve
- 100 ml de suco de uva
- 1 colher de sopa de linhaça
- 1 colher de sopa da biomassa de banana verde
Bata os ingredientes no liquidificador e consuma este suco energético no café da manhã.

Fonte: VP Online

ESCOLHA COMO REPOR SEU COLÁGENO.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014 0 comentários
A principal função do colágeno é dar aquela firmeza à pele. E não para por aí: poderoso, ele também ajuda a adiar as terríveis ruguinhas, que denunciam a idade - coisa que a gente detesta, não é mesmo?

Para começar, é importante dizer que o colágeno é uma proteína. Mas não se trata de qualquer tipo, não. Ele exerce papéis fundamentais em nosso organismo. "O colágeno representa aproximadamente 25% de toda proteína presente no corpo e tem como função dar sustentação às células, mantendo-as unidas e firmes. Além disso, é o principal componente protéico de órgãos como a pele, dos ossos, das cartilagens, dos ligamentos e dos tendões", explica Ione Leandro de Queiroga, nutricionista da Onvittá by Onodera(SP). 

Segundo Gabriela Soares Maia, nutricionista funcional da clínica Nutrindo Ciclos (RJ), o colágeno também contribui muito para o fortalecimento das unhas, articulações, cabelos e para a hidratação da pele e dos intestinos.

Já que desempenha funções essenciais, o nutriente é naturalmente produzido pelo nosso corpo desde que nascemos. Mas nem pense em respirar aliviada por conta disso. Com o passar dos anos, a produção de colágeno vai ficando reduzida, até chegar a níveis bastante preocupantes. Ainda segundo Gabriela, ele passa a ter menor produção por volta dos 30 anos e vai diminuindo 1% a cada ano que se passa. "Na maturidade, que chega por volta dos 50 anos, produzimos em média apenas 35% do colágeno que necessitamos", completa a especialista Ione Queiroga.

Quando começar a se preocupar?
Engana-se quem acredita que a suplementação de colágeno é uma necessidade exclusiva das mulheres maduras. E, se apenas a ideia de prevenção não a convence a começar antes, outros dados podem ajudar. "Pesquisas mostram que, por volta dos 25 anos, 30 anos, o organismo já começa a diminuir a produção do nutriente", destaca Daniela Hueb, nutróloga (SP). 

E não se trata apenas de uma questão de idade. Fatores externos também podem refletir negativamente nos níveis da proteína. "Hábitos como o tabagismo e a exposição solar excessiva reduzem a oferta de colágeno no organismo, afetando a sustentação e a elasticidade da pele. Isso sem falar do estresse, que causa o envelhecimento precoce das células e consequente perda do nutriente", comenta Beatriz Botequio de Moraes, nutricionista da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem-Estar (SP).

Você mais magra mais bonita
Uma vez que mantém apele firme e elástica, o colágeno também é muito útil para quem caprichou na dieta e conseguiu perder aqueles quilinhos indesejáveis e agora quer combater inimigos secundários, como a flacidez, a celulite e as estrias. 


E já que falamos em emagrecimento, você sabia que essa proteína também dá uma forcinha nesse sentido? "O colágeno estimula a quebra da gordura assim como ajuda no aumento da massa muscular, pois melhora o metabolismo das proteínas", conta Lizandri Rangan, coordenadora do serviço de nutrição e gastronomia do hospital Leforte (SP). 


Além disso, por ser fonte de proteínas, garante sim uma saciedade a mais. "Ele ajuda a reduzir um pouco o apetite se consumido antes das refeições, por ter a capacidade de se ligar com grande quantidade de água. Ele pode ser usado, também, no final da tarde, naquele horário em que a fome aparecer com força total", indica a nutricionista funcional Gabriela Soares Maia. E segundo Valéria Goulart (SP), médica nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia, a versão em pó é a mais indicada para isso: "É que ela forma uma espécie de gel que se expande no estômago e ocupa espaço,diminuindo a fome", explica.

Quando o assunto são as temíveis celulites, o colágeno também pode ajudar sim, sabia? "Isso porque ele atua na melhora do sistema linfático, ajudando o fluxo da linfa e, com isso, a carregar mais facilmente as toxinas. Além disso, o colágeno também garante melhor elasticidade e hidratação da pele", afirma a nutricionista funcional Gabriela Soares Maia.

Agora, quem pensa que comer gelatina é suficiente, infelizmente está enganada! Isso porque ela contém somente 10% de proteína - ou seja, não é 100% colágeno, como muita gente pensa. "Se for comer a sobremesa, evite consumir as gelatinas industrializadas, que sãoricas em corantes artificiais, açúcar eadoçantes de péssima qualidade - dentre eles oaspartame, cujos estudosmostram que o uso de longo prazo causaprejuízos, principalmenteneurológicos! Além dele o ciclamato e a sacarina sódica também são utilizados na composição”, alerta Gabriela. A dica então é usar as gelatinas brancas, em pó ou em folha, e colocar o sabor com um pouco de suco de frutas. 

Mas, segundo a especialista, para amenizar mais rápido a celulite, o colágeno hidrolisado(que é a forma pura) torna-se mais eficiente. "Isso porquê quando o colágeno é consumido acontece uma hidrólise, isto é, ocorre a quebra das moléculas da proteína presentes no colágeno. Assim, quanto menores essas moléculas, melhor elas são absorvidas pelo organismo", explica.

O ideal, então, é consumir 10 g por dia de colágeno hidrolisado, para quem quer umresultado mais rápido de melhora no fortalecimento de cabelos e unhas, por exemplo. Essa quantidade está presente em 1 sachê, disponível em lojas de produtos naturais, e osresultados, conforme diz a nutricionista, começam a ser percebidos após 2 a 3 meses de uso diário. "E, depois, numa fase de manutenção, a gelatina sem sabor pode ser utilizada 2x ao dia", completa.

É possível repor os níveis de colágeno no organismo também por meio daalimentação. Suas melhoresfontes são os itens de origem animal, especialmente a carne vermelha, o frango e o peixe.

"Entretanto, somente a dieta não é capaz de fornecer a quantidade que nosso organismo necessita. A partir dos 30 anos, recomendosuplementação, que pode seradiantada ou adiada em casos específicos”, diz Lizandri Rangan. 

Outro detalhe importante: "Para o colágeno ser sintetizado pelo organismo é importante que se tenha oconsumo de fontes de vitamina C principalmente, mas também de vitamina E,selênio e zinco. Por isso, aalimentação rica em frutas - acerola, caju, laranja, limão, abacaxi... -, oleaginosas - avelã, amêndoas, castanha do Pará, macadâmias... - e azeite extra-virgem devem fazer parte da alimentação do dia a dia", salienta Gabriela Soares Maia.

Atenta a tudo isso, conheça asopções de suplementação eeleja aquela que mais combina com suas necessidades e estilo de vida...
Em pó

Esta apresentação do colágeno hidrolisado pode ser encontrada em sachês individuais ou empotes com porções maiores, como um quilo. É um dos preferidos dos nutricionistas. Isso porque o processo de hidrólise, que consiste na quebra das moléculas de proteína, faz que ele seja mais bem absorvido pelo organismo. "Indico essa versão porque é de fácil absorção e digestão, além de possuir paladar agradável", comenta Ione Queiroga. Pode ser misturada em água, sucos ou vitaminas.
Cápsulas

Sua base também é o colágeno hidrolisado, mas nesse formato, a absorção é menor, pois antes de tudo o revestimento da cápsula precisa ser digerido. "A desvantagem é que ascápsulas contam com uma porção reduzida de colágeno. É preciso ingerir cerca de 20 cápsulas para alcançar a recomendação diária de 10 gramas. Já na versão em pó, basta uma colher das de sobremesa", esclarece a nutróloga Valéria Goulart.
Balas

Também levam colágeno hidrolisado, mas para dar sabor ao doce são adicionados aromas de frutas, além dos corantes que tingem o produto. Têm a consistência parecida com a da bala de goma. Sua digestão é lenta e, por isso, confere saciedade. A absorção pelo organismo levamais tempo do que na versão em pó. "A vantagem é que, geralmente, a fórmula conta comfitoterápicos, como substâncias que reduzem o apetite ou queimam carboidrato. É umaversão mais cara do que as demais", comenta a nutricionista Beatriz Botequio.

ÁCIDO CLOROGÊNICO PRESENTE NO CAFÉ PREVINE DOENÇAS.

terça-feira, 18 de novembro de 2014 0 comentários
Ácido clorogênico
Um composto químico presente no café pode ajudar a evitar alguns dos efeitos prejudiciais da obesidade.

O ácido clorogênico, ou ACG, reduziu significativamente a resistência à insulina e a acumulação de gordura no fígado de animais de laboratório que foram alimentados com uma dieta rica em gordura para induzir-lhes à obesidade.

"Estudos anteriores demonstraram que o consumo de café pode reduzir o risco de doenças crônicas como diabetes tipo 2 e doença cardiovascular," disse Yongjie Ma, da Universidade da Geórgia (EUA).

"Nosso estudo expande esta pesquisa analisando os benefícios associados a este composto específico, que é encontrado em grande abundância no café, mas também em outras frutas e vegetais como maçãs, peras, tomates e mirtilos," acrescenta Ma.

Efeitos terapêuticos
Além do ganho de peso, a obesidade tem como efeitos colaterais comuns o aumento da resistência à insulina e a acumulação de gordura no fígado. Sem tratamento, estes distúrbios podem levar à diabetes e à deterioração da função hepática.

Para testar os efeitos terapêuticos do ácido clorogênico, os pesquisadores alimentaram um grupo de cobaias com uma dieta rica em gordura durante 15 semanas, além de injetar-lhes uma solução de ácido clorogênico duas vezes por semana.

Eles descobriram que o ACG não só foi eficaz na prevenção do ganho de peso, mas também ajudou a manter os níveis de açúcar no sangue normais e a composição do fígado saudável, sem acúmulo de gordura.

Dose elevada
Mas a equipe é rápida em apontar que o ácido clorogênico não é uma panaceia. Uma dieta adequada e exercícios físicos regulares ainda são os melhores métodos para reduzir os riscos associados à obesidade.

Além disso, os camundongos receberam uma dose elevada de ACG, muito maior do que um ser humano poderia absorver através do consumo regular de café ou uma dieta rica em frutas e legumes.

No entanto, os pesquisadores acreditam que o ácido clorogênico pode se tornar a base de um tratamento para aqueles que precisam de uma ajuda extra. Eles planejam realizar mais pesquisas para desenvolver uma formulação otimizada especificamente para o consumo humano.

MELANCIA.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014 0 comentários
A melancia é um alimento barato que ajuda a limpar seu corpo, reduzir seu peso e colaborar com sua saúde. Esta refrescante e saborosa fruta é composta por 92% de água, os outros 8% são preenchidos com uma boa dose de nutrientes que beneficiam a saúde.

Por conter bastante água, a melancia é um dos melhores alimentos que ajudam a emagrecer. Ingerir alimentos que contêm muita água, como frutas e vegetais, pode ser a chave para o sucesso da sua dieta.

Em um estudo realizado pela Universidade de Tóquio, Japão, as mulheres que comiam alimentos ricos em água tiveram menores índices de massa corporal e possuíam cinturas menores. Os pesquisadores especulam que a água presente nesses alimentos pode saciar a fome e contribuir para que você coma menos.

Outros benefícios da melancia
Ajudar a perder peso não é o único benefício encontrado na melancia. Existem muitas outras formas em que esta fruta pode colaborar com sua vida. Veja como:

Desintoxicar o organismo: a melancia colabora para remover as toxinas do seu corpo. Livrar seu organismo das toxinas ajuda a aumentar o seu metabolismo e, consequentemente, colabora com a perda de peso.

Alta quantidade de citrulina: a citrulina cria um efeito diurético e melhora o fluxo de sangue.

Rica em fibras: as fibras ajudam a manter o cólon limpo.

Contém glutationa: a glutationa é o mais poderoso antioxidante e desintoxicante agente do corpo.

Previne rugas: a melancia é rica em licopeno. O licopeno ajuda a retardar os efeitos do envelhecimento causado pela oxidação do seu corpo.

Boa fonte de potássio: isso equilibra as quantidades elevadas de sódio na nossa dieta. O potássio é um mineral muito importante para o bom funcionamento de todas as células, tecidos e órgãos do corpo humano.

Reduz a inflamação: a inflamação contribui para doenças como asma, aterosclerose, diabetes, câncer de cólon e artrite. Menos inflamação significa menor carga tóxica no corpo.

BIOTINA.

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A biotina é uma vitamina do complexo B. Ela também é conhecida como vitamina B7 e vitamina H. Trata-se de uma vitamina hidrossolúvel produzida no intestino pelas bactérias e obtida por meio da alimentação. 

Assim como outras vitaminas do complexo B, a biotina está relacionado ao metabolismo das gorduras, carboidratos e proteínas. Ela também é essencial para a saúde da pele, unhas e cabelos. 

Benefícios comprovados
Bom para a pele: A biotina é muito benéfica para a pele, isto porque ela ajuda no metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras o que acaba melhorando a saúde da pele. A ausência da biotina pode fazer com que a pele fique seca, escamosa e com vermelhidão em volta da boca e nariz. 

A gema do ovo é rica em biotina.
Bom para o cabelo: A ausência da biotina pode causar a queda de cabelos e também fazer com que os fios fiquem enfraquecidos. Ainda não é certa a relação entre o nutriente e os cabelos, mas alguns especialistas acreditam que a biotina tem relação com a produção de queratina, proteína que compõe o cabelo. 

Bom para as unhas: A falta de biotina pode enfraquecer as unhas. Alguns especialistas acreditam que isto ocorre porque o nutriente tem relação com a produção de queratina, proteína que compõe as unhas. 


Ajuda na absorção correta dos nutrientes: A biotina, juntamente com outras vitaminas do complexo B, contribui para o metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas, fazendo com que o corpo os absorva da melhor maneira. 

Benefícios em estudo
Bom para quem tem diabetes: Como a biotina ajuda a metabolizar melhor os carboidratos, alguns estudos apontam que a biotina pode ser interessante para diabéticos. Contudo, ainda são necessárias mais pesquisas para se comprovar este benefício. 

Deficiência de biotina
A deficiência de biotina é extremamente incomum porque este nutriente está muito presente na alimentação. Contudo, quando acontece os sintomas da ausência do nutriente são: fraqueza nas unhas e cabelos, calvície, pele seca e escamosa e vermelhidão em volta do nariz e da boca. Outras complicações que podem ocorrer são conjuntivite, dermatite exfoliativa, dores musculares e lassidão, acompanhada de aumento da glicemia. 

Combinações da biotina
Para proporcionar os benefícios mencionados, a biotina precisa ser ingerida com as outras vitaminas do complexo B. Além disso, é importante que ela faça parte de uma dieta balanceada. 

Fontes da biotina
As principais fontes de biotina são o amendoim, as nozes, o tomate, a gema do ovo, a cebola, a cenoura, alface, couve-flor e amêndoa. A carne vermelha, o leite, as frutas e as sementes também contam com o nutriente. 

Quantidade recomendada de biotina
Bebê de 0 a 6 meses 5 mcg
Bebê de 7 a 12 meses 6 mcg
Criança de 1 a 3 anos 8 mcg
Criança de 4 a 8 anos 12 mcg
Jovem de 9 a 13 anos 20 mcg
Jovem de 14 a 18 anos 25 mcg
Adulto de 19 a 70 anos 30 mcg
Gestantes 35 mcg
Lactantes 35 mcg
The National Academies

O uso do suplemento de biotina
O suplemento de biotina só é orientado quando a pessoa manifesta sintomas da ausência deste nutriente. A suplementação só pode ser realizada por um nutricionista ou médico nutrólogo. 

O excesso de biotina
O tomate conta com biotina.

O consumo excessivo de biotina só ocorre por meio da suplementação e não tem grandes complicações, pois o nutriente é excretado pela urina.

Fonte: Minha Vida

SAÚDE E BOA ALIMENTAÇÃO.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014 0 comentários
O Ministério da Saúde lançou o novo Guia Alimentar para a População Brasileira, que está sendo distribuído gratuitamente.

A atualização da publicação relata cuidados e caminhos para alcançar uma alimentação saudável, saborosa e balanceada.

A nova edição, ao invés de trabalhar com grupos alimentares e porções recomendadas, indica que a alimentação tenha como base alimentos frescos (frutas, carnes, legumes) e minimamente processados (arroz, feijão e frutas secas), além de evitar os ultraprocessados (como macarrão instantâneo, salgadinhos de pacote e refrigerantes).

Saúde e boa alimentação
A intenção do Guia Alimentar é promover a saúde e a boa alimentação, combatendo a desnutrição, em forte declínio em todo o país, e prevenindo enfermidades em ascensão, como a obesidade, o diabetes e outras doenças crônicas, como AVC, infarto e câncer.

Além de orientar sobre qual tipo de alimento comer, a publicação traz informações de como comer e preparar a refeição, e sugestões para enfrentar os obstáculos do cotidiano para manter um padrão alimentar saudável, como falta de tempo e a inabilidade culinária.

O Guia orienta as pessoas a optarem por refeições caseiras e evitarem a alimentação em redes de fast food e produtos prontos que dispensam preparação culinária (sopas de pacote, pratos congelados prontos para aquecer, molhos industrializados, misturas prontas para tortas).

Outras recomendações são o uso moderado de óleos, gorduras, sal e açúcar ao temperar e cozinhar alimentos, e o consumo limitado de alimentos processados (queijos, embutidos, conservas), utilizando-os, preferencialmente, como ingredientes ou parte de refeições. Na hora da sobremesa, o ideal é preferir as caseiras, dispensando as industrializadas.

Destaque especial é dado também às circunstâncias que envolvem o ato de comer, aconselhando-se regularidade de horário, ambientes apropriados e, sempre que possível companhia. O ideal é desfrutar a alimentação, evitar a refeição assistindo à televisão, falar no celular, ficar em frente ao computador ou atividades profissionais.

10 passos para uma Alimentação Adequada e Saudável:
Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação.
Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias.
Limitar o consumo de alimentos processados.
Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados.
Comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia .
Fazer compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados.
Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias.
Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece.
Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora.
Ser crítico quanto a informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais.

Diferentes tipos de alimentos
Alimentos in natura: essencialmente partes de plantas ou de animais. Ex: carnes, verduras, legumes e frutas.

Alimentos minimamente processados: quando submetidos a processos que não envolvam agregação de substâncias ao alimento original, como limpeza, moagem e pasteurização. Ex: arroz, feijão, lentilhas, cogumelos, frutas secas e sucos de frutas sem adição de açúcar ou outras substâncias; castanhas e nozes sem sal ou açúcar; farinhas de mandioca, de milho de tapioca ou de trigo e massas frescas.

Alimentos processados: são fabricados pela indústria com a adição de sal ou açúcar a alimentos para torná-los duráveis e mais palatáveis e atraentes. Ex: conservas em salmoura (cenoura, pepino, ervilhas, palmito); compotas de frutas; carnes salgadas e defumadas; sardinha e atum de latinha, queijos e pães.

Alimentos ultraprocessados: são formulações industriais, em geral, com pouco ou nenhum alimento inteiro. Contém aditivos. Ex: salsichas, biscoitos, geleias, sorvetes, chocolates, molhos, misturas para bolo, "barras energéticas", sopas, macarrão e temperos "instantâneos", "chips", refrigerantes, produtos congelados e prontos para aquecimento como massas, pizzas, hambúrgueres e nuggets.


SATISFEITO SEM COMER DEMAIS.

terça-feira, 11 de novembro de 2014 0 comentários
Não se sentir saciado depois ou entre as refeições pode resultar em excessos na alimentação.

Felizmente, vários estudos mostram que comer certos nutrientes e alimentos pode ajudar a reduzir o apetite e manter uma sensação de estar sem fome que dura mais tempo.

Estes estudos foram revisados e sistematizados pela equipe da Dra. Linda Milo Ohr, do Instituto de Tecnologistas de Alimentos (EUA), em um artigo publicado na revista Food Technology.

1. Proteínas
Adicionar uma proteína ao café da manhã todos os dias pode contribuir para melhorar a saciedade e a qualidade da alimentação (Leidy, 2013). Outro estudo mostrou que o consumo diário de um lanche da tarde com alto teor de proteína de soja melhora o controle do apetite, a saciedade e reduz os lanches noturnos não saudáveis entre os adolescentes (Leidy, 2014). Soro de leite, soja, ervilha e ovos, todos contribuem para uma sensação de saciedade.

2. Grãos inteiros e fibras
Substituir o pão integral por pão de trigo refinado diminui a fome, eleva o nível de saciedade e dá menos vontade de comer (Forsberg, 2014). A aveia aumenta os níveis de hormônios ligados ao controle de apetite até quatro horas depois de uma refeição, ao contrário dos alimentos à base de arroz (Beck, 2009).

3. Ovos
Os ovos são uma das proteínas mais densas na categoria não-carne. Já foi demonstrado que a ingestão de um ovo no café da manhã ajuda a reduzir a fome entre as refeições (Vander Wal, 2005).

4. Amêndoas e castanhas
As gorduras saudáveis presentes nas amêndoas diminuem a fome e melhoram a dieta e a ingestão de vitamina E (Almond Board of California, 2013). Pessoas que ingerem uma porção (42 gramas) de amêndoas torradas levemente salgadas todos os dias relatam maior saciedade sem aumento do peso corporal (Tan e Mattes, 2013).

5. Leguminosas
O grupo dos grãos da família das leguminosas inclui ervilhas, feijão, lentilhas e grão-de-bico. Eles são muito ricos em proteínas e pobres em gordura, e comprovadamente contribuem para uma sensação de plenitude após a refeição (Li, 2014).

6. Extrato de açafrão
O extrato de açafrão tem um efeito benéfico sobre o apetite, o humor e comportamentos relacionados com comer lanches fora de hora (Gout, 2010). Isto ajuda a reduzir os excessos alimentares ligados ao hábito ou ao estresse.

7. Óleo de pinhão coreano
Este tipo de azeite tem altos níveis de gorduras naturais saudáveis, que liberam o hormônio da saciedade, a colecistocinina (Einerhand, 2006).

O mais comum azeite de oliva também aumenta a sensação de saciedade(Schieberle, 2013).